A vs S

Acordo debruçado, Sávio já havia levantado da cama.
Pego sua blusa social jogada no chão e a visto, saio caminhando procurando por ele. Me deparo com a porta do quarto da dor aberto, não sabia se aquilo era correto. Invadir o lugar.
Olho para todas as coisas penduradas, sinto falta de alguns chicotes e barras de madeira.

"Desculpe, esqueci aberta!"

Me assusto e me viro para encará-lo. Estava com uma calça jeans e uma blusa branca. Olho os braceletes e as tornozeleiras, algumas algemas.

"Não sente falta?"– pergunto, pegando as bolinhas de Pompoarismo anais.

Ele anda pelo quarto.

"De que? De te castigar?"

"Nunca me castigou de verdade!"– afirmo abrindo uma gaveta onde estava um chicote com a parte de couro prateada.

Continuo a falar:

"Não de me castigar, mais de vim aqui. Não sente?"– digo fechando a gaveta.

"Não quero machucá-lo. Sei que não me perdoaria se acontecesse..."

"Já vínhamos aqui algumas vezes, e as que me lembro, foram bastante excitantes!"– digo olhando para ele, pego uma vareta de madeira nas mãos.–"Para que serve?"– pergunto.

Ele sorri e toma de minha mão pondo no lugar.

Minha barriga revira, estou com fome.

"Vamos comer, vem!"

***

Termino o café da manhã, Sávio dá o último gole no suco de laranja.

"Quero te mostrar o único lugar do apartamento que você nunca viu."

Ele segura minha mão e me leva até uma porta de madeira, uma porta preta.

"É uma sala de jogos."– diz abrindo a porta.

No centro na sala havia uma mesa de sinuca, em um outro lugar tinha uma enorme televisão com controles de jogos de x-box.

"Flitz adorava vim aqui, apesar que eu vencia todas as partidas."– falou cruzando os braços se vangloriando.

Ando até a mesa de sinuca.

"Quer jogar?"– pergunto.

"O que ganho, se eu ganhar?"– pergunta.

"Se eu ganhar você me leva para o quarto da dor. Se você ganhar, você escolhe!"– digo mordendo os lábios.

Ele pega os tacos e as bolas, e estende sobre a mesa. Sávio caminha até onde estou e sussurra no meu ouvido:

"Eu vou ganhar!"

Pondo no centro da mesa, Sávio coloca o triângulo com as bolas.

"Você começa, Mr. Johan."– disse Sávio colocando nossos nomes no quadro.

Dou uma olhada sacana para seu membro de prazer.

"Boa sorte."– falou mantendo na minha bunda.

"Você vai precisar!"– dou um sorriso fazendo uma cara de safado.

Me inclino sobe a mesa, em sua frente, ele dá uma torcida, limpado a garganta. Dou uma tacada, as bolas se espalham, espero ansioso para uma delas encaçapar.
Solto um gruído quando vejo que as bolas sete e oito entram no buraco. Sávio marca meus pontos.
Miro o taco para acertar a bolinha que valia dez, mais o taco escorrega de minhas mãos.
Olho desapontado para Sávio, que ria de mim.

"Tenta na próxima querido."– falou dando um tampinha na minha bunda.

Me sento no sofá de couro observando sua tacada. Ele vibra silenciosamente quando acerta a que eu queria. Se posiciona sobe a mesa a acerta mais uma bolinha, a número seis. Tentando acertar duas de vez, Sávio faz as bolas quinze e a treze se distanciarem, mas não caído no buraco.
Solto uma risada de meu marido, dou a volta na mesa vendo os ângulos perfeitos para o lançamento, vejo as bolas doze e catorze alinhadas em um só buraco. Encaçapando as duas de vez, dou uma olhada para Sávio que estava apreensivo.

"Não me disse que sabia jogar?"– falou alisando a barba.

"Não sabe muitas coisas de mim, querido!"

Me inclino em sua frente, ouço um assobio vindo dele. Sua mãos seguram minha cintura, sinto sua ereção pulsar em mim.

"Está tentando me distrair, Sr. Johan? Saiba que não vai adiantar. Vou ganhar essa!"– afirmo atingindo e encaçapando a bola quinze.

Me ergo nele. Sua mão esquerda segura meu pescoço, enquanto a outra segurava firmemente minha cintura. Sua boca quente encostava em meu pescoço fazendo meu corpo estremecer. O membro de Sávio dilatava por dentro da roupa, um calor daquela região penetra em minha pele.

"Temos que terminar o jogo..."– sussurro após um breve gemido.

"Eu vou ganhar!"– falou apertando meu glúteo.

Ele me solta, por breve segundos meu corpo se abala em êxtase, mais logo volto.
Me inclino sobe a mesa, o taco encosta na bolinha onze, que bate na treze e na sete encaçapando em buracos diferentes.

"Você ainda quer jogar?"– pergunto mordendo o lábio inferior.

Sávio se posiciona em minha frente, seus braços abertos sobre a mesa, um de cada lado do meu corpo, me fazendo ficar em seu meio. Ele cheira meu pescoço, me deitando sobre a mesa ele fala no canto do meu ouvido:

"Não!"– afirmou beijando meu pescoço.

Dou um sorriso sacana.

"Ganhei!"

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