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"O tempo pode até curar as feridas, mas jamais as cicatrizes"
~Lucas Wilde
*
No dia seguinte...
AUTORA
Na noite anterior, Natasha foi ao laboratório e mandou Margot ir dormir. Quando a menina viu a mais velha, pensou que a mesma iria questionar ou induzir uma resposta.
Mas a ruiva não fez.
Agora, já de manhã, ela se encontrava na sala da Torre. Todos os adolescentes estavam dormindo. Dos adultos, tinha alguns que ainda dormiam e outros já acordados, fazendo qualquer coisa em uma manhã no domingo.
Ela estava somente encarando a parede. Pensando que está aguentando mais do que achou que aguentaria.
Afinal, ela tinha uma visão bem distorcida de todos eles. Nunca se imaginou tomando chá de mentira com duas crianças, por exemplo. Criança! Isso era algo inédito na vida dela. Quando o assunto era crianças, podemos dizer que nossa querida Margot já tenha... Feito coisas... Coisas que ela preferia não lembrar, mas com aqueles dois sempre na cola dela era impossível não se lembrar.
"Plim!"
O barulho do elevador é ouvido, chamando a atenção dela.
Ele se abre, e de lá sai uma loira que ao vê-la, abre um grande sorriso, sem demora, a voz da mulher enche a sala.
- Minha sobrinha querida- Yelena diz com seu sotaque e abre os braços deixando sua mala preta para trás, abrindo um enorme sorriso- Não vai me dar um abraço?
- Eu acho que deveria te receber com um taco de beisebol- A garota nem mesmo se levanta.
- Ei, eu so apontei uma faca em seu pescoço, quem usou o taco foi sua vó- Ela continua com os braços erguidos, tendo uma esperança de que a menina se levante.
- Ah, me desculpe, irei pegar a faca então- Se levantando a garota começa a caminhar até a cozinha, Yelena trata seguir a mesma.
- Não vai questionar o por que de eu estar aqui?
- Isso influência em mim em alguma coisa?
- Acho que não...
- Então não me importo.
- Nossa... Como você é fria... - Ela corre um pouquinho para ficar ao lado dela, e coloca o braço em seus ombros- Cadê o povo desse lugar?
- As pessoa da minha idade estão dormindo, alguns adultos ainda dormem e outros estão em algum lugar da Torre- Ela olha para a mão da Yelena, e bate nela saindo de perto da mais velha.
- E os pequenos?
- Assistindo Tv no quarto do Tony e da Pepper.
- E você, estava fazendo o quê?
- Tentando aproveitar o silêncio.
- E conseguiu?
A garota somente olha para ela, e assim, Yelena percebe que a menina não conseguiu aproveitar o silêncio or causa dela.
- Supere. Vou morar com vocês de agora em diante- Ela se senta na cadeira e sorri como uma criança que acabou de ganhar um doce.
Margot se vira e pega uma garrafa de café e um pote onde eles guardavam o pão. Ela vai a geladeira pega leite, manteiga e requeijão. Ela deixa tudo sobre a mesa. Se virando para o armário ela pega duas xícaras e coloca em na frente da mais velha. Ela começa a colocar café em uma xícara.
- Geralmente só alguns tomar café da manhã no domingo, na maioria das vezes, todos acordam só para o almoço. Coma - Ela fala e sai da cozinha, pensando que pelo menos fez o básico.
- Gente... Delicada como um coice de mula- A loira diz olhando por onde a garota acabou de sair- Mas pelo menos, não está me deixando passar fome. Minha sobrinha favorita.
*
Natasha vem descendo as escadas e encontra sua filha com uma xícara de café.
- Bom dia- A garota dessa vez é a primeira a falar- Tem algo na cozinha.
- Bom dia. O que tem lá?
- Veja você mesmo.
Natasha só observa a menina passando por ela e subir as escadas. A ruiva se pergunta que "coisa" tem na cozinha. Não conseguia pensar em nada, ela vai matar quem está matando ela:
A curiosidade.
