CAP: 27 BÔNUS

Bonus Jorge

Esses dias aqui na empresa tá uma loucura, fora os casos que defendemos. Estou exausto tudo que eu quero agora é relaxar. Aquele cabeça de vento vai me deixar doido um dia desses. Eu gosto de trabalhar, aou um cara responsável, mas as vezes cansa.

Pego meu celular e ligo para a Sandra. Ela é ótima com as mãos...e um pouco mais...eu, safado sou não...mais gosto de apreciar os prazeres da carne. Diferente do John eu gosto de curtir a vida. Ela é minha massagista e faz outras coisinhas também.

"Calma meninas tem Jorge para todas vocês!"

Querem saber um pouco de mim?

Ops, só um momento que tenho uma ligação pra atender. Dessa vez não estou dirigindo deixei isso aos cuidados do meu motorista o Sérgio. É o meu pai.

#LIGAÇÃO ON #

- Alô.

- Até que enfim consigo falar com você. - Ixiii vivo ignorando suas ligações ultimamente. Ele mora fora do país mais precisamente em Paris. Ele e minha mãe foram embora quando a mãe do Jonh morreu. Meu pai era amigo da mãe do Jonh eles tinham um ligação muito forte. Por causa disso o pai do Jonh e ele não se batiam muito bem. Mais os dois tinham negócios juntos e a empresa da família do Jonh foi construída com a ajuda do meu pai também.

- Cadê a mãe? - Lá vem sermão.

- Agora você se lembra dela. A quanto tempo não vem nos ver seu ingrato. Eu deveria ter te deserdado. - Cara ele tá zangado.

- Aconteceu alguma coisa por aí? - Me esquivo do seu sermão.

- Será que um pai não pode querer ver o seu filho, falar com ele. Saber como ele está já que não se comunica conosco. - Meu pai é aquele tipo de pai que briga no começo da conversa e depois tá sorrindo. Ele é super gente boa. E confesso que de certa forma ele tem razão eu sou um filho desnaturado. - Você ainda tá aí?

- Estou.

- Quando vem aqui Jorge? Precisamos resolver sua situação.- Não entendi.

- Que situação senhor Adolfo? - Aí vem bomba.

- Quando vai se casar Jorge, ter uma família, filhos? Você nos deve isso. Nunca vai criar juízo nessa cabeça. Você tá é ficando velho e não novo. Quer envelhecer sem ninguém ao seu lado?- Essa conversa de novo. Por isso não lhe atendo. E fora que estou cansado mesmo é tanto trabalho.

- Pai eu não quero falar sobre isso. Estou muito bem desse jeito. Eu sei que o senhor é feliz com a mãe, e a ama...mais eu não penso nisso agora.

- E quando vai pensar Jorge? Eu e sua mãe não vamos viver para sempre. Se bem que isso não importa pra você. Nem liga para nós mesmos. - AFF meu pai chega a ser chato com essas chantagens emocionais.

- Você sabe que não é verdade. Não posso sair agora da empresa pra ir ver vocês...O John precisa de mim, tá uma loucura por lá e enquanto não resolvermos essa situação não posso sair.

- Como ele está? - Meu pai sempre pergunta pelo Jonh. Ele se preocupa com ele desde sempre. Seu tom de voz ficou mais leve.

- O senhor o conhece... No momento ele está bem. - Não vou falar da Mary senão é chuva de perguntas e não saberei como respondê-las.- O tio dele voltou e o senhor sabe como ele é.

- Ele voltou? - Sua voz mudou direpente. Está mais carregada. Nunca entendi direito essa desavença que houve entre os dois. Meu pai nunca foi de puxar briga com ninguém mais quando isso atingia a mãe do Jonh ele se transformava. Um dia pergunto o que houve. Nós éramos garotos não entendia muito bem as coisas. Só sei que o negócio foi feio.

- Sim...e tá doido pra por a mãos na empresa. - O telefone fica mudo.- Pai!

- Oi. Então fica de olho nele. Isso é uma cobra em forma de gente. Não confie nesse homem. Qualquer coisa me mantenha informado. - Meu pai deixou suas ações para mim e abriu uma empresa lá em Paris... Se desligou totalmente da empresa do Jonh... esse interesse repentino é bem estranho.

- Tá bom. Preciso desligar. Quando folgar por aqui prometo ir ver vocês.

- Nem vou falar para sua mãe pra ela não ficar esperançosa. Você nunca cumpre suas promessas. - Cara esse velho tá me relaxando.

- Dá um beijo nela. Eu amo vocês.

- Também te amamos. Se cuida. E liga... telefone é pra isso viu. Cuidado.

- Tá bom. Xau.

- Xau.

# Ligação OF #

Ficar longe da família as vezes nos deixa distante de certas coisas. Imagino agora como vai ser difícil para a Mary ficar longe do filho. Chego ao meu AP, desço do carro e caminho para a entrada. Pego o elevador e antes de fechar a vizinha gostosa do 35 pede pra segurar. Espero por ela que entra logo em seguida.

- Obrigada. - Ela sorri para mim.

- Disponha Lisa. - Lhe mostro meu melhor sorriso e ela se derrete. O elevador fecha e subimos.

