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Ana já estava dormindo, eu e Sávio nos estamos na base da árvore natalina.
"Quando era criança eu ganhei um avião de controle remoto. Eu fiquei muitíssimo feliz, pois era meu primeiro natal com Nina e Ian. Eles já tinham Flitz na época, lembro dele chorando quando eu peguei o meu novo brinquedo nas mãos... Nunca vou deixar nada faltar para vocês!"
"É amável de sua parte! Fico feliz de saber que se importa conosco."– digo embrulhando outro presente.
Ouço o choro da nossa menina na babá eletrônica. Sávio saio correndo indo até o quarto dela, o sigo. Quando chego lá, ele estava com ela nos braços e batendo de leve em suas costas e pondo-a novamente no berço dormindo.
***
"Goze, Alec."– ruge ele entre os dentes, e eu me deixo explodir em volta dele, meu orgasmo indo e vindo, indo e vindo. Grito seu nome e Sávio fica imóvel, gemendo bem alto, no momento em que ele próprio atinge o clímax dentro de mim. – Alec!_ gritou.
Após voltar do quarto de Ana, para ver se ela havia acordado com o nosso barulho.
Sávio está deitado ao meu lado, a mão acariciando meus cabelos.
"Como está nossa filha?"
"Estava dormindo, fizemos tanto barulho e ela nem acordou."– Sorrio.
Ele beija meu ombro.
"Acho que ela já gosta do barulho."
Sávio franze o cenho.
"Sério?"– diz ele secamente.
Ficou assustado com o que falei.
"Nada disso até completar trinta anos."
Dou uma risada.
"Ah, Sávio, você é tão hipócrita."
"Não, sou só um pai preocupado."– Ele me olha, a testa franzida, traindo sua ansiedade.
"Você é um pai maravilhoso, exatamente como previa."– Acaricio seu lindo rosto, e ele abre um sorriso tímido.
"É maravilhoso quando você goza."
"Sávio! Você é tão sacana...
Ele me ataca subitamente, beijando-me com força, jogando a perna sobre a minha e prendendo minhas mãos acima da minha cabeça.
"Você adora uma trepada sacana."– sussurra ele, e esfrega o nariz de leve no meu.
Eu rio, retribuindo seu sorriso cheio de malícia e contagioso.
"É, run adoro uma trepada sacana. E eu adoro você. Demais."
***
Desperto. Fui acordado por um gritinho agudo de alegria da minha filha, e mesmo sem vê-la ou Sávio, sorrio como um bobo, de puro prazer. Ana acordou do seu cochilo e agora está brincando com o pai aqui por perto. Fico deitado quieto, ainda admirando com a habilidade de Sávio para brincadeiras. Sua paciência com Anastasia é extraordinária, muito mais do que comigo. Na verdade, porém, é assim que deve ser. E a minha linda garotinha, tão querida pelos pais , não conhece o medo. Sávio, por outro lado, ainda é superprotetor, tanto comigo quanto com nossa filha. Meu doce, instável e controlador Sr. Johan.
"Vamos procurar o papai Alec. Ele está em algum lugar aqui da campina."
Ana diz alguma coisa que não consigo ouvir, e Sávio ri à vontade, feliz. Com esforço, me levanto sobre os cotovelos para espiá-los daqui de onde estava, na grama alta.
Sávio beija os cabelos negros de Ana e depois sua bochecha, e então começa a fazer cócegas sem piedade. Rindo, Sávio a coloca no chão.
"Vamos encontrar o papai. Ele está escondido na grama."
Ana fica radiante, adorando a brincadeira. Volto a me deitar rapidamente, entrando na brincadeira me fazendo dar uma risadinha.
"Ana, eu ouvi o papai Alec. Você ouviu?"
"Papai Alec!"
Dou uma risada... Ela parecia tanto com ele, com o tom autoritário, só tinha apenas dois anos.
"Ana!"– grito de volta.
"Papai!"
Logo ouço os passos dos dois correndo pela campina, e primeiro Ana depois Sávio irrompem pela grama.
"Papai Alec!"– exclamou Ana com um grito agudo, como se tivesse encontrado um tesouro perdido.
"Olá, querida!"
Eu o afago em meus braços e beijo sua bochecha.
"Olá, papai Alec."– Sávio sorri para mim.
***
Beijando meu pescoço, Sávio acariciava minha bunda, enquanto minha mão estava focada em te dar prazer.
Seus beijos chupando minha pele e sua barba me espetando, trazendo prazer.
Ouvi o plástico se rasgar sob suas mãos, e fiquei feliz que pelo menos as minhas roupas já estarem destruídas. Era tarde demais para as dele. Era quase uma grosseira ignorar o nosso prazer naquele momento.
Rimos juntos, e o movimento de nosso riso provocou reações interessantes na maneira como nossos corpos estavam conectados, efetivamente dando um fim a uma conversa.
"Papais!"
Eu e Sávio se olhamos e nos viramos de uma vez só.
"Surpresa!"– gritamos dando um susto em Ana, que caiu gargalhando para trás sobre cama.
Eu e Sávio se ajeitamos.
"Posso dormir com vocês?"– perguntou a pequena.
***
Acordo de um pesadelo. Sávio se assusta comigo.
"O que foi, querido?"– perguntou.
"Tive um pesadelo... Com Ana."
"Quer me contar?"– perguntou.
Não podia manter aquilo só para mim, estava em um desespero interno.
"Elrond, havia sequestrado nossa menina."
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