Capítulo 25
"Então me abrace mesmo quando não seja preciso
Fique calma enquanto eu perco o controle
Eu sinto, mas não posso ver
Meu amor, você não consegue me ver por perto
Me aperte enquanto estou fora de você
Se acalme e torne a visão mais clara
Para que eu possa ver as cores outra vez."
- Dancing in the Dark
Bass Astral

Respiro profundamente, minha pele se arrepia e meu coração chega a errar uma batida.
Do lado de fora, a chuva incessante golpeia o teto da barraca produzindo uma melodia relaxante maravilhosa.
— Jhonny... -Ofego quando seus dedos brincam com a barra da minha calça.
Esse garoto exala tensão sexual, e devo admitir que estou cedendo pouco a pouco.
— O que foi? -Sua risadinha rouca reverbera dentro do meu ouvido.
— Você não presta mesmo. -Suspiro. — Não entendo como pode estar interessado em uma garota como eu tão...
Ele me vira de supetão e ficamos frente a frente. A barraca está iluminada apenas por uma pequena lanterna elétrica de modo que consigo distinguir somente o seu rosto entre as sombras.
— Linda. -Seu olhar não se desvia do meu em nenhum momento.
— Você é linda, Ava. -Reitera tocando meus lábios lentamente. — Cada vez que eu te vejo, sinto vontade de te levar para bem longe, de ter você só para mim. Não faz ideia de como estou morrendo de tesão com apenas um toque seu.
Oh por Deus. Definitivamente não consigo acreditar no que estou escutando.
Às vezes é difícil lidar com a sua forma de ser. Jhonatan é direto e não tem medo de dizer o que pensa, ao contrário de mim. Ele sabe o que quer e embora eu sinta o mesmo, as palavras simplesmente não saem da minha boca. O medo sempre me impede de prosseguir.
Ficamos nos encarando por alguns minutos, até que ele leva as mãos até a minha bochecha.
— O que quer de mim, garoto tatuado? -Choramingo ofegante quando seus dedos descem pelo meu pescoço traçando um caminho torturante até a alça da minha blusa e a empurra pelo meu ombro deixando uma pequena parte dos meus seios à vista.
— Você. Eu quero você, Ava. Por favor, seja minha. -Jhonatan encosta a testa na minha e sinto sua respiração acelerada sobre o meu rosto.
— Jhonny e-eu... -respiro fundo — eu não sei se vou ser o que você está procurando. -Sussurro nervosa.
É óbvio que ele deve estar acostumado com garotas que fazem o que ele quer, ou que são muito boas de cama. E a experiência que tive no passado não foi nada boa.
— O que quer dizer com isso? -A apreensão no seu olhar não me passa despercebido.
— Eu não... -engulo em seco para criar coragem de continuar.
De repente ele segura meu queixo com os dedos e levanta meu rosto para poder olhar nos meus olhos.
— Pode me falar o que for, não vou te julgar, jamais faria isso. -Solto uma longa respiração pelo nariz. Como gostaria de voltar no tempo e não ceder às investidas daquele idiota do Beto, quem sabe assim, agora tudo seria mais fácil.
— Eu sei que não vai me julgar, é só que... não tenho muita experiência. -Digo baixinho e ele sorri carinhosamente.
— Tudo bem. -Jhonny coloca uma porção de cabelo atrás da minha orelha. — Vamos nos deitar um pouco e esperar a chuva passar. -Oferece. — Só não garanto que eu vá conseguir manter minhas mãos longe desse seu corpo agora que tive uma pequena amostra dele. -Ele pisca um olho e solto uma risadinha nasalada.
Em silêncio, arrumamos o colchão, colocamos o lençol, coberta e alguns travesseiros para ficarmos confortáveis.
Uma vez que estamos em cima da pequena cama improvisada, Jhonny me puxa para perto em uma posição frente a frente. Ele desliza os dedos pela minha coxa por cima do pijama ao mesmo tempo em que não para de sorrir.
