PARTE XII: MINHA FELICIDADE
NÃO BETADO
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⚠ : CENA EXPLÍCITA DE AMOR
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O som da lareira estralando estava quase inaudível, e Jimin estava roncando suavemente no peito do alfa, que lhe observava por um tempo.
Jungkook acordou um pouco assustado por um sonho estranho e viu que estava quase para amanhecer. Não poderia estar mais satisfeito... ter seu omega em seus braços, era uma ideia que raramente passava na sua cabeça antes de conhecer Jimin.
Colocou uma mecha do seu cabelo loiro atrás de sua orelha. Céus, ele era lindo da cabeça até a ponta dos pequenos pés. Delicado como uma flor de jardim, poderia ficar horas olhando para ele e sorrindo igual bobo, como estava agora. Quem visse Jimin, diria que ele era frágil mas não via como era um ômega forte e completamente o tipo de Jeon. Não abaixava a cabeça para ninguém, e isso deixava o Alfa louco.
Sem perceber, seu cheiro começou a aumentar e Jimin começou a abrir seus belos olhos verdes. Jungkook beijou sua testa.
— Oi, minha doçura... — disse, e Jimin sorriu se esfregando no peito do outro.
— Hum... oi.
— Jimin, deixa eu perguntar... eu te machuquei? Fizemos tantas vezes que esqueci... — perguntou, levando sua mão para acariciar a coxa. Jimin riu.
— Hum... eu estou um pouco dolorido entre as pernas e minha bunda... dos tapas. Mas estou me sentindo bem. — sorriu, e Jungkook ainda estava preocupado.
— Quer que eu faça massagem? Prepare um banho?
— Não... vamos conversar, sim? Quando amanhecer, vamos tomar um banho. — falou, beijando suavemente a pele com algumas cicatrizes. Jungkook assentiu.
— Queria te convidar, na verdade. Quero que conheça meu primo, o rei... podemos ir hoje? Na verdade, eu saí da sua festa de comemoração.
Jimin, mordeu os lábios um tanto receoso.
— Para que? Jungkook, eu tenho trabalho aqui...
— Eu sei... Eu... quero que conheça meu familiar, oras. — sorriu nervoso, movendo sua mão para as nádegas, massageando.
— Goo... Eu sei que quer me pedir em casamento.
— O que? Mas... era para ser surpresa, Jimin. — beijou a ponta do nariz do ômega, que riu.
— Hum, mas é óbvio... Eu posso ir mas se formos nos casar eu quero toda a minha família lá, Jungkook e eu não poderia morar lá. Meu lar é aqui, entende?
— Claro, que convidaremos todos, seu pai principalmente. E eu sei, já te disse, meu bem, irei falar com o rei e não irei ser mais generalista. Construir uma casa perto de sua cabana na árvore.
— Jungkook... eu sei que ama liderar seu povo... e sei que ama Lumen. — Tocou no rosto másculo do seu homem.
— Eu amo você mais... você é o motivo do meu sorriso. Você entende que eu faria tudo por você, ômega? — Pegou a mão dele e beijou, Jimin assentiu fechando os olhos.
— Eu entendo e faria tudo por você, só não quero que se pare que fazer algo que ama por mim.
— Eu serei um marido... um pai para meus filhotes. Posso ajudar a administrar a taberna... encontrarei algo, meu doce. — Beijou seus lábios — Além disso, sabe do ritual para nós lúpus?
— Oh, sei... mas alfa? E se eu... não conseguir gerar um filhote?
Jungkook sorriu fraquinho, colocando a mão na barriga lisa do omega. Imaginando como ele ficaria formoso com seu filho em seu ventre.
— Não se preocupe, teremos a lua de mel inteira para nos preocuparmos com isso. Além do mais... — chegou perto de seu ouvido para sussurrar. — Eu vou te encher da minha semente, assim não restará dúvida que ficará gravido.
— Hum... — ronrona, beijando a glândula aromática do companheiro.
— Você está muito dolorido? — perguntou dando lambidas nos mamilos entumecidos.
— Não, meu príncipe... mas, eu quero na tina... já transamos no tapete, na parede nos móveis, quero tê-lo na tina. — sorriu, quando Jungkook tirou a boca do mamilo para olhá-lo.
— Como quiser, vou colocar água para esquentar então. — disse, quase caindo da cama pela pressa.
