.Felizes ao Por-do-Sol.
As últimas semanas foram bastante intensas. Sávio e todos da casa estavam me mimando e fazendo mordomias comigo. Sávio já estava conformado com o fato de que íamos ter um filho. O que deixava mais alegre era escolher os nomes, e sua lista era gigantesca. Era nomes diferentes:
Miranda
Alfredo
Alcy
Bennett
Christopher
Ariel
Nanda
Weber
Ewald
Eduard
Fiúza
Kylie
Julie
Kim
Kris
Era uma bela de uma lista, mais um de seus nomes chamou nossa atenção, Anastasia. Não pensamos na possibilidade de escolhermos um menino.
Sávio naquela noite me acordou preocupado consigo mesmo. Estava se perguntando se seria um bom pai, minha resposta foi de imediata:
"Claro!"
Ele me beijou e abraçou-me, ele estava mesmo feliz.
Elena e Scarlet, montaram todo o enxoval para nossa pequenina. Sávio e Flitz estavam buscando as coisas para o quarto de Ana.
Fazia poucas horas que havíamos mudado de Vancouver para New Westminster, nossa casa estava linda. A Srta. Gilbert havia feito uma bela mudança na casa, em base com o que havíamos pedido, eu e Sávio estávamos realizados, era nosso sonho.
"Onde vamos?"– pergunto.
Sávio segurou minha mão, e juntos andamos até um lugar com flores de girassóis. O sol estava baixinho por trás do mar.
Sinto as mãos de Sávio se unirem em minha frente. Ele me abraça, seu corpo feito estátua atrás de mim, sua respiração ofega. Sinto seus beijos em meu pescoço, arrepiarem minha espinha.
"Minha lista está completa!"– afirmou.
"Que lista?"– digo sem tirar os olhos do sol se despedindo.
"Minha lista de melhores momentos... Que por sinal, está em todas!"
"Seja mais específico, Sr. Johan."– digo me virando para ele, agora sua mão estava em minha cintura.
"A primeira da lista foi quando te pedir em casamento."– falou me puxando para um beijo.
"Eu sempre quis ser amado por alguém. Obrigado, por ser a pessoa que em minha vida."– digo.
"Alec, você viu a luz em mim quando eu só via trevas. Eu que estou grato por tê-lo ao meu lado... Agora eu vejo que vamos durar. Sabe como sei disso? Porque ainda quando acordo toda manhã a primeira coisa que quero fazer é ver seu rosto, Mr. Johan."– Aquelas palavras me tocaram lá no meu interior. Sávio me aproximou de seu corpo rígido.
Dou um sorriso e acaricio seu belo rosto. Seus olhos se fecham com plenitude, e ele beija minha mão. Como eu tinha sorte de tê-lo ao meu lado, ele poderia ter escolhido qualquer mulher, todas dariam tudo para o estarem em meu lugar. Mais ele me escolheu, eu o amo por isso.
Me deitou sobre a grama amarelada, seus lábios finos percorriam meu pescoço e os ossos da clavícula. Enrosco minhas pernas em sua cintura, tiro seu paletó com um tecido aveludado marrom, e percorro minhas mãos até a base de sua blusa cacharéu bege e a tiro exibindo seu corpo ao ar livre.
Sinto um prazer percorrer meu corpo, puxo de leve seus cabelos para trás.
Sávio tira minha cacharéu cinza escura, sinto sua barba espetar minha barriga. Meu corpo se excita.
Abro sua calça, abrindo espaço para seu pau que pula da cueca branca, Sávio tira toda minha calça jeans e me penetra ali mesmo, onde ninguém podia nos ouvir, nem sabia que estávamos ali.
Sávio solta um gemido alto e prazeroso.
"Ah, Alec. Goza para mim."– falou se alisando em mim.
"Sávio..."– gemi.
***
Os dias foram se passando até a véspera do dia em que iríamos buscar nossa filha no orfanato.
Vejo Sávio entrar na cozinha e vasculhar a geladeira, devia estar preocupado.
Algo escorrega de sua mão.
"Cuidado Sr. Johan, pode acordar a Sra. Ryan."
"Pensei que estava na cama."– falou vindo até a mesa, onde eu estava sentado em cima, tomando sorvete.
"Vamos para cama!"– ordenou virando as costas para mim. O prendo com minhas pernas.
Ele me olha com um olhar selvagem.
"Mr. Johan."
"Não quer um pouco de sorvete?"– pergunto enfiando a colher na boca.
"Quero..."
Dou um sorriso, algo dentro de mim queria pular em cima daquele homem e transar com ele em cima dessa mesa.
Finjo levar a colher até sua boca, mais deslizo a colher até seu peitoral.
"Ops!"– falo rindo.
"Mr. Johan..."– falou gemendo sentido seu mamilo congelar.
Desço com a colher até seu umbigo, ele me olha safado, mordendo os lábio inferior.
Mordo o lábio inferior, chupo seu peito com o sorvete, e deslizo até a altura do seu umbigo, onde vejo sua pau duro. O beijo e o mordo por dentro da calça de moletom azul escura. Olho para Sávio que gemia, ele pôs a mão dentro da calça e puxou seu membro para fora. Passando o pau na minha boca, pego na mão e abocanho com desejo. Passo a língua glande e percorro o corpo de seu pênis, um gemido afobado de Sávio saio sua boca. Ele sentia prazer comigo ajoelhado na sua frente, com sua mão, ele me fazia chupá-lo mais fundo.
Sávio me puxa pelos braços, e em um golpe rápido ele me põe de quatro sobre a mesa, puxando minha calça de moletom para baixo, deixando amostra meu bumbum. Ele dá uma mordida na região, fazendo-me gemer de dor.
Sinto a palma de sua mão bater contra minha pele sensível, que formiga após a palmada.
Ele segura meu pênis com uma mão e o massageia, Sávio enfia chupa minhas bolas enquanto me masturbava, aliás e quatro em cima da mesa. Me virando de barriga para cima, Sávio chupa minha glande.
Solto um gemido.
Seguro a cabeça dele, acompanhado os seus intensos movimentos de frequências medianas.
Ele estava me devorando.
"Goza para mim, Alec."– falou ofegante.
Ele volta a chupar meu pau, Sávio aumenta a sequência de chupadas.
Eu estava louco por aquele homem, como ele era bom naquilo. Sua língua alisa minha glande, faltava pouco para gozar com Sávio ali. Ele chupa somente minha glande, seguro sua cabeça enfiando por completo meu pau na sua boca, e gozo.
Sávio me pega no colo e beija minha boca.
"Agora minha vez!"– falou rindo.
Ele me pões de quatro, abrindo minha bunda e enfiando seu pau por completo nela.
Gemi...
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