CAP: 10 parte 2
Mary Dias
Continua...
Estou no bar esperando ele fazer seu discurso. Peço mais uma bebida e bebo enquanto ele discursa. Peço que seja gentil e no final do seu decurso ele me faz corar com suas palavras. Deixarei me iludir apenas hoje. Voltamos para a mansão e ele já me ga de jeito, o prazer que emana dele, se choca comigo e me sinto rendida aos seus beijos, seu cheiro, seu toque suas carícias. Estou experimentando uma sensação muito prazerosa ao lado dele.
Deixo meu vestido cair ao chão deixando claro o meu desejo por ele e que tome a mim como sua. Seus dedos em minha intimidade me deixando louca. Ainda não havia experimentado algo tão gostoso quanto isso. Ele sabe muito bem o que está fazendo. Só consigo me entregar e dizer algumas palavras mediante suas perguntas. Eu o quero, o desejo demais. E isso é tão errado.
Nem tenho tempo de raciocinar e ele já me joga em cima da cama e fica nu diante de mim. Isso é uma visão dos deuses. Um Deus grego brasileiro perfeito, não consigo evitar fazer uma cara sacada e envergonhada por rever novamente seu pau, minha intimidade clama por ele. Eu estou louca, muito louca. Pede pra mim abrir as pernas e não demoro fazê-lo.
A forma como ele anda sobre a cama, me faz sentir como um animal encurralada diante do seu predador. Ele está sex e perigoso demais. Ele me ergue e o que faz com minha intimidade é coisa de outro mundo.
Chupa com gosto, e o que eu faço, gemo feito louca...E o meu corpo fica tenso, sinto um formigamento que vem das minha pernas e perpasa por todo meu corpo. E um orgamo me toma e ele continua. Ai caralho ele vai me matar e mais outro. Nem me recupero e ele me vira enfiando com tudo se pau dentro de mim...que gostoso...isso é muito bom...ele...é não sei explicar.
Chegamos ao clímax e ele deita seu peito sobre o meu. Acaricio seus cabelos e estamos assim por um tempo, recuperando o fôlego e nossos corações batem desreguralizados.
*
Mary / Jonh
— Trasamos sem camisinha. Não quero que pense que eu estou querendo dá algum golpe ou algo do tipo. — Falo a ele deixando claro que não sou esse tipo de pessoa. Ele continua sobre mim.
— Eu sei, não se preocupa com isso. Sou bem grande para lidar com as merdas que eu possa fazer. Mais você não corre esse risco. — Seu carinho está tão bom. Me sinto estranho. Foi só uma transa. E porquê eu quero mais?
— O que te garante isso?— Pergunto curiosa. Ele é estéril será.
— Eu sou estéril. — Pelo menos nisso não serei como meu pai. Essa herança maldita não passarei adiante.
— E se sente bem em relação a isso. — Tem homens que não lidam muito bem com isso.
— Sim. — Saio de cima dela e me deito de lado. Espero mesmo que ela não engravide. Deveria ter sido mais prudente. Droga. Ela se senta na cama e fica de costa para mim. Fico a obervar sua pele nua. E meu coração palpita mais forte. "Jonh, Jonh, tá se apaixonando por uma desconhecida." Não estou.
— Isso foi um erro. — Coloco as mãos no rosto. Não deveria ter feito isso. Ele não quer nada comigo. Eu sei que me permiti por um momento me entregar a ele. Mais agora vejo que foi um grande erro.
— Como assim um erro? — Ela não gostou, será que foi isso!
— Nem nos conhecemos direito, sou sua empregada, isso vai ficar estranho.
— Sinceramente eu não me importo com isso. Eu quis e você também e é isso que importa. — Me levanto e fico ao lado dela. — Olha pra mim Mary. — Ela me olha curiosa e ao mesmo tempo confusa. — Você é uma mulher linda e se serve de consolo eu quero mais. — Pego seu rosto entre minhas mãos e a beijo delicadamente. Uma chuva cai lá fora e os relâmpagos e trovões estrodam iluminando o quarto.
É esse o sinal que estava esperando pai. Ele parece sincero. E isso me machuca porque não estou sendo sincera com ele. Abaixo a cabeça envergonhada e triste comigo mesma.
— O que houve Mary? Aconteceu alguma coisa? — Ela ficou triste de repente. Porque ela está assim. — Há alguma coisa que queira me falar?
— Esse é o problema aconteceu inúmeras coisas. — Como eu vou contar isso pra ele. A primeira coisa que vai fazer é me mandar embora.
— Então fala de uma vez. — Alguém lá naquela festa falou alguma coisa pra ela. Será que foi o homem que estava atrás dela.
— Eu menti para a Ana na entrevista de emprego. Meu nome é Mary Dias Bitencourt. — Enterro a cara nas minhas mãos.
Uma vaga lembrança me vêm a mente. Aquele homem August tem o mesmo sobrenome que ela. Não pode ser. Ela é casada com ele? Me afasto dela um momento. — Porque não me disse isso antes. Deixou pra falar agora depois do que acabamos de fazer? — Falo irritado.
— Eu fiquei com medo de perder o emprego, eu preciso muito dele. — Ele parece zangado!
— Se quer conservar seu emprego é melhor falar logo. — Merda, que porra é essa.
— Eu sou casada com August Bitencourt. E tenho um filho com ele. Mais fazem exatamente 2 meses e 15 dias que ele me jogou pra fora de casa e tirou meu filho de mim. — Não aguento e as lágrimas começam a descer. — Ele me enganou esse tempo todo que esteve comigo só por causa de uma empresa idiota. Não ligou para meus sentimentos. E agora estou longe do meu filho. Só menti porque preciso do emprego pra pagar um advogado e reaver a guarda do meu filho. — Ele não fala nada. — Por favor fala alguma coisa.
— Que droga Mary, você tinha que estragar as coisas né. — Casada e ainda tem um filho. Isso é demais pra mim. Pego minhas coisas e saio do seu quarto.
É Mary sua cota de azar não poderia estar mais cheia. Passada algumas horas sem saber o que fazer, tomo uma decisão. Quer saber eu vou embora daqui. Visto um vestido pego minhas coisas ponho na mochila e saio em direção a porta. Eu ia gostar de ficar mais um tempo por aqui. E vou sentir muita falta dele. Saio do quarto e passo pela sala, abro a porta e o vento gelado me arrepia toda.
— É chuva lá vamos nós de novo.
*
Casada, e tem um filho, isso martela meu juízo sem parar. O que eu faço com você Mary. Droga o que está pegando é uma criança no meio de tudo isso. Crianças não deveriam pagar pelos erros do pais. Não quero mandá-la embora. O que tivemos a pouco, foi tão intenso e tão gostoso, a hipótese de não a ver mais me machuca mesmo sem querer isso. Estou aqui sentado sem saber o que fazer. O vento da janela adentra ao quarto e a chuva se torna ainda mais densa. Levanto para fechá-la, ou terei um resfriado. Antes de fechar a janela, vejo ela sair com uma mochila nas costas.
O que ela vai fazer? Eu deveria deixar ela ir embora, mais não quero. Ela se entregou a mim e agora ela é minha. Eu tenho meus demônios dentro de mim. Meu passado é mais frio que o dela. Se ela souber nunca mais olhará na minha cara, me achará um monstro. Mesmo assim não quero que ela vá.
Desço a escada correndo e saio na chuva atrás dela. Consigo alcançá-la antes de chegar ao portão de saída.
*
—A onde pensa que vai? Eu não mandei você embora. — Ela está tremendo.
— Me deixa ir, vai ser melhor assim.
— Pra quem? Só se for pra você. — Puxei ela para mim. — Eu falei sério quando disse que te quero. Você é minha tá me ouvindo. — Beijei ela com todo desejo dentro de mim. — Agora vamos entrar ou vai ficar doente. — Os relâmpago ecoam no céu e voltamos para dentro de casa.
Estou tremendo, meu queixo está batendo de tão frio. Ele me quer. Devo ficar feliz ou não me iludir. Ele me leva para seu quarto.
— Pegue essa toalha e tire essas roupas molhadas. — Tiro minha roupa e ela fica me olhando. Se continuar me olhando desse jeito eu não vou me segurar.
— Desculpa. — É impossível não admirar tanta beleza. Ele dá um sorriso malicioso e vai ao closet, volta com uma camisa sua e de calça moleton. Sem camisa é um pecado.
— Toma vista isso.— Ela me olha com desejo nos olhos. Deixa a toalha cair e seu corpo nu me atiça novamente.Veste minha camisa e começa a aboatoar. — Deixa que eu faço isso.
— Ele aboatoa cada botão sem tirar seus olhos de mim. Estou sem calcinha e já me sinto pronta de novo...Ain que vergonha.
— Não fica assim. — Ela quando cora é linda. Não sei acho que minha loucura está piorando. A pego no colo e a deito na cama, me aconchego a ela e nos cobrimos. Ela ainda está fria precisa se esquenta e nada como meu corpo colada ao dela e alguns lençóis que não resolvam.
— Senhor... — Ele nem me deixou falar me beija e calando-me.
— Xiiii...Amanhã conversamos sobre isso. E pode me chamar de John. E assim grudada a mim ela adormece em meus braços enquanto velo seu sono.
***
Olá meus queridos!
Ainnn fiquei com o coração na mão.
Espero que tenham gostado. Deixem seu voto e seus comentários.
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