Caminhando lentamente até a cozinha ela encontra sua irmã dando uma enorme mordida no pão, como se aquela fosse sua primeira refeição em dias, o que era mentira, já que a mesma tinha comido um delicioso sanduíche no avião.
- Yelena? O que faz aqui?
- Ué, eu mandei mensagem- Ela engole o pedaço de pão rapidamente e responde- Bom dia para você também. Tal mãe tal filha... Nenhuma das duas me desejou bom dia assim que me viu... Tô valendo nada mesmo.
- Pensando bem, faz sentido... Mas dá um desconto, estava com muita coisa na cabeça por esses dias. Também, tem uma coisa chamada teclado.
- Mas se colocarmos os pingos nos i's, ela está mais... gentil? Talvez, ela me preparou uma café da manhã... Não, só colocou as coisas e disse para eu me virar, mas é uma boa mudança.
Natasha pega uma xícara e se senta de frente a irmã.
- Sabe, não tive nenhuma missão, mas, estou sempre tentando entender ela, querendo ou não, não é a coisa mais fácil do mundo.
- Mamãe e papai mandaram um beijo e um abraço. Nas duas. Esqueci de falar para a Margot.
- O bom é que as coisas tem sido bem calmas por aqui, nada de mais tem acontecido por esses dias. Nenhum vilão ou algo do tipo.
- Olha, eu comi um grande sanduíche no avião que o Fury mandou me buscar. Sentirei saudades dele.
De repente, as duas se olham por um tempo.
- Por que eu tenho a impressão que você não estava me ouvindo falar?
- E você, por acaso prestou atenção no que EU estava falando?
- Ok, está 1 a 1 então. Sobre o que falava?
- Margot, e um delicioso sanduíche! e você?
- Sobre ela também- Natasha bebe um gole de café - Tá bom, por que está aqui?
- Vou fazer parte dos Vingadores!- Yelena fala toda animada- O capitão gancho me convidou.
- Ótimo, mais uma criança para os adultos cuidar- Natasha abre um leve sorriso. Ela estava orgulhosa de sua irmã. Yelena sabia disso, mesmo que a mais velha não tenha dito em voz alta.
- Ei!
*
Neste momento, Margot estava com sua mão em seu bolso no moletom, encostando no metal gelado do relógio. Se encontrava andando até o elevador. Sua presença foi convocada até a sala de reuniões dos Vingadores.
Em outras palavras: Fury quer falar com ela.
A garota entra no elevador e aperta um botão que levava a sala onde eles se encontravam.
Logo o "plim" é ouvido por eles e ela sai do elevador, se deparando com todos sentados em volta a uma grande mesa.
Fury ficava na ponta da grande mesa e os Vingadores a sua volta. Perto da outra ponta perto do elevador, estava um agente que estava acompanhado Fury.
Margot para perto do agente e olha para ele por um tempo.
- Eu te conheço?- O homem balança lentamente a cabeça em negação, sem demonstrar nervosismo algum- Devo ter confundido... O que você quer Joseph?
- Quando vai parar de me chamar assim?
- Nunca- Ela olha para Lee que estava sentado junto com os adolescentes. Ele sorri para ela. Yelena não novidade para a garota, já seu amigo, sim.
- Ótimo, já que eu sei que odeia enrolações eu irei direto ao ponto: onde se encontra a Antonia?
- Por qual motivo você quer saber onde a filha do Dreykov está?
- Espera... O velho tinha filha?! - Lee fica de pé e intercala seu olhar para sua amiga e para Fury.
- Tem certeza de que quer ele em sua equipe?
- O que eu me importo no momento é ela- Ele diz olhando ela- Disse que iria me falar tudo que fosse útil, entretanto, parece que não me contou tudo.
- Não vejo no que ela seria útil para você.
- Ela pode sair matando as pessoas, talvez atrás de vingança. Ela estava sendo controlada, não?
