🔸Capítulo 26🔸

Melyssa Collins
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Isso, mais uma semana havia passado e eu nada de remarcar a minha consulta com a Dra. Ana Paula. O Luke já havia insistido e eu dito a mesma coisa. Eu não precisar mais saber das atrocidades do meu antigo padrasto. O meu telefone vibra no sofá e mais uma vez, eu vejo que era o Luke.

— Aiii, meu Deus!! Será que ele não vai parar? — Jogo a vassoura para o lado do sofá e sento toda largada na poltrona da frente.

Ligação on -----------------------------------------------------

(Melyssa) — OI!!! Luke. — Atento a ligação, soltando todo o meu ar do pulmão.

Eu estava morta, da faxina que estava fazendo aqui em casa.

(Luke) — Olá, abelha rainha!!! Já está pronta para a sua incrível consulta? — Ele pergunta espontaneamente. Ok! Ele só poderia ter surtado.

(Melyssa) — Que consulta, Luke?? Você já sabe que eu não vou para aquela com a terapêutica, não é? — Esbravejo, sem saber ao certo se ele não estava falando de nenhuma outra, a não ser essa.

(Luke) — É claro que estou! Como eu sou o seu primo querido e sei o que é melhor para você. Tomei a liberdade de ligar para clínica e marcar mais uma consulta para você. Pedindo desculpas, pela forma grosseira que você havia saído da última vez. Disse que você estava com dor de barriga, para a recepcionista. — Ele fala calmamente, como se aquilo não fosse nada e isso, fosse bem rotineiro entre a gente.

Está bem, tínhamos algumas brincadeiras entre a gente, mas desde que voltamos a nos falar, depois da discussão que havíamos tido há alguns meses, que não fazíamos mais isso entre nós. Eu poderia ter grita e reclamado com ele, por ter feito isso sem o meu consentimento, mas ver, que ele estava voltando a ser ele mesmo comigo, estava me trazendo grandes fagulhas na alma. Eu precisava disso. Eu queria isso.

Assim, não rebati de forma grosseira, leve na brincadeira.

(Melyssa) — Você o quê? Disse que eu estava com dor de barriga? — Faço aquela voz de incrédula. — E quem te garante que eu não fugir, porque a doutora estava com flatulências? — Jogo a cabeça para trás e tento segurar o riso.

Porém, o Luke logo cai na gargalhada e eu não me aguento mais, caindo juntamente com ele na risada. Contudo, o que me fez sobressaltar, quase que de imediato do sofá, foi o fato de ter escutado a sua risada tão perto de mim, praticamente, como se estivéssemos no mesmo ambiente.

(Melyssa) — Luke??? — Fico em alerta no sofá. — Você... — Olho para todos os lados, em busca dele.

(Luke) — Eu o quê? Você acha agora que está ouvindo fantasmas do seu lado? — Ele sorri de novo na ligação e todo o ar parece mudar.

Os meus olhos vão direto para onde o som da sua voz vinha e encontram o corpo do Luke, encostado no corrimão das portas dupla da varanda.

— Por Deus!!!! Você quase me matou de susto, Luke! — Elevo uma das minhas mãos para o meu coração e tento voltar a respirar novamente. Não, que eu tenha parado de respirar justamente por causa disso, e sim, por ter lhe visto tão lindamente na varanda.

Ligação off -----------------------------------------------------

Lembro-me de encerrar a ligação e me recompor novamente. Eu estava toda descabelada, com um pequeno short de dormir e uma blusa de alça, colada, sem sutiã. Merda!

Imediatamente eu tento colocar uma das minhas mãos na frente do meu peito, coçando o outro lado do meu braço para disfarçar, mas não iria mais adiantar, só de eu ter pensado neles, eles já estavam enrijecidos.

— Eu... hum... Estava fazendo faxina. — Tento me justificar, sem nem saber se ele estava avaliando a minha roupa.

