Capítulo 37
Capítulo 37
Maurício não os ouvira entrar, piscando de surpresa enquanto os três homens olhavam para ele e Zeca. ‒ Uh, oi!
‒ Alfa interino da matilha Zayas, é um prazer. ‒ Caio cumprimentou com um clique da língua.
Oh, ele parecia zangado. Enganosamente calmo do lado de fora, mas Mau sabia melhor. Caio estava seriamente irritado. Maurício gentilmente se afastou de Zeca, sorrindo timidamente. Ele não sabia o porquê, mas sentiu uma pontada estranha de culpa, como se Caio o tivesse encontrado fazendo algo muito mais íntimo do que abraçar.
‒ Você sabe quem sou? ‒ Zeca zombou, arqueando as sobrancelhas em surpresa.
‒ Sei muitas coisas. ‒ Respondeu Caio curto e seco.
Sim, como onde você mora, Maurício pensou consigo mesmo, o que você comeu hoje no café da manhã.
Ele deu um tapinha rápido no ombro de Zeca, dizendo rapidamente ‒ Olha, foi realmente ótimo saber notícias do Danilo... uh, cuide-se, ok?
‒ Você também ‒ disse Zeca, oferecendo um sorriso compreensivo. ‒ Tome cuidado, Mau. Tente não fazer nada estúpido.
‒ Não vou fazer uma promessa que não posso cumprir. ‒ Maurício disse com um encolher de ombros e um sorriso. ‒ Adeus, Zeca.
‒ Tchau, Mau! ‒ Ele acenou, nervosamente andando em torno de Caio. Os betas e os homens de Caio trocaram rosnados fazendo Zeca rir alto.
Mau saltou ansiosamente na ponta dos pés, voltando-se para Caio. ‒ Então...
‒ Lá em cima. ‒ Latiu o gângster, sua voz tão alta que fez Maurício se encolher. Ele respirou fundo, acrescentando com mais calma ‒ Agora.
Mau ouviu Laerte e Mica rindo para si mesmos enquanto subia rápido as escadas para o escritório, com o coração batendo forte de pavor. Era o mesmo sentimento de apreensão de marchar pela escola para ver o diretor. Ele não tinha certeza do que exatamente havia feito de errado, mas era muito óbvio que Caio não estava feliz com ele.
Caio olhou em volta do escritório destruído com nojo enquanto entrava, gemendo ‒ Que porra aconteceu aqui?
‒ Roberto... ‒ Explicou Maurício, ‒ e meia garrafa de tequila. Ele ficou chateado, porque acha que Dante não vai gostar mais dele se descobrir que ele matou Rico.
‒ Ele te contou? ‒ Caio olhou para o céu, dizendo em voz alta para ninguém em particular ‒ Vou matar meu irmão.
‒ Olha, me desculpe. Zeca, queria conversar, eu não sabia o que ele ia me dizer. Você sabe que pode confiar em mim.
‒ Oh, eu posso? ‒ Caio estreitou os olhos em fendas venenosas, o lábio superior se curvando desafiadoramente quando bateu a porta atrás deles. ‒ Foi por isso que vi você se deliciando com o jovem Alfa da matilha Zayas? Porque é tão confiável?
‒ Eu não o via desde que ele era pequeno! ‒ Mau protestou, olhos arregalados em descrença. ‒ Eu não tinha ideia de que ele sequer sabia que eu trabalhava aqui. Está falando sério agora? Olha, eu queria me desculpar por esta manhã. Sei que te chateei...
‒ Depois de tudo o que fiz por você. ‒ Caio fervia. ‒ ... você o deixou colocar as mãos em você. Bem na minha frente.
‒ Tudo o que você fez... está pirando? ‒ Maurício argumentou, jogando as mãos para cima em frustração. ‒ O que fez por mim, hein? Mentiu para mim, me manipulou, me usou...