"Meninas acho que nossa apresentação vai ficar pra outro dia."

Chego perto dela e cheiro sem pescoço. Ela se arrepia toda. Pego seus cabelos e lhe trago para junto do meu corpo.

- Quer ir pra meu apartamento? - Ela fala ofegante.

- Só se for agora. - Viro ela para mim e nos beijamos enlouquecidos. Eu amo as mulheres. Ela me aperta contra ela e o elevador para. Saimos nos agarrando pelo corredor até o seu AP. Ela abre a porta enquanto vou trabalhando. Entramos e nossas roupas são tiradas e jogadas pela casa enquanto não chegamos no quarto. Abro a porta e a jogo na cama. Já visitei este lugar algumas vezes. Estou só de cueca e ela olha para mim com a cara mais safada. Não perco tempo e me jogo sobre ela. Ela agarra-se ao meus corpo e meto com força dentro dela. Ela está toda molhadinha... Essa gata é fogo e o bombeiro aqui vai apagar esse fogaréu.

- Camisinha gostosa? - Falo ofegante.

- Na gaveta ao lado. - Ela fala enlouquecida. Visto meu meninão e a viro de costas. Pego seus cabelo e enfio meu garoto lá dentro. Lhe arrancando gritos e gemidos. Continuo as estocadas enquanto ela se contorce de prazer. Mudo de posição deixando ela sobre mim.

- Cavalga Lisa. - Ela me obedece e faz o que eu pedi. Pego seus seios que sobem e descem e os massageios. Ela geme e eu me deleito com a imagem dela sobre mim. Sinto que vou chegar ao me ápice e meu corpo se enrigesse. Ela continua subindo e descendo e não aguentando mais eu gozo. Puxo-a para mim enquanto esvazio meu garoto. Para satisfazê-la também enfio meu dedo no seu clitóris e ela fica louca. Massageio e estoco aumentando a cada instante a velocidade. Ela se contorce indicando que está quase lá. Seu corpo estremesse e sei que teve um orgasmo, continuo e mais um acontece... Quando sinto que ela está satisfeita lhe dou um beijo e me deito na cama. Ela vai se recuperando aos poucos. Olho para ela e coloco uma mecha do seu cabelo para trás.

- Preciso ir gata. - Ela faz cara de manhosa.

- Mais já?

- Sim baby. Foi um imenso prazer estar aqui com você. - Falo com a voz rouca e sedutora. Ela se derrete ainda mais.

- Pode aparecer quando quiser. - Ela morde os lábios.

- Sem sombra de dúvidas. - Pisco para ela e me levanto. Tiro a camisinha e jogo no lixo. Vou pegando minhas roupas espalhadas pelo chão.

- Pedaço de mal caminho. - Sorrio safado equanto visto minha calça. Minha cueca não achei.

- Se achar ela por aí, não deixe de me devolver. - Pisco e saio do quarto. Pego minha camisa e saio de seu apartamento. Pego o elevedor e a minha visinha me olha um pouco espantada. - Boa noite senhora Justine. - Sorrio e ela resmunga.

- Esse povo de hoje em dia não tem mais respeito pelos mais velhos. - Ela fecha a cara e eu sorrio dela. Me encosto na parede do elevador enquanto aguardo. Chego ao meu destino e me dirijo ao meu AP. Pego as chaves abro e entro. Jogo a camisa sobre a cama e me dirijo ao banheiro. Tomo um banho me enrolo numa toalha e saio do banheiro. Visto uma cueca e caminho até a cozinha, abro a geladeira e tomo um pouco d'água. Vejo o que tem pra lanchar. Faço um sanduíche, pego o suco e começo a comer. Amanhã me concentrarei no caso da Mary. Procurar mais informações sobre seu ex marido e conversar com ela sobre como devemos prosseguir.

Se o Jonh estiver gostando mesmo dessa mulher, como acho que estar. Ele precisa após o divórcio, pensar na possibilidade que lhe falei. Coloco o que sujei na pia e a camapinha toca. É a Sandra. Ando até a porta e abro. Apoio uma mão na porta e lhe olho de um jeito bem safado com um sorriso de canto nos lábios.

- Olá amore. - Ela sorri. E me olha de cima a baixo.

- Oi Jorge. Preparado.

- Eu já nasci pronto. - Ela entra e nos dirigimos a sala de massagem. Ela pede pra deitar e instantes depois ela começa seu trabalho. Ela tem as mãos divina.

- Pronto. - Ela fala depois dessa seção magnífica. Me viro para ela.

- Agora é minha vez. - Ela me olha safada e sorri. Hora do segundo round...

*****

Olá meus amores!

Um capítulo com nosso querido Jorge. Escrevi para vocês conhecerem um pouquinho desse lado safado dele rsrsrs e algumas coisas que aconteceram no passado. Espero que tenham gostado.

Deixem seus comentários sobre o que acharam do capitulo e seu voto que é muito importante.

Sobre a demora em postar... Peço desculpas. Vida de mãe, esposa e dona de casa não é fácil. Sei que vocês sabem!
Agradeço a compreensão de todos e amanhã como é meu niver tem mais....Vamos comemorar juntos!😄

Bjss e até o próximo!!!

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