Dia 2 - Connor

Atenção: esse conto contém um leve primal play, uma perseguição na floresta e cream pie(não joga no google, joga no tumblr que é mais seguro. Joga cream pie kink e sejam felizes)

Parabéns para mim por ter tido a pior ideia da história. Onde eu estava com a cabeça quando aceitei ser caçada na floresta pelo Connor? O melhor rastreador e caçador da história e eu sou sedentária, esse corpinho não foi feito para correr.

Eu parei, tentando recuperar o fôlego e olhando ao meu redor. Eu tinha me perdido uns dez minutos atrás e estava surpresa por meu caçador ainda não ter me achado. Não é que eu seja sedentária, mas perto dos rapazes eu sou, nem de longe eu tenho metade do preparo físico deles. E mesmo assim aceitei ser caçada na floresta pela minha geladeira frost-free favorita.

— Eu não devia ter aceitado a cláusula do contrato que fala que eu não posso ficar parada esperando ele me achar... — eu voltei a caminhar, tentando andar o mais rápido que podia sem correr. A brincadeira nem começou e já estou cansada.

Okay, apesar de tudo a sensação era incrível. Nervos à flor da pele, adrenalina lá em cima e aquela expectativa pelo que iria acontecer se eu, a lebrezinha, fosse alcançada pelo lobo antes de chegar à ponte que era a linha de chegada da nossa corrida. Eu estava com um sorriso grande e tão safado quanto os do Jacob enquanto corria, apesar de já estar mortinha.

Eu estava fantasiada de lebre, com orelhinhas de coelho, uma capa e um vestido leve. Eu estava correndo pela floresta, ficar sem roupa estava fora de questão nessa brincadeira. Além de uma sapatilha confortável e da meia calça, que já estava em fiapos.

— Okay, até onde eu lembro, não tem lobos por aqui. — Eu olhei ao redor, escolhendo uma direção qualquer e voltando a correr por alguns curtos minutos antes de parar novamente. — Tô perdida... Ótimo, já perdi. Ou não...

Eu estava parada, olhando ao redor, tentando me localizar ou escolher para onde ir quando ouvi um galho quebrar.

— Peguei! — Connor agarrou minha cintura com um dos braços, me tirando do chão e passando o outro ao redor dos meus ombros. Deu tempo nem de pensar em correr, como se eu fosse fazer isso, mas okay. — Oi lebrezinha.

— Oi lobo. — Eu suspirei quando ele mordeu meu ombro. De início ele estava um pouco com vergonha da brincadeira, talvez pelos eventos que levaram até ela. Mas agora, o lobo estava mais faminto que uma alcateia depois do inverno. — E agora, o que acontece?

— O lobo come a lebrezinha. — Tela azul na escritora.

Com um único movimento, ele arrancou a capa que estava presa aos meus ombros, a jogando no chão antes de rasgar o vestido e o que sobrou da meia calça. As sapatilhas já tinham caído quando ele me pegou, ficando esquecidas alguns metros atrás.

— Seu cheiro é tão bom... — Um arrepio percorreu meu corpo quando ele beijou meu pescoço, passando o nariz pela pele atrás da minha orelha. Seu braço se mantinha ao redor dos meus ombros, me mantendo com o corpo colado ao seu e me prendendo. Não que isso fosse necessário.

Ele espalhava mordidas e beijos, arrancando suspiros de mim antes que eu sentisse seu braço voltar a envolver minha cintura e um sorriso delinear os lábios cheios contra a minha pele. Um segundo depois e eu descobri porquê.

— Connor... — seu nome escapou por meus lábios quando seu pau muito generoso se esfregou contra mim. Ele mordeu meu ombro com um pouco mais de força, fazendo um resmungo escapar por meus lábios.

— Lebrezinhas não falam. — Ele sorriu, encarando meu rosto vermelho enquanto eu mordia meu lábio. — Muito bem.