Conversamos sobre diversos assuntos enquanto a chuva ainda cai sem parar, ele me conta sobre a sua infância, como é ser filho de alguém famoso e muitas outras coisas durante pelo menos uma hora.
Eu presto atenção em cada palavra que ele diz, mas ao mesmo tempo, não consigo parar de pensar nos seus lábios percorrendo meu abdômen, nas mãos deslizando entre as minhas pernas e me tocando de uma maneira que tenho quase certeza que ele sabe fazer muito bem.
É inevitável não encarar sua boca carnuda, notar como ele desliza a língua pelo lábio inferior a cada instante ou como seus olhos brilham animados quando ele fala sobre a sua irmã, seu melhor amigo, primos e até mesmo sobre os seus tios que moram em outra cidade.
— Não faz ideia de como fico quando me olha assim, Ava. -A voz rouca me traz de volta para a realidade e deixo escapar uma longa respiração. Minha boca fica seca de repente e sinto uma pulsação no meio das pernas que me deixa levemente atordoada.
— Assim como? -Dissimulo e ele abre um enorme sorriso.
— Como se quisesse me devorar. -Começo a tossir descontroladamente e ele dá alguns tapinhas nas minhas costas para me ajudar.
— E-eu não estava...eu...
— Tudo bem, não precisa ficar envergonhada, linda. De todas maneiras, eu também estou me controlando aqui. -Diz em um enorme sorriso.
Oh por Deus.
Como ele pode ser tão fofo e ao mesmo tempo tão safado?
Até agora Jhonatan não tentou ir mais além.
Inclusive quando as coisas começavam a ficar mais intensas quando estávamos sozinhos, ele fazia questão de parar por aí e principalmente de me garantir que não ligava para isso, que esperaria o tempo que fosse.
E hoje não poderia ser diferente.
Minha cabeça dá voltas e voltas, relembrando dos nossos momentos juntos, e de repente as coisas começam a fazer sentido dentro da minha cabeça e como em um quebra-cabeças, as peças se encaixam perfeitamente.
Ele está esperando que eu dê o primeiro passo.
E é exatamente o que farei.
Seguro seu rosto com cuidado e pouso meus lábios sobre os seus beijando-o devagar. O clima dentro da barraca começa a esquentar e em questão de segundos ele se coloca em cima de mim, entre minhas pernas e continuamos nos beijando apaixonadamente.
Levo minhas mãos até a sua cintura onde a toalha se encontra enrolada firmemente e tento soltá-la, sendo impedida pelos seus dedos trêmulos.
— Não precisa fazer nada apenas porque estamos aqui, linda. -Seu dedão traça pequenos círculos na minha perna e solto um gemidinho rouco.
— Pode ter certeza de que se eu não quisesse, não estaríamos sequer nessa posição, Jhonny. Você ateou um fogo dentro de mim e preciso que queime junto comigo. -Declaro com convicção e posso jurar que vejo suas íris castanhas brilharem no escuro ao escutar minhas palavras.
— Nesse caso, será todo um prazer.
De repente seus lábios encontram os meus novamente em um beijo ávido e suas mãos exploram todo o meu corpo com cuidado ao mesmo tempo em que toco seu peitoral sentindo sua ereção ficando cada vez maior.
— Tem certeza que quer continuar? -Pergunta ofegante. — Porque se quiser parar por aqui eu prometo que não vou ficar chateado. -Seus olhos me examinam para tentar ver como estou me sentindo e sorrio levemente aliviada diante da sua preocupação.
Decido não responder com palavras. Ao contrário disso, levo meus dedos até a barra da minha blusa e levanto a peça de roupa até retirá-la, revelando meus seios nus. Faço o mesmo com a calça, me despindo por completo diante do seu olhar estupefato.
— Caramba, você é... perfeita. -Jhonatan engasga abalado ao ver todas as outras tatuagens que fiz depois da flor de lótus e que ficavam escondidas debaixo das roupas.
— Se tem uma coisa que estou longe de ser, é isso.
Jhonny me encara com o cenho franzido.
— Não sei quem te fez acreditar uma idiotice dessas, Ava, mas eu vou fazer questão de te provar o contrário.