- Falou certo, estava, agora deve estar... Faço a mínima ideia na verdade... Cuidando de sua vida?
- Como pode ter certeza que ela não voltará a ficar fora de controle?
- Da mesma forma em que o Senhor Barnes não esta mais fora de controle. Ou você tem dúvidas em relação a ele?
- Você conhece o Bucky?- Steve se intromete na conversa.
- Não, tinha uma fixa dele na HIDRA. Aproveitei e dei uma lida.
- E se ela voltar atrás de vingança?
- Ela não vai.
- Como tanta certeza?
- Ela poderia ter me matado assim que tudo acabou, mas não fez.
De repente, o silêncio reinou no local. Ninguém ousou falar nada, nem durante a conversa dos dois, nem depois do silêncio em que eles ficaram.
- Bom, acho que nossa conversa acaba aqui, ou tem mais alguma coisa que queira falar?- Margot pergunta desviando seu olhar ao agente ao seu lado, mas logo voltou a encarar Fury.
- Não.
A garota se vira, mas não anda.
- Eu me lembrei de você... Você é um agente da HODRA- O agente ao seu lado saca a arma e aponta para ela, os vingadores ficam de pé e Natasha saca sua arma.
Em um movimento rápido, a garota desarma o agente e empurra ele contra a mesa, e aponta a arma do mesmo na cabeça dele.
- Aí meu Deus... Tá legal, se impedirem ela de me matar eu conto o outro agente que está comigo... Por favor- O agente clama a eles- Eu fui idiota.. Por favor.
O agente parecia um gatinho assustado no momento.
- Margot... Pode soltar ele- Fury pede e a menina nem mesmo se mexe. Ela engatilha a arma e preciosa levemente a arma na cabeça do mesmo.
Ela fica por alguns segundos e logo levanta a arma e começa a desmontar a mesma com um mão só.
O agente se levanta e bem devagar, com medo, mas logo sai de perto dela.
- Não acredito... Eu fui abençoado... - Ele disse aliviado- Eu contarei tudo que quiserem, só não deixem ela me matar.Não me torturem também, ou não deixem ela me torturar!
- Tem tanto medo de uma criança?- Thor questionou zombando dele.
- Vocês não sabem do que ela é capaz... Sem ofensas- Ele fala sua última fala olhando para a garota que revira os olhos.
Natasha vai até ele é o algema.
- Você está bem?
A garota só concorda com a cabeça e logo se vira, indo embora. A verdade era que ela nunca deu a mínima para o que as pessoas pensavam dela, ser temida sempre foi o objetivo que deram a ela. Mas agora, ouvir ele dizendo aquilo, fez com que ela quisesse ter puxado o gatilho, só para não ter que ouvir o quando ela era impiedosa.
Não queria que todos presente soubessem quem ela realmente é.
Ela não queria ser o que era antes, mas aparentemente as coisas nunca vão mudar.
- Não acredito nisso... Sou uma raridade! Sabiam que ela não é conhecida por ter misericórdia? Ela mata qualquer um como se estivesse em um jogo!
- E você seu desgraçado?!- Fury exclama e se aproxima, para em seguida dar um tapa em sua cabeça.
- Ei! Tenho meus limites! Vocês tem ela, mas não sabem sobre o passado da mesma?- Ele pergunta abrindo um leve sorriso, achando todos ali ingênuos- Ela aperta a mão do sete pele, do que mora lá embaixo, e fala que vai assumir quando quer.
- Deixe para abrir essa sua boquinha no interrogatório- Natasha decide dar um fim na fala do homem. Eles deixam o homem amarrado no lado de fora da sala, ele logo eles continuam a reunião.
O mesmo nem tentou fugir, ele se sentia a pessoa mais sortudo do mundo por ter sobrevivido das mãos da Margot.
*
A reunião não se prolongo muito, era mais uma boas vindas aos novos integrantes.
Lee e Yelena.
