🔸Capítulo 1🔸

Melyssa Collins

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- Deus!! Que nervoso.

Eu mal podia acreditar que agora eu havia me tornado a mais nova coordenadora dos serviços e planejamentos de eventos do hotel Golden Palace. Ele não só era reconhecido no Brasil e no mundo, como também era um dos hotéis mais bem requisitados e desejados pelos famosos a fora.

A chance de poder trabalhar aqui, foi inteiramente minha. Embora o meu sobrenome "Collins" chamasse atenção, esse hotel não podia se dar o luxo de contratar alguém, apenas pelas boas relações, ao invés de ter uma boa funcionária com uma qualificação adequada. E a cada passo que eu dava, eu ia conquistando o meu lugar.

Tudo começou com os incentivos da minha mãe, em querer que eu lhe desse ideias para os eventos esportivos da Amélia Franco clube; empresa essa, na qual era da minha família e que cada um, também ajudava na maneira que podia na administração da mesma. O meu pai sempre gostou de ver a família envolvida nos seus negócios. Logo, todo mundo tinha uma parte de trabalho para fazer ali.

As minhas ideias foram surgindo e a vontade de conhecer o mundo lá fora, também foram crescendo. Assim, o curso de hotelaria e turismo, foi se tornando a minha primeira opção de faculdade. Eu adorava aquele mundo de pessoas novas e festividades; tudo parecia tão perfeito, as pessoas realmente se envolviam com o ambiente e com toda a decoração.

Tudo sendo muito bem planejado e criado um roteiro, não tinha como dá errado. Eu havia virado especialista naquilo. Graças a minha boa mãe, Katarina, conhecida intimamente, como kitkat; que era como a chamávamos em casa, quando queríamos irritá-la e lhe chamar atenção. No mais, era mais o meu pai, que a chamava assim. Apaixonada pela arquitetura, a minha mãe havia me feito enxergar um outro mundo através do seu.

Logo, as pilastras compridas e mediterrâneas, iluminadas por suas grandes tochas de fogo e centro de luzes de focos, espalhadas por todo o jardim, dava aquele ar bem delicado de fim de tarde, misturado com a beleza e a luxuosidade da noite. O hotel tinha tudo para se transformar naquilo que o cliente queria, incluindo agora, aos gostos de um dos nossos principais hóspedes, que era um príncipe dos Emirados Árabe Unidos, conhecidamente como Omar Ibrahim. Ele queria uma festa preparada exclusivamente em sua homenagem; comemorando assim, o seu trigésimo quinto aniversário.

Tudo estava indo em plena e perfeita ordem. Eu mesma, havia preparado tudo nos mínimos detalhes, para aquele evento desse certo. A cultura deles, era outra coisa que havia me feito se encantar com aquele novo acontecimento. Então sim, foi extremamente prazeroso me aprofundar naquele mundo Árabe e cheio de descobertas. O que eu mais gostava no meu trabalho, era poder estudar todos os gostos dos meus clientes; era imprescindível, não investigar cada item.

Assim, me aprumei melhor no meu traje terninho preto social listrado, com um shortinho do mesmo tecido e um grande salto fino vermelho, combinando perfeitamente com a cor do coro que se estendia nas mangas do meu blazer, nas partes laterais dos braços; um verdadeiro luxo. Havia sido uma escolha especialmente da Nella, é claro. Ela dizia ser a cara da riqueza e de um grande profissionalismo, para o meio no qual eu vivia. Ela e as suas ideias de tentar me fazer usar roupas mais elaboradas. Comigo, era simplesmente um vestidinho solto florido, ou uma calça jeans, com uma simples blusinha básica de manga. Mas, naquele momento, como era o meu primeiro projeto como coordenadora e planejadora de eventos, eu queria poder marcar presença e estar à altura de todos os meus convidados.

Assim, sentindo a minha barriga se embrulhar, de tanto nervosismo que eu estava sentindo, eu falo com a minha amiga Ravena, que trabalha na recepção do hotel.

- Amiga, por favor! Preciso ir no banheiro de novo... eu não consigo, eu juro! Eu estou muito nervosa!!! - Me espremo, abraçando a minha própria barriga e choramingando encima do balcão.