— Estou vendo. — Ele agora realmente me avalia de cima a baixo e sinto o meu corpo todo, entra em combustão com o seu olhar. Por Deus! Como eu sentia saudades dele. Queria que ele me tocasse e viesse na minha direção.

O que não aconteceu.

Ele pareceu constrangido com o jeito que havia me olhado e desviou a atenção, olhando para os lados.

— E aí, vai se arrumar, não? A sua consulta é daqui a 30 minutos. — Ele se joga na poltrona que ficava na minha frente e me encara, com um sorrisinho divertido. — Eu não vou sair daqui sem você. Nem que eu tenha que te carregar em cima dos meus ombros. — Ele diz simplesmente isso. — Não estou nem aí, para as flatulências da Doutora.

— Ok! E eu tenho que te obedecer porquê? — Questiono seriamente pensando em lhe desobedecer, só para poder sentir os seus braços sobre mim. E com as roupas que estou, poucas seriam as partes da minha pele que não entraria em contato com a sua. Meu Deus! Como eu estava depravada.

Ele varreu os seus olhos novamente em mim e eu pude notar que ele estava pensando a mesma coisa que eu, se não, pior. Eu conhecia o Luke, e poucas seriam as vezes que ele conseguia esconder alguma coisa de mim. Ele pigarreou meio que a contragosto e se limitou a falar a mesma coisa de sempre.

— Ué, eu sou o seu primo querido... Sei o que é melhor pra você. — Ele sorri de forma complacente para mim e dá duas tapinhas no braço do sofá, tamborilando os dedos sem saber o que fazer. Ok. Ele estava ficando nervoso e eu, mais ainda. Era melhor eu subir logo, para poder me arruma.

Espera aí!! Eu não iria para a consulta.

— Luke, eu não vou para consulta. Eu... Arhg!! Caramba. Eu não quero saber mais do meu passado. O que eu tinha que saber sobre a minha mãe, eu já descobrir. Eu não preciso saber de mais. — Cruzo os braços na minha frente e me esqueço que estava sem sutiã. Ops!

ARHH! Eu não estou nem aí.

O Luke também parece não notar, mas vem na minha direção, tocando de leve no meu rosto suado da faxina e tirando alguns fios da frente dele, que estava grudando nos meus olhos. O seu gesto foi tão carinhoso, que eu quase me esqueci de acalmar o meu coração, quando ele voltou a bater mais rápido do que o esperado.

— Ei! Não é por isso que você está indo para terapia. Você está indo para poder deixar o seu passado para trás e seguir em frente com a sua vida. Sei que você vai ficar se questionando e se culpando sempre, por não está se lembrando de tudo daquele tempo. — Ele acariciou a minha bochecha e sorrio para mim, com aquele olhar que só ele conseguia me conectar. — É por você, docinho. É por você, que você vai a essa consulta.

Ele captura bem o meu olhar, que por um momento, eu penso que ele vai me beijar. As nossas respirações estavam tão perto, que os meus dedos involuntariamente desceram para a sua cintura, agarrando bem a barra da sua blusa e entreabrindo a minha boca. Era agora!

Porém, uma indesejada voz feminina é ouvida descendo as escadas e nós, rapidamente nos distanciamos. Era a Nella, a minha querida irmã Stella Collins, mais conhecida com estraga prazeres nesse momento. Um suspiro lento sai dos meus pulmões e eu tento controlar as minhas emoções.

— Eu... Eu acho que vou subir. — Digo meio desgovernada, pegando a vassoura e juntando os panos que eu estava usando para limpar.

A Stella aparece atrás de mim e cumprimenta o Luke, me vendo toda agoniada saindo pelo canto sala.

— O quê deu nela? Vocês vão sair? — Eu a escuto perguntar e o Luke tira por menos, dizendo que precisava da minha ajuda para alguma coisa.

Menos mal, não queria que a minha irmã já soubesse sobre a consulta e nem a minha família. Na hora certa, eu iria contar para eles.

