CAP: 12

Jonh Wilker

Estou em meu escritório pensando em tudo que a Mary me falou. A estória dela é bem sofrida. Falarei com o Jorge para pegar o caso dela. Ele é um excelente advogado.  Não quero me meter nisso. A Mary é uma pessoa muito boa mais eu tenho meus demônios que não me deixam esquecer quem eu sou. Um caso com uma criança não é o que eu preciso agora.

#Ligação ON#

Jorge!

— Bom dia pra você também Jonh. O que foi?

— Quero que pegue um caso em especial.

—De quem se trata? Para você está me pedindo isso deve ser alguém importante.

— É uma amiga. Mary Dias!

— Aquela que pesquisei pra você?

— Essa mesma.

— Estou confuso.

— Conversaremos sobre isso na empresa.

Beleza.

#Ligação OF#

Ouço batidas na porta! Escuto ela do outro lado da falando com alguém. Antes de dizer pode entrar a porta é aberta e a Kate entra de supetão, com um andar elegante e sex, deixando a Mary desconfortável.

— Jonh meu querido, já estava com saudades! — Ela se aproxima me abraçando. Olho por sobre seus ombros e ela não se encontra mais lá!

— O que você está fazendo aqui Kate? — Odeio quando as pessoas fazem isso.

— Adoro te ver assim Jonh. Falei pra você que eu vinha hoje aqui. — Ela fala  passando as mãos pelo meu peito, muito próxima a mim. Retiro suas mãos e dou a volta na mesa.

— Fala logo o que você quer. — Se os pais dela estão voltando é porque querem direitos na empresa. Depois que aquele asqueroso morreu eles tentaram assumir a empresa, mais eu não deixei. Dei uma fortuna pra montarem alguma coisa pra eles. O pior é que o Claus não abriu mão da suas ações, no entanto resolveu aceitar minha proposta. Deve ter gastado todo o dinheiro. Ele, a mulher e a filha são consumistas compulsivos e extremamente extravagantes.

— Poxa Jonh não fala desse jeito. Há anos não nos vemos desde aquela nossa noite e pensei que sentisse a minha falta. — Ela fala vindo até mim e sentando em cima da mesa com as pernas cruzadas, mostrando algumas partes bem convidativas. Não me levem a mal mais ela é uma linda mulher. 

— Não sei de nada, nem lembro desse dia. — Foi uma noite bem confusa e não me lembro de nada.

— Você gostou que eu sei.— Ela se aproxima ainda mais ficando de frente para mim. Eu sou homem e meus desejos carnais se manifestam. — Ai Jonh quero tanto te ter de novo. Sentir você inteiro em mim. — Afasto ela antes de fazer uma besteira.

— Vai ficar querendo. Vamos ao que interessa. O que você quer?

— Estraga prazeres. — Ela volta a sua posição e me inclino na cadeira. Veja bem quero ficar aqui na sua casa. E também trabalhar na empresa! O que me di? — Dou uma gargalhada.

— Você está de brincadeira não é.

— É sério Jonh. Estou cansada de passar necessidades sem poder comprar tudo que eu quero.

— Isso é problema seu. Não tenho nada haver com isso... Dei dinheiro suficiente pra vocês viverem e agora você vem com essa. — Levanto em busca de uma bebida, essa conversa está me deixando irritado.

— Nem pense em recusar eu sei do seu segredinho. — Nesse momento paralizo. Como ela sabe? Ninguém sabia além de mim e da Ana. Ela não contaria. — Eu posso ser muito má com você Jonh. Mais eu quero ser boazinha. Então o que me diz? Vai me deixar ficar ou não?

— Você não sabe de nada.

— Você que pensa meu amor. Isso pode ser muito ruim pra sua reputação Jonh. Tenho provas bem comprometedoras.— Desgraçada. Por enquanto não tenho outra alternativa. Mais ela que me aguarde.

— Tudo bem!

— Agora sim. E mais uma coisa. Eu quero você aqui e agora. — Mais essa agora.

— Não acha que você quer demais? — Bufei.

— Garanto que vai gostar.— Droga, droga, droga. Coloco mais wisky no meu copo e bebo tudo de uma vez. Desce rasgando pela minha garganta. Eu quero mesmo é arrancar a cabeça dela. Mais no momento preciso ser ardiloso e dá o bote na hora certa.

—Ninguém me ameaça tá me ouvindo. — Virei a encarando com desprezo.

— Vamos dizer que estamos tratando de negócios.

A pego de jeito viro-a de costa e retiro seu vestido deixando-a só de calcinha e sutiã. Ela dá  um gritinho. Levanto-a sobre a mesa, ela tira minha camisa e me beija. Não correpondo, pois a única que eu quero beijar é a Mary. Merda! Lembrar dela me causa repulsa do que eu estou fazendo.

Tiro a calcinha dela é ela retira minha calça expondo-me por inteiro. Enfio com força dentro dela o mais rápido que posso. Quero terminar logo com isso. Pego a camisinha na gaveta da mesa me visto e continuo estocando ela. Que geme feito uma louca. Ela está suada e isso pouco me importa. Meus pensamentos se voltam a Mary. Seu corpo delicioso, sua boca gostosa, e mais irritado eu fico. Boto ela de 4 e contínuo a investir agressicamente.

— Ai Jonh que selvagem... Adoroo... — Ela fala entre gemidos. Sem demora atinjo o clímax  e saio de dentro dela rapidamente. — Isso foi demais. — Ela se aproxima de mim. Nessa hora ouço passou pelo corredor. Droga ela viu.

— Pegue suas coisas e sai de perto de mim. — Não quero ver a cara dela.

— Mais Jonh, foi tão bom. — Kate tenta me tocar.

— Não me toque... Você é surda?... Sai daqui. — Grito com raiva na voz.

— Amanhã volto com minhas coisas. Fala para sua empregadinha arrumar um quarto pra mim. Não pense que acabou Jonh. Eu quero mais. — Minutos depois ela sai do escritório.

Vai sonhando...Visto-me e vou atrás da Mary. Ela deve está magoada. Mesmo não tendo nenhum compromisso entre nós,  sinto como se tivesse traído ela de alguma forma. Isso é muito estranho. Nunca me senti assim antes. Encontro ela na cozinha arrumando algumas coisas.

— Mary! — Ela se assusta,  parece que ficou um pouco tensa ao ouvir minha voz.

—O que desejas senhor? — Sua voz é fria e sofrida. Droga.

— O almoço está pronto? — Pergunto mesmo olhando tudo posto à mesa.

— Esta sim. Fui lhe chamar mais o senhor estava ocupado não quis incomodar. — Ela fala sem nem olhar na minha cara.

— Mary eu...— Ela me corta. E vira para mim. Fico um pouco sem saber o que fazer.

— Você não me deve explicações de nada. Eu sou só uma empregada sua.— Ela passa por mim, termina de arrumar a mesa e me sento.

— Mais alguma coisa senhor?

— Não. — Minha voz saí seca.

— Com sua licença. — Ela sai me deixando sozinho. Que burrada em Jonh. Você é um maldito filho da mãe. Deixo tudo como ela deixou sobre a mesa e saio de casa, pego minha moto e acelero sem direção.

***

Aii Jonh, estou muito decepcionada com você. 😥

Quero cortar a cabeça dessa vagaba e vocês? 😒😡

Que segredo é esse que ele tanto esconde? 🤔

Se vocês gostaram deixe seu voto  e comentem o que acharam do capítulo. Até o próximo.

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