Capítulo 43🦋

Jhonatan Fernandez...

Algumas semanas já se passaram e entramos em um novo ano. Nunca estive tão feliz e certo dos meus sentimentos por ela. Nossa primeira vez foi inesquecível e meu corpo passou a responder a ela com mais velocidade do que o normal. Já dormi com muitas garotas, confesso, mas nenhuma tinha os olhos selvagens e inocentes que a Alícia tem. Ela é perfeita pra mim, o encaixe que meu coração procurava.

Só queria ter coragem suficiente de falar isso pra ela.

Somos tão novos, há tantas incertezas sobre nosso futuro e eu tenho medo de meter os pés pelas mãos. Passamos todos os dias juntos, foram semanas de encontros, conversas, algumas discordâncias e muito sexo. Pedi ela em namoro, oficialmente no dia do aniversário de 17 anos dela. Estávamos todos na casa dela, Deise me ajudou a planejar tudo e fizemos uma surpresa que a deixou muito feliz. Ela disse que sim e estamos namorando de verdade agora. Sem essa de "não sei se quero namorar a distância," depois de tanto tempo nós dois sabemos exatamente o que queremos e não será a distância que mudará isso.

— Bom dia Jhonatan, meu filho! Até que enfim levantou! — Minha mãe implica comigo assim que me vê descer as escadas para tomar um café, sendo quase meio dia!

— Oi mãezinha! — respondo com suspiro de bocejos — Não vai para a confeitaria hoje? — Me sentei à mesa, ao seu lado e dei um beijo em seu rosto.

— Juliana já foi. Hoje vou resolver algumas coisas no banco.

— Precisa que eu vá junto?

— Não precisa! Pode ficar e acabar de ajeitar suas coisas. Você volta amanhã não é?

— Sim! — Arfei na cadeira, enquanto colocava meu café — Não queria, mas volto amanhã sim!

— Por que dessa mudança de opinião? Por acaso tem haver com uma certa menina de cabelos cacheados aí?

— A senhora me conhece muito bem então não adianta eu mentir. Sim, é por causa dela. Essas semanas foram tão boas, não queria ter que ir.

— Ah, que lindo meu filho todo apaixonado! Não achei que estaria preparada para isso — Minha mãe se emocionou e eu comecei a rir

— Mãe, eu já tive outras namoradas, porque a senhora está falando assim?

— Porque essa é a primeira vez que vejo você apaixonado! Não tem haver com as namoradas que você já teve!

— Como a senhora sabe que eu não me apaixonei antes, hein?

— Como você mesmo disse, eu te conheço, Jhonatan! Eu sei!

Comecei a rir mais uma vez e ela se levantou e saiu da cozinha. Terminei meu café e voltei a organizar as coisas. Hoje o dia está tão preguiçoso quanto eu. Talvez por não ser um dia que eu goste muito de lembrar. Um dia que só me traz recordações dolorosas. Antes que a tristeza das lembranças me abrace, tomo um banho e me arrumo para sair. Visto uma camisa preta, calça jeans e um tênis preto também!

O caminho até o cemitério é um pouco longe, mas o trânsito não estava caótico, o que ajudou o motorista do aplicativo a ir mais rápido do que o normal. Agradeci e paguei a corrida assim que ele parou de frente ao portão grande de ferro. Apesar de ser um local fúnebre, o cemitério Parque das Flores, é um lugar bonito. Há muitas árvores, os caminhos até as covas se dividem em pedras e gramas geralmente bem verdinhas.

Entrei e fui direto pegar a autorização para visitar o túmulo do meu pai. Meu coração se apertou assim que comecei a caminhar em direção ao local onde enterramos ele. Me aproximei depois de poucos minutos andando e vi a lápide dele. Me ajoelhei e senti as lembranças do meu pai me invadirem.

"Daniel Lima Fernandez, 1.973/2.016 - A vida é boa demais para viver se lamentando!"

Meus dedos deslizaram pela frase que minha mãe pediu para ser escrita lá. Lágrimas já começaram a escorrer pelo meu rosto e a saudade fazer meu coração apertar.

— Obrigado, pai! Obrigado por tudo que fez por nós! Vou te amar pra sempre e prometo não viver me lamentando!

Enxugo meu rosto e me ponho de pé. Meu telefone começa a tocar e algumas pessoas, poucas na verdade, que estão à minha volta me olham feio. Peço desculpas e atendo o celular.

"— Filho, onde você está?

— Mãe, vim visitar o papai por quê?

— Ah sim. Você volta que horas?

