01. há sempre uma primeira vez para tudo

Dedico esta fanfic a estes dois seres maravilhosos:

NeoSayu uma das maiores filhas de taeten no mundo. Dedico-te esta fanfic por vários motivos que já deves tê-los em mente. Desculpa por ter mentido sobre a fanfic ser somente johnjae, eu tinha de fazer isso KKKKKKKKKKKK. (Não me batas, quero amor).

TheLastPendragon e tu, meu amor? Estou muito grata por ajudares-me a ter ideias para o Plot. Muito obrigada mesmo. Não sei o que faria sem tu kkkkkkkkkkkkkk. Dedico-te também por amares taeten, e porque mereces todo o amor do mundo.

Eu amo-vos e espero que, principalmente, vocês duas, gostem.

(...)

Porque as coisas estragam ou deixam de funcionar a meio? O mundo podia ajudar fazendo com que isso não acontecesse. Os humanos viveriam uma vida mais tranquila do que nunca, o que era impossível. A vida não é fácil, mas podia ser.

A terra, naquele momento, estava a conspirar contra Lee Taeyong. A sua carroça velha, dada pelo seu avô, antes de ele bater as botas, tinha muitos anos de criamento e uso. E o que isso originou? Bem... Um Taeyong raivoso e puto da vida. Logo agora? Logo agora que estava a viajar sabe-lá-para-onde? Exatamente. Ele não sabia para onde iria, só sabia que queria dormir e comer. Precisava de um sítio para dormir que não fosse o seu carro velho empoeirado caindo aos pedaços, literalmente.

Parou o carro fora da estrada. O capô deitava fumo cada vez mais rápido. O porquê disso? Não sei dizer. E acho que o dono do carro também não.

Desligou o carro e abriu a porta, pronto para perder a paciência que não tinha há muito tempo. Estava cansado e farto de conduzir por horas seguidas, precisava de descanso, urgentemente.

Digamos que permanecer sempre no mesmo lugar não é o forte de Lee Taeyong. Ele precisa de conhecer novos sítios, cidades, países, etc. Desde que ele possa ir de carro, tudo tranquilo. Odeia aviões; muita hora no ar, dão comida caríssima que no prato não vem quase nada, só umas migalhinhas. E para ir à casa de banho? Tens de perturbar a pessoa ao teu lado para conseguir ir ou tens de ser acordado do teu sono. E quanto ao número de casas de banho? Oras, só há uma e é se queres! Várias pessoas usam a mesma casa de banho durante o voo. Isso está longe demais de ser higiénico. Tem muito barulho, quanto ao mesmo tempo não tem. Quando há crianças no mesmo voo que o teu, bye bye sono. Quando tem gente constipada no mesmo voo que tu, bye bye saúde. As pessoas não têm cuidado nenhum e tu muito menos tens opção para fugir disso porque não podes mudar de lugar.

Péssimo.

Por isso, Taeyong prefere mil vezes viajar pelo mar ou pelas estradas. Sempre é a melhor opção que aviões.

O silêncio que o mar proporciona é só uma sensação perfeita, não há igual. Pode-se fazer, basicamente, o que se quiser lá dentro, pode-se viajar sozinho. Num carro é igual, só que conduze-se por conta própria e o aproveito que ele tira disso é diferente ao ver dos outros. Taeyong ama viajar de carro.

Ele sente que, quando é ele a concretizar os seus próprios objetivos, ele consegue sentir o esforço e a força de vontade que consegue obter para isso. Não espera que as outras pessoas façam isso por si. Tae é independente ao mesmo tempo que é dependente do Johnny.

Tae passa (quase) a vida a viajar para conseguir obter inspiração, a vontade de criar mais mais e mais conteúdo. Respirar novos ares faz a sua mente clarear e os stresses evaporarem. Consegue respirar mais calmamente, consegue relaxar os músculos tensos pelo stress. Viajar é bom, mas é ainda melhor para ele, porque isso faz com que ele se liberte. A sua inspiração aparece num estalar de dedos e, prontos, tem uma ideia para a próxima revista da empresa, da qual vai fazer parte mais uma vez.

