Ex Táxi - SuiKarin
Quem aí gosta de Suikarin levanta a mãoooooo.
Primeiramente eu gostaria de agradecer ao @Couple_Project pela tremenda parceria. É um projeto que eu recomendo para todos que gostam de casais crackshipps!
Enfim, vamos dar início aos agradecimentos técnicos?
@Mutno | Iris, muito obrigada por toda ajuda, tá? Agradeço do fundo do meu coração. A ideia do trocadilho no título foi hilária (no meu ponto de vista.), Sem falar da sua ajuda com o hot. Obrigada mais uma vez!
Bem, quero dedicar essa história para a maior, mais bela, charmosa, incrível, fantástica e devota a Suikarin. @Una-K amo-te!
Bem, espero que gostem da história.
Boa leitura!
A Lua, estrelas, postes e os faróis do carro iluminavam cada canto da estrada.
Esse horário é excelente para viajar, já que não há tantos carros.
Contudo, o ar gélido da madrugada consegue ser cruel. Karin manteve o mesmo questionamento em sua mente, por que foi de vestido a um casamento?
A Uzumaki poderia ter ido com uma calça social, salto e uma camiseta seguindo o mesmo modelo da calça.
Continuaria uma tremenda gostosa.
O vestido vermelho, dá um belo contraste ao cabelo ruivo, ele fica um pouco acima do joelho e é colado no corpo.
Karin estava com os pés doloridos por conta do salto que usava. Chegou um momento da festa em que teria que escolher, entre continuar magnífica de salto, ou ir embora.
Porém, tinha total certeza que se não tivesse que trabalhar no dia seguinte, ficaria até o final da festa, sem sapatos e com um coque no meio da cabeça.
O casamento era de Sasuke e Sakura, foi uma grande festa, todos os amigos do casal tinham a total certeza de quem teve a brilhante ideia da enorme comemoração, foi nada menos do que a própria noiva.
Naruto, já estava bêbado. Karin mal cuida de si, quem dirá de outra pessoa! A mulher conseguiu perder vários bichinhos de estimação. Certamente, não é confiável deixar uma criança com ela… Muito menos um parente irritante e bêbado.
Naruto fica insuportável quando ingere uma quantidade absurda de álcool.
A Uzumaki preferiu fugir antes que a responsabilidade caísse sobre seus ombros. Segundo ela, o problema é dele que está solteiro.
A própria está solteira e não caiu de tanto beber. Porém, se a mulher não estiver com tanta sorte e um policial aparecer, ela poderia receber uma multa, afinal, bebeu álcool e está dirigindo.
Para a infelicidade de Karin, seu carro foi parando conforme estava dirigindo, isso fez com que seu coração desejasse sair pelo peito.
— Não, não, não! — Pisou no acelerador, mas não adiantou.
Aos poucos, o carro foi parando.
Saiu do carro em busca de alguma esperança, não tinha ninguém na estrada, isso a deixou ainda mais preocupada.
Há várias chances de alguém aparecer, poderia ser sequestrada, abusada e morta.
Diversas coisas podem ocorrer com uma mulher no meio da estrada, principalmente sozinha.
Pegou a chave do carro e foi para a parte da frente do automóvel, colocou a chave e abriu o carro. Saiu um pouco de fumaça, e Karin não tinha a menor ideia do significado, mas tinha certeza de algo: não era nada bom.
Fechou o capô do carro e abriu a porta para pegar a sua bolsa, quando a puxou, procurou o seu celular.
Ligou diversas vezes para inúmeros números, mas não foi atendida.
Karin achava ter jogado alguma pedra na cruz! Como alguém consegue ser tão azarada assim?
O frio da cidade está horrível! Ao invés de se atrasar para o trabalho no dia seguinte, ela morreria congelada antes disso!
Mordiscou seus lábios, pedindo um pouco de sorte.
Uma luz do outro lado da estrada foi ficando visível, os olhos de Karin ficaram um pouco incomodados.
Manteve-se em alerta conforme o veículo se aproximava, contudo conseguiu respirar tranquilamente quando leu a placa que estava em cima do veículo amarelo. Em letras grandes e pretas estava escrita a seguinte palavra: Táxi.
Ela poderia chamar um guincho para buscar o carro, ir para casa de táxi e resolver os problemas do carro no dia seguinte.
— Ei, aqui! — berrou e fez um sinal com a mão.
