IV
Eu reconhecia aquele rosto, era esse o garoto que nós estávamos procurando, mas ele está me dando medo, ele está sorrindo e tem um liquido sujando sua boca.
-Oiiii!
O albino tinha uma voz meio grossa e rouca, que junto aos seus olhos cor sangue me davam arrepios.
-... Quem é v-você?
-Isso não te interessa mocinha. Venha!
Ele abre a jaula e me puxa para fora, o albino me puxou pelas escadas à cima. Passamos pela porta e paramos em uma sala, uma sala bem pequena.
Ele me soltou e eu levantei, olho para os lados com esperança de encontrar Shana. Nada, olho para ele que me encarava com aqueles olhos vermelhos.
-On-Onde e-está Shana?
Pronuncio tais palavras com medo da resposta.
Ele sobe uma escada de madeira e eu o sigo com medo, ele parou em frente à uma porta.
-Abra, ela está ai...
Ele diz com um tom de frieza na voz rouca.
Exito, mas depois abro a porta bem devagar, e quando finalmente abri totalmente a porta eu vi uma sena terrível. Havia um corpo nu morto sobre uma mesa de metal, ele estava amarrado e com pedaços faltando, então a ficha caiu... Pelos fios de cabelos loiros cheguei a conclusão de que era minha amiga, eu não queria acreditar nisso... Lágrimas desceram meu rosto deixando meus olhos vermelhos em poucos segundos.
Sinto mãos firmes e frias segurando minha cintura. O rapaz se aproximou de mim fazendo nossos corpos se encaixarem, ele apoiou sua cabeça em meu ombro.
-Não chore criança, está com fome?
-Shana...
Digo entre lágrimas, pensar que perdi a única pessoa que se importava comigo é horrível.
-É... Tá com fome?
-não...
Digo de cabeça baixa.
-Mais eu estou.
Ele me jogou no chão e ficou em cima me mim. Eu estava olhando fixamente para seus olhos com medo, "Acho que terei o mesmo destino de Shã...".
-Por favor, n-não me mate...
Digo chorando.
-Olha, vamos fazer um trato mocinha. Se sua carne for como de sua amiga, eu te matarei, mas se sua carne for boa eu não te mato, mas... Se eu não te matar você terá que me obedecer okay!
-Como assim minha car.... AAAAHH!!!
Fui interrompida por um ato do albino.
Ele mordeu com toda sua força meu braço, eu senti muita dor, sentia dentes afiados arrancando minha pele e carne. Olhei para o lado e vi uma poça de sangue se formando e um pedaço do meu braço foi arrancado. Olho para frente e vejo ele mastigando minha carne e sorrindo.
-Bem... Você não me decepcionou, trato é trato...
Fala de boca cheia.
Eu comecei a ter minha visão embaçada e eu desmaio tanto de dor quanto pelo sangue que perdi...
Continua...
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