— Jungkook, cuidado! — sussurrou, mas queria rir do homem desesperado. Ele vestiu a calça e foi à cozinha preparar a água.
Enquanto isso, caros humanos... deixe-me explicar o que será o ritual após casamento do casal. E viu? Não disse para confiarem em mim? Deu tudo certo no final.
O casal, agora oficial perante aqueles que amam, irão em um rio e o ancião irá dar a benção dele e para o omega, na frente dos mais íntimos vão entrar no rio e sair dele do outro transformados como lobos. Ficaram 1 mês numa cabana que nunca foi usada, pois é raro ter um casal puro de lúpus. Então, é imposto que eles voltem com uma surpresa... uma gravidez.
Más línguas dizem que se um casal lúpus não voltar grávidos, não foram abençoados pela Mãe Lua. Eu digo que é apenas balela...
Certo, voltando para a programação normal.
— Voltei, meu doce. Está bem quente e pesado... — disse, colocando rapidamente os dois baldes cheios de água na tina.
Jimin saiu da cama e arregalou os olhos quando sentiu algo entre suas pernas. Jungkook olhou para ele e ficou preocupado.
— O que houve? Está tudo bem? — perguntou, se aproximando dele e procurando algo.
— Hum... bem eu estou mas... acho que você deixou um grande presente em meu útero, se eu estivesse no cio provavelmente estaria grávido.
Jeon olhou para as belas coxas do companheiro e sua semente escorria entre elas. Ele rosnou.
— Meu lobo está louco para engravidá-lo e marcá-lo... — disse, e logo pegou de supetão o ômega, colocando ele em seus braços para levá-lo até a tina fumegante.
Um detalhe, humanos! Quando acontecer a lua de mel, Jungkook marcar o ômega, o cio desencadeando entre os dois.
— E minha loba quer seu pau bem fundo do meu útero... seu filhote, sua marca. Nós queremos você.
Jungkook rosnou, ele entrou na banheira e não demorou para colocar seu pau duro na entrada mais que preparada de Jimin. Esse que, sem cerimônia sentou no mastro do seu alfa.
— Ah... Goo, tão fundo. — gemeu manhoso, arqueando sua coluna. — Meus peitos estão doendo... ah!
Jungkook colocou uma mão em seu quadril para ajudar nas ondulações e a outra para segurar o biquinho rosado enquanto lambia.
— Isso tão bom... Não morde Alfa! — manhou, e acelerou as ondulações. Suas pernas não tinham forças para quicar mais.
— Tão delicioso... essa bunda gorda. — Apertou os glúteos, Jimin tombou a cabeça no ombro forte do outro, que começou a acelerar as estocadas, fazendo barulho na agua. — Eu vou gozar, doçura.
— Uhum, goza. — falou, masturbando seu penis rosado gozando entre os abdomens.
Jungkook empurrou uma última vez antes de esporrar dentro do canal do omega, que gemeu em deleite.
— Hum... tão quente. Acho que eu não aguento mais nenhuma, seu nó está ardendo. — manhou, colocando a mão na barriga.
— Oh, meu doce! Eu darei um grande descanso para você, me procure só quando estiver pronto e bem. — beijou o ombro liso do outro, que sussurrou o sim. — O sabão está aqui certo? Achei.
Jungkook começou a lavar o omega, que estava bem molinho mas logo, reagiu e lavava seu alfa também.
— Quer que eu te limpe dentro? — perguntou um tanto tímido, Jimin parou de ensaboá-lo e olho para ele, sorrindo.
— Não... deixa eu terminar de te limpar e pode me dar um pouquinho de espaço?
Jeon concordou, porém estava preocupado com essa fala do outro... será que tinha machucado?
— Jimin...
Park beijou seus lábios finos e sorriu.
— Goo. Está tudo bem, eu só quero ficar um pouquinho sozinho.
— Mas eu quero cuidar de você, meu doce. Eu sinto que você está dolorido, por favor? Deixa eu cuidar de você?
Jimin suspirou.
— Certo, mas deixe que eu me limpe lá dentro então... pode me fazer massagem com um creme que eu tenho? — perguntou, envolvendo os braços no pescoço dele.
— Claro que faço tudo por você.
Jimin sorriu genuinamente dessa vez, se derretendo com todo esse amor.
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— Bom dia, Jimin! — Jae cumprimentou com um sorriso estranho, o bebê estava brincando com seu cabelo.