Já era quase sete horas da noite. Todos estavam em suas rotinas habituais. Neste exato momento, Natasha subia as escadas a caminho do quarto de sua filha.
Assim que chega percebe a porta fechada. Ela respira fundo e da 4 batidas.
A voz da Margot é ouvida e assim, a mais velha abre a porta. Ela varre o quarto com os olhos e vê a menina sentada na cama. A mesma olhava para Natasha.
- Sim?
- Será que podemos conversar um pouco?- Natasha pergunta abrindo um leve sorriso e Margot, simplesmente da de ombros.
A ruiva fecha a porta atrás de si, fazendo Margot pensar que poderia ser algo sério, pela expressão da mais velha. Natasha se dirige ao lado dela.
- Eu... Por a caso disse algo... Relacionado a... 4 batidas na porta? Quando eu estava... Doente...?
- Sim.
- O que exatamente?
- Que era só para eu bater 4 batidas, assim saberia que era eu.
- Só isso?
- Tinha mais coisa?- Natasha mente. Ela omitiu a parte em que a garota disse que assim não se lembraria "dele".
- Não.
- Bom, eu queria falar com você... Vou ser direta- Natasha suspira e olha para ela- Sei que passou por várias coisas durante sua vida, e essas coisas podem nos seguir por toda a nossa vida, se não tomarmos a decisão correta.
- Onde... Você quer chegar com isso?
- Eu pensei bastante no assunto, e acho que seria interessante você fazer terapia. As vezes com um profissional pode... Margot?- A garota se levanta e vai até a escrivaninha perto da janela, quase caindo. Ela estava com a mão em seu peito- Ei, você está bem?
A mais velha tenta chegar mais perto, mas a menina se afasta muito rápido assim que a outra encosta nela.
- Eu... Não con... Respirar...- Ela diz com dificuldades.
- Está tudo bem... Eu não vou te machucar... - A menina não apresenta melhoras, o que deixa Natasha preocupada.
Margot se agacha no chão, com dor e falta de ar. Natasha, sem saber o que poderia fazer, ela se agacha e puxa a menina para si e abraça a garota. Ela tenta sair por um tempo, mas logo desiste, pois a falta de ar estava a incomodando.
A garota em um ato inesperado, retribui o abraço com força, como se sua vida dependesse desse abraço. Um misto de sentimentos veio com esse abraço.
Era o primeiro abraço que elas deram.
- Vai ficar tudo bem- A ruiva falou acariciando os cabelos castanhos de sua filha- Tenta respirar com calma.
Pela primeira vez em anos, Margot conseguiu fazer essa angústia que sentia, ir embora mais rápido do que o de costume. Ela nunca soube o que de fato era esse aperto em seu peito, essa falta de ar, essa sensação de que iria morrer. Ela sabia que queria que passasse, o mais rápido possível, mas a verdade, era que sempre era da forma mais angustiante possível.
Muitos pessoas quando passam por isso, antes de tal coisa acontecer, desejam morrer, mas quando uma crise dessas atingem elas, elas não querem mais morrer. Só pensam em recuperar a sua estabilidade o mais rápido possível.
Mas a garota já passou por isso tantas vezes, que ela queria que realmente passasse essa angústia, mas não queria estar viva para esperar a próxima vez.
Natasha não soltou Margot em nenhum momento, assim como a garota. Natasha iria fica assim até que tivesse certeza de que ela estava bem.
- Você está melhor?- Sem separar o abraço, ela pergunta sentindo que a respiração da garota voltou ao normal. A ruiva se separa um pouco e coloca suas mãos no ombro dela- Olha para mim.
Margot direcionou seu olhar para Natasha, e nesse olhar, não havia a arma letal, nem a pessoa forte que a garota sempre mostrava. Ali, em sua frente, estava a verdadeira Margot, aquela em que a dor a consumiu. Aquela que não sabe o motivo de estar viva.