- Melyssa Collins!! - Ela brande baixinho, chamando só a minha atenção. - Você está linda, garota! Tudo aqui está saindo em plena e perfeita ordem, o seu trabalho está sendo um sucesso... Várias pessoas, já vieram aqui me perguntar quem era a responsável por organizar esse evento... Então pare de ficar pensando besteiras e vá curtir essa sua vitória! Todos estão adorando, não está vendo? - Ela aponta por todo salão, que ficava logo atrás das duas grandes portas a nossa esquerda. - Até os outros hóspedes do hotel, estão querendo saber como participar dessa festa. A curiosidade está gerando, minha amiga!! Árabes, aqui no Brasil, são raros de se ver. Todas aqui, querem ter um Sheik para si. E, se eu fosse você... Eu ia atrás daquele ali, olha... Ele não para de olhar para você. Hum... gatinho! Eu pegava, sabia?

Ela sorri discretamente para o tal homem que nos encarava, e eu o vejo erguer um copo de whisky, ao me ver lhe olhando diretamente nos olhos.

- Ravena!!!! Você está maluca...? Eu nem conheço aquele homem, sabe lá o que ele vai querer de mim. - Digo escondendo o meu rosto e tapando a minha visão daquela direção. Não era timidez, era bom senso.

"A Ravena é louca, ela sonha com o dia em que encontrará um gringo rico e lindo, para poder lhe bancar e enfim, seguir com a sua tão sonhada carreira de modelo internacional." Não quero desestimulá-la, mas as chances de isso acontecer, são bem mínimas. Ela é linda e talentosa, é claro, mas as suas intenções de acabar se escorando em alguém, para poder alcançar o seu tão sonhado sonho, é extremamente inconsequente. Esse tal cara pode lhe abandonar e lhe deixar basicamente ao léu, em um país totalmente desconhecido. E eu sei que ela pode ir longe, com a suas próprias pernas. Várias empresas já lhe contrataram, para participar de vários comerciais e desfiles.

- Você que é lesa e que não aproveita as oportunidades da vida. - Ela volta a sua atenção inteiramente para o computador e me ignora, se fazendo de difícil, antes de voltar a falar o que realmente queria. - Ai, Mel!!! Vai curtir a vida, vai... Os seus pais já estão orgulhosos o suficiente de você. Sair com um homem ou outro, não vai tirar a sua genialidade ou a sua capacidade de fazer coisas extraordinárias... Eu diria até... que fazer isso, possa lhe ajudar ainda mais com as ideias. - Seu sorriso fica safado e logo eu intuo, o que ela que me dizer com aquilo.

- Ravena, sua safada!! Eu não vou transar com aquele homem, só porque você quer que eu perca a minha virgindade e melhore as minhas ideias, ou algo do tipo...- Faço uma careta revirando os meus olhos e remexendo uma das minhas mãos de um jeito engraçado.

A Ravena cai no riso e logo depois fecha a cara, ao notar que o mesmo havia se aproximado. O seu hálito forte e quente de bebida, chegou primeiro do que o meu rosto sendo virado na sua direção. "Cruzes!! Esse homem não bebeu álcool puro, em vez de um whisky caro e de marca, não?". Balanço a mão na minha frente e tento tirar aquele odor forte do meu rosto.

- Nossa, senhor... você está bem? - Franzo as minhas sobrancelhas, ao ver os seus olhos quase nublados e vermelhos de alguma coisa que ele parecia ter ingerido ou inspirado. Talvez alguns dos convidados, tenham botado uma erva mais forte, nos narguilés que estavam distribuídos em algumas mesas do salão. Precisava urgentemente verificar aquilo.

Fico extremamente em alerta.

- Sabe... você me parece ser do tipo de brasileira que sabe fazer muito bem e de tudo um pouco; lá nos Emirados Árabes, não encontramos belezuras como você. E você é a joia mais rara, que os meus olhos puderam bater de frente nessa festa. - Ele se apoia de lado com um dos cotovelos e morde os lábios, abrindo um meio sorriso sacana. "Meu Deus! Que horror... Essa foi a cantada mais barata que já ouvir." - E então, o que acha de darmos umas voltas pelo hotel e você me mostrar o que ele tem de melhor? - A sua voz sai embargada e eu sinto um nojo enorme, de poder estar sentindo o seu hálito.

