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Gente, a fanfic tá acabando 😭

Comentem e NÃO se esqueçam de votar, tava dando uma olhada e eu tenho muitos leitores fantasmas

25/07/2025

Point of view: Momo Hirai
Daegu - Coreia do Sul
Domingo

02:36 AM

— MOMO, ATRÁS DE VOCÊ — Jeongyeon gritou, apontando a arma na minha direção, e assim que me abaixei, um tiro foi disparado em direção a um dos capangas do senhor Manobal. Corri até ela, pronta para recarregar minha arma. — Estou escutando uma playlist maravilhosa, quer o outro lado do fone? Ela me faz sentir como se estivesse no The Walking Dead, lutando contra esses filhos da mãe que chamam de humanos.

— Pare de pensar em zumbis por um segundo. Estamos aqui com uma única missão, entendeu? Sem distrações, Yoo Jeongyeon. Fizemos uma promessa que precisa ser cumprida até Lohan voltar do exército.

— Sim, eu sei. — Ela pegou seu walkie-talkie e apertou um botão, trazendo o objeto perto de sua boca. — Jihyo, na escuta?

— Sim. Onde vocês estão? A Sana sumiu, não a encontro em lugar algum — olhei para Jeongyeon, percebendo seu olhar preocupado.

— Vocês se separaram quando?

— Perto da fazenda. Estou com a Tzuyu e a Mina perto do rio. Venham aqui! Estamos esperando vocês para entrarmos.

— Estamos indo, câmbio desligo — ela falou, guardando seu walkie-talkie.

Recarreguei minhas armas e arrumei meus equipamentos em meus cintos. Coloquei minha pistola em seu devido lugar e, por precaução, guardei uma faca também. Nunca se sabe o que pode aparecer à nossa frente. Observei Jeongyeon fazer o mesmo, logo tapando seu nariz e sua boca com um lenço preto e grande. Eu não havia abaixado o meu, então apenas esperei ela terminar de se arrumar para partirmos.

Adentramos na floresta, tentando nos esconder de tudo e todos. O som de nossos passos na grama alta, em galhos e até mesmo em folhas secas era evidente e satisfatório de ouvir. Sempre alertas a qualquer movimento suspeito, corremos apressadamente em direção ao rio onde as outras estavam, obviamente preocupadas com a Sana. Fiquei um pouco mais tranquila, pois todas são bem treinadas para lidar com qualquer situação.

— Oh, merda! — Jeongyeon resmungou e parou de correr, respirando alto e rapidamente, enquanto olhava para frente. — Não vamos conseguir passar por aqui, está infestado de aranhas.

Parei de correr e observei as grandes teias que se estendiam de árvore em árvore, provavelmente com aranhas venenosas e perigosas, que seriam difíceis de ver no escuro. Pensei em algum plano, alguma saída, mas nada veio à mente. Meu peito subia e descia na mesma velocidade que o de Jeongyeon, aparentemente nervosa com o que estava acontecendo.

— Vem comigo! — ela falou, começando a correr para outro lado da floresta, um caminho que eu não havia explorado muito bem. Mesmo desconfiada, a segui sem hesitação.

Demorou mais do que eu imaginava, mas conseguimos chegar até o rio. Ofegantes, nos aproximamos das outras três, Jihyo, Tzuyu e Mina, que estavam agachadas atrás de algumas pedras, olhando ao redor com expressões preocupadas.

— Finalmente vocês chegaram! — Tzuyu exclamou em um sussurro aliviado. — Pensei que tinham se perdido também.

— Nós tentamos procurar pela Sana, mas a floresta está cheia de obstáculos. Aranhas, armadilhas... Estamos tendo dificuldades — Jihyo explicou.

— Estamos achando que sequestraram ela, pois lembro que você deu walkie-talkies para todas nós. A Sana deve ter sido pega — olhei severamente para Mina, que falava aquilo com um semblante preocupado.

— Se ela foi pega, significa que ela falhou, e a Sana nunca falha. Ela deve ter perdido o walkie-talkie enquanto corria ou sei lá — Jeongyeon afirmou enquanto olhava em volta.

— Nós precisamos acabar primeiramente com os Manobal, depois pensamos na Sana. Ela sabe se cuidar — falei, começando a tomar controle da minha respiração.

— Estamos em cinco, vamos nos separar. Três dão continuidade ao plano e duas vão procurar a Sana. Nunca deixamos nenhuma de nós para trás, Momo. Por que teríamos que deixar a Sana?

— A Jihyo tem razão. Está de noite, a Sana pode estar em literalmente qualquer lugar.

— Tudo bem. Jihyo e Tzuyu podem ir procurar pela Sana. Vamos nos encontrar aqui neste mesmo local. Não se esqueçam de nos avisar caso algo aconteça, os walkie-talkies servem pra isso, e não pra ficar de enfeite. Entendido? — todas assentiram, olhando firmemente para mim. — Ok. Vamos, meninas!