- Eu não vou te machucar... Nunca... Eu vou estar aqui para esses momentos.Sempre.
Margot se afasta dela e se levanta, a garota de apoia na mesa e respira fundo, sentindo o ar entrar por todo o seu pulmão.
- Eu não sou ele Margot- Ela diz se levantando.
A garota soltou uma leve risada. Pensava que Natasha não poderia dizer tal coisa porque, não sabia quem ela temia. Não sabia o que ele fez.
A menina até pensou por um instante, que ela iria agir igual a ele, mas a diferença deles, foi quando ela estava tento aquele aperto no coração, ela não sorriu mas sim, tentou ajudar. Natasha ajudou ela da mesma forma que Luther ajudava ela.
- Você... Esqueça essa bobagem... - Margot diz com a voz baixa.
- Tudo bem mas... Eu... Não vejo outra saída... Você tem que dar o primeiro passo, caso ao contrário, você não vai conseguir se libertar dessa angústia- Fala com tranquilidade- Não sei o que você de fato passou, e nunca vou saber se não me contar, então... Se não quer confiar em mim, tudo bem, não me conhece de verdade, entendo seus motivos mas, você tem uma pessoa que cresceu com você, que sabe por cima, mas ainda sabe pelo que você passou. O silêncio te mata sem você perceber. Eu não quero te perder.
Natasha fala tudo com cautela, mas diz tudo que precisava ser dito. A garota ficou em silêncio, sem ter coragem de olhar para a mais velha. A ruiva ficou parada por um tempo, mas logo decidiu que era o momento de deixar ela sozinha.
*
Os adolescentes nessa noite, receberam a ordem de deixar Margot sozinha um pouco. Natasha achou que a menina não iria nem sair do quarto nesta noite, mas, diferente de tudo que ela pensou, antes que o jantar ficasse pronto, estava ela descendo as escadas.
- Finalmente alguém decidiu sair da caverna- Tony diz olhando para a Tv a sua frente, o mesmo jogava um jogo de corrida contra o Cooper.
- Diz a pessoa que passa 90% do dia no laboratório- Pepper chega na sala- A janta está quase pronta.
A menina decide ficar calada e não dizer nada. Os que estavam na sala - Tony, Cooper, Wanda, Lila e as duas crianças- estavam concentrados demais para ver que Margot foi até o elevador.
A garota alerta o botão do terraço, e logo o elevador começa a subir. Depois de um tempo, as portas se abrem e ela vai até a beirada.
- Está planejando se jogar, dessa vez? - O sotaque do Pietro atrás dela é ouvido.
- Você vive aqui agora?
- Eu sempre estava aqui antigamente, principalmente quando comecei a morar aqui com a Wanda.
- Eu vou indo...
- Fica. Deve gostar daqui por causa do silêncio... É um milagre, mas posso ficar quieto do outro lado do terraço.
Pietro abre um leve sorriso para ela, e logo começa a andar para longe dela. Ele percebeu que ela estava diferente, não sabia o que, mas como a Nat tinha dito para deixar ela sozinha caso preferisse, então soube que algo não estava bem.
E assim, cada um ficou em um lado, e por mais que ela nunca admita, Margot achou Pietro um pouco menos insuportável do que o de costume. Ele não perguntou nada e deixou ela quieta. Tudo o que ela queria.
Depois de um tempo eles foram jantar e a garrota voltou ao seu quarto. Naquela noite ela não dormiu. Ela ficou pensando. Natasha tinha razão, o silêncio corrói o nosso cérebro. Mas o que ela poderia fazer? Da última vez em que decidiu falar, tudo se voltou contra ela.
*
Olá!
Como estão?
Vamos fingir que eu não sumi por mais de um mês 😁
Me desculpem!
Bom, para tentar compensar esse atraso, fiz um capítulo de 3 mil palavras!
É isso, obrigada por aguardarem todo esse tempo!
🫶
Adios!
🫶
Feito com muito carinho EVFR. 💝
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