CAP: 3
Mary Dias
Ana está estranha. Anda de um lado pra outra preocupada, não diz nada.
— Aconteceu alguma coisa Ana?
— Preciso que cuide da mansão pra mim. Vou falar com Carlos e Lurdes pra ajudar você. Eles são empregados daqui também. Daqui a pouco eles chegam, foram fazer compras. Mateus é o jardineiro e está no jardim qualquer coisa vá até ele. Materias de limpeza estão na estande do seu lado esquerdo. Levantou-se e sumiu me deixando sozinha naquela casa.
— Bom o que fazer agora? — pegueios materiais de limpeza e comecei limpando a cozinha e assim transcorreu o meu dia. Já são 8 horas e nada do patrão chegar, o jantar já está no fogo e enquanto cozinha vou lá em cima no quarto dele arrumar o Closet como Ana mandou. Subi a escada e fui procurado qual daqueles quartos seria o dele, o corredor cheios de quadros estranhos davam um ar pesado ao ambiente. Todas as portas estavam trancadas só me restou o último quarto. Fui e destravei a maçaneta que abriu.
— Deve ser aqui. — Analisei bem o local, no centro havia uma cama enorme com lençois branquisimos, uma mesinha com um abajur em cima e alguns livros de direito em cima. Um só do outro lado da cama. Num outro espaço uma mesa com 2 cadeiras, um quadro de uma mulher jovem muito linda pendurada na parede. Cortinas cinzas que cobriam a grande janela de vidro. Uma porta onde seve ser o banheiro e outra do outro lado oposto da cama. Esse deve ser o Closet. Abri e fiquei boquiaberta, diferente do quarto que tem cores escuras, o branco reina neste espaço. Ternos pendurados em tons de preto e azul marinho com suas calças eram as unicas cores diferentes. Gravatas em mesmo tom, vermelhas e listradas adiante sapatos sociais brilhavam perfeitamente enfileirados. Do outro lado um espelho gigante de dá inveja em quem gosta de tirar selfie.
Abri algumas gavetas e vi suas cuecas todas brancas cuidadosamente arrumadas, fiquei pouco envergonhada. O que eu vou arrumar aqui, não tem nada bagunçado aqui. Lembrei das panelas no fogo e resolvi descer a cozinha. Quando ia saindo vi que algumas camisas pólo, camisetas e algumas calças moletons estavam bagunçados em uma prateleira no fundo do Closet.
— Vou na cozinha e volto pra arrumar isso ai. — Fechei a porta e sai deixando a porta do quarto entreaberta. Só vi as compras na mesa e nem sinal do Carlos e da Lurdes. Arumei tudo e terminei de fazer o jantar e o tempo passou ligeiro, quando vi as horas eram quase já passava das 10:00hs, deixei tudo pronto e subi pra arrumar as roupas. Entrei apressada no quarto e fui direto ao closet antes do patrão chegar. Estou terminado de colocar a ultima peça no lugar e ela cai da minha mão me abaixo para pegá-la, me levanto e termino de coloca-la no seu devido lugar.
— Quem é você? O que faz no meu quarto? Vire-se agora. — Uma voz estrondosa e rouca falou atráz de mim me causando arrepios pelo corpo inteiro. Me virei e levei o maior susto, ele tá pelado meu Deus. Levei a mão a boca e Fechei meus olhos. É uma visão um tanto excitante, coro com esse pensamento e um sorriso brota nos meus lábios, mais logo me recomponho. Nem bem chego e já vou ser demitida.
— Não vai responder minhas perguntas? — Disse impaciente.
— Se você se vestir posso responder sim.
— Pode abrir os olhos agora. — Retirei as mãos devagar e a visão daquele homem me deixa sem ar. Corpo esculpido perfeitamente, seus musculos definidos, uma barba que o deixa sex e um olhar penetrante e ao mesmo tempo mistérioso. E a boca maravilhosa. Não pensem besteiras eu sei apreciar um homem lindo e ele é um Deus grego. Mais o encanto logo acaba.
— O gato comeu sua língua, quem é você? Tava me roubando? O que você pegou daqui? — Pegou com força o meu braço me arastando de dentro do Closet.
— Você está me machucando, me solte e lhe explico tudo eu não roubei nada seu. — Ele me empurou e cruzoubos braços.
— Estou esperando. — Explique-se.
— Me chamo Mary e comecei a trabalhar hoje aqui. A Ana me contratou. Ela só não está aqui porque teve que sair as presas e pediu pra mim vir arrumar seu quarto. Não roubei nada senhor.
— Essa Ana vai me explicar essa história quando chegar. Já disse pra ela que não queria mais nimguém aqui. — Ele parece zangado.
— Não culpe ela senhor. — Tentei defender a Ana. — E por favor não me demita preciso muito desse emprego. — Baixei a cabeça e uma lágrima solitária escapou. — Por favor.
— Não implore eu odeio isso. É patético. Sai do meu quarto agora.
Quando ele falou isso, lembrei das palavras de August e não me contive. Saí correndo dalí, suas palavras me machucaram. Lembrei do meu filho e de como minha vida está um lixo. E parece que vai piorar ainda mais.
***
Esse Jonh é um grosso. 😥
Tadinha da Mary.
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Até o próximo!
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