Taeyong é muito grato ao Johnny por ajudá-lo a fazer com que consiga separar-se da empresa JCC por um tempo indeterminado. Enquanto Taeyong aproveita os novos ares, cultura e alimentos, a empresa torna-se num caos completo. Não podem avançar com a próxima revista se querem que Taeyong participe. Por isso, quando decidem criar uma nova revista com novos conteúdos, deixam-no viajar muito mais cedo. Contudo, às vezes a mente do Taeyong fica uma tela em branco, sem nenhum vestígio de alguma cor ou algo do género.

É. A mente dele consegue ser um caos às vezes.

Voltando para mais um problema em "Vida De Merda E Zero Sorte De Taeyong Lee", ele não sabia o que fazer. A estrada estava deserta, zero aves. Tentou acalmar-se, respirando fundo várias vezes. Abriu o capô, mas não foi esperto o suficiente para tapar o nariz antes disso, o que originou uma tosse seca, da sua parte. Idiota, repetia mil vezes na sua mente. E agora? Pegou no seu telemóvel, com a ideia de ligar para Johnny, Jaehyun ou qualquer ser na terra que o pudesse ajudar. Mas aí lembrou-se que percorreu o caminho inteiro sem GPS porque não havia rede. Boa, meus parabéns.

Calma... respira — tentou e tentou algumas vezes, até ter a brilhante ideia de caminhar até encontrar qualquer coisa que o pudesse ajudar. Sei lá. Algo.

Fechou o capô, trancou o carro e ligou a lanterna do seu telemóvel. Enquanto caminhava, lembrava das vezes em que Johnny avisou-o para comprar um carro novo. Se soubesse do estrago que o carro fez sozinho desta vez, provavelmente, repetiria o que dizia sempre, quando havia uma avaria: é o que faz gostar de latas velhas. Ele pode ter razão, mas as latas velhas são uma relíquia para Taeyong. Esse estilo de carro clássico tem muitos anos, mas tantos anos que ele não queria acreditar. Taeyong ama esse estilo e quando o seu avô deu-lhe aquela beleza o seu queixo caiu em perfeito "oh".

Enquanto apreciava um mundo sem preocupações que havia criado na sua mente durante minutos de caminhada, deu de caras com um estabelecimento. Um bar.

— Caralho! Um bar de beira de estrada! — exclamou sozinho, super animado — Não acredito, velho! — saltou e surtou. Mas parou, não queria que alguém o tivesse a observar, vai que né.

Não sabia por quanto tempo havia caminhado, mas isso já não lhe preenchia a cabeça. Estava tão animado por ter encontrado um bar no meio do nada que não conseguia pensar em outra coisa. Um fato curioso (ou nem tanto): Taeyong Lee ama bares de beira de estrada. Sim, estranho. Mas não se pode fazer nada.

A única luz que pairava ali era o vermelho néon no letreiro. YT's Bar. Interessante. Mas, o mais interessante (ou não), é Taeyong não fazer a mínima ideia de como ler o nome do bar. Provavelmente, perguntaria a alguém que estivesse lá dentro. Sim, ele tem a audácia de fazer isso e muitas outras coisas. Possivelmente, bêbado, porque sóbrio, Deus me livre.

Parando por uns segundos, Taeyong apercebeu-se de que o bar não transmitia um som agressivo ou algo do género. Era super calmo, calmo até demais, pensava. E isso tornou-se um fato curioso ao seu ver. Qual bar não fazia barulhos imensos? Este mesmo.

Caminhou até conseguir alcançar a parede gélida de madeira. As janelas eram de um estilo "mais velho", mais antigo, digamos. Uma linha fina preta dividia a janela ao meio e Taeyong conseguiu obter, mais ou menos, uma boa visão de lá de dentro.

Era super aconchegante. Um bar pequeno, com pouca movimentação, mas tinha um bom grupo aglomerado de pessoas. Estilo anos noventa, a cor vermelha néon pairava quanto do lado de fora quanto do lado de dentro. A vontade de entrar era imensa. Queria sair de perto da janela antes que alguém visse-o e chamasse-o de bisbilhoteiro. Não queria, até porque não era um (só de vez em quando).