Aperto as pálpebras sentindo meu coração pesar dentro do peito. Ninguém nunca tinha me dito algo assim. Nunca me trataram com tanta delicadeza, principalmente em um momento tão íntimo e de repente sinto vontade de chorar.
Mas não vou permitir que os fantasmas do meu passado estraguem o que está prestes a acontecer. Jhonny não merece isso, e muito menos eu.
Depois de conseguir retirar a sua toalha, levo as mãos até o cós da sua cueca e abaixo-a pouco a pouco revelando sua ereção que me faz engolir em seco.
Seguro seu membro entre meus dedos, sinto seu peso e sua maciez enquanto ele solta um suspiro atrás do outro conforme subo e desço fazendo com ele fique ainda mais duro.
— Se continuar fazendo isso, não vou aguentar por muito tempo, gata. -Ele pede com a voz alterada.
— M-me d-desculpe é que eu...
— Ei... Não precisa se desculpar! Está tudo bem. -Jhonny beija a minha testa e solto a respiração que tinha prendido sem nem perceber.
O medo que eu sentia de fazer algo errado cada vez que dormia com aquele imbecil me deixou completamente quebrada. Eu pensava que era assim que uma transa deveria ser, que eu servia apenas para fazê-lo se sentir bem, que eu não importava.
Que meus sentimentos não importavam.
E agora ver como Jhonny está sendo tão paciente e carinhoso comigo, tirou uma venda dos meus olhos e me fez enxergar as coisas como elas são.
Pouco a pouco, a velha Ava vai ficando para trás dando lugar a uma nova pessoa.
Uma garota que sabe quanto vale e que merece muito mais do que aquelas migalhas emocionais que recebia.
— Posso te pedir uma coisa? -Sussurro nervosa e um vinco se forma na sua testa, mas mesmo assim ele faz um sinal para que eu continue. — Eu... eu gostaria de ficar... por cima. -Solto de uma vez com medo de que Jhonatan ache o pedido estranho ou que não queira acatá-lo, mas mais uma vez ele me surpreende ao expressar aquele sorriso que mostra todos os dentes.
— Você pode fazer o que quiser comigo, Ava, sou todo seu. -Ele se deita e me puxa para cima do seu corpo em um abraço apertado. — Oi... -recebo um beijo na bochecha.
— Oi... -Devolvo em um suspiro. — Pensei não fosse gostar de... bem, de não estar no controle. -Afirmo baixinho e ele solta uma gargalhada.
— Garota, você não entende, não é mesmo? -Nego com a cabeça. — Estou rendido a você desde o primeiro dia em que te vi.
Não sei o que responder.
Sua confissão me pegou completamente de surpresa e respiro fundo ao sentir o ar escapando dos meus pulmões lentamente.
Minha cara de espanto deve estar tão evidente que Jhonny segura meu rosto com cuidado.
— Não quero que você se assuste com tudo isso, ok? Só vamos aproveitar o momento, o que acha? -Ele pede e balanço a cabeça para cima e para baixo hipnotizada pelo seu toque, suas palavras e esse sentimento de que estou exatamente onde deveria estar.
Suas mãos seguram a minha cintura no lugar enquanto ele abocanha um mamilo como se estivesse morrendo de fome me fazendo jogar a cabeça para trás em um movimento involuntário.
— Oh por Deus... -Gemo sentindo minhas pernas ficando moles como gelatina.
Seus dedos escorregam até a minha entrada e ele enfia primeiro um e depois outro me arrancando mais um gemido sôfrego.
— Tão molhada... caralho, eu amo isso. -Ele diz com a voz rouca e espalmo seu peitoral para não desabar em cima dele.
Seus dedos continuam massageando a minha entrada e reviro os olhos de tesão.
— Não vou aguentar mais, Jhonny. -Choramingo sentindo que estou quase no limite.
— Me diz o que deseja, Ava. Peça o que quiser, e eu te darei.
Sorrio de olhos fechados diante da sua frase.
Há um tempo atrás eu sequer poderia escolher.
