poema VII

Sem título

Quando foi que nos deixamos desligar?
E soltamos nossas mãos em meio a escuridão
Sem medo de nos perdermos?
E quando nos perdemos
Não tínhamos com o retornar ao nosso ponto
Pois já era tarde para conseguir nos segurar
A qualquer vestígio de uma memória que agora está perdida

Então me conte belas mentiras em meio ao silêncio ensurdecedor
Que consome a calada da noite
Deite sobre meu peito como se ele fosse o único para você
Coloque sua mão na minha
E me permita te fazer carícias
Até que você seja finalmente minha
E ao amanhecer, sozinho eu me apertarei
Me agarrando ao último vestígio de seu cheiro que ainda está sobre os lençóis
Como se ele fosse trazer de volta
Nossos últimos suspiros de prazer.

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