Afastou-se da janela e decidiu entrar. O frio do lado de fora juntou-se ao calor do lado de dentro. Um arrepio passou pela sua espinha dorsal e foi parar à sua nuca. Parecia um choque térmico. Hipérbole a minha, desculpa. Mas foi assim mesmo que ele sentiu-se. As suas mãos, que antes estavam queimando pelo frio, agora, estão queimando pelo quente (adicionemos os seus dedos dos pés também). Imaginaria a sua meia rota logo no dedão do pé (é muito provável, acreditem). Tinha a mania de usar meias menores que seus pés de biqueira larga e depois dava nisto. Conseguia sentir o seu dedo gélido aquecer. Não é meme.

Seria mentira se eu não dissesse que Taeyong parecia a estátua da liberdade na entrada do bar. Poderia estar a estorvar a passagem de alguém, mas estava tudo ao redor de um mini palco onde estava um aglomerado de pessoas e o possível cantor, que por acaso, tinha uma voz super delicada e angelical.

As paredes pareciam ter um papel de parede com impressão de tijolos pretos, cobertos de pequenos (ou não) posters sobre alguma coisa que Taeyong não fazia a mínima ideia do que seria e também não queria fazer questão de saber. Tinha assuntos mais importantes para tratar, já que a vida da sua lata velha (que nem Johnny se referia a ela), estava pelo ralo.

Poderia pedir ajuda e um lugar para dormir, se é que ali tivesse isso.

Mas né, estão no meio do mato, impossível irem embora daqui numa hora destas, impossível. O estranho é não haver nenhum carro na entrada. Taeyong cerrou os olhos, estava tudo muito estranho, mas precisava pensar no seu objetivo principal: pedir ajuda.

— Boa noite. Queria saber como se pronuncia o nome do bar, por favor — não queria chegar logo assim, mas também não sabia como iniciar um diálogo na situação em que se encontrava. Na verdade, Taeyong Lee nunca se dava ao trabalho de pensar em algo "desnecessário" ou "desinteressante". Realmente, não consigo encontrar palavras corretas para descrever, mas acho que deu para entender.

— E porque tanta curiosidade? — o suposto barmen arqueou uma das suas sobrancelhas, junto sua questão. Decidiu atacar com outra pergunta, escusado. Poderia, apenas, responder logo de uma vez em vez de enrolar. Taeyong não gostava de enrolações, mas decidiu deixar um pouco o seu mal humor de lado.

— E porque tanta dificuldade em responder de vez? — ou talvez não.

— Porque isso é uma pergunta escusada. Ninguém vai num bar perguntar como se pronuncia o nome — engraçado... a maneira como ele parou o que estava a fazer para dar a sua total atenção (ou nem tanta), ao Taeyong foi rápida. Seu cabelo curto preto acentuava-lhe muito bem. E Taeyong nem quis pensar na sua camisola regata preta que demonstrava os seus poucos músculos. Engoliu em seco. Não estava nada à espera disto.

— E como eu não sou ninguém, eu perguntei. Só basta responderes.

— Se eu quiser — desafiador. Desafiador igual seus olhos negros que nem uma navalha super afiada. Tentador.

— Ok, Senhor Eu-Mando-Aqui-E-Tu-Não. Vais continuar a fazer birra? — Taeyong estava querendo brincar com um possível fogo, mas não estava pensando em recuar.

— Eu, Senhor Eu-Mando-Aqui-E-Tu-Não, na realidade, eu mando mesmo aqui. Só não parece. Mas enfim, queres mesmo saber como se pronuncia? É que isso é estranho, ninguém nunca perguntou antes.

— Podes sempre querer brincar com a minha cara, mas dizer que um simples empregado gerência um bar foi demais. Mas sim, eu quero saber mesmo como se pronuncia — sorriu cínico. O cara há sua frente deixou um riso fraco sair de seus lábios. Não queria acreditar na ousadia desde cliente sem noção. Onde já se viu isto? — Ah, e, ser estranho é uns dos meus nomes.

