CAP: 23
Jonh Wilker
Deixo a Mary na minha sala enquanto falo com o Jorge. Minha secretária me olha um pouco assustada. Ignoro e me dirijo ao meu destino. Tudo que eu quero agora é ir para casa e cuidar da Mary lá. A Ana chega hoje e amanhã não terei problemas em relação a isso. Ele está sentado em sua mesa com algumas pastas e papéis espalhando por todo lado. Uma zona eu diria. Sento na sua frente e ele me olha de sobrancelha levantada.
— Nossa, quer matar mais um além dos que já estão por aqui.
— Fala logo o que você quer ou você será o próximo. Sem brincadeiras.
— Cara o que houve? — Ele me analisa minuciosamente.
— Aquele imbecíl. Por pouco não estrangulei ele. — Ele se surpreende com o que acabei de falar. Meu plano A acabou de falhar.
— Jonh é melhor manter a calma antes de sair por aí matando as pessoas. — Ele fala sério. — Enfim precisa ser mais cauteloso. Esse cara pode ser burro pra umas coisas mais é muito esperto para outras.
— Eu sei muito bem disso. Se me conhece bem sabe que sempre tenho outros planos em mente. Mais fala logo o que quer.
— Por onde começo. O seu tio veio falar comigo e o conselho está me precionando para ficar ao lado deles.
— O que ele disse? E você de que lado vai ficar? - Falo sério.
— Ele tentou me convencer que você é uma pessoa ruim. Disse que tenho muito a ganhar ficando do lado dele. Que sou apenas um fantoche em suas mãos e que na hora certa vai me descartar. — Quanta bobagem, não sou igual ele. — Falou que se eu ficasse do lado dele teria metade da empresa para mim. Uma proposta bem tentadora sendo que eu sou apenas um sócio e tenho 25% das ações. — Ele sorri. - Mais ele só esqueceu que além de sermos sócios eu te considero um irmão. E nunca que eu faria isso com você. Falei pra ele e pedir que fosse comprar outro que eu não estou a venda. — Esse desgraçado. — Então já sabe de que lado estou. Tua sorte que eu te amo.
— Valeu... Sem melação. Não vou te beijar se é isso que está esperando. — Ele sorri e sei que posso contar com ele para o que der e vier. — Já imaginava que ele poderia querer te subornar. Valeu...
— Se esse é sua forma de agradecer não tem de que. — Não sei
— E essa bagunça. Você é sempre bem organizado.
— Cara isso é culpa sua. O conselho quer ver todos os documentos. Transações. Tudo... Então estou bem ocupado por aqui. E quanto ao seu amigo August... — Aquele animal.
— O Plano A não funcionou. Hora do plano B entrar em ação.
— Que seria?
— Nós tivemos uma briga feia então acredito que agora vai ser meio difícil de firmarmos parceria. Então, vou trancar todos os caminhos que ele possa ter de conseguir investimento. E no final darei o bote certeiro. Ele não vai ter para onde correr.
— Cara você é horrível. Não queria estar na pele dele. Meu contato está de olho por lá qualquer nova informação lhe informo.
— Beleza. Foi só por isso que me chamou aqui? — Lhe encaro. Ai tem mais. Ele me estende um papel.
— Isso chegou a pouco. Analisei primeiro antes de entregar a você. — Pego em minhas mãos e leio minucioso. Eu já previa isso. — É o que ele está te cobrando por causa da filha.
— Farei essa transferência da minha conta para a dele hoje mesmo.
— Fala com a Ana primeiro. Ela não vai gostar nada disso quando souber.
— Eu não me importo. Ele tá certo de me cobrar isso. Não ligo para o que ele pensa a meu respeito. Mais eu devo isso a eles...
— Jonh não ... — Não deixo ele terminar.
— Era só isso... Tem mais alguma coisa? — Ele me olha com cara de que eu estou fazendo a coisa errada. Isso não diminue o peso na minha consciência mais será um problema a menos.
— Por hora sim. — Levanto e saio da sua sala. Volto para a minha e a Mary está sentada. Deve estar com o pensamento longe.
— Oi. Você está bem? — Me aproximo dela devagar.
— Estou bem. Só pensando. Eu não quero te trazer mais problemas senhor Wilker. - Ela está falando isso por causa dele.
— Não fala isso... Minha vida já é um problema, então, já estou acostumado. — Pego em suas mãos e beijo delicadamente. — Esquece um pouco tudo isso e fique bem. — Ela sorri sem animação. — Vamos para casa. — Ela tenta se levanta mais o tornozelo dói e sai um gemido sofrego de sua boca.
—Droga...
— Opa. O que pensa que está fazendo? Não ouviu o doutor.— Pego-a nos meus braços e ela se assusta.
— O que o senhor está fazendo? — Olho para ela e sorrio. Ultimamente ela está sendo o motivos do meu sorriso.
— Te levando.
— O que as pessoas que trabalham aqui vão pensar.
— Eu não ligo para isso Mary. Eu duvido que alguém diga alguma coisa. — Saímos da minha sala e a Mary reluta um pouco e vamos em direção ao elevador. Eles olham meio incrédulos mais nada dizem. Saímos na porta da frente e o motorista já nos espera com a porta aberta. Deposito-a no banco com cuidado e o Francisco dá a partida sem nada perguntar. Todos sabem que não gosto de perguntas desnecessárias.
— Obrigada. — Fala enquanto me sento ao lado dela.
— Pelo quê? — Questiono.
— Por estar sendo gentil comigo e pela preocupação. — Só Mary para me falar isso. Tomo seu rosto em minhas mãos e lhe olho profundamente. Ela me traz sensações que nunca havia sentido.
— Eu que devo lhe agradecer pelo que está fazendo comigo. Eu não sei o que está acontecendo mais eu me sinto diferente com você, é tão confuso e ao mesmo tempo eu gosto. — Lhe beijo e ela passa seu braço pelo meu pescoço e o tempo é só nosso pelo menos por agora.
***
Chegamos e a carreguei novamente em meus braços para dentro de casa. Francisco anda a nossa frente carregando nossas coisas e a caixa térmica. Entramos e não vemos a Kate. Ainda bem, não quero me extressar mais ainda. Dei instruções ao Francisco para deixar as coisas na cozinha e minha pasta e a bolsa da Mary no escritório. Ao virar para subir as escadas ela se pronuncia.
— A onde vai me levar?
— Ao meu quarto
— Porque para o seu quarto?
— É melhor para mim cuidar de você. A Ana só chega mais tarde então, está noite vai ficar sobre meus cuidados. O médico recomendou repouso. E como a senhorita parece ser muito arteira é melhor ficar comigo. — Não quero ela perto da Kate assim tão indefesa.
— Eu sei me virar senhor Wilker. — Tentativas vâns de me convencer.
— Sem discursão. Já falei e pronto. — Ela assente e subo com ela em meus braços. A coloco sobre a minha cama e ela fica sem jeito. — Fique a vontade. Vou só fazer uma coisa e já volto. Quando voltar vamos tomar um banho. — Ela cora e eu sorrio malicioso.
— Deveria sorrir mais vezes. — Ela me olha com uma doçura no olhar que me faz a querer cada vez mais.
— Se você não fugir terá o que desejar de mim senhorita. — Ela aregalha os olhos e eu chego perto dela e tomo seus lábios com um beijo. Ela se entrega a mim e por um momento esqueço quem sou eu e me permito viver esses momentos ao lado dela.
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Olá meus queridos leitores.
Espero que tenham gostado do capítulo.
10k de visualizações e eu estou imensamente felizzzzzz.... Obrigada a todos vocês que acompanham meu Querido Jonh e a Mary... Muito tanks! 😘😘😘
Aiiii eu amo esse momentos do Jonh e da Mary e vocês? 😍😍😍
Não esqueçam de votar e comentar o que acharam. Bjss e até o próximo.
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