Ele beijou meu pescoço, sua mão descendo e apertando meu seio antes que esfregasse toda sua longa extensão contra mim, espalhando minha umidade sobre ele e me levando a loucura. É hoje que essa autora entra em combustão espontânea.

Ele deixou um pequeno rosnar escapar por seus lábios quando empurrou seu pau contra a minha boceta muito molhada, murmurando o que eu acho ser um xingamento em sua língua nativa, me fazendo gemer alto.

Seus braços me mantinham colada ao seu corpo quente, pele com pele, enquanto ele espalhava mordidas pelo meu pescoço e ombro, beijando as marcas. Minhas unhas se agarravam a seus braços à medida que suas estocadas se tornavam mais rápidas, meus gemidos ecoando pela floresta silenciosa.

Connor diminuiu o ritmo, fazendo com que eu mordesse meu lábio. Minha Afrodite, como pode esse homem ser bom assim e ter essa carinha de inocente?

Meu corpo foi empurrado para a frente, fazendo com que eu me apoiasse no chão, sobre a minha capa. As mãos grandes e fortes agarraram meu quadril, empurrando meu corpo ainda mais para baixo até que eu estivesse praticamente deitada antes que ele se apoiasse aos braços, encarando meu rosto vermelho com um pequeno sorriso.

— Deliciosa. — Vou entrar em parafuso assim.

Connor abaixou ainda mais o seu corpo, praticamente me prendendo ao chão e mantendo seu rosto próximo ao meu, deixando pequenos rosnados e gemidos roucos escaparem enquanto ia fundo em mim, me esticando e me fazendo ver estrelas, um orgasmo intenso tomando meu corpo com um grito de prazer contido.

Ele sorriu contra a minha pele, mantendo o ritmo lento enquanto minha respiração se acalmava apesar de falhar algumas vezes e do corpo ainda sensível.

— Posso... fazer aquilo? — Connor me encarou por um instante com a expressão de cachorrinho, que só ele tinha, enquanto eu concordava com um aceno fraco e aquela expressão de caçador voltava a seus olhos.

Ele se afastou, ficando de joelhos antes de girar meu corpo letárgico e esfregar a ponta contra mim, exibindo um sorriso de predador antes de se aproximar, tomando meus lábios em um beijo selvagem, deslizando em uma única e brusca estocada para dentro de mim, abafando meu gritinho com o beijo, mantendo seu corpo forte sobre o meu, me apertando.

Ele estava apoiado em um dos braços enquanto sua outra mão apertava meu quadril. Logo seu ritmo se tornou duro e veloz, fazendo com que eu me agarrasse a ele, minhas mãos se perdendo em suas costas e em seu cabelo enquanto ele deixava mais algumas mordidas em meu pescoço.

Eu podia sentir um segundo orgasmo se aproximar enquanto o sentia inchar dentro de mim. Meus gemidos foram silenciados com um beijo bruto e profundo após ele rosnar como o lobo que havia personificado, gozando.

Minha respiração estava irregular, meu coração batia tão rápido que eu podia ouvi-lo e meu corpo estava deliciosamente dolorido. Connor ergueu seu corpo minimamente, exibindo um pequeno sorriso, ainda com sua expressão de caçador, pela minha cara pós-orgasmo, bochechas vermelhas, cabelo bagunçado e olhos preguiçosos.

— Posso...? — eu sorri para ele, deixando que ele se afastasse, tirando seu pau de dentro de mim lentamente, admirando minha expressão. Seu sorriso se tornou maior ao ver o líquido branco viscoso escorrer entre minhas pernas.

— Vocês e seus fetiches. — Eu sorri de lado antes que ele se aproximasse com uma expressão mais doce, se deitando ao meu lado e me puxando contra si, me envolvendo em seus braços.

— Bem, a senhorita e o Jacob têm o péssimo hábito de incentivá-los. — Ele sorriu quando eu ri, me aninhando contra si. — O que acha de um descanso e depois um bom banho no rio?

— Perfeito. — Eu fechei meus olhos, me deixando ficar na segurança dos braços do meu caçador e lobo favorito. 

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