"É sério mesmo, que a Ravena acharia que eu sairia com aquele homem?". Olho para ela incrédula e ergo um pouco das minhas sobrancelhas. Ela se faz de desentendida e eu bufo meio que frustrada, sabendo que a minha melhor amiga não iria me ajudar.

- Arhg!! - Me viro novamente para aquele homem e penso que talvez eu até pudesse me sentir atraída por ele, digo, em algum outro momento, com aqueles seus lindos olhos castanhos claros, na cor de âmbar; mas que agora, eles estavam inteiramente perturbados e embriagados. Contudo, graças ao meu bom Deus, eu não era tão louca e nem estava perdendo totalmente a minha sanidade, ao ponto de não ter percebido o seu atual estado crítico de embriaguez. - Escute aqui, meu senhor... Eu estou trabalhando e gostaria que o senhor voltasse para o seu lugar, para então poder se hidratar e curti o restante da nossa festa. O presente do homenageado, príncipe Omar, já está para se revelado. Logo, o senhor já poderia ir diretamente para a sua mesa. - Aponto para as duas portas duplas do salão.

- Tão linda, quando fica bravinha.... Também deve ser do mesmo jeito na cama, não? - A sua mão vem na altura do meu rosto, para me acariciar, mas logo um braço firme e forte, lhe puxa para trás e se opõem entre mim e ele.

- Acho que já bebeu o suficiente, não, querido Zayn? - O rapaz que se aproximou, me esclareceu com aquilo de imediato, quem seria aquele tal homem abusado. Ou seja, nada mais que o primo do segundo grau do príncipe árabe.

"Ainda bem que eu não havia ousado em lhe tratar com desrespeito". Analiso melhor o homem que se opôs entre nós, no embate, e vejo que ele pelo menos não me parecia ser fisicamente ligado a alguém da cultura do mesmo, do cara que estava a nossa frente. Logo, a sua barba era muito mais aparada e o cabelo desleixado; mesmo que as suas vestes, me parecessem ser de alguém muito importante para poder me defender.

- Ângelo, a sua ligação com o meu primo, não lhe dá o direito de se intrometer também nos meus grandes interesses. - Ele falou com um ar arrogante e depois se virou para mim, demostrando um sorriso débil na minha direção. - E essa princesinha, aí!! Está agora como a minha prioridade na lista... - Vi o seu olhar se tornar lascivo e estremeci, pensando no que aquele homem enfim, queria de mim.

- Nem pensar. Ela já está comigo, Zayn. - Ele foi duro e incisivo, lhe tomando pelo braço e o virando para ir embora. - Vamos, ainda tem muitas outras mulheres para você dar em cima nessa noite. - Ele diz zombeteiro e eu logo temo, pela integridade física dessas outras mulheres. "Que Deus tenha piedade delas".

Suspiro aliviada e vejo o tal homem que me defendeu, chamado Ângelo, dar uma piscadinha de olho para mim antes de finalmente partir. Logo, a Ravena tromba no meu ombro e sorrir de uma forma travessa.

- UAU!!! Olha só para isso... dois homens lindos, disputando pela sua atenção! Você não é fraca não hein, dona Melyssa?! - A mesma sorrir e cai na gargalhada. Eu não havia visto graça nenhuma daquilo. Logo, ela percebe o quanto eu havia ficado desesperada naquele momento. - Uoh!! Tá bom, tá bom! Eu só estava brincando, bonita. Eu sei que você não gosta disso.

Ela afaga carinhosamente o meu braço e eu sorrio meio sem ânimo. "Será que o problema estava em mim? Será que era eu, que não me dava uma chance de sair com um carinha legal? Quando enfim, eu iria me permitir sentir isso na vida? Quando eu iria parar, de se a amiga chata e recatada sem sal?"

Olho novamente para o homem que me ajudou a se safar de um outro, e logo eu o vejo me encarando, com aqueles seus lindos olhos verdes da cor de um rio, com a sua natureza exuberante ao seu redor. Ele era o verdadeiro paraíso da aura masculina. "Deus, será que eu teria coragem?". Suspiro fundo e tento manter aquele magnetismo entre a gente.

