Conclusões
Caio estava despido, com uma dor no corpo que corria da planta dos pés até a nuca. Sentia como se alguém o tivesse amassado. A visão estava turva e aos poucos pode ter a noção real do que havia acontecido. Seu corpo estava todo retalhado. Encarou o sangue pisado nos dedos das mãos e o pus nas cavidades do seu corpo. Os olhos não podiam acreditar no que estava acontecendo. Ao escutar que alguém estava entrando no quarto viu Sofia, sua namorada, com os olhos perdidos em um vago vazio. Com um buque de rosas.
- O que houve comigo? – vociferou não acreditando no que estava vendo.
- Eu fiz isso com você... – falou olhando para baixo.
- Por quê? – disse em tom de indignação. – Por que me drogou ontem e me destruiu?
- Eu pensei... – em meio as lagrimas balbuciou algo. – que você estivesse me traindo. Eu vi uma mensagem dizendo que amanhã chegaria um buque para o amor da sua vida. E hoje uma moça entregou isso na nossa porta. – estendeu o buque.
Caio incrédulo tentou se colocar de pé, mas sentiu uma dor aguda como agulhas entrando dentro do seu estomago.
- Ela disse que houve um problema na floricultura e que chegou atrasado...
Foi quando Caio tirou o pano que cobria suas genitais e um arrombo estava gravado no lugar onde estava seu pênis.
- Me perdoa, amor. Eu prometo que eu cuidarei de você. Eu tirei as conclusões erradas. Todo mundo erra. – um choro transtornado irritou profundamente o rapaz.
- Você é doente. – disse Caio. Sem esperanças.
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