— E ser um Completo Otário está incluído no seu nome? Acho que sim — entortou a boca para o lado, rindo seco depois. Taeyong ficou com cara de tacho, só mais uma expressão engraçada, entre muitas.

— Ok, ok. Acho que há aqui um mal entendido...

— O único mal entendido aqui é tu entrares no meu bar e brincares com a minha cara. Isto aqui não é um bar de putas para dizeres o que quiseres para quem quiseres e faltares ao respeito. Aqui a palavra respeito é utilizada frequentemente, então espero que a adiciones no teu vocabulário de merda. E, se poderes fazer o favor de retiras-te do meu estabelecimento, eu ficaria muito grato. Agora.

E, neste momento, Taeyong Lee deu conta que estragava tudo só com um abrir e fechar de boca.

(...)

Várias horas passaram desde que fora expulso do YT's Bar. Nunca tinha sido expulso de qualquer estabelecimento, havia sido a sua primeira vez. Agora vou usar aquele ditado: há sempre uma primeira vez para tudo. Há, mas para a situação em que se encontrava, isso poderia ter sido evitado.

Eram quase quatro da manhã da última vez que checou o horário. Não sabia por quanto tempo mais iria ficar ali, sentado no chão e encostado à parede do bar. Várias pessoas já tinham saído de lá. Não se ouvia mais uma voz angelical e delicada, somente o som das cigarras dentro da relva ao seu redor.

A porta do bar foi aberta bem do nada assustando-o. Caiu para o lado com a mão no peito.

— Jesus Cristo. Pai amado.

— O que ainda fazes aqui, otário? — ah, boa. O Senhor Eu-Mando-Aqui-E-Tu-Não ainda está de mau humor. E agora? Como iria pedir ajuda, logo a ele?

— Nossa. Que bela recepção. Até fez-me rir — reuniu forças suficientes para conseguir-se levantar do chão de madeira.

— Deixa-te de ironia, isso cansa — saiu andando na frente, sendo seguido por um Taeyong que encolhia-se cada vez mais pelo frio. Não sabia aonde estava indo, só sabia que estava seguindo um cara que havia irritado pra caralho e que, possivelmente, poderia dar-lhe um bom soco na cara.

— Como não tens frio, seu merda? Deixas-me com impressão só de regata. Tu é o fogo, por acaso?

Riu.

— Cuidado com o fogo — aproximou-se do seu corpo, depois de ter deitado o lixo no caixote adequado — Ele queima — sussurrou.

A sua voz arrepiou ainda mais a sua espinha. Porque o seu corpo estava "correspondendo"? Ele era um desconhecido, não havia motivos. Havia, sim. Só Taeyong que não queria assumi-los pelo orgulho. Aliás, acabaram de se conhecer, certo?

Errado.

— Tenha calma, macho alfa — debochou e percorreu o mesmo caminho de volta — Não precisas estremecer.

— Eu tremi por causa do frio, otário.

As suas bochechas foram-se aquecendo aos poucos. Porque havia ficado envergonhado? Oras. Seu corpo correspondeu de uma maneira que não sabia explicar e o culpado disso notou o seu descuido. Porque o seu corpo estava assim, daquele jeito? Não tinha motivo nenhum para reagir assim.

É nestes momentos, nunca antes presenciados, que Taeyong preferia nem ser um ser vivo com duas pernas, dois braços e um tronco enorme. Às vezes desejava ser um hamster. Não sabia o porquê de, realmente, querer ser um animal de estimação, vulgo um hamster. Só achava-os engraçados e super fofos.

Correu para conseguir alcançar a porta antes de fechar. Adentrou o local, mais uma vez, e contemplou-se pelo ambiente estar super quentinho. A falta do calor que Taeyong sentia...

— O que fazes aqui dentro? Get out! — ui, inglês.