Assim, subir rapidamente e tirei a minha roupa para tomar um banho rápido. Sair, troquei de roupa, vestindo uma calca jeans surradinha e uma blusa de alcinha, que amarrava no pescoço. Eu não tinha muito tempo para me arrumar direito. Assim, só caprichei no perfume e no batom cor de boca, que passei para dá uma realçada. Desci as escadas e lá estava o Luke, me esperando. Ele disse que Stella havia ido para o atelier dela do lado de fora da casa e eu assenti.

O caminho foi rápido e silencioso. Nenhum de nós dois havíamos falado muito. Acho que aquele momento de tensão na sala, havia falado por se só. Sabíamos o que iria acontecer, se a Stella não tivesse chegado. Nós não estávamos preparados para aquilo; mas eu queria, assim, como eu sei que ele também. Tudo estava tão confuso. Não sei porque as coisas tinham que ser assim.

Logo, chegamos no estacionamento e Luke me fez a mesma pergunta de sempre.

— Vai querer que eu suba? — Ele me olha meio que de lado, sem ter muita coragem de me olhar nos olhos.

Eu assenti para ele e nós dois descemos do carro. Parecíamos dois estranhos, andando lado a lado. Logo, eu decidi quebrar aquele clima.

— Luke, olha... eu... Eu não quero ficar assim com você. — Fui logo direto ao ponto. — O que ia acontecer lá na sala... eu...

— Não precisa falar, Melyssa. Eu sei o que iria acontecer. — Ele ergue o rosto para cima e parece processar bem as minhas palavras. Não sei se a ideia daquilo tudo era tão horripilante assim, ou era tão doloroso, pensar que iria me beijar mais uma vez. Contudo, o fato dele não ter me deixado terminar de falar, me fez querer se encolher por dentro. — Não precisávamos falar sobre isso. Eu me aproximei de você e deixei que tudo isso se tornasse propício. Não vai mais acontecer. Desculpe. — Ele abaixou o olhar para os sapatos e depois me olhou de relance, me dando um tempo para pensar nas suas palavras.

Eu não estava nada bem com aquilo, mas não iria deixar que ele enxergasse aquilo através dos meus olhos. Logo, eu abri a porta e disse exatamente o que ele queria ouvir.

— Que bom! Teria sido pior, se tivesse acontecido. — Falo bruscamente e passo na sua frente, não querendo ver a sua cara nem pintada de ouro. Ele conseguia me tirar os nervos, num piscar de olhos. Era bom ele se manter longe de mim, nesse momento.

Assim, eu passei pela recepção e dei o meu melhor sorriso para moça. Dei o meu nome e fiquei em pé, esperando ser chamada novamente pela doutora. Não queria ficar sentada ao lado do Luke. Porém, eu ainda conseguia sentir o seu olhar vagando sobre mim, enquanto eu bebia um copo com água do bebedouro.

Argh! Reviro os olhos e tento não olhar para ele.

Não sei porque eu vim. Cruzo os meus braços e fico batendo impacientemente um dos pés no carpete da clínica. Quando o Luke faz menção de se aproximar de mim, a doutora aparece na porta me chamando.

— Melyssa Collins?! — Ela indaga, quando não me ver sentada em uma das suas cadeiras.

— Sim! Estou aqui. — Aceno para ela e me aproximo, já entrando na sala e sem olhar para trás. A mesma, fecha a porta e dá um sorrisinho para o Luke. Ela não fazia ideia do que estava acontecendo; e nem eu, iria contar.

Assim, nos sentamos e ela disse o quanto estava feliz em me ver novamente por ali. Digo, que foi mais por insistência do Luke e ela entende. Logo, ela tentou descontrair, trazendo assuntos que me deixavam mais à vontade e que se remetiam ao passado da minha mãe. O papo fluiu tranquilamente. Pela primeira vez, me sentia confortável em falar com alguém sobre ele. Talvez, só talvez, o Luke tivesse razão em me fazer voltar para essa terapia.

