Epílogo.

Anos depois.

Leo.

Bertie e Ozzie estão cada vez maiores, mais fortes e mais rápidos, eles acompanham facilmente dos filhos de Valiant na corrida matinal e esses são bem mais velhos e maiores que meus pequenos agora com 4 anos. São extremamente parecidos comigo fisicamente, exceto pelos olhos que são uma mistura dos meus com os de Rach, continua o mesmo verde diluído em amarelo de quando eles nasceram, já a personalidade Bertie é mais parecido comigo, enquanto Ozzie tem o gênio da mãe.

Depois de anos de casado nosso amor só aumenta e nossa família é unida e feliz. Os meninos passam por mim correndo e se jogaram no Rio antes que eu ou Valiant possamos falar algumas coisa. Quando eles nasceram tive receio que as outras crianças os rejeitassem por serem diferentes como eu, mas eu aprendi que crianças podem ser bem menos preconceituosas do que adultos quando criadas em um ambiente saudável e acolheram meus filhotes normalmente.

- Eles estão ficando cada vez maiores. - Valiant falou ao meu lado.

- Estão mesmo, você não tem medo de quando eles tiverem que enfrentar o mundo lá fora? - O olhei.

- Todos os dias. - Valiant suspirou. - Nós os protegemos como podemos, mas chega um momento que nem a nossa proteção é suficiente.

- Isso me aterroriza as vezes. - Olhei para os filhotes brincando na água. - O mundo lá fora é cruel conosco, mesmo que nenhum incidente grave tenha acontecido nos últimos três anos.

- Eles não apagaram o ódio. - Valiant fala e eu concordo. - Nós vamos protege-los. - Coloca a mão no meu ombro por alguns instantes.

- Sim, nós vamos. - Concordei. - Eles são o nosso tesouro.

- São, nosso futuro. - Ele sorriu, algo raro de acontecer. - Tenho tentado convencer minha fêmea a ter outro filhote, ela diz que dois já é o bastante.

Rimos e continuamos por mais alguns minutos observando nossos filhotes, depois corremos de volta para casa nos despedindo de Valiant e seus filhos no caminho, quando chegamos perto de casa eu posso avistar Rach sentada no balanço parecendo um sofá que temos em uma árvore perto de casa, os meninos apressam o passo e se jogam um de cada alado dela a enchendo de beijos, é a visão mais linda de ver, eles sempre a recebem com muito carinho.

- Meu amores vão tomar banho e se trocar. - Ela falou.

- Não quero banho. - Bertie bateu o pé.

- Nem eu. - Ozzie reclamou emburrado.

- Achei que fossem gostar de brincar com o Norbert. - Ela disse sorrindo.

- Quero. - Falaram ao mesmo tempo.

- Então banho, o tio Jinx vem buscar vocês em breve.

Sem precisar falar mais nada os dois pestinha pularam do balanço e correram para dentro de casa, sentei ao lado da minha companheira e a puxei para um abraço.

- Então eles vão visitar o Norbert? - Comentei.

- Sim, já organizei as mochilas e Jinx chega daqui a pouco. - Falou me abraçando e colocando a boca em meu ouvido. - Teremos a cada só pra nós.

...

Os meninos se despedem de nós, ouço o ronronar deles ao abraçar a mãe e sorriu, eles amam minha pequena humana assim como eu, ficamos parados na porta vendo o carro se afastar, é bom ter um tempo sozinho com minha companheira, mas já sinto saudade dos meus filhotes.

- Eles fazem falta não é? - Ela fala entrando em casa.

- Sim, a casa parece mais vazia. - Tranquei a porta e caminhei até ela a abraçando por trás, encaixando seu corpo ao meu e beijando seu pescoço.

- Meu amor. - Ela gemeu em meus braços.

- Que tal um banho minha pequena. - Mordi o lóbulo da sua orelha.

- Acho perfeito.

A peguei no colo e levei diretamente para o nosso quarto, deixe-a de pé ao lado da pia enquanto colocava a banheira para encher, ouvi um farfalhar e ao me virar ela estava nua, seu corpo perfeito, a cicatriz do parto quase imperceptível em sua pele clara.

- Você é tão linda. - Me aproximei.

- Você também é. - Ela passou as mãos em mim. - Mas, está muito vestido. - Colocou as mãos por dentro da minha blusa a levantando. - Te quero sem roupas.

- Não precisa pedir outra vez. - Me afastei começando a tirar minhas roupas.

Quando fiquei nu ela se aproximou beijando meu peito e barriga, traçando a língua por meu umbigo, se afastou um pouco e sentou na beira da banheira me puxando para perto, meu pau ficou na altura do seu rosto e ela não demorou a colocá-lo na boca, rosnei ao sentir minha glande tocar o tecido macio de sua garganta. Ela o retirou da boca, traçou sua língua por toda a extensão até as minhas bolas, sugou uma para dentro da boca me fazendo me agarrar a parede, sugou a ponta do meu pau o levando fundo novamente, uma mão acariciando minhas bolas e a outra cravada em minha bunda. Movimentava a cabeça para frente e para trás levando o máximo da minha expressão que ela conseguia abarcar com a boca, tive que me segurar para não me mover me enterrando mais fundo em sua boca quando ela colocou uma mão na base do meu pau sincronizando os movimentos da mãos com a cabeça. E me controlar ainda mais para me retirar de sua boca quando gozei.

- O banho pode esperar. - Falei ofegante.

- Pode. - Falou lavando o rosto com a água da banheira.

Desliguei a torneira e a peguei no colo a levando para a nossa cama, deitei-a na ponta e me ajoelhei a sua frente louco para provar seu gosto, o cheiro doce de sua excitação misturado ao seu cheiro de flores me deixa louco. Beijo sua barriga, seu monte de Vênus, seus lábios vaginais dando uma sugada forte ali, passo minha língua por sua boceta, adentrando sua abertura apertada, ela apertou as pernas em volta da minha cabeça e gemeu alto, subi minha língua até seu feixe de nervos a roçando sobre ele, passei uma mão por seu ventre indo de encontro aos seus seios, apertei um mamilo ao mesmo tempo que raspei os dentes sobre seu feixe de nervos e brinquei com um dedo em sua entrada, ela gemeu alto agarrando meus cabelos e me apertando mais contra si. Rosnei de encontro a sua boceta enquanto passava a língua por seu feixe de nervos com a combinação de movimentos ela gritou apertando meu cabelo com uma mão e cravando as unhas da outra em meus ombro, gozou chamando meu nome.

Ela estava relaxada sobre a cama ainda sentindo os efeitos do orgasmos que acabara de ter quando a empurrei um pouco para cima da cama e me posicionei no meio de suas pernas a penetrando com um movimento rápido e preciso, meu pau escorregou em seus fluidos alargando seu canal apertando, era um ótimo lugar para estar.

- Minha. - Olhei em seus olhos.

- Sua. - Me abraçou com braços e pernas melhorando o ângulo das minhas investidas. - E você é meu. - Falou ajudando a se movimentar.

- Todo seu.

Segurei seu quadril o erguendo um pouco e me enterrando fundo em sua carne quente e macia, ela movimentava a pélvis de encontro a mim, ajudando os movimentos com seus pés enrolados em meu traseiro, minha cauda estava tocando seus dedo, enrolada em seus pés, aquilo no início me deixa desconfortável porque eu tinha vergonha dela, mas Rach me aceitou do jeito que sou e gosta de taca-la, então me acostumei.

Ela jogou a cabeça para trás gritando meu nome e gozando novamente, dei mais duas estocadas em seu interior antes de jogar a cabeça para trás e gozar rugindo alto. Continuei duro dentro dela antes de me afastar e sentar sobre os tornozelos.

- Quero montar você por trás. - Falei olhando minha porra esbranquiçada escorrendo por sua boceta.

- Insaciável, graças a Deus. - Falou ofegante ficando do jeito que eu pedi.

Abri minhas pernas me posicionando atrás dela, ela balançou seu traseiro arredondado em minha direção me provocando, segurei seu quadril e me enterrei em sua boceta, entrando completamente, alcançando cada canto que ela tinha a me oferecer, seus gemidos altos me deixava a beira do descontrole, continuei me movendo.

- Mais rápido. - Choramingou se movimentando em minha direção.

Fiz como ela pediu e aumentei a velocidade das minhas investidas a fazendo gozar, não parei quando sua boceta apertou meu pau, apertei seus seios beijando seu pescoço e me movendo no mesmo ritmo constante, ela não conseguia mais falar, se movimentava de encontro a mim gemendo e logo gozou de novo e de novo, gritando algo que eu imagino ser meu nome, gosto de vê-la sem controle, entregue a mim. A puxei para mim, colando suas costas em meu peito, passei um braço por sua cintura ajudando os movimentos que minha pélvis fazia, ela estava mole sobre mim, e quando minha outra mão tocou seu feixe de nervos ela cravou as unhas em meu braço gemendo baixo apertando meu pau, gravei meus dentes sobre a antiga marga de mordida abrindo-a novamente e derrame meu sêmen quente dentro dela a sentindo desabar sobre mim.

Em outros tempos eu ficaria desesperado, mas sei que ela está bem, só desmaiou de prazer, me deito na cama com ela em meus braços, minha pequena humana, o amor da minha vida, aquela que me deu motivo para ser feliz. Eu era um macho quebrado até conhecer minha pequena humana e ela me curar com seu amor, me mostrou que não tem nada de errado em ser diferente e que eu mereço amor como qualquer outro.

- Eu te amo. - Não tinha percebido que ela havia acordado. - Te amo tanto. - Sorriu, seus olhos verdes brilhando em minha direção.

- Eu tinha minha pequena. - Acariciei seu rosto. - Sou o macho mais feliz do mundo. - Sorri.

- Eu nunca pensei que seria tão feliz assim, com você, nossa casa, nossos filhos. - Acariciou meu peito. - Obrigada.

- Eu que lhe agradeço por fazer de mim um macho feliz, por me mostrar como a vida pode ser boa. - Ela sorriu, o sorriso mais lindo do mundo.

- Acho que você me deve um banho. - Brincou.

- Tudo que você quiser minha companheira.

Me levantei a pegando no colo e voltando para o banheiro onde a água já esfriou, completo com água bem quente para ficar mais mornasm coloco os sais e espuma e entrou com ela ficando as suas costas. Me sinto em paz e muito amado, sou uma macho de sorte.

Fim.

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Chegamos ao fim desse livro. Espero que tenham gostado dessa minha primeira fanfic e que me sigam nas demais. Akakakak

Tenho outros livros no perfil, esses são inteiramente autorais, deem uma passada .

Quero agradecer a todos que leram até aqui, que acompanharam, que comentaram, curtiram, vocês fazem essa humilde autora muito feliz.

Meu muito obrigada a Laysa_Muller e GreyceFerreira1 Por serem as amigas incríveis que são, por me incentivarem a escrever esse livro e os outros, por me ajudarem com dúvidas e insegurança. Enfim, por me apoiarem sempre.
Obrigada a Lay por essa capa incrível do livro do Leo e por todas as outras lógico, são lindas 😍 você é demais.

Beijos da tia Leila. 😘😘❤

Até o próximo livro. 😍😍

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