- Talvez eu devesse dar uma chance para ele. - Penso comigo mesmo e não noto que havia falado auto o suficiente, para uma Ravena de olhos esbugalhado, me encarar. - Tá bem, tá bem... Não precisa me olhar assim, não é a primeira vez que eu vou sair com alguém! Inclusive, serei eu mesma a lhe chamar. - Jogo o meu cabelo de rabo de cavalo para o lado e tento lhe demostrar, o meu jeito mais confiante de ser. - Além disso, eu sou uma mulher altamente moderna, não ver? - Ergo o meu salto vermelho de ponta fina para trás e me sinto extremamente poderosa com ele.

Talvez, eu estando com aquela aparência, eu tenha um pouco mais de coragem do que o normal. "É, eu poderia ser uma outra pessoa com ele!" Logo, eu exibo o melhor sorriso para a minha amiga Ravena e lhe provoco, antes de enfim, me retirar para uma outra direção.

- Olhe e aprenda! - Pisco um olho para ela e giro nos calcanhares. "Eu podia ser uma mulher melhor e mais ousada dessa vez."

- Força, Mellyssa. - Intuo para mim mesma, para ver se me dava mais coragem e determinação. Sinto alguns olhares sendo direcionados para mim, mas continuo com as minhas passadas autoconfiantes, para não perder a minha firmeza de ir até lá. "Eu iria conseguir!".

Contudo, quando eu menos espero, eu vejo algumas luzes se apagarem e uns refletores se acederem, se direcionando para o centro do palco, onde enfim, iria acontecer a apresentação em homenagem ao sheik árabe; Omar Ibrahim.

Logo, a minha coragem foi sumindo, até os meus passos finalmente cessarem, estando apenas a poucos metros dele. "Merda!! Talvez não fosse realmente para ser". Engulo em seco e abaixo a minha cabeça, tentando me concentrar no que realmente eu deveria está fazendo; trabalhando e vendo se tudo estava em plena e perfeita ordem mesmo. Porém, uma grossa voz se faz ouvir atrás de mim e eu me assusto, ao perceber de quem era o dono dela.

- Estava vindo na minha direção, docinho? - A minha pele se arrepia e não sei se era a adrenalina daquele ambiente escuro, ou a sua voz sussurrante no meu ouvido. - Percebi, quando você me olhou e parecia determinada a fazer alguma coisa. Adoraria saber o que era... - Sinto a sua mão na minha cintura e imediatamente eu me viro, dando de cara com o tal Ângelo, no qual eu havia falado a pouco tempo atrás. Estávamos perto de mais, para a minha quase nada experiência em sedução.

- É... sim, sim; eu... - Gaguejo um pouco me afastando dele e tirando de leve, a sua mão da minha cintura. Eu não queria ser grossa demais com ele. - Eu estava indo ao seu encontro, para poder lhe agradecer pelo que fez por mim... - Sorrio angelicamente e tento não corar, diante do seu olhar de predador. Com certeza a minha coragem tinha ido embora.

- Não tem com o que se preocupar ou me agradecer. Você parecia desconfortável naquela situação. - Ele lambe os lábios lentamente encarando os meus e põe as suas mãos no bolso, como se estivesse ponderando o que falar ou fazer comigo. - Você parece saber expressar exatamente o que sente. Como agora, com um medo crucial de que eu lhe agarre brutamente e lhe imprense que nem um louco na parede. - Ele me analisa por mais um tempo e continua. - Estou errado?

Engulo seco mais uma vez e nego com a cabeça.

- C-omo, como você sabe disso? - Me sinto meio que encurralada com ele.

- Sou treinado para avaliar bem os meus clientes... O sheik Omar, me contratou para comandar de perto a sua rede de hotéis no Brasil. Eu os avalio e vejo as melhores opções de investimento. Como esse, que me parece ser uma boa escolha para os seus novos negócios. - Ele sorrir lindamente e eu me sinto nervosa, com o que ele quis dizer com aquilo.

- Você está querendo dizer que esse hotel vai ser vendido? - Fico gelada, só de pensar naquela possibilidade.

- Não, docinho... Só estou dizendo que os meus olhos são muito atentos para os gerenciamentos dos hotéis. E você, foi algo que me chamou atenção aqui. Você sabe exatamente o que faz e fica linda, quando está tentando ser educada com alguém que realmente não merece. - Ele diz isso simplesmente e eu fico de boca aberta, sem saber o que dizer.