— Eu quero você, Jhonny. Dentro de mim. -Completo dessa vez olhando profundamente nos seus olhos.
— Uma ótima escolha. -Ele brinca levando minha cintura para trás. — Só me deixe... -Sou levantada outra vez e ficamos sentados de novo em cima do colchão.
Jhonny pega a bermuda jogada no chão e puxa a carteira de dentro de um dos bolsos. Por alguns segundos não entendo o que ele quer fazer, até que ele retira um pacotinho prateado e fecho os olhos puxando uma longa respiração.
Não acredito que estou prestes a transar com ele.
E estou adorando cada detalhe.
Jhonatan desliza o preservativo no seu membro ereto e observo a cena maravilhada.
— Vem aqui, linda. -Ele pede ao terminar e levanto a vista surpreendida.
— O-ok... -Sussurro ao mesmo tempo em que subo outra vez em cima do seu corpo.
Dessa vez ele não se deita. Ainda estamos sentados e enrosco as pernas na sua cintura, guiando seu membro até a minha entrada com o corpo inteiro tremendo de excitação e nervosismo ao mesmo tempo.
— Não precisa ter pressa, está bem? Lembre-se, você é quem comanda, Ava. -Seus lábios pairam sobre os meus e balanço a cabeça em concordância.
Eu estou no controle.
Levanto alguns centímetros para que ele possa se posicionar e desço lentamente sentindo-o me preenchendo pouco a pouco.
— Oh droga! Isso é tão bom... -Jhonny arfa de olhos fechados e seguro seus ombros em busca de apoio.
Uma vez que ele está completamente dentro de mim, ficamos sem nos mover por alguns minutos, nossos corpos se adaptando um ao outro quase de imediato.
Encosto minha testa na sua e ele aperta a minha cintura me aproximando ainda mais, se é que isso é fisicamente possível.
— Você não faz ideia de como estou me controlando, amor. -Meu coração quase para ao ouvir as palavras que saem pela sua boca e reproduzo a frase uma e outra vez dentro da minha cabeça.
— Então não se controle. -Sussurro no seu ouvido e nossos corpos vibram com a risada que ele solta.
— Você é quem manda, gata.
De repente começamos a nos mover lentamente, adquirindo velocidade conforme ficamos cada vez mais excitados.
Minha cintura oscila para frente e para trás enquanto Jhonny brinca com meus mamilos, alterando entre seus dedos e sua boca sedenta.
Dessa posição consigo senti-lo por inteiro e tenho que confessar que ele é bem maior do que eu imaginava.
Meu corpo inteiro se arrepia com o atrito produzido pelas nossas pélvis e em algum momento me inclino para trás, o que faz com que o sinta ainda mais profundo.
— Por Deus, Ava, você é deliciosa. -Recebo um beijo tão quente que é um milagre não estar derretendo. — Quero beijar cada centímetro da sua pele, fazer você entender de uma vez por todas como me deixa maluco.
Jhonny aperta minhas nádegas enquanto fala e meu coração galopa dentro do peito depois de escutar o que ele acabou de dizer.
É surreal, inacreditável a maneira que ele está me tratando.
Bianca me fez crer que o garoto seria um completo idiota, que só ligava para ele mesmo, para o seu próprio prazer e para ninguém mais e agora que percebi que isso não é verdade, me sinto literalmente caminhando sobre as nuvens.
Como se eu fosse feita de ar.
— Jhonny... -Engasgo ao sentir um tapa de leve na coxa.
— Me diz, Ava. Não tenha medo de pedir, eu sou todo seu... -Ele sussurra no meu ouvido em seguida morde levemente o lóbulo da minha orelha me deixando ainda mais maluca.
— Quero que se deite. -Seguro seu rosto com cuidado e ele sorri com safadeza.
Sem dizer nada, nos movemos pelo colchão até que ele está completamente deitado e assumo a mesma posição por cima dele, uma perna de cada lado e as mãos apoiadas no peitoral que sobe e desce rapidamente.