— Oia lá. O inglês! — riu. Não sabia o real porquê de estar rindo de um mandato de ser expulso do bar de novo, mas estava divertindo-se com a cara de tacho do cara sabe-se-lá-o-nome.

— Quando eu pegar numa garrafa de bebida super cara e acertá-la nessa sua bela cara de merda, quem vai rir serei eu.

— Nada agressivo, de fato — suspirou. Estava começando a tornar-se chato a maneira de como Taeyong tratou-o da primeira vez e junto as ações do, até então, desconhecido. Queria emendar isso, mas não seria fácil por duas maneiras. A primeira: seu ego inflamado que iria desinchar e não queria. A segunda: o cara era difícil mesmo, minha nossa. Não se lembrava da última vez que deu de caras com alguém assim. Achava que nunca mesmo.

Realmente, há sempre uma primeira vez para tudo.

— Ten, já terminei de arrumar as mesas, até amanhã! — um cara surgiu do além e chamou este imbecil que está por detrás do balcão fazendo sei lá o quê, de Ten.

— Podes ir descansar. Até amanhã! — sorriu.

Uau. Ele sabe sorrir. Ele sabe sorrir? Taeyong fez uma expressão de indignação para o nada. Não queria acreditar que, realmente, este ser que tratou mal e recebeu o seu mal de volta, sabia sorrir? Isso sequer é possível?

— Ten. Ten? Porque, Ten? Número dez em inglês ou algo do tipo? — Taeyong começou a tagarelar mais uma vez naquela noite sem parar. Coçou a nuca, tentando procurar alguma forma de responder às suas próprias questões, já que o Ten-qualquer-coisa não responde.

— Meu nome é Ten, sim.

— Só Ten?

— Claro que não, imbecil!

— Aí, para de me insultar! Já chega, né — fez expressão de emburrado. Não negaria se dissesse que estava ficando um pouco magoado de tantos insultos, mas foi ele próprio que originou isso. Então, era só arcar com as consequências.

O garoto suspirou.

— É claro que o meu nome não é só Ten — o volume da sua voz mudou para um mais calmo e como se nada tivesse acontecido. Talvez teria deixado isso de lado — Eu não sou coreano e o meu nome é demasiado complicado para as outras pessoas pronunciarem a não ser a população da minha terra natal. Por isso, opto só para as pessoas chamarem-me de Ten, mesmo. Muito mais fácil.

— Sem querer ser evasivo... — Ten arqueou uma sobrancelha e sorriu de lado, esperando o que viria a seguir — Posso saber o teu nome todo para eu tentar adivinhar de onde és? — Esteticamente falando, Taeyong mudou a sua postura para uma mais tranquila da forma em que foram trocando as palavras mínimas. Estavam fazendo progressos, ambos aperceberam-se disso. E, Taeyong, não queria estragar isso.

— Tudo bem. Só não faças cara de tacho.

— Mas cara de tacho é uma das minhas expressões mais utilizadas, cara — riu nervoso.

— Hm. Cara — fechou a expressão.

— O que foi?

— Nada não.

Taeyong cerrou as sobrancelhas. Foi o "cara" que estragou tudo? É sério? Estavam fazendo progressos super rápido, só por uma palavra ele tinha que amuar de novo?

— Chittaphon Leechaiyapornkul — disse tudo de uma vez que Taeyong não entendeu logo de primeira, já que estava emerso nos seus pensamentos.

— Espera... o quê?

— Lá está a expressão de tacho, eu desisto.

— Não mesmo. Repete.

— Porque falas como se mandasses em mim?

— Porque falas como se fosses me atacar a qualquer momento?

E, o clima que Taeyong tentou reconstruir para um calmo e alegre, acabou por ir por água abaixo. Ele só queria entender o porquê de Ten Chittaphon-sei-lá-o-quê complicar tanto as coisas e acabar com elas quando tem oportunidade.

Mas, enfim. Continuaria com o seu plano SOS para conseguir ir embora dali, sabendo ainda, que não tinha um lugar para dormir.





plot by plsugarts <3 muito obrigada pelo plot maravilhoso 😔😔😔

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