— Daqui a pouco. Já tô acabando aqui. Aconteceu alguma coisa?

— Não, tá tudo bem. Pode ficar aí o tempo que precisar. Cuidado na volta, esse lugar é um tanto perigoso.

— Tudo bem, mãe! Não vou demorar! Beijo."

Desliguei o celular e conversei com meu pai mais um pouco. Senti a queda da temperatura e decidi ir embora. Chamei outro carro de aplicativo e fui direto para o shopping. Alicia está trabalhando hoje e eu tô morto de saudade dela. Assim que paramos desço correndo e vou direto para o segundo andar. A hora do almoço já tinha passado, mas como levantei tarde, ainda não estava com fome.

Me aproximei do ateliê e algo já me incomodou, Nathan estava na porta do ateliê e parecia rir de algo muito engraçado. Alícia apareceu logo depois e também sorria. Parei de andar e esperei o que viria depois. Não que fosse acontecer algo ruim, mas meu coração batia tão rápido que meus ouvidos abafavam qualquer ruído que não fosse o das batidas aceleradas demais que meu coração dava.

Ela falava apontando pra ele e ele sorria andando de volta para a loja onde trabalha. Sinto o sangue ferver, mas não posso dar nenhum show de ciúmes. Me viro de costas, respiro fundo e volto a andar em direção ao ateliê. Por mais que eu tente, é impossível disfarçar minhas feições. Saber que esse mala trabalha tão perto dela me faz perder a cabeça! E eu não posso perder a cabeça! Alícia detesta ser controlada e se eu der qualquer sinal disso, pode ser o fim pra nós dois!

Pisar em ovos, é uma droga!

— Oi Nego! — Ela me viu e abriu o maior sorriso. Já to me sentindo o maior idiota — Você não disse que viria. — Ganhei um beijo e um abraço caloroso.

— Quis fazer uma surpresa, Morena!

— Vem, vamos entrar! Amanda vai gostar de te ver! Ela vive falando de você desde que você veio da última vez. Disse que você ficaria perfeito em uma campanha de modelos e várias outras coisas.

— Deus me livre! Não uso roupa de desfile, uso roupa comum! — Ali caiu na risada e eu fui junto. Sentei na poltrona de tecido aveludado que fica perto da mesa de trabalho dela. — Tá muito ocupada?

— Hoje não. Já fizemos quase todas as encomendas do mês. Agora o que falta as noivas precisam vir experimentar pra gente apertar ou afrouxar os vestidos.

— Você fica tão linda quando fala com termos técnicos de costura! — Ela sorriu, se aproximou de mim, sentou em minhas pernas e me deu beijo nos lábios com carinho.

— Isso aqui é uma parte do meu sonho que se tornou realidade. Ainda não é tudo que sempre quis, mas está perto. E agora com você sinto que a vida finalmente sorriu pra mim!

— Eu sinto o mesmo! — nossos olhares estavam compenetrados um ao outro. Ela sorria e eu fazia o mesmo, como um grande reflexo dela. Deslizei os dedos por seus cachos e segurei seu rosto para mais um beijo.

— Hum! Hum! — Ouvimos Amanda pigarrear e olhamos pra ela envergonhados.

— Desculpa, chefinha! Já voltei ao trabalho! — Alícia se levantou e eu me ajeitei na poltrona, apenas acenando para Amanda.

— Imagina minha filha. Com um namorado desse, eu me agarraria a ele o tempo todo! — Fiquei sem graça e sorri constrangido com o comentário dela, Alícia pareceu achar graça — E por isso vou te liberar por hoje. A noiva das 15:30hrs não vem mais. Remarcou para segunda-feira, pois a mãe não poderia vir!

— Jura? É a segunda vez que ela remarca, não é?

— Sim. Mas, é o vestido dela né. Não posso fazer nada! Agora vão passear. Aproveitem e peguem um cineminha. — Ela piscou um olho para Ali e se retirou mais uma vez.

— Só vou guardar esses materiais aqui rapidinho e a gente vai. Ok?

— Tudo bem, Morena! — Ela abriu e fechou e duas gavetas guardando algumas linhas, agulhas e tecidos — Você quer que eu vá comprar a pipoca de uma vez?

— Não, já acabei. Vamos juntos!

Ela colocou a alça de sua bolsa pequena no ombro esquerdo e entrelaçou nossas mãos. Gritou um "Tchau, chefinha!" e saímos do ateliê. Beijei seu rosto e me senti um bobo apaixonado.