- Ah... entendi. - Tento sorrir diante do seu elogio; eu acho; e volto a focar em uma outra coisa. - A apresentação está para começar, você não vai assistir? É a violonista Hanine, com a sua dança envolvente e sensual das Arábias. A sua equipe é extremamente maravilhosa nos palcos. - Me viro para onde estavam os jogos de luzes e tento expelir o meu desconcerto com a sua presença atrás de mim.

- Só se você for se sentar comigo, na minha mesa. - Ele indica com uma das suas mãos, o local onde ela estava e vejo que se tratava da mesma, da que ficava ao lado da que era do sheik.

- Ôh, não!! Não posso. E-u... eu estou trabalhando... não vai pegar bem, eu me sentar junto de você e dos outros convidados. Eu vou ficar bem ali atrás, perto das portas, mas vou ficar vendo tudo bem direitinho... não se preocupe. - Tento sorrir cordialmente e me afastar dele, sendo de uma maneira lenta. Porém, o mesmo me segura pelo braço e me puxa para junto de si.

- E depois do expediente... Será que você teria um tempinho para mim. Queria poder conversar mais um pouco com você. - Ele me olha intensamente e eu fico meio que com receio, do que aqueles olhos seriam capazes de me fazer aceitar.

Logo, eu me vejo sem saber o que lhe dizer novamente e acabo concordando.

- Claro, talvez possamos dar um passeio por aí, para conversarmos um pouco mais. - A minha voz sai um pouco grogue, mas perfeitamente audível.

- Será um prazer, ter a sua companhia, querida Melyssa. - O seu aperto vai se afrouxando do meu braço e eu volto a respirar novamente, sem saber muito bem o porque eu estava prendendo o ar.

Ele se vira novamente para a apresentação e eu me volto para o balcão da recepção. "Isso, com as minhas pernas bambas, é claro. Deus, que avalanche foi essa?".

Esse homem era intenso e ao mesmo tempo assustador.

Eu nunca havia realmente metido a cara e decidido sair com um cara que era totalmente desconhecido para mim. Eu era tão preservada e ao mesmo tempo tão curiosa, que eu tenho certeza, que eu não saberia equilibrar essas duas coisas no mesmo lugar; e talvez elas duas nem combinassem juntas. Essa vontade de provar para o mundo, que eu era perfeitamente capaz de sair com alguém sozinha e que nem conhecia, era pura doideira da minha cabeça; mas lá no fundo, eu sabia que tinha que enfrentar esse meu medo do passado.

Por isso, custe o que custar, eu iria sair com aquele homem. "Ele não me pareceu tão ofensivo assim, pareceu?" Olho novamente para trás e vejo quando ele pressentiu o meu olhar, e se virou na mesma hora que eu, para poder me encarar. Desvio rapidamente e volto para o meu lugar. A Ravena me olha pelo canto dos olhos, mas logo desvia, quando um hospede lhe chama atenção, por não está lhe prestando atenção. Dou um aceno de um legal entusiasmado para ela e a mesma, me cumprimenta com uma piscadinha.

Agora sim, estava feito.

Volto a minha atenção para todos da festa e prestoatenção se havia algum convidado insatisfeito.

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Olá meu povo... Tô sumida, mais não me esqueci de vcs não, viu? 😍👐🏼 Tô demorando a posta, mas é por causa da correia toda do trabalho. Queria muito ter mais tempo para escrever.. 😟🥺

Enfim, vamos a história.. né?! Kk.. o que vcs acharam desse primeiro capítulo? Será que esse Ângelo é gente boa mesmo? 🙊👀 E sobre a Mel.. ela parecia meio fresquinha no começo, mas é pq ela é muito resguardada e recatada com homens. Não sabemos muito bem sobre o seu passado.. 💭 No decorrer do livro, vamos descobrindo mais! 😚🧡🧡

E a Ravena, curtiram ela? 😁 Doidinha de pedra, mas eu a amo mesmo assim! 😜🥰👐🏼 Super alto astral. Vamos ver oq vai ser dela tbm, nessa linda história.

Palpites? Kk..

Beijos, até aproxima. Deixem as suas considerações e uma estrelinha, se tiverem gostando. 😚✨⭐

Fiquem com a apresentação em homenagem ao Sheik Omar Ibrahim 😏🔥


Assistam, plis! Ela arrasa hahaha (procurei pra caramba uma apresentação legal para vcs)🤭😝

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