🔸Capítulo 14🔸
Luke Ribeiro
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Pensei em ir fazer uma surpresa para Mel, mas foi ela quem acabou me surpreendendo. Ao sair daquele jeito meio embaraçoso do seu trabalho, ela inesperadamente tomou as chaves do carro da minha mão e disse que queria me mostrar um lugar especial. De todos os lugares que ela pudesse me levar, eu não pensei que fossemos parar bem no bairro da Gamboa e em frente ao AquaRio. O maior Aquário Marinho da América do Sul.
— O que estamos fazendo aqui? O aquário já está fechado. — Sorrio, eu ver ela me puxando para frente do estabelecimento. Digo, pegando para a parte de trás do mesmo. — Mel?
— Para de ser medroso, Luke!! Isso não é hora para bancar o advogado certinho... Estamos entrando em um local privado, para viver uma grande aventura. — Ela diz com um sorriso malicioso no rosto, como se fosse uma surpreende criança levada.
— Desde quando você conhece esse lugar...? — Indago, ainda sendo puxado pelas suas mãos e passando por entre as correntes que ali fechavam os portões.
— Não sei! Já faz alguns anos, que venho tentando descobrir de onde seriam as chaves que estavam guardadas a tanto tempo na minha caixa do orfanato. — Ela mostra um pequeno molho na minha frente.
— Elas... elas são daqui? Como você descobriu isso? — Fico surpreso por não saber da existência delas e por a Mel ter descoberto aquilo sem mim.
— Sim... são daqui. Descobrir ao ver um chaveiro igualzinho a esse, nas mãos de um porteiro que fica logo de manhã por aqui. — Ela diz sorridentemente, como se aquilo fosse uma pista divina dos céus. — Vim aqui a uns dois dias atrás, e o mesmo, me confirmou isso. Disse que era da minha mãe, digo, da minha mãe biológica. — Ela fica nervosa, por ter chamado uma outra pessoa de mãe.
— Ei!!! — Aliso o seu rosto, para que ela não se sinta mal com aquilo, diante de mim. — Não precisava ter vindo até aqui sozinha, podia ter me chamado. Desde quando, você voltou a mexer no baú? — Pergunto de uma forma despreocupada, para que ela não se sinta pressionada.
Ela abaixa o rosto pensativa, mas depois o ergue novamente para falar.
— Desde que eu me sentir sozinha, sem ter você do meu lado o tempo todo. — Ela sorri um pouco, admitindo aquilo em voz alta. — Precisava me ligar em alguma coisa e saber o porquê, em falar do meu passado me machucava tanto.
— E descobriu alguma coisa...? — Pergunto acariciando as suas mãos e a puxando um pouco mais para perto de mim.
— Sim... Porquê eu me culpo por não me lembrar de quase nada sobre eles. A minha mãe morreu e eu nem havia descoberto que havia sido o meu verdadeiro pai. Aceitei o seu novo namorado, o meu padrasto, e depois tudo mudou. Agora eu só me lembro do dia em que não podia mais a ter do meu lado e fui parar direto em um orfanato. — Ela suspira fundo e sinto a dor, em cada palavra sua.
A Mel realmente tinha uma história muito difícil e oculta para ela. Eu já a havia motivado a ir atrás do seu passado, mas ela sempre alegou não ser necessário fazer aquilo, quando ela tinha uma família maravilhosa e amorosa ao seu lado. Por outro, ela também havia acabado de assumir que se sentir culpada por não conseguir mais se lembrar deles.
— Mel... Não precisa ficar assim, amor! — A puxo encostando a sua cabeça no meu peito, ao ver algumas lágrimas escorrendo pelo seu rosto. — Você era muito pequena para tudo isso. Iremos dar um jeito de descobrir sobre eles, caso seja isso que você queria saber. — Seguro no seu rosto, fazendo-a olhar para mim e a beijo nos lábios, tentando dissipar aquela tristeza dos seus olhos. — O que o tal segurança, falou sobre a sua mãe?
Ela parece se sentir mais feliz com aquele rumo de conversa e logo enxuga os seus olhos, tentando se recompor para me falar de toda a história. Assim, ela abre a pequena grade e o portãozinho de correr, que ficava na parte de trás. Adentramos no local e logo se ver que estava tudo vazio. Já eram 19 horas e tudo estava fechado, porém, a Mel parecia ter a chave de tudo.
Fico preocupado das câmeras nos pegar e a mesma me explica, que o segurança havia nos dado passe livre, quando soube de quem ela era filha. Não, por ela ser filha dessa vez do famoso Dylan Collins, e sim, da querida Margarete deles, na qual ela era a mais incrível guia turística daquele lugar. A Mel me diz tudo sobre o que descobriu e fico impressionado, como o quão linda ela ainda pode ficar ao se empolgar em um assunto.
— Ela também gostava de turismo, Luke! A minha mãe trabalhava com isso! Igualmente a mim! E..., e eu nem sabia disso! — Ela exclama, ao passarmos pelo tubo de vidro, dentro do aquário enorme do AquaRio. — E pelo visto ela também gostava do mar. Deve ser por isso, que eu também sou tão ligado a ele. Ela gostava da vida marinha. — Ela sorrir, se virando para mim.
Eu paro bem na sua frente e ergo nos meus braços.
— E você é mais linda ainda, quando fala sobre ela. Não duvido nada, que ela tenha se apaixonado bem aqui... embaixo desse aquário enorme, com essa azul imenso ao redor. — Digo com um sorriso de ponta a ponta, enquanto me encantava ainda mais pela mulher que estava na minha frente.
Porém, de repente ela paralisa e me olha surpresa.