‒ Eu te vesti, alimentei, providenciei, te permiti compartilhar minha cama. ‒ Resmungou Caio, sua voz subindo ultrapassando a de Mau. ‒ Tudo o que fiz foi para você!
‒ E para você também! ‒ Maurício rebateu. ‒ Não ouse agir como se fosse a Madre Teresa de Calcutá! Você se lembra como tudo isso começou, certo? Não me insulte assim!
‒ Você quer dizer como me insultou com o alfa lá embaixo? Pendurado em cima dele? ‒ Desafiou Caio, com os olhos brilhando de raiva.
‒ Oh, meu Deus. ‒ Mau engasgou quando a compreensão se encaixou. ‒ Você está com ciúmes.
Caio fez uma careta, mas não negou.
‒ Ele é o irmão mais novo do meu melhor amigo, pelo amor da Deusa. ‒ Maurício gemeu, exasperado.
‒ Isso foi antes ou depois dos lábios dele estarem sobre você? ‒ Caio perguntou com uma voz doentia e doce.
‒ Eu não estou interessado no Zeca! Não o quero! Ele é um irmão mais novo pra mim.
Caio não parecia convencido.
Mau estava ficando frustrado, estalando ‒ Você é tudo o que quero, Caio! Só você! É uma loucura e é estúpido, mas eu te quero. Mesmo quando me afasta o tempo todo, mesmo que se recuse a me beijar...
‒ Estou lhe dando tudo o que posso! ‒ Caio estava em seu espaço em um segundo, forçando Maurício a tropeçar contra a mesa, seus dentes arreganhados enquanto ele rosnava baixinho ‒ Eu te dei tanto, e ainda assim, você quer mais! Nunca é o bastante!
‒ Não vou me desculpar por ir atrás do que quero! ‒ Mau protestou apaixonadamente, agarrando a borda da mesa para se firmar. ‒ Eu quero estar com você, Caio! Quero que isso seja real! Não quero mais ser sua puta! Não quero mais acordos estúpidos! Por que eu realmente não posso ser apenas seu namorado? Por que você não pode simplesmente admitir...
‒ Você é o que diabos eu quero que seja, quando quero que seja. ‒ Caio retrucou, suas mãos deslizando ao redor do pescoço de Maurício. ‒ Você é meu.
‒ Mas você nunca será meu, certo? ‒ Mau cuspiu em desafio, os dedos se apertando em torno dos pulsos de Caio. ‒ Você sabe, talvez devesse ficar com ciúmes. Pelo menos, eu sei que Zeca não teria medo de me beijar.
‒ Oh, seu pirralho. Você não tem ideia do que é ter medo. ‒ Zombou Caio, algo machucado e selvagem nublando seus olhos.
‒ Eu tenho medo o tempo todo! ‒ Maurício lamentou, seus olhos começando a inundar com lágrimas. ‒ Às vezes, tenho medo de dormir por causa do que posso sonhar, tenho medo de mim mesmo... Receio que você nunca se importe comigo, nem a metade do que eu me importo com você.
O tempo pareceu desacelerar, as mãos de Caio apertadas o suficiente para prender a respiração de Maurício, e ele podia sentir o pulso de Caio batendo rapidamente sob os dedos.
Assim como no dia em que se conheceram.
A energia no ar começou a mudar, a raiva recuando do olhar de Caio. Ele era tão bonito e parecia assustadoramente perdido, olhando para a boca de Maurício como se pudesse encontrar todas as respostas que precisava lá. De repente, ele se lançou para frente.
Caio bateu seus lábios juntos em um beijo apaixonado, seus dentes estalando com a força dele. Estava desarrumado, quente, e Mau estava chorando instantaneamente. Ele queria isso por tanto tempo. Apertando os pulsos de Caio, ele pressionou seu corpo no dele.
Caio começou a recuperar o controle, seus lábios agora como veludo, deslizando suavemente contra os dele. Eles tinham um sabor maravilhoso como ele sempre sonhou, gemendo quando a língua de Caio deslizou sedutoramente para dentro de sua boca. As mãos de Caio em seu pescoço eram firmes, inclinando a cabeça dele para encontrar o ângulo perfeito enquanto se beijavam, suas bocas dançando juntas tão docemente. Um beijo nunca foi tão bom, Maurício dava a Caio tudo o que ele tinha, seu corpo tremendo.
Com os joelhos balançando, Mau ofegou. ‒ Posso, por favor... tocar em você?
‒ Sim. ‒ Ronronou Caio, suspirando quando as mãos de Maurício deslizaram imediatamente pelos braços e ao redor dos ombros.
Mau ofegou novamente quando Caio o agarrou pela cintura, levantando-o sobre a mesa. O teclado e um pote de canetas caíram no chão quando ele puxou Caio para perto, envolvendo as pernas em volta dos quadris. Ele continuou beijando-o, com medo de perder o contato, mesmo por um momento. Ele beijou Caio como se estivesse faminto por isso, ganhando avidamente todos os gostos e sensações e aceitando mais.
As mãos de Caio estavam sobre ele e a maneira como dominou o beijo, a maneira selvagem como ele tomou e levou estava deixando Maurício absolutamente selvagem. Ele queria Caio dentro dele e se esforçou para afrouxar as calças, gemendo alto.
Caio estava na mesma página, suas mãos agarrando cada centímetro de Mau e deslizando pelos quadris. Quase não havia espaço entre eles, tentando abrir os botões e puxar o tecido, desesperados para se encontrar o mais rápido possível.
Apalpando os lados do rosto de Caio, Maurício o beijou ansiosamente, uma perna ainda na calça, enquanto levantava os quadris para puxar a cueca. Caio ia transar com ele ali em cima da mesa, e seria muito bom.
Isso era perfeito, quente, e espere, por que a porta se abriu?
Por que Roberto estava parado ali com aquele olhar presunçoso no rosto, provocando ‒ Awww, vejo que vocês fizeram as pazes!
‒ Trabalhando nisso. ‒ Mau ofegou, sorrindo estupidamente.
Ele ficou feliz em ver que Roberto havia se limpado, maquiagem e cabelo impecáveis, como de costume, e ele estava com um belo terno e sapatos nos dois pés.
Caio parecia irritado, virando a cabeça para encarar seu irmão. ‒ Precisa de algo, irmão? Talvez confessar mais alguns crimes?
Beto sorriu maliciosamente ‒ Oh, não sei. Deixe-me ir cometer mais alguns e depois voltarei para você. ‒ Elu tentou contornar o irmão para espiar Maurício, rindo ‒ Vocês estão definitivamente em algumas acusações de ato obsceno, sabe?
Caio olhou, desafivelando o cinto e puxando as calças para baixo, dando ao irmão uma visão completa de sua bunda nua. ‒ Isso é obsceno o suficiente para você?
‒ Oh, eca, nojento! ‒ Rô gritou, rindo. ‒ Bem! Vou deixá-los sozinhos! Só queria dizer que todos estão aqui, exceto Nano e Carlo. Divirtam-se brincando! ‒ Elu riu alto, saindo rapidamente e batendo a porta.
Caio revirou os olhos, sorrindo para Maurício. ‒ Brincando... é isso que estamos fazendo?
‒ Espero que sim. ‒ Mau respondeu honestamente, olhando o pau duro de Caio balançando. Ele se inclinou para frente, beijando suavemente. ‒ Sinto muito, Caio.
Caio se encolheu um pouco, as mãos apoiadas nas coxas de Maurício.
‒ Sinto muito ‒ disse Mau novamente, esperando que Caio soubesse o que ele queria dizer. ‒ Vou tentar ser mais paciente. Não quis te pressionar. Eu só... preciso de algum tipo de... compromisso.
Inclinando a cabeça, Caio franziu os lábios pensativo, mas não disse nada.
‒ Estou meio que me abrindo aqui ‒ disse Maurício, nervoso. ‒ Não me deixe no vácuo. Por favor. Se você não quer ser meu, entendo. Quero dizer, não entendo, mas... Eu preciso de algo, Caio.
‒ Passei quase toda a minha vida como propriedade de alguém. ‒ Respondeu Caio calmamente. ‒ Eu era uma coisa. Para ser usado como quisessem. ‒ Ele fechou os olhos como se quisesse combater uma onda de dor, continuando com firmeza ‒ Eu jurei que, uma vez que estivesse livre, ninguém mais me teria de novo. Ninguém. Nunca serei seu porque me recuso a pertencer a alguém, exceto a mim mesmo. Arrancaram minhas asas, minhas presas. Tentaram quebrar meu espírito. Mas, eu ainda estou aqui. Colando de volta toda vez que um pedaço cai.
Maurício não pôde evitar o olhar de desespero que o invadiu, tanto pela abertura de Caio sobre sua vida anterior quanto por sua declaração inflexível de que nunca seria dele. Ele podia sentir seu coração se partir, seus olhos já úmidos com novas lágrimas. Não poderia ser, simplesmente não poderia ser.
‒ Caio. ‒ Mau implorou suavemente, pronto para lutar, implorar se fosse necessário. Ele fungou, se acalmando quando Caio balançou a cabeça. Ele ainda não tinha terminado.
‒ Mas... ‒ disse Caio, sua voz suave e gentil, as mãos segurando o rosto de Maurício. ‒ ...o que posso lhe dar é isso, um acordo final. Estou lhe oferecendo minha lealdade, meu carinho, minha casa e minha cama. Pelo tempo que você quiser.
‒ E em troca? ‒ Mau perguntou suavemente, olhos arregalados e esperançosos. ‒ O que tenho que fazer?
‒ Ser meu, Maurício. ‒ Respondeu Caio sinceramente. ‒ Seja meu sempre. Seja leal a mim e somente a mim. Seja meu, e prometo que sempre cuidarei de você.
‒ Então. ‒ Mau perguntou timidamente. ‒ ... eu realmente vou ser um namorado da máfia?
Caio zombou, revirando os olhos quando ele respondeu secamente: ‒ Sim, Maurício.
‒ E o dinheiro, todo o dinheiro que lhe devo? ‒ Mau perguntou rapidamente.
‒ Considere um bônus de assinatura e sua dívida perdoada. ‒ Resfolegou Caio. ‒ Você continuará trabalhando aqui no clube pelo tempo que quiser, mas eu ainda controlo o que acontece no quarto. Minhas regras, tudo a meu critério, sempre. Isso não é negociável.
‒ Tudo bem. ‒ Mau disse alegremente.
‒ Agora, diga-me, garoto. ‒ Resmungou Caio, estudando cuidadosamente o rosto de Maurício. ‒ ... isso é suficiente para você?
‒ Sim. ‒ Assegurou Mau. ‒ Isso é o suficiente para mim. Se é isso que está oferecendo, estou aceitando. Tudo isso. Sou seu.
‒ Imaginei que você aprovaria. ‒ Brincou Caio, inclinando a cabeça e capturando os lábios do seu garoto em outro beijo profundo.
Mau gemeu, derretendo contra ele. Podia sentir o pênis de Caio pressionando contra sua coxa e gemeu suavemente em antecipação. Ele já estava tentando descobrir se o cuspe seria lubrificante suficiente quando houve uma batida forte na porta.
‒ O quê! ‒ Rugiu Caio, enfurecido por mais uma interrupção.
Nano entrou, não intimidado pela fúria óbvia de Caio, resmungando ‒ Ei, chefe. Está na hora.
Caio rosnou, olhando para Maurício e respirando fundo.
Nano acenou, cumprimentando alegremente: ‒ Ei, magrelo. Que bom que está bem.
‒ Oi, Nano. ‒ Mau suspirou. ‒ Obrigado, a propósito. Você sabe, por fazer isso e me salvar.
‒ Da próxima vez, ouça o que diabos eu digo para você fazer. ‒ Nano bufou. Ele olhou com expectativa para Caio. ‒ Temos que ir, chefe.
Ergueu os olhos para indubitavelmente amaldiçoar os céus, Caio disse ‒ Espere lá fora.
Nano deu a eles um pouco de privacidade, saindo pela porta, mas a deixou aberta.
Caio se vestiu com um sorriso sarcástico, afastando-se para permitir que Maurício pulasse da mesa. Ele o puxou para mais um beijo ardente, deixando-o por um longo momento. Visivelmente lutando para se afastar, ele ronronou ‒ Vamos continuar mais tarde.
‒ Definitivamente. ‒ Mau concordou, lutando para afastar sua ereção. Ele se apresentou, perguntando esperançosamente: ‒ Hoje à noite?
‒ Sim ‒ disse Caio. ‒ Tenho negócios importantes para tratar, mas estarei em casa o mais rápido possível.
‒ Tudo bem ‒ disse Mau, ansiosamente para outro beijo.
Caio permitiu, tocando suavemente a lateral do pescoço de Maurício. ‒ Adeus, garoto.
‒ Tchau. ‒ Mau suspirou com adoração, vendo o gângster partir. Ele se jogou contra a mesa, sorrindo estupidamente.
Caio finalmente o beijou. Eles haviam se beijado, e tinha sido lindo e perfeito, e Maurício sabia que estava completamente louco pelo lindo gângster. Eles realmente estavam juntos agora como um casal de verdade. A mansão de Caio seria sua casa. Ele seria seu namorado.
Maurício nunca esteve tão feliz.
Ele praticamente flutuou escada abaixo para ver que Caio e os Signori se foram, até Roberto estava ausente. Jonas, cozinheiro e motorista, também era aparentemente um pianista amador, esperando pacientemente que Mau se juntasse a ele no palco para o ensaio.
Eles passaram pelo setlist até Maurício ficar exausto, Jonas permitiu uma pequena pausa antes de passar as músicas mais algumas vezes. Eles ficaram até o clube estar se preparando para abrir, e Jonas finalmente concordou em levar Mau para casa.
Maurício ficou encantado ao descobrir que todas as suas roupas haviam sido trazidas, mas decidiu esperar antes de guardar qualquer coisa. Ele tinha a sensação de que Caio seria específico sobre qual lado do armário escolheria, sorrindo quando viu sua caixa de sapatos de fotografias ao pé da cama. Dentro da caixa de sapatos e ele examinou seus pequenos tesouros com um sorriso feliz.
Depois de cuidadosamente colocar a caixa debaixo da cama, Mau tomou um banho, vestiu o roupão e aconchegou-se na cama para esperar Caio.
O tempo passou e logo Maurício começou a cochilar. Acordou quando ouviu as portas se abrindo, passos pesados trovejando em sua direção. Ele se sentou, surpreso quando a figura pesada de Nano Rizzi entrou correndo. Nano parecia perturbado, sua camisa encharcada de sangue, olhos selvagens de raiva e medo.
‒ Nano! ‒ Maurício ficou de pé, encarando todo o sangue. Estava por toda parte, e ele tentou impedir que a sala girasse enquanto gaguejava ‒ O que há de errado? O sangue...
‒ Não é meu. ‒ Nano ofegou, fazendo uma careta miserável. ‒ É do chefe.
‒ Caio. ‒ Mau engasgou, seu coração contra a caixa torácica. ‒ Quão ruim?
‒ Bem, com certeza não é bom.
**
Olá lobinhes,
quando tudo parecia estar ficando bem. ai... que autora malvada. hahahahaha. desculpa amores. tentarei finalizar o próximo capítulo o mais rápido possível.
deixe seu comentário. clica na estrelinha. ouvi dizer que isso acelera os dedinhos da autora. hihihi.
bjokas e até a próxima att.
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