— Nego, não quero assistir nada, não. Quero ficar com você, conversar, e curtir esse tempo que ainda temos juntos. Amanhã você já volta pra faculdade — Falou abraçando minha cintura enquanto andávamos lado a lado.

— Contanto que eu fique com você, não me importo com o lugar. Bora tomar um milkshake e depois a gente vai pra casa!

— Tá bom! Pede um de ovomaltine pra mim!

As horas passaram bem rápido. Depois do milkshake ficamos conversando por um bom tempo. O sol começou a se pôr e ela me confessou que assistir isso todos os dias era como aquecer a alma. Uma das coisas que ela mais ama é poder ver o sol descansar.

Viemos embora logo depois. Alícia nunca esteve tão radiante, o fato de não ter que voltar para perto da Lavínia também é um grande fator para ela estar tão feliz. E eu sou grato de poder fazer parte disso. Vê-la feliz me faz feliz. E agora entendo porque minha alma passou esses anos tão aflita.

— Você vai amanhã que horas, nego? — Ali falou me tirando dos devaneios.

— Pego o primeiro ônibus amanhã, cedo.

— Vou sentir tanto a sua falta! Queria que ficasse! — Ela disse olhando nos meus olhos — Mas vai passar logo, tenho certeza!

— Ali, se você tivesse me falado isso ano passado eu teria escolhido outra faculdade! Teria ficado aqui!

— Eu não podia dizer isso. Você sabe! Lavínia teria feito da sua vida um inferno.

— Ou você teria se livrado dela bem antes.

— Não quero falar dela, Jhonatan! Quero só aproveitar nosso tempo. Quero deletar ela da minha vida, não tenho lembranças boas, ela não me faz bem e quero esquecer que ela existe! — Alícia ficou nervosa e visivelmente abalada.

— Desculpa, Morena. Vamos mudar de assunto!

— Desculpa eu! Mas sempre fico nervosa quando envolve o nome dela. Desculpa!

— Que tal a gente ir lá pra casa que é mais perto daqui, a gente vê um filminho, o que acha? — Sorri ao falar e ela retribui com um sorriso acalentador.

— Vamos! Depois eu ligo pro Fred pra dizer que vou ficar lá e amanhã eu volto pra casa. Deixa eu ir no banheiro rapidinho. Olha minha bolsa!

Alicia se levantou, me deu um selinho e foi até o banheiro. Terminei minha bebida e peguei o celular para ficar mexendo. Meu amigos me enviaram mensagens e interagiram com algumas fotos minha com a Ali que postei nas redes sociais. Ivan comentou uma foto nossa na praia, onde passamos o fim do ano, e pelo jeito vou ser zoado quando voltar pra facul. Percebi que a Ali demorou pra voltar e fui atrás dela.

Em passos largos e apressados cheguei ao corredor reservado do banheiro. Minha morena estava parada com os braços cruzados em frente ao corpo e com a cara emburrada olhando pro carrapato do Nathan.

Será possível que ele não vai nos dar paz?

— O que tá acontecendo, Morena?

— Nada Jhonan! Vamos embora! E você— Ela se voltou pro imbecil a sua frente — vai trabalhar! — Alícia saiu batendo os pés, cruzou nossas mãos e me puxou para irmos embora.

No fundo eu sinto que tem algo, mas também sei que pode ser algo da minha cabeça. Pegamos o ônibus que veio rapidamente e não dissemos uma palavra e mais uma vez me senti pisando em ovos escolhendo as palavras certas para não entrar em conflito com ela. O caminho foi rápido como a gente já esperava e descemos em frente ao prédio onde morava. Comprimentei o Seu Francisco e subimos.

— Por que está calada, Ali? — Perguntei ainda no elevador.

— Só pensando em umas coisas!

— Quer conversar? — Dei um beijo na palma da mão dela e ela sorriu pra mim.

— Agora não — Ela disse e retribui o beijo, também na palma da minha mão.

Entramos no apartamento e senti o cheiro do meu bolo favorito assando. Minha mãe escutou o barulho da porta sendo trancada e gritou meu nome da cozinha.

— Oi mãe, cheguei. Vim com a Ali. — Andamos até a cozinha e dei um abraço na minha mãe.

— Oi, sogrinha! Tudo bem?

— Oi, minha filha! Estou bem. Sentem ai, estou fazendo o bolo favorito do Jhonatan.

— Eu senti o aroma assim que entrei, mãe! Já estou com água na boca.

— O cheiro está muito bom mesmo, Sogrinha!

— Espero que esteja tão bom quanto o cheiro. Amanhã você leva um pedaço para a viagem, se sobrar, filho.

