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𓏲.I MEET SARAH IN THE BATHROOM.៹♡ CAPÍTULO TRINTA E QUATRO
─── A SALA DE SAUNA

AINDA NÃO CONSIGO acreditar que você é parente de Denmark Tanny. — John B falou enquanto saía da pequena loja, jogando para Layla um pacote de sementes de girassol: — Estamos na presença de uma realeza?

— Um rei? — JJ engasgou: — Nós o coroaremos. Todos saudam o senhor de Tannyhill!

— Justo senhor. — Layla zombou, curvando-se ao lado dos outros.

— Ok, ok. Todos relaxem. Podemos relaxar, por favor? — Pope falou com olhares de descrença ao redor do grupo.

— Mudar para ponto de interrogação? — Sarah falou levantando as sobrancelhas.

— Ponto de exclamação, ela quer dizer. — Layla cantarolou em concordância.

— Estou com isso. — JJ acenou com a cabeça ao lado das palavras do par.

— Quando podemos nos mudar? — Kie sorriu.

— Porque não tenho onde ficar. — JJ acrescentou suas palavras.

— Poderíamos sempre ficar com a namorada rica do Henry. — Layla sugeriu encolhendo os ombros: — Ela tem literalmente uma sauna.

— Ter namoradas ricas é algo de família? — JJ olhou para Layla interrogativamente.

— Sabe, acho que sim. — a garota Winters cantarolou em concordância.

— Beliches? — Kie sugeriu.

— Beliches. Um brinde a isso. — JJ anunciou, segurando sua lata.

— Fico pensando na carta que Limbrey enviou. — Pope falou enquanto esfregava o lado da cabeça: — Tinha o símbolo do trigo. Isso deve significar que tinha algo a ver com o Mercador Real.

— Sim. Algo parece suspeito. — JJ assentiu com ele.

— Mas se encontrarmos aquela cruz, podemos dividi-la como se fôssemos dividir o ouro. — Pope acrescentou rapidamente, olhando para o grupo.

— Sim, estou com isso. — JJ deu uma pequena comemoração.

— E viver felizes para sempre? — uma nova voz interrompeu, Layla virou a cabeça e encontrou Limbrey e Reinfield subindo o pequeno convés em direção a eles.

— Você agrediu meu pai. — Pope olhou furioso enquanto dava um passo em direção a ela, Reinfield bloqueando-o.

— Oh, eu não agredi ninguém. — Limbrey balançou a cabeça, Layla estendendo a mão para afastar Pope do homem.

— Ele pode identificar o psicopata a um quilômetro de distância. — Kie ergueu as sobrancelhas.

— Especialmente quando ele tem uma aparência tão... Distinta. — Layla olhou para Reinfield com todo o julgamento que ela tinha dentro dela.

— Por que meu funcionário agrediria seu pai? — Limbrey perguntou num tom falso de choque: — Isso é um absurdo. Ouça, podemos continuar negociando, mas o fato é que eu quero a chave.

Pope avançou enquanto Reinfield o empurrava.

— Ei! — Kie exclamou.

— E não vou parar até conseguir. Não tenho escolha, o que significa que você também não. — Limbrey falou com um olhar sério para Pope. Layla, mais uma vez, empurrou a mão do homem do peito de Pope.

— É Limbrey, certo? — John B falou, fazendo todos olharem para trás e verem a chave de ouro girando entre seus dedos: — Está certo?

— Sim. — ela engasgou ao colocar os olhos na chave.

— É isso que você está procurando? — John B perguntou curioso, apontando para a chave de ouro.

— É sim. — ela falou em desespero.

— Olhando para a maré agora, eu diria que ela tem cerca de 6 metros de profundidade lá fora. — John B falou enquanto semicerrava os olhos em direção à água, olhando em sua direção novamente: — Então, se eu apenas jogasse no canal, a probabilidade de você encontrá-lo novamente é quase nula. Quer tentar? Pronta?

John B foi jogar a chave enquanto Limbrey entrava em pânico: — Não! Ei! Por favor, não faça isso.

John B recuou com um aceno de cabeça em direção a Reinfrield: — Faça com que ele recue.

— Claro. — Limbrey disse imediatamente enquanto olhava para Reinfield: — Recue.

Reinfield revirou os olhos enquanto dava um passo para trás, Layla lhe dando um sorriso. — Desculpe, você não conseguiu o que queria, querido.

— Como eu disse desde o início, estou disposta a ser razoável. — Limbrey olhou para Pope com olhos gentis e manipuladores.

Pope olhou para John B. — Ok.

— Ok? — ela ficou boquiaberta, estou surpresa.

— Vou te dar a chave, mas quero a fita. — o garoto mais alto falou sério com a mulher mais velha.

— Ah, claro. Claro. — Limbrey assentiu rapidamente.

— Pope. Ei, ei, ei. — John B seguiu em frente enquanto caminhava em direção a ele: — Você não precisa fazer isso.

— Ele tem razão. — Layla acenou com a cabeça, endireitando-se e bufando. — Eu posso levá-la.

Sarah estendeu a mão para dar um tapinha em seu ombro.

— Não, está tudo bem. — Pope os tranquilizou.

— Cara, esta é a sua família. — John B tentou novamente.

— Ei, está tudo bem. Está tudo bem. — Pope agarrou seu ombro com um pequeno aceno de cabeça: — É sobre o seu pai. É muito mais importante.

John B entregou a chave para Limbrey enquanto ela suspirava de alívio: — Oh, você é um bom amigo.

— A fita? — Pope questionou com um leve levantar de sobrancelhas.

— Sim, dê a ele a fita. — Limbrey acenou com a cabeça para Reinfield com uma pequena bufada. Reinfield enfiou a mão no bolso e colocou-o na mão de Pope, com um olhar bastante duro e arrogante.