Seguimos em direções opostas, prontas para enfrentar qualquer desafio que surgisse. Enquanto eu e as outras duas nos preparávamos para dar continuidade ao plano, Jihyo e Tzuyu partiram em busca de Sana.

Ao nos aproximarmos da casa dos Manobal, dei um sinal para que Jeongyeon e Mina começassem a executar o plano. Certifiquei-me de que não havia ninguém conhecido dentro da casa e ninguém desconhecido do lado de fora. Enquanto eu rondava silenciosamente a casa, podia sentir o cheiro da gasolina se espalhando pelo ar.

— Momo, está aí? — me assustei ao ouvir a voz de Jihyo pelo walkie-talkie.

— O que aconteceu? Encontraram a Sana?

— Ela está ferida. Trouxemos ela pro carro, não podíamos ficar no rio, pois poderíamos ser descobertas e ela não tem como correr. Precisa de ajuda?

— Não. Pode ficar tranquila e cuidar da Sana. Você sabe onde está o kit de primeiros socorros. Faça o curativo e nos espere lá — guardei o walkie-talkie, percebendo a presença de alguém atrás de mim.

Levei minha mão até onde estava minha faca e a segurei, aguardando o momento certo para agir. Sabia que poderia me deparar com qualquer coisa, desde um animal até uma pessoa, mas preferia lidar com humanos, pois animais, como cobras venenosas, representavam um risco adicional.

Virei-me no momento exato em que o Chin Manobal tentou me atacar com um vaso, mas falhou miseravelmente, deixando-o cair no chão. Em seguida, ele tentou me dar um soco, mas eu segurei seu pulso com firmeza, cravando minha faca em sua cabeça com força e determinação, garantindo que ele estivesse morto antes de soltar seu corpo, que caiu no chão.

Ninguém saberia que fui eu, pois estava usando luvas, e mesmo que houvesse câmeras no local, todas estávamos disfarçadas com perucas e lentes de contato da mesma cor, tornando difícil o reconhecimento. Além disso, nossos corpos estavam cobertos por roupas longas e escuras, causando desconforto devido ao calor intenso, mas tapando todas as nossas cicatrizes.

As outras meninas chegaram ao meu lado, preocupadas com o barulho, mas aliviadas ao ver o corpo caído no chão. Observamos uma luz se acender dentro da casa, o que foi o sinal para que eu tirasse um isqueiro do bolso e o acendesse, jogando-o sobre a gasolina espalhada. Calculei cuidadosamente o local para dar tempo de nos afastarmos antes da explosão.

Assim que conseguimos uma distância segura, paramos para observar a casa, contando os segundos até a explosão.

— Você é uma assassina habilidosa. Não tinha certeza se conseguiríamos fugir a tempo antes que o fogo atingisse o botijão de gás, Momo.

— Sou boa em tudo o que faço, Mina.

Enquanto as chamas consumiam a casa dos Manobal ao longe, senti uma mistura de alívio e tensão. Sabia que aquela explosão atrairia atenção indesejada, mas também significava que estávamos um passo mais perto de acabar com aquele pesadelo.

— Precisamos sair daqui antes que alguém chegue — falei, ainda mantendo a calma mesmo com a adrenalina pulsando em minhas veias.

***

28/07/2025

Point of view: Jennie Kim
Seul - Coreia do Sul
Quarta-feira

07:36 PM

Ao abrir a porta, percebi que realmente eram elas, e um sorriso se abriu em meu rosto ao vê-las entrarem, mesmo que parecessem cansadas. Fechei a porta atrás delas e as conduzi até a sala.

Momo correu para abraçar sua esposa com entusiasmo, enchendo seu rosto de beijos e logo se agachando para beijar carinhosamente sua barriga, o que arrancou um sorriso largo de meu rosto. Mina foi até sua namorada, Chaeyoung, e a abraçou com ternura, matando a saudade, enquanto Jeongyeon fez o mesmo com Nayeon.

Quando finalmente tive a chance de conhecê-las abertamente, senti-me uma idiota por ter sentido ciúmes de Momo com Lohan, pois descobri que ela era casada há dois anos.

— Como foi? — perguntei, curiosa, enquanto me sentava no sofá e observava Momo tomar um gole de água.

— Foi complicado. Eles tinham muitos capangas, a Sana levou um tiro e nós voltamos com alguns machucados, mas a família Manobal está morta, Jennie — Jeongyeon respondeu, falando em nome de sua chefe.

Um suspiro de alívio escapou de meus lábios, sentindo-me feliz em saber que finalmente poderíamos viver em paz. O Kai morrera no ano passado, tentando fugir da polícia dentro da floresta e sendo picado por uma cobra venenosa. Estávamos oficialmente livres, e assim que Lohan voltasse do exército, poderíamos começar a viver uma vida feliz, finalmente.

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