— Tá bom. Cadê a Ju, mãe?

— A confeitaria está com movimento ainda. Ela me mandou mensagem, daqui a pouco ela vem.

— Ah sim. Vamos assistir um filme aqui então. Qualquer coisa estarei no quarto!

Me levantei e puxei a Ali pelas mãos. Subimos até o quarto e ela se jogou na cama enquanto eu ligava o notebook para colocar o filme.

— Morro de vergonha de ficar aqui no seu quarto enquanto sua mãe tá lá embaixo.

— Não tem que ficar com vergonha. Minha mãe não liga.

— Acho que ela liga sim, mas como você é dono de si, ela não fala nada.

— Talvez seja isso. O que vamos assistir?

— Vamos terminar de assistir a primeira temporada de Suits.

Coloquei o episódio que faltava, deixei pausado fui ao banheiro, tomei um banho rapidinho, pois ainda estava com a roupa do cemitério e voltei pro quarto. Alícia mexia no celular quando cheguei e me joguei ao seu lado.

— Posso saber o que você tanto conversa com esse cara?

— Tá me espionando? — Ela tentou brincar, mas eu não disfarcei a minha irritação — Ele tá me falando que minha mãe apareceu lá no ateliê e a Amanda colocou ela pra correr. Nada demais.

— Já estou ficando cansado de como esse cara fica te rodeando! — Me sentei na ponta da cama, de costas pra ela e visivelmente alterado.

— Jhonatan, o que está acontecendo?

— Nada! É só que — Respirando fundo, mais uma vez escolhendo as palavras certas — Não fico tranquilo com a confiança que você dá pra esse cara. Não sei Ali, só... não gosto de como ele te olha, como fala olhando pra sua boca.

— Olha pra mim, por favor! — Me virei para ela, me sentando ao seu lado mais uma vez — Nathan é um amigo. Só isso. Eu já te expliquei, ele me ajuda contando os planos da Lavínia. Não tô pedindo pra você confiar nele, mas tô pedindo pra confiar em mim, Jhonan.

— Confio em você Ali. Mas tenho medo que com a nossa distância, ele se aproxime mais e se aproveite disso. Hoje quase surtei quando cheguei no shopping e vi vocês dois aos risos. Posso ser um cara decidido Alícia, mas tenho inseguranças que não sei explicar.

— Também tenho Jhonan! Tenho medo que você fique com outra mulher. Medo de ser trocada por uma pessoa que seja mais madura do que eu, que viva o mesmo momento da vida que você, que esteja mais perto. Eu sempre tive esse medo, mas decidi enfrentá-los porque sei que estar com você vale a pena! Mas pra isso dar certo, a gente precisa confiar! Um no outro!

— Eu sei, desculpa. Desculpa! — A abracei e beijei seu rosto, afinal ela tem razão — Às vezes não sei lidar com a intensidade dos meus sentimentos por você.

— A gente já superou um ano de desentendimentos e uma mãe maluca. A gente consegue dar conta disso!

Ela sorriu e eu a beijei. Meus dedos se entrelaçaram em seus cachos soltos e a sensação é tão boa. Aperto sua cintura com a outra mão e sinto ela gemer em meus lábios. Meu corpo responde rapidamente a ela, suas mãos entram por debaixo da minha camiseta e arranham minhas costas. Sinto um frio por toda minha coluna e intensifico meus beijos mordendo seu lábio inferior e sugando sua língua logo depois.

Alícia subiu em meu colo e minhas mãos passearam por seu corpo. Tirei sua blusa e distribuí beijos do seu pescoço até chegar em seus seios. Seu pescoço pendeu para trás e me fartei com seu corpo sobre o meu.

Em poucos minutos estávamos os dois sem roupas e prontos. Alícia não tem vergonha de mostrar seu corpo e isso me deixa mais excitado. Seu olhar sombrio de desejo me hipnotiza e perco facilmente o controle dos meus movimentos. Ela me ajuda a colocar a camisinha e me sento na cama, me recostando na parede. Ela se coloca sobre mim e encaixa sua intimidade no meu pau. Um gemido escapa de mim e ela coloca as mãos na minha boca pedindo silêncio. Seus movimentos são ritmados e fazem meu corpo tremer de desejo. Abocanhei seu seio, mordi, lambi e suguei, brinquei com um de cada vez. Minhas mãos seguraram seu bum e ajudaram a intensificar o movimento de sobe e desce.

Ela parou de cavalgar e mordeu o lábio inferior com força segurando o desