★14★
★Se passa nos dias atuais.
★ Quando aparecer S/a significa (seu apelido).
Pov•Temari
Hoje o dia estava terrível, a chuva não parava de cair lá fora, me levantei do sofá e abri a cortina. A vista do meu apartamento era linda, dei sorte de conseguir essa cobertura, bem no centro da cidade. As gotas de água cintilavam em minha janela, olhei para o relógio eram apenas nove da manhã. Ouvi minha cafeteira dar o sinal que o café estava pronto, sorri ao lembrar s/n havia me dado aquela cafeteira de aniversário. Meu peito apertou em uma saudade tremenda de não ter por perto. Deixando esses pensamentos de lado me jogo no sofá com uma coberta, busco o livro que está na mesinha de centro. Estava tão ansiosa para ler, o livro era de meu autor favorito que por acaso tinha como inspiração para protagonista minha amiga e o Hatake um dos meus clientes lá na floricultura. Quando estava prestes a começar a ler, mas fui interrompida pela campainha tocando.
Me levanto fechando meu cardigã, observo pela tela do tablet vendo quem está em minha porta, meu coração dispara e minhas pernas fraquejam ao ver aquele rosto tão conhecido. Abro a porta ofegante e sorridente, S/n está bem na minha frente. Ela sorri ao me ver, a explosão de sentimentos é tanta que pulei em direção a ela, abraçando-a.
– Eu também estava com saudades!– Diz ela sorrindo de orelha a orelha. Quase nem notei sua mão cheia de sacolas e sua roupa um pouco molhada.
– Vamos entrar! Você está ensopada... E o que é esse tanto de sacolas?
– Ah isso aqui?– Ela ergue as sacolas sinalizando. – São os ingredientes para nosso almoço, eu vou cozinhar hoje! Sinta-se honrada minha lady.
Ela sorria passando por mim sorrindo brincalhona, mesmo que fizesse dez meses que não a via, S/n continuava a mesma. Fechei a porta atrás de mim e corri para pegar uma toalha para ela. Quando cheguei à sala ela estava de calcinha e sutiã, senti minha intimidade pulsar e meu coração acelerar. Ela me viu e se aproximou, pegou a toalha em minha mão, sorriu ao ver minha situação e depositou um beijo no canto de minha boca. Sempre trocamos flertes e provocações mas não era sério e agora ela estava me fazendo querer como nunca quis antes.
– Eu pensei em preparar uma pizza, o que acha?– Diz ela jogando o cabelo para trás sorrindo ao amarrá-lo.
– Eu adoraria!– Digo sorrindo de volta.
Pov•S/n
Enquanto preparava a massa, Temari escolhia uma música para animar o local. A chuva não parava de cair lá fora, o gotejar ressoava no apartamento. Não pude deixar de notar o quão bela ela estava. Seu cardigã caramelo cobria o corpo, mas lhe dava destaques nas curvas, seus cabelos estavam presos em um coque bagunçado aqueles que você faz quando está com preguiça de se arrumar.
Ela escolhe a música, reconheço a letra e me pego cantarolando enquanto ela dança ao ritmo de 'Apocalypse', ela se vira sorrindo e anda em minha direção.
– Me conta como foi a viagem?!– Ela se senta na cadeira em minha frente apoiando o queixo nas mãos.
– Humm... por onde devo começar?– Amassei a massa da pizza mais um pouco– Bom, quando cheguei em Milão senti um peixe fora d' água, mas logo me achei. A moda lá é estupenda e sem falar o lugar...
Seus olhos estavam tão fixados em mim e mesmo que ela não percebesse, estava encarando minha boca, parecia querer me beijar, eu queria beijá-la também.
Larguei a massa, me aproximei a beijando, eu senti aqueles lábios macios no qual esperei por tanto tempo. Suas mão prenderam em meu cabelo me puxando para mais perto.
O beijo era calmo, mas cheio de vontade e desejo. Eu sabia que aquela mulher era a mulher da minha vida e Temari logo descobriria que fui feita para ela. Quando nos afastamos para respirar ela sorriu passando a mão nos lábios.
– S/a, esperei tanto por isso.– Ela sorriu se levantando e caminhando em minha direção.
Ela me beija, mas agora é um beijo necessitado. Sua mão se envolvia em minha nuca, minhas mãos apertavam sua bunda a impulsionando para meu colo. Caminho calmamente esbarrando vez ou outra em móveis ali perto, sinto minhas pernas baterem na mesa, deito Temari ali, beijando sua clavícula e depois traçando uma linha de beijos em seu corpo.
Ela soltava leves gemidos quando eu beijava suas coxas, com os dedos brincava com o cós de seu short, suas mão buscavam meus cabelos. Puxando o short e a calcinha tive a visão dela para mim. Uma de minhas mãos subiu pela barriga agarrando seus peitos, provocando-a passo minha língua em sua entrada a fazendo arquear as costas.
Seus gemidos soavam em meus ouvidos como uma bela ópera, me provocando e excitando a continuar, a chupando e colocando dois dedos nela, ela rebolava e pedia por mais. Sabia que ela estava quase chegando em seu limite, Temari me fazia querer vê-la ali implorando por mim. Aumentando meus movimentos sinto seu corpo se contrair chegando a um orgasmo em minha boca.
Ela se senta sorrindo me puxando para um beijo, suas mãos descem pela minha barriga parando no cós de minha calcinha. Seus dedos se movimentam circularmente em cima do tecido, sinto minha calcinha molhada, puxando o tecido para o lado ela penetra seus dedos em mim. Os movimentos atingem um ponto em que eu não consigo deixar de gemer, ela sorri ao me ver sob seu controle, esse era um fetiche dela e eu adorava estar nele.
Temari desce da mesa, sua mão não sai da minha intimidade nem por um segundo sequer, ela beija meu colo e em seguida começa a chupar meu clítoris apaixonadamente. A temperatura no ambiente começa a aumentar, nossos corpos pareciam ímãs atraídos um pelo outro. Seus dedos e sua língua se moviam em um ritmo combinado.
Meu corpo reage a cada movimento dela, é impossível olhar para aquele rosto safado que ela tem e não querer sentar nela, seus lábios beijavam e chupavam minha intimidade. Os gemidos já não estavam mais contidos em minha boca, meu corpo ardia em desejo, na tentativa de aliviar agarrei seu coque bagunçado a fazendo me chupar ainda mais. Senti que estava no meu limite e no momento em que ela atinge meu ponto mais prazeroso sinto o orgasmo me atingir e meu líquido escorrer entre minhas pernas.
Indo até o sofá ela se senta tirando o cardigã e o sutiã, tiro meu sutiã também. Vou até ela sentar em seu colo, ela puxa meu cabelo que atrapalhava seu caminho até meu pescoço. Ela beijava a região, me trazendo calafrios, enquanto seus dedos moviam-se na minha intimidade ainda sensível pelo orgasmo recente. Minha mão agarra seu peito enquanto a outra desce ao encontro de sua intimidade a masturbando, nossos corpos se movem em ritmos compassados, seus gemidos completam os meus. Sentimos que aquele momento era único e nosso, sinto sua intimidade pulsar e se desfazer em minha mão, minha intimidade pulsava e mais uma vez se entregava a ela.
Saí de seu colo caindo do seu lado no sofá, com as pernas ainda por cima dela caí na gargalhada.
– O que foi?– Ela tentava entender o que se passava comigo.
– Nada, nada ... sempre achei que éramos perfeitas juntas. – Ela sorri batendo na minha coxa, um sorriso puro. Meu estômago ronca alto fazendo a loira rir alto .
– Vou pedir uma pizza.– Diz ela rindo e se levantando.
Bônus (ib aos autores)
A música citada é Apocalypse cigarrette after sex
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