Logo, já estava na hora de voltarmos para um momento em especifico do meu passado. A minha relação com o meu padrasto, o senhor Waldemir. Mas uma vez eu me sinto sendo sugada para a minha antiga casa e mergulhando nas pequenas lembranças que eu tinha daquele lugar. Era um ambiente que tinha tudo para ser feliz e harmonioso, mas alguma coisa me fazia ter repulsa de voltar para ali.

A doutora começa a me fazer perguntas de quando e quais momentos eu via o meu padrasto, e me recordo dele sempre me procurar nos finais de tarde, quando a minha mãe saia para comprar pão e entregar as roupas que lavava da vizinhança. Era um trocadinho que ela arrumava, quando estava de folga do aquário. E em alguns avanços, eu consigo me lembrar de um momento em que o meu padrasto se aproxima de mim e pergunta sobre o que eu estava brincando.

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Atenção: se você tem gatilhos para indícios de abuso infantil, recomendo que pule esse trecho das Memórias da Mel.
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(Memórias reativadas) --------------------------------------

— Oi, Melzinha! Posso saber do que você está brincando? — Ele se agacha perto de mim, bem onde estavam as minhas bonecas e algumas peças de roupas minhas, que eu estava vestindo nelas. Acredito que eu tinha entorno de uns 4 anos nessa época.

— Oi! Eu estou vestindo as minhas roupas na Belinha e na Aninha. — Falo com a minha voz meio baixinha, com aquele timbre de criancinha acanhada.

— Hum... interessante. — Ele alisa os meus cabelos e logo desce as mãos para o meu queixo, alisando o cantinho da minha boca. Eu pareço ficar incomodada e tento me distrair com as minhas bonecas. — O que acha de você mesma tirar as roupinhas e me deixar ver com elas ficam em você? — Ele catuca em um babado do meu vestido rosa e eu fico incomodada com aquilo.

— A mamãe disse que eu não posso meu trocar na frente dos outros. — O meu lado consciente, mesmo que infantil, me alerta.

— Mas eu não sou um estranho, sou? — Ele alisa as pontas do meu joelho e faz um pequeno caminhozinho com o indicador e o dedo do lado dele. — Eu sou o namorado da sua mãe e cuido de vocês... então tenho todo o direito de poder tocar em você. — Ele começa a subir a mão e eu faço uma careta.

— Naum, eu não quero. Eu vou brincar no quarto. — Me viro, apoiando um dos meus joelhos no chão e me levanto. Porém, ele é mais rápido do que eu.

— Ei!! Sua pirralha espertinha. — Ele segura pelo meu braço e me puxa para perto do seu rosto. — Você ainda é pequenininha, mas não vai me escapar, ouviu? Você também é minha. — Ele fala quase babando no meu rosto e me dá uma apalpada da bunda.

Eu dou um gritinho e ele me solta, me dando uma pequena oportunidade de sair correndo.

(Memória cortada) -------------------------------------------

— Por Deus!! E-le... Ele é pior do que eu pensava. — Fico paralisada com as imagens daquele dia na minha cabeça e fico sem saber se estou respirando. O meu peito parecia que iria se sufocar com o próprio ar.

— Respire, Melyssa... O nariz, puxe o ar pelo nariz. — Eu pisco alguns vezes e tento focar nos movimentos que a doutora pedia para eu fazer.

Os meus olhos estavam tão vidrados na frente e as minhas mãos apoiadas no braço e nas costas do sofá, que os meus dedos estavam ficando brancos, de tanto que eu apertava aquele acolchoado, mas a minha vontade mesmo, era que eles estivessem todos esmagando o repugnante pescoço daquele idiota paspalho abusador de crianças. Ele... ele queria me apalpar, me tocar de forma íntima e abusiva. Como ele tinha coragem de fazer aquilo? Eu era pequenininha.

Deus! Eu sabia que odiava aquele apelido, "Melzinha". Era dele, esse apelido o tempo todo havia vindo dele. Arhg!

Eu estava com uma raiva que não cabia em mim.