— Bom dia, Jae! Eu vou preparar um mingau para todos nós, a pequena alfa come também? — perguntou, Jungkook cumprimentou o outro ômega também, um tanto sem graça.
— Essa pestinha come de tudo, mas eu quero ajudar sim? — falou, e veio em direção ao alfa gigante. — Pode cuidar de Aya?
Jungkook arregalou os olhos, quase caindo para trás.
— Eu? Não, eu não sei...
— Bom, eu confio em você... além do mais, vai ter saber quando Jimin engravidar, certo? — riu, entregando a filha nos braços do general.
Jae-In saiu dando risada para a cozinha.
Os dois começaram a cozinhar o mingau com a farinha de aveia, e não tinha muito erro então Jimin foi pegar os pratos e deu uma espiada no companheiro que divertia a garotinha com alguns brinquedos de madeira. Sorriu vendo a cena.
— Noite boa, ham? — perguntou o felino.
Jimin corou um pouco, pensando que eles exageraram na dose.
— Desculpe, Jae... espero não ter roubado seu sonho ou da Ayanna.
— Não, eu acordei com os barulhos mas logo voltei a dormir. Além do mais, a casa é sua. — riu, e Jimin relaxou. — Fico feliz que se resolveram, Yoongi também ficará.
—Hum... hoje eu irei viajar com ele para Lumen. Ele deve explicações ao rei, será que você pode cuidar da casa? Minha irmã não chegou não é?
— Claro... ela não chegou ainda.
Jimin suspirou, estava cansado de cuidar da irmã que não ligava para ele.
— Bom, podemos comer.
— Deixe-me ajudar! — Jimin disse se aproximando com os pratos.
Eles se sentaram e por incrível que pareça Jungkook deu comida para a bebê que gostou muito do general. Jimin e Jungkook saiu logo após terminarem para falar com Namjoon sobre a viagem, mas encontram outra pessoa na rua. Bo-Gum tinha aberto a taberna e estava passando um esfregão no lugar. Jimin arrumou antes uma pequena mala e havia um cocheiro para levá-los para Lumen.
— Bom dia, Gum! — falou, e ele ergueu os lábios para um sorriso mas viu que estava atrás.
— Bom dia, Bo-Gum. — cumprimentou Jungkook, apertando os olhos para ele.
— Bom dia. — retrucou amargo, continuando a limpar.
— Namjoon não chegou ainda? Preciso falar com ele...
— Não... eu acho que Dodo vai chegar a qualquer instante.
Jungkook sabia que aquele alfa gostava do seu ômega, poderia ver pelo jeito que olhava para o companheiro. Ficou em silêncio enquanto Jimin buscava papel e tinta para escrever.
— Olha, eu vou ter que viajar para Lumen, então eu vou deixar Namjoon e Dodo no comando, em alguns dias eu estou de volta, acho... Vou deixar essa carta pode entregar para ele?
— Claro... pode ficar tranquilo. — disse um tanto nervoso pelas encaradas do outro alfa. Mesmo os dois sendo lúpus.
— Obrigada, Gum. — sorriu antes de sumir no escritório.
— Vamos, meu doce? Precisamos chegar lá à tarde e o senhor está esperando.
— Sim, vamos. Bo-Gum, fique bem, logo estarei de volta.
O casal deu as mãos, saindo da taberna e Bo-Gum suspirou, seu coração estava desesperado mas sua mente já tinha a resposta, nunca teria o amor do ômega. Só restava conviver com a dura verdade.
Enquanto isso, Jungkook e Jimin colocavam as coisas do ômega no bagageiro da carroça.
— Nossa, meu bem. Por que está levando tantas coisas? — perguntou, quando terminou de colocar todas ali.
— Porque sim, você não sabe do que um omega necessita. — disse, andando para se sentar
— Tudo bem, então... vou pagar o cocheiro. — sorriu, quando viu aquele belo traseiro balançando, mas murchou quando lembrou de suas palavras... sem sexo até que Jimin esteja bem. Certo, poderia viver com isso, não queria machucar sua esmeralda.
Jungkook pagou ao senhor gentil que dispõe sua carroça e seus cavalos para levar o casal em segurança. Jungkook puxava a carroça e Jimin estava ao seu lado, dando tchau para Jae-in e a filhote.
Logo, estariam em solo real... mas qual seria a reação do rei em saber que se permitisse o casamento perderia seu fiel e protegido general?
CONTINUA
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