— Sabe, eu gostaria que você tivesse tomado essa decisão mais cedo. — a loira suspirou enquanto cambaleava nas muletas. — Poderíamos ter evitado todo esse desconforto.

— Prazer em conhecê-la! — John B chamou enquanto a dupla se afastava.

— Vejo você por aí, Pope. — Reinfield olhou para o garoto com um aceno de cabeça antes de seguir Limbrey.

— Apenas vá. — Kie bufou.

Eles esperaram até que o par estivesse longe dos ouvidos antes de JJ falar: — Quanto tempo você acha que temos até que ela perceba que está com a chave antiga do seu pai?

— Alguns minutos. — John B cantarolou.

Pope se virou com um olhar boquiaberto: — De quem foi a ideia da chave falsa? Sua?

— Não. — Layla disse: — Quando foi que tive uma ideia tão rápida?

— Ela tem razão. — Sarah cantarolou, colocando o braço em volta de Layla.

— Chocante, mas não foi minha. — Kie balançou a cabeça.

— Hmm, eu não sei. Devemos contar a ele? — John B perguntou enquanto JJ semicerrou os olhos, colocando um braço em volta dele.

— Estou impressionada, talvez você seja bom para alguma coisa. — Kie brincou com a dupla.

— O inferno congelou? — Pope ficou boquiaberto.

— Até um porco cego às vezes consegue encontrar uma bolota. — JJ deu uma risadinha quando Pope e John B colocaram o braço em volta dele.

— JJ, você é o melhor porco cego que já conheci. — Layla agarrou seu rosto para dar um beijo em ambos os lados de seu rosto. — Tendo um momento de mãe muito orgulhosa, agora.

— Muito orgulhosa ou em êxtase orgulhosa? — JJ perguntou a ela.

— Além de extaticamente orgulhosa. — Layla o envolveu nos braços e beijou sua testa.

— Temos que levar a fita para Shoupe. — John B interrompeu com um aceno de cabeça.

— Sim, senhor. Ward Cameron, estamos indo atrás de você, garotão. — JJ comemorou. O sorriso de Layla desapareceu quando ela olhou para Sarah, vendo a leve expressão de tristeza em seus olhos.

— Namorada? — Layla chamou com um sotaque terrível, profundo e pesado.

— Namorada. — Sarah fez isso de volta, pegando sua mão enquanto Layla a puxava.

— Você está tendo dúvidas? — Layla passou os braços em volta dela enquanto elas balançavam levemente, seus amigos voltando para o twinkie.

— Não. — Sarah franziu a testa e encolheu os ombros. — Mas, você sabe.

— Ainda é sua família. — Layla concordou com a cabeça. — Entendi.

— Como você lida com o fato de enfrentar seu pai? — Sarah perguntou, inclinando-se um pouco contra ela enquanto suas testas se pressionavam.

— Eu segurei minha namorada. — Layla brincou enquanto Sarah dava uma pequena risada: — Não, acabei de lembrar que tinha que me colocar em primeiro lugar. Não importa o que aconteça, sei que meu pai estava errado. É isso que você precisa fazer e pensar em como reviveu você sentirá sabendo que não viverá com medo.

Sarah sorriu para ela: — Você sempre é uma namorada tão boa?

— Acontece que eu era a mulher dos sonhos de todos, você tem alguma concorrência, Sarah Cameron. — Layla assentiu enquanto Sarah ria, a dupla indo em direção ao Twinkie antes que o telefone de Layla tocasse. Tirando-o do bolso, ela olhou para a mensagem.

Mel: Eu tenho uma pista, preciso que você chegue em casa agora mesmo.

— Mel! — Layla chamou enquanto entrava na grande casa cerca de quinze minutos depois, olhando em volta quando não tinha visto ou ouvido ninguém: — Mel! Henry!

Um sanduíche meio comido estava sobre o balcão, e alguns documentos por perto. Layla olhou para cima da escada. — Vocês estão aí em cima?

Um pequeno baque chamou a atenção de Layla, subindo as escadas enquanto sua mão roçava o corrimão. — Ei, estou aqui, onde estão vocês?

Layla fez uma pausa, o silêncio enchendo seus ouvidos antes de ouvir um baque surdo no final do corredor. A sala de sauna tinha vapor saindo dela, a porta se abriu ligeiramente. Layla deu uma olhada estranha. — Melanie?

Ela se aproxima, confusa, o vapor atingindo-a quando ela abre a porta. A sala da sauna parecia vazia para sua surpresa, olhando ao redor em busca de qualquer sinal de Mel ou Henry ali. Layla recuou antes de sentir um par de mãos empurrar suas omoplatas, seu corpo caindo na sauna. Quando ela se virou, a porta foi fechada e trancada por fora.

— Espere! — Layla bateu na parte interna da porta, o vapor nublando a janela enquanto ela tentava afastá-la: — Ei! Deixe-me sair daqui! Espere!

Layla apenas avistou uma figura se afastando, descendo as escadas correndo. Layla bateu na porta novamente, suando logo depois que o desconhecido aumentou a temperatura. Ela tirou a blusa, procurando algum termômetro para diminuir o aquecimento, ou melhor ainda, desligar. Layla enfiou a mão no bolso, sua visão embaçada por causa do calor. Ela encontrou o contato, tropeçando e caindo no banco.

— Olá? — Henry perguntou do outro lado da linha: — Layla?

— Henrique. — Layla bufou, sentindo que não conseguia respirar. — Socorro.

— Layla? — Henry perguntou em pânico, um farfalhar vindo do alto-falante. Layla recostou-se, respirando fundo enquanto o calor a prendia no quarto. — Onde você está?

Layla tentou responder, sua visão ficou embaçada quando ela desmaiou.

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