— É isso! Luke... É isso. A minha mãe deve ter conhecido o meu pai aqui. — Eu a desço devagar, ao ver que ela estava com os pensamentos a mil e eu a tento entender.
— Como assim? Ele sendo um funcionário também... ou um visitante? — Questiono, ao perceber que aquilo realmente poderia ser uma pista.
— Não sei..., mas seria um bom começo, não acha? — Ele pergunta insegura.
— Claro, minha linda. — Aliso o seu cabelo com carinho e lhe intensamente nos olhos. — Podemos começar por onde você quiser.
Ela me encara da mesma forma e enlaça a minha cintura, aproximando o seu rosto do meu. Eu não sei se poderia me apaixonar ainda mais por ela. A Mel era uma mulher extremamente única.
— Obrigada por estar aqui comigo... Queria compartilhar essa informação com você. Sei que você jamais me jugaria por isso. — Enroscamos os nossos narizes e lentamente, vamos nos beijando, sentindo um ao outro intensamente.
Os seus lábios se juntam no meu e a minha língua vai invadindo a sua boca, marcando e saboreando cada parte dela; degustando o sabor que é ter a mulher que ama, nos seus próprios braços. O corpo sensual e sensível da Mel, vai se dissolvendo no meu e me deixando dominar a arte do prazer.
Os seus joelhos fraquejam e eu imediatamente a ergo, a encostando em uma barra de ferro e a beijando calorosamente na boca. A Mel geme sobre a minha e eu não resisto em soltar um ar de sofreguidão por aquilo. Eu queria muito, poder entrar dentro dela, mas estava me controlando para lhe respeitar.
— Eu te amo tanto, Mel!! Eu não acredito que esperei tanto, para te provar. — Desço os meus lábios pelo seu pescoço e tiro a sua blusa de dentro da calça; queria sentir a sua pele macia do meio da sua cintura.
— Eu também... E-u... eu te amo muito. Sentir tanto a sua falta hoje... — Ela diz entre um suspiro e outro. Era isso que eu queria ouvir.
— Sentiu foi? E sentiu exatamente falta de quê? — Indago todo malicioso, no pé do seu ouvido. Eu queria ouvi-la dizer. Mordo o lóbulo da sua orelha e subo as mãos por dentro da sua blusa, sentindo o tecido de renda do seu sutiã sobre os seios.
Ela geme, ainda não me respondendo.
— Vamos, Mel? Me diga... — Insisto, em querer lhe ouvir.
— De você. Das suas mãos. Dos seus lábios. Do seu... — Ela não termina, quando aperto a sua feminilidade por cima da calça.
— Sim... continue. — Puxo os seus lábios de baixo, a ouvindo suspirar.
— Do seu corpo sobre mim... — Ela avança mais uma vez sobre a minha boca e prende as suas pernas por cima no meu traseiro. — Me leve para casa, Luke! Para a nossa casa.
Sorrio por entre os nossos lábios e me sinto o cara mais sortudo e orgulhoso do mundo, por ouvi-la chamar a minha casa de "NOSSA". Era tudo o que eu queria na vida; que ela considerasse o meu apartamento como o nosso verdadeiro lar. E eu estava conseguindo. Porém, eu esqueci que os seus pais estavam realmente nos esperando. A Stella havia os chamado de última hora e eu havia mandado uma mensagem para Mel, lhe avisando sobre isso.
— Merda! — Percebo tarde demais, que havia pronunciado aquilo muito alto.
— O quê? Falei alguma coisa errado? — A Mel se afasta com os lábios todo vermelho e inchado. Linda! Já a imagino toda entregue e relaxa de prazer na minha cama.
— Não, não falou amor! — Trato logo de lhe despreocupar. — Eu só... eu só esqueci que os seus pais estão realmente nos esperando na sua casa. — Faço uma cara desgostosa para aquele fatídico reconhecimento.
— Merda!! É verdade... — Ele paralisa, reconhecendo que todos eles estavam nos esperando.
— Foi o que eu disse... — Sorrio, ao saber que nenhum de nós dois queríamos ter esse compromisso agora.
Ela também sorrir e logo se sobressalta, ao escutar um pequeno peixe bater contra o vidro bem atrás dela.
— Deus!! Que susto. — Nós gargalhamos juntos, mas logo depois tratamosde nos ajeitar para irmos embora.
Já estava ficando tarde.
Seguro na sua mão e entrelaço os meus dedos nos seu. Como uma forma de aproveitar aquele momento que era só nosso. Logo, teríamos que agir como duas pessoas diferentes, onde só tínhamos um grau de parentesco entre a gente.
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Olá meu povoo... Cheguei! Capítulo curtinho, mas foi para vcs sentirem o gostinho e irem desvendando os mistérios da Mel. Alguma coisa bem por aí,.hein?! 🤭😍👀👀 Não digo nada. Kkk
E aí, oq estão achando? Fuego eles tem, não é? Kkkk se não fosse por essa janta... Eles com certeza iriam para os finalmentes kkk 😁😜🔥😈
Já gostaria de ir nesse aquário. 🤗🐟🐠🦈
Quem é do Rio de Janeiro.. já pode ir e lembrar da Mel kkk .. 🤪
Aaaaaah quase me esqueci.. na verdade, eu me esqueci.. no caso de botar uma foto do colar da mel, no cap anterior.. então quem não viu, volta lá e me diz oq achou hihi 🙈🫓 (eu pedindo biscoito) kk..😚
Enfim é isso haha curtam o final de semana e o feriadão! Beijinhos para vcs. 😘😘😘❤️
Querem um cap da família reunida? Haha 👀❤️🤭
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