29
Os tais três dias haviam se passado. Como prometido, Taesuk deu todo o dinheiro a Felix, Chan e Minho. E era muito, muito dinheiro.
— Boa sorte — Taesuk disse quando Felix pegara a mala.
— O bordel ficará bem sem mim? — Felix provocou.
"Garoto debochado", Taesuk pensou. "Criei direitinho", acrescentou e riu sozinho.
— Darei um jeito. Cuidem-se.
Taesuk havia pedido um táxi para que os levasse até onde Felix pedira. Não prolongaram muito a despedida, foram curtos e rápidos.
No veículo, não trocaram uma palavra. A cabeça de cada um estava em seu próprio mundo. E bom, a mente de Felix estava pensando em Hyunjin. Como ele estaria após esses dias?
[...]
— É só acertar a bola. É tão difícil assim? — Jisung gritou.
— Você sabe que sou péssimo em sinuca.
O Han rolou os olhos e mirou na bola número oito, acertando-a no buraco.
— Você é inútil pra algumas coisas, Hyun.
— Obrigado pela parte que me toca.
Jisung reverenciou-se com exagero, fazendo com que o melhor amigo rolasse os olhos.
Os orbes do Han, que antes estavam concentrados em uma possível tática na próxima jogada, encontraram um rapaz de fios ruivos, atravessando a rua, com uma visível carranca. Ele entrou no bar e pediu três garrafas de cerveja do freezer.
Resmungava coisas como "virei escravo, agora" e "mereço isso". Jisung riu baixinho e aproximou-se. Quando o ruivo ia pagar o dono do bar, Jisung estendeu o cartão, pedindo para que cobrasse nele.
— Sorria um pouco — Jisung murmurou.
— Não preciso sorrir pra todo mundo só porque querem — rebateu antes de deixar o bar. Hyunjin riu daquilo, o amigo foi terrivelmente rejeitado. Quando Jisung aproximou-se da mesa de sinuca, suspirou.
— Ele trabalha no bordel. Chama Minho — o Hwang disse ao olhar para o taco.
— Quem gostaria de transar com aquele cara? — bufou — ande logo, é sua vez.
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