Finalmente consigo ver com clareza cada uma das suas tatuagens e contorno os desenhos com a ponta do dedo sob o seu olhar atento.
— Elas são lindas...-Murmuro hipnotizada.
Jhonatan por sua vez leva os próprios dedos até o lugar onde nossas intimidades se encontram e esfrega meu clitóris com o polegar me fazendo literalmente ver estrelas.
— Você é linda. -Por incrível que pareça, só vejo a verdade nas suas palavras. Ele não parece estar dizendo essas coisas apenas para transar comigo.
Agora compreendo que Jhonatan não precisa disso.
Ele não é assim.
— Por favor, pare com isso. -Peço nervosa.
— Com o quê? Não está gostando? Porque se quiser podemos continuar outro dia, eu... -Jhonny aperta meus braços com cuidado para que deixe de me mover e sorrio negando com a cabeça ao mesmo tempo em que o calo com um beijo.
— Não, Jhonatan, quero que pare de me tratar assim. -Suspiro sentindo as lágrimas inundando meus olhos rapidamente.
— Assim como? Não estou te entendendo, Ava.
Me inclino com cuidado abraçando-o para esconder meu rosto entre o seu pescoço.
— Desse jeito tão... gentil. -Respiro fundo e ele solta uma risadinha incrédula.
— E por que eu faria isso?
— Porque só assim eu vou conseguir manter meu coração seguro.
Sou empurrada de volta para cima devagar e Jhonny me encara com o cenho franzido.
Seus dedos seguram outra vez minhas pernas e começam a me mover lentamente me levando a cavalgar em cima dele, o fogo me queimando, me consumindo como a minutos atrás.
— Está sentindo isso? -Ele pergunta com a voz embargada e balanço a cabeça para cima e para baixo entendendo o que ele quer dizer mesmo que não tenha falado nada. — Isso sou eu, Ava. Esse sou eu. Eu... eu não sei como vamos ficar a partir de agora, mas eu tenho certeza de que eu quero você. Só você. Por favor, não dê ouvidos ao que dizem sobre mim, escute apenas a minha voz. -Seus dedos enroscam nos meus e de repente estamos nos movendo cada vez mais rápido, os gemidos subindo alguns decibéis e o suor escorrendo entre nossos corpos e refletindo sob a luz tênue da pequena lamparina dando a impressão de que ouro líquido percorre a nossa pele arrepiada.
— Jhonny, eu não sei o que está acontecendo, eu... -Arfo de olhos fechados e ele esfrega novamente meu clitóris com destreza.
— Vamos, linda. Se entregue para mim.
Nem bem ele termina de falar, uma explosão se desata no meu interior e sinto todo o meu corpo tremer. Uma sensação de pertencimento me invade e desabo em cima do seu peitoral sendo abraçada rapidamente.
— O-o que foi isso? -Sussurro nervosa e ao mesmo tempo envergonhada.
— Isso, é o resultado do que acabamos de fazer, amor. -Afirma.
Meu corpo sobe e desce junto ao dele e de repente uma dúvida me invade.
— Você... hã... você também, quero dizer...
— Sim, logo depois de você. -Vibramos outra vez com a sua risadinha e levanto a cabeça sem me importar com o fato de que devo estar vermelha como um pimentão.
— Acho melhor nos limparmos. -Beijo sua bochecha rapidamente e vou até a minha bolsa para pegar o pacote de lenços umedecidos.
Jhonny por sua vez retira o preservativo descartando-o no pequeno lixeiro improvisado que fiz com uma caixinha de papelão.
Pego meu pijama com a intenção de me vestir outra vez, no entanto, Jhonny segura minhas mãos e me arrasta até o colchão sem dizer nada.
— O que pensa que está fazendo? -Indago divertida.
— Dormindo com a garota mais bonita dessa cidade.
NOTA DO AUTOR
Ok, vou deixar esse capítulo e sair de fininho hahah
Surtem aí, que eu surto daqui!
Espero que tenham gostado,
Não se esqueçam de votar e comentar
Amo vcs, 🥰
Bjinhosssss BF🖤🖤🖤
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