Doce Vingança

Eu: pessoal, como ainda é três da tarde eu vou pra casa dormir um pouco e volto. Ok?

Samira: acho que também vou pra casa.

Guardas: eu também.

Eu: ok. Ate de noite.

Todos: até de noite.

Eu sai da Pizzaria e andei de volta pra casa, chegando lá eu tomei um banho, vesti meu pijama e me joguei na cama com o celular programado para despertar as 20:00.

Eu tinha uns cinco anos. Eu estava em casa, andando pelo corredor chamando por alguém.
Eu: Alex? Alex?
Então eu só escuto um som agudo e vejo um vulto vermelho em minha frente me assustando e me fazendo cair no chão.
Eu: AHHHHH*caio no chão*
?????:*tira uma máscara de raposa* kkkkk te peguei de novo Li.
Eu: poxa Alex. Você me assustou.
Alex:*me ajuda a levantar* desculpa maninha.
Eu: tudo bem.
Ele era ruivo de olhos azuis, bem parecido comigo, só que aparenta ter uns oito anos.
Eu: Alex...
Alex: o que foi?
Eu: você promete que nunca vai me abandonar?
Alex: porque está perguntando isso?
Eu: não sei. Sinto como se algo ruim fosse acontecer.
Alex: deve ser só medo...
Eu: só me promete.
Alex: eu prometo... melhor, eu JURO que nunca vou te abandonar.
Eu: te amo Alex*o abraço*
Alex:*retribui* também te amo, Li.

Eu acordei suando, olhei as horas no celular e vi que era 19:50, falta dez minutos para o despertador tocar, mas não importa. Me levantei, tomei banho e me vesti, mas quando eu olhei pela janela, estava caindo uma tempestade, daquelas com vento forte e trovões.

Eu: porcaria...

Então eu tirei TODOS os eletrodomésticos da tomada para evitar um curto circuito caso tivesse um blackout, peguei uma faca bem afiada na cozinha e a escondi na cintura,algo me diz que vou precisar dela, peguei meu guarda chuva e fui para a Fazbear. Sorte que é perto, minhas botas estão encharcadas por causa das ruas alagadas e minha calça está molhada por causa da água que o vento soprava em minha direção. Eu entrei na Fazbear, o estranho é que todos, TODOS MESMO, estão imóveis em seus lugares. Mas isso só acontece a meia noite, as seis da manhã e... e quando tem alguém que não sabe sobre eles perambulando pela pizzaria. Porcaria, tem alguém aqui.
Eu escutei passos e então uma voz bem familiar.

Charpey: olá Lira.

Eu: Charpey...

Charpey: vai pagar pelo que fez comigo no colégio. Você me humilhou na frente de todos, TODOS!

Eu: e humilharia de novo!

Charpey: é bom se preparar. Porque sua luta improvisada não vai te salvar desta vez!

Eu: ???

Ela veio até mim e fingiu que ia me socar, só que ela me passou uma rasteira e começou a me chutar na barriga e no rosto me fazendo cuspir muito sangue.

Charpey: morre logo.

Texto com Foxy
Eu estava vendo aquela tal Charpey espancando a Lira. Algo em mim falava, não, falava não, gritava! Gritava para eu defender a Lira, mas eu não posso me mover até a Charpey ir embora.

*Conversa sussurrada*
Golden:*atrás de mim* relaxe.

Eu: não vou relaxar.

Golden: fique na sua.

Eu: aquela piriguete está espancando minha Lira.

Golden:...

Eu: porque estou agindo assim? Eu nunca agi assim com ninguém.

Golden: você pode não lembrar, mas... ela é sua irmã mais nova.

Eu: i-irma?

Golden: sim. Mas um não lembra do outro.

Flashback on
Eu pareço ter uns oito anos, e uma garotinha ruiva de olhos azuis que aparenta ter uns cinco anos vem correndo até mim.
???: Alex, Alex. Me ajuda a achar o Buster?
Eu: ajudo sim. Vem, vamos no seu quarto.
Eu e ela fomos para seu quarto e eu comecei a procurar pelo cômodo inteiro. Mas não achei nada.
Eu: so falta o armário.... Lira?
Lira: vai você. É escuro.
Eu: pode segurar minha mão Li.
Lira:*segura minha mão* ta legal.
Então nós entramos no armário e comecei a procurar pelo Buster, até que encontro um pastor alemão de pelúcia e a Lira fica bem feliz.
Lira: BUSTER*abraça a pelúcia* obrigada Alex.
Eu: de nada maninha...
Flashback off

Eu: Lira... Li.

Golden: que bom que lembrou.

Eu: tenho de ajuda-la.*tento sair da cova*

Golden:*segura meu braço* olhe...

Charpey:*chutando a Lira* SUA MÃE MORREU BEM MORRIDA! MAS VOCÊ QUE DEVERIA TER MORRIDO NO LUGAR DAQUELA INÚTIL!

Lira:*segura o pe da Charpey* nunca, NUNCA INSULTE MINHA MÃE!

Charpey: me larga.

Lira soltou o pé da Charpey que se afastou, então a Li tirou uma faca da cintura e sorriu para a Charpey psicoticamente.

Lira: A noite esta chuvosa lá fora, o vento uivando, trovões trovejando... em noites como está... piriguetes como voce...*fala devagar* Deveriam queimar no inferno!

Então um trovão soou um barulho estrondoso e todas as luzes da pizzaria se apagaram deixando tudo o maior breu.

Lira:*algum lugar**risada maligna ecoando* vamos ver se pode me vencer!

Texto com a Lira.
Eu enlouqueci. Quando ela falou da minha mãe, vários flashbacks começaram a inundar minha mente, os dias felizes, os dias tristes e o dia em que ela morreu. Eu saquei minha faca e modifiquei a fala do Sans na rota genocida de Undertale para se encaixar nesse momento e botar o maior medo nela. Se eu conseguir pelo menos a mandar pro hospital vai ser minha vingança por tudo....

Minha doce vingança.

Eu:*risada maligna* vamos ver se pode me vencer.

Charpey:*ascende uma lanterna* CADE VOCE POBRETONA?

Eu:*sussuro em seu ouvido* atrás de você!

Ela se virou mas eu cravei minha faca em sua barriga.

Eu: acabou a festa, Charpey.

Então eu retirei a faca e ela caiu desmaiada no chão.

Golden:*chega* vou estancar o ferimento e a deixar em sua casa.

Eu: leva essa piriguete daqui.

Golden: a propósito, seu irmão que falar com você.*some*

Eu: irmão?

Foxy: Li?

Eu: o que foi Foxy?...... você me chamou de quê?

Foxy: chamei de Li.

Eu: Li?... Porque esse apelido é familiar?

Foxy: porque somos irmãos.

Eu: irmãos.....

Então eu me lembrei do sonho, maninho...

Eu: Alex?

Foxy: yep.

Eu: mas como...

Foxy: longa história.

Eu: quero saber....

Continua...

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