Aos poucos, enquanto eu voltava a respirar e os meus olhos se emundavam, ao contar o que eu sabia sobre o meu padrasto para doutora, eu pude perceber que já havia narrado todo o acontecido para ele. Porém, ela ouviu mais uma vez atentamente e me deixou botar todo aquele sentimento para fora.

— Ele, ele deveria estar preso, doutora! Ele... caramba, eu... — Bufo em frustração e muitas coisas se explicam, no meu jeito de ser. — Eu o havia deixado entrar novamente na minha vida. Ele estava indo levar almoços no meu trabalho.

Sento cabisbaixa e me culpando por ter sido uma tola novamente.

— Ei... não precisa ficar assim, Melyssa. Você já não me disse que sentiu algo estranho sobre ele e o afastou? Você havia feito a mesma coisa quando era pequena. Os seus instintos sempre lhe guiaram. Não se sinta mal, por não ter feito isso de imediato. — Ela alisa a minha mão e me conforta como amiga. — Certas coisas são melhores se esquecidas do que serem encaradas, mas nem sempre são o suficiente. Agora você está encarando o seu passado, para saber como lidar com o seu futuro. Você está um passo a frente... não se esqueça. — Uma frecha da sua blusa de manga sobe e eu vejo uma pequena cicatriz no seu pulso. Parecia como um corte de faca.

Olho para ela meio que em choque e a mesma assente, com um pouco de pesar no rosto.

— Cada um tem as suas histórias e marcas, não é? — Ela sorri de forma complacente, mas como algo que ela já superou. Eu também iria conseguir.

Ficamos em silêncio por um tempo e eu me pergunto se o meu padrasto em algum momento, chegou a ir até o final. Será que ele tinha voltado para terminar o que fez? Ou estava querendo repedir a dose?

O medo atravessa a minha espinha e eu meio que fico retraída, ao querer saber ou não as respostas para aquelas minhas perguntas. Porém, noto que já havíamos passado demais do nosso horário. Aquelas indagações iriam ter que ficar para um outro dia. Assim, me despeço de um jeito mais agradável da doutora e saio da sala, prometendo volta na outra semana.

O olhar do Luke varre o meu rosto, mas no momento estou mais perdida em mim mesma, do que no impasse que estávamos antes. Ele parece ficar perdido com o meu semblante, mas não falar nada. E eu adorava o fato do Luke sempre me entender e saber quando me deixar quieta, com os meus próprios pensamentos. Talvez seja por isso, que eu nunca tenha sentido realmente medo do Luke. Fora ele e o meu pai, eu sempre tive pavor da figura masculina. E a resposta para isso tudo, agora tinha um nome. Senhor Valdemir. 

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Galerinha... Sei que esse capítulo foi um pouco pesado e possa ter ativado algum gatilho em alguém, mas acreditem, a minha intenção aqui, é só alertar e ajudar pessoas que possam ter passado por isso ou estejam passando. Existe sim, uma terapia de traumas e que possa te ajudar a superá-las ou entende-las, para que você viva melhor.

Essa memória reativada da Mel, eu algo mais comum do que possamos imaginar. Então é sempre bom orientamos os nossos filhos e ficamos atentos a tudo. A leitura tbm abrange o nosso conhecimento e nos alerta.

Enfim.. espero que tenham entendido a minha mensagem.  🙈🤍  Vamos torcer para a Mel superar tudo isso. ☺️🙏🏼 E com a ajuda do Luke.. 😏🔥 kkk.. o meu lado romancista hot não me largar kk

Até mais, meus amores. Desculpa a demora com os capítulos. (Qualquer coisa me segue lá no Instagram, @islalins.livros. que eu estou sempre contando como está a minha escrita)🍪😁

Desde já, agradeço a todos que ainda estão me acompanhando nos capítulos da Mel. 🍯 Sei que é chato toda essa demora! Mas obrigada por cada coraçãozinho. 😚❤️👐🏼✨

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