Não demorou muito para que o motorista estacionasse o carro próximo ao dela, aproximou-se para falar com a pessoa, porém, uma voz extremamente irritante se fez presente.
"Eu definitivamente devo ter cometido uma atrocidade com o universo. O que fiz para merecer uma merda dessas?"
Dentre várias pessoas que poderiam aparecer, seu ex-namorado tinha que ser uma opção?
— Eu sabia que conhecia essa gostosa de algum lugar.
— Qualquer um menos você! — reclamou.
— Problemas com o carro? — questionou com um maldito sorriso no rosto.
— O que você acha, idiota?!
— Desse jeito você me ofende, linda. — Suigetsu deu uma risada alta.
— Hm… — Karin cruzou os braços.
— Não vai entrar? — questionou quando viu a demora da garota. — Vou embora.
Hozuki girou a chave do carro e foi possível escutar o veículo ligando novamente.
— Vai à merda! — Karin foi até o seu carro, fechou as portas e depois trancou com a chave, puxou sua bolsa e entrou no veículo amarelo.
Fez questão de ir para o banco de trás.
— Estava aonde? — perguntou Suigetsu que encarou a Uzumaki pelo retrovisor. — Está gostosa.
— Desde quando lhe devo satisfação?
— Não deve! — respondeu, o seu sorriso ainda permanecia intacto no seu rosto.
Suigetsu sempre amou irritar a ex-namorada, para ele, nunca foi apenas um jogo qualquer. Karin é uma mulher linda, mas na opinião do platinado, fica ainda mais bela quando está irritada.
Enquanto isso, Karin amaldiçoa qualquer entidade que deu esse maldito sorriso ao homem. Como alguém insuportável poderia ficar tão atraente com um simples sorriso!?
O de cabelo branco levou suas mãos até o rádio e ligou. Karin fez uma careta.
— Troca de música — pediu.
— E não ouvir esse clássico? — indagou indignado. — Eu sabia que você era louca, mas não tanto!
— Louco foi você que perdeu uma mulher como eu.
— Tens razão — concordou com facilidade.
Suigetsu deixou que a música continuasse tocando.
— Você quer que eu te deixe aonde mesmo, ruiva? — perguntou depois que ficaram em silêncio.
A jovem finalmente percebeu, que não havia dado o seu novo endereço para o taxista.
— Sabe o hospital? Estou morando nos apartamentos novos que foram construídos ali — explicou.
— Sei, sei — concordou.
Voltaram a ficar em silêncio, o que é algo de se estranhar, já que o ex-casal prefere o barulho… Não importa o tipo de barulho, ambos só necessitam da atenção de todos sobre si.
— Está saindo com alguém? — Puxou assunto.
— Talvez. — Cruzou as pernas, decidiu provocar. — Talvez eu esteja, talvez não.
Deixou uma resposta entreaberta.
— Que crueldade — resmungou após ter direcionado seus olhos para ela novamente. — É bonito pelo menos?
— Ah! Ele é.
Karin anda conversando com um colega de trabalho, já ficou algumas vezes com o rapaz. Mas, não foi nada demais. Não passou de uma troca de beijos.
— Então está saindo... — Seu tom de voz mostra o quão enciumado está.
A Uzumaki não possui intenções de voltar com o Hozuki, contudo, sentiu falta desse ciúme bobo.
Os dois sempre terminam e voltam, mas vai ser diferente dessa vez, a mulher não quer passar o resto da vida desse jeito.
Ela quer compromisso sério e construir um futuro com a pessoa que ama, enquanto ele prefere ficar enrolando. Karin cansou de fazer parte dessa enrolação toda.
— Estou solteira, fazer o quê? — Manteve o gosto da provocação sobre seus lábios.
Depois de um tempo, chegaram perto do condomínio.
— Podemos marcar para sair um dia desses, ruiva? — Olhou para a mulher através do retrovisor.
— Não. — Negou pronta para sair do carro.
— Ah, qual é — resmungou. Suigetsu virou o seu corpo e se inclinou para trás, dando de cara com ela. — Eu senti a sua falta.
A respiração de Karin ficou levemente agitada pelo ato.
Esse é o problema, toda vez que ambos se encontram, a atração física é maior.
— Grande coisa... — Revirou os olhos para tentar se fazer de difícil. — Eu não senti.
— É? — O platinado levou suas mãos até as coxas da mulher.
— Uhum… — suspirou.
O rapaz deu um jeito para se colocar na parte de trás do carro.
— Já te disse o quão gostosa está nesse vestido? — sussurrou.
Seus lábios já estavam próximos o suficiente para que Karin sentisse seu hálito quente.
— Já disse…
— Talvez eu deva repetir… — murmurou.
O platinado deu um jeito para se colocar na parte de trás do carro.
— Por que você não para de idiotice e volta a dirigir? — Ralhou, dando um jeito de o empurrar de volta para o banco do motorista e o fazer tomar o controle do volante.
Suigetsu riu, Karin continuava a mesma mulher difícil de sempre e isso o excitou a níveis extremos. Toda aquela teimosia era um delicioso desafio que amava encarar.
O coração da ruiva batia descompassado, por pouco não se entregava aos desejos do seu corpo. Conseguia sentir aquela sensação familiar em sua intimidade, ela estava animada, piscando em expectativa, mas Karin era uma Uzumaki e Uzumaki's não se entregavam fácil.
🟥AVISO: A Partir DE AGORA, TEREMOS HOT.
A ruiva inconscientemente esfregou suas pernas uma na outra para controlar as reações de seu corpo quanto a presença forte do sujeito sobre si. O Hozuki encarou ela pelo retrovisor e sorriu ladino. Ah, ele conhecia aquela reação! E como conhecia. Karin o desejava, seu corpo o queria nesse exato momento e ela não poderia esconder isso dele, não quando a conhecia como a palma da sua mão.
— Sabe, Ruiva... — Suigetsu se virou para encará-la. — Acho que não vou conseguir me conter com você assim...
Karin não havia entendido o que ele quis dizer com aquilo, até vê-lo estacionar o carro de frente a um beco escuro.
— Que merda você está fazendo? — A ruiva estava mesmo bastante confusa, e talvez um pouco temerosa. Foi quando o Hozuki atacou sua boca com um beijo quente e necessitado. De primeira não retribuiu, mas foi só sentir as mãos firmes dele segurarem seu cabelo daquele jeito que apenas ele sabia fazer, que se entregou.
A mão de Suigetsu puxava o cabelo da nuca de Karin com força enquanto raspava as unhas pelo couro cabeludo dela. Suigetsu não iria aguentar ficar naquele banco da frente.
— Vem logo pra trás idiota — Karin disse ofegante e com os lábios inchados. Suigetsu não retrucou nem nada, apenas assentiu, obedecendo a mulher.
Já no banco de trás, Suigetsu estava por cima de Karin, mais especificamente entre suas pernas. A Uzumaki gemeu entre o beijo quente que trocava com o taxista, suas línguas se sugavam de forma forte os deixando cada vez mais excitados com aquela troca de salivas.
A mão livre de Suigetsu passeava pela cintura da ruiva num vai e vem lento e provocante, às vezes paravam e a ponta dos dedos se enterravam contra a cintura fina dela. Os beijos que antes estavam nos lábios de Karin, passaram a ser depositados em seu pescoço branquinho, junto a mordidas e chupões. E Karin deu espaço para que Suigetsu pudesse explorar ainda mais aquele lugar.
— Eu adoro te ver assim, Ruiva — Suigetsu sussurrou contra o ouvido dela e em resposta Karin corou, mas ele não viu pela falta de iluminação.
Suigetsu esfregou seu joelho contra a intimidade de Karin, vendo como ela já estava molhada. Aquela mulher podia negar o quanto quisesse, mas os dois sabiam que sempre sentiriam um tesão gigante pelo outro e sempre resultaria neles transando depois de algumas farpas trocadas, como era o caso de agora.
As mãos atrevidas foram em direção ao peito forte e firme do mais alto, passeando os dedos no peito do outro, sentindo a dureza dos gominhos presentes naquele peitoral. Karin sentiu sua lubrificação aumentar e molhar ainda mais sua calcinha. Seus mamilos estavam rígidos e isso ficava muito evidente no vestido colado ao corpo que usava. Maldito seja o vestido vermelho!
Aquela excitação toda era por estar prestes a realizar seu maior fetiche; transar dentro do carro. Suigetsu sempre amou realizar os fetiches de Karin, seja transar no escritório a se vestir de policial. A verdade é que ao realizar os fetiches dela, acabava descobrindo que ambos tinham gostos parecidos quando se tratava de fetiches e isso fazia com que se soltasse mais.
— A-ah! — Gemeu manhosa e Suigetsu sentiu um puxão vindo de seu membro já duro.
Os longos e calejados dedos do taxista seguraram os botões rosados da ruiva por cima do vestido apertado, e o beliscou, recebendo em troca um gemido. Karin sempre fora bastante sensível naquele lugar.
As mãos de Suigetsu foram em direção a barra do vestido da mais baixa, puxando-o para cima, para que assim pudesse ter o corpo dela livre de roupas; com a ajuda de Karin, toda a roupa fora removida, incluindo os shorts que usava por baixo do vestido, ficando apenas de calcinha.
— Tão gostosa — suspirou de maneira sofrida, sentindo seu pênis ficar ainda mais duro sobre suas calças. — Fica de quatro, ruiva. — Karin obedeceu com um sorriso, posicionando-se no banco do carro, sua bunda branca e rechonchuda empinada na direção do Hozuki.
Suigetsu levou a mão a calcinha que a garota usava, colocando-a de lado para que assim pudesse ter a visão da intimidade molhada e piscante dela. Um de seus dedos passou pelos grandes lábios, fazendo-a gemer manhosa, sua entrada produzia cada vez mais lubrificação natural, o Hozuki levou o dedo a seus lábios sentindo o doce sabor da ruiva. Karin sempre foi muito doce.
Sem mais delongas o homem segurou a calcinha de lado com uma mão, e com a outra mão ele abriu a nádega da Uzumaki, o buraquinho rosado piscava ao redor do nada e sua entrada estava tão molhada que se a preenchesse agora deslizava fácil para dentro. Mas Suigetsu queria brincar com Karin antes de se enterrar nela. Sua língua passou por entre o vão da mulher, e escorregou para dentro da cavidade molhada e apertada.
A Uzumaki espremeu os olhos, deliciando-se com aquela sensação de ter a língua habilidosa do ex-namorado em contato com seu interior. A cada instante os gemidos da mais nova ficavam cada vez mais altos, incentivando Suigetsu a ir mais e mais fundo.
O Hozuki se afastou da Ruiva, ouvindo um protesto insatisfeito, Karin virou o rosto para que assim pudesse ver o que o maior estava prestes a fazer. Suigetsu se inclinou para o banco da frente do carro e ligou o som, a música I Fuking Lust You começou a tocar, o taxista deixou em um volume baixo, mas muito bem auditivo.
O Hozuki voltou para onde estava, entre as nádegas molhadas, sua língua voltou a fazer o trabalho.
— A-ahh... S-sui — suspirou de forma prazerosa, sua mão segurava com força o tecido do banco do carro.
O maior deu uma pausa para sorrir ladino, era tão bom ouvir Karin gemer daquela forma, mostrando o quão satisfeita estava com seu trabalho.
Sua língua ia cada vez mais fundo no interior da ruiva, o moreno deixou uma fraca mordida na nádega da Uzumaki que fez o seu interior se contrair ainda mais.
— Olha pela janela, Ruiva. — Karin abriu os olhos e olhou através do vidro.
Seus olhos ficaram arregalados por alguns instantes, algumas pessoas passavam ali, alguns olhavam em direção ao carro mesmo não podendo ver nada, enquanto outros apenas seguiam seu caminho. Karin se sentiu ainda mais excitada, estava tão perdida em seu prazer que sequer havia pensado em olhar através do vidro da janela.
Era como se ela estivesse exposta para todas aquelas pessoas, e aquilo a excitou de uma forma que nunca imaginou, seus gemidos ficaram mais altos e seu olhar cravado na janela. O Hozuki sorriu de forma contida, descobriu um dos fetiches da Uzumaki e consequentemente seu mais novo fetiche também.
Ele saiu das nádegas dela e levou a mão a calcinha, puxando até seus joelhos e tocou com o dedo a entradinha rosada, o contato de seu dedo fez a ruiva gemer de forma contida. Seu dedo se afundou entrando devagar e lentamente.
— Humm... — Karin mordeu o lábio inferior.
Os olhos de Karin continuavam olhando através do vidro, deliciando-se por estar sendo "exposta". O segundo dedo foi colocado em seu interior, suas paredes apertavam o dedo de Suigetsu tão bem, mas ele queria ter outra coisa sendo apertado daquela forma. O platinado fez movimento de tesoura com os dedos para que assim pudesse alargar ainda mais a garota. Suigetsu colocou o terceiro dedo, e moveu seus dedos em um ritmo de vai e vem lento e fundo.
Seu interior era penetrado de uma forma tão boa, e o membro de Suigetsu estava cada vez mais duro e dolorido sobre a calça jeans que usava. Vendo que aquilo já era o bastante e que Karin já estava excitada o suficiente com aqueles toques e provocações, o Hozuki retirou seus dedos de dentro dela e levou até seus lábios, chupando e se deliciando com o gosto doce da ruiva. Ah, como havia sentido falta desse doce. Estava quase se esquecendo do sabor viciante que Karin tinha.
Suigetsu retirou sua calça e a jogou em algum canto do carro, ficando apenas com a blusa social que usava, lentamente desabotoando e mostrando o físico bem cuidado que possuía.
Suas mãos foram em direção ao seu membro. O contato de sua mão com o próprio pênis o fez gemer, estava tão sensível, pronto para se enterrar no interior quente de Karin.
Seu punho fechou ao redor de seu eixo, e começou a fazer leves movimentos de vai e vem enquanto gemia rouco. Karin tinha seu rosto virado, com total atenção nos movimentos do motorista. Sem conseguir se conter, a ruiva segurou em seus próprios seios e começou a massageá-los enquanto deixava sua mão percorrer pela extensão da sua barriga, trazendo-a arrepios e choques involuntários. A Ruiva estava cada vez mais excitada vendo o homem se masturbar em sua presença. Amava quando Suigetsu fazia aquilo, enquanto Suigetsu amava ver a mulher se tocando com as próprias mãos, louca de tesão, louca por ele.
— Me fode logo, idiota... — foi o que ela disse, enquanto se remexia e tremia sobre o banco traseiro.
Suigetsu sorriu ladino e ainda segurando o próprio membro, levou em direção a entrada encharcada de Karin, começando a enfiar apenas a cabeça de pau de forma lenta e provocante, na tentativa de deixá-la sedenta por si, o que funcionou. Pois Karin jogou seu corpo contra o dele, forçando sua vagina contra o pênis dele, e sem esperar mais, deu uma rebolada no pau de Suigetsu, que por sua vez entendeu o recado. O taxista começou a estocar bem forte contra o interior de Karin, que mordia o lábio tentando conter os gemidos, mas não foi possível, pois o Hozuki já tinha se atirado contra sua boca carnuda. Karin sempre fora muito linda enquanto gemia. Pensou o homem enquanto aumentava as estocadas, ouvindo o característico som de dois corpos se chocando enquanto se amavam.
Karin se separou do beijo e empurrou Suigetsu para trás, ficando por cima do maior. Levou a mão até o membro do mais alto e o inseriu dentro de si novamente. Começou a subir e descer no pau do motorista sexy com as mãos apoiadas no peitoral másculo. Os gemidos de ambos tomavam conta de todo o carro e repercutiram entre os vidros embaçados da janela.
A cada estocada Karin gemia e suspirava de forma prazerosa, soltando frases e palavras incoerentes. Sentindo a Uzumaki o apertar, Suigetsu continuou a estocar cada vez mais forte. A satisfação que os dois sentiam era muito grande, os movimentos estavam em sincronia com a sensual música, Karin se sentia prestes a ir ao delírio com tanto prazer.
Suor banhava o corpo de ambos e depois de ter rebolado, quicado, subido e descido, os dois gemeram em sincronia e tiveram seu orgasmo de forma forte. Com Suigetsu se derramando dentro dela, retirando seu pau logo em seguida, o que fez a Ruiva soltar um gemido insatisfeito e manhoso pelo vazio repentino.
Karin se deitou contra o peito do Hozuki, cansada e trêmula demais para se sentar sobre o banco do carro.
— A gente devia fazer isso mais vezes — o Hozuki comentou.
Karin começou a rir e enterrou seu rosto na curvatura do pescoço do maior.
—Você desperta o pior e o melhor de mim.
— E você é a minha perdição. — Suigetsu completou.
Depois de um tempo, os dois já estavam vestidos e prontos para fingirem que não haviam transado nesse mesmo carro.
Suigetsu levou Karin até seu condomínio, a mulher juntou suas coisas.
— Não vai me convidar para entrar? — questionou.
— Não — respondeu.
Ela abriu a porta do carro e saiu.
— Ei, o meu dinheiro, ruiva! — O platinado lembrou, afinal, a gasolina está cara.
— Você já teve o seu pagamento, Hozuki. — A mulher não conteve um sorriso travesso que surgiu em seus lábios e foi embora.
Os dois não poderiam se trombar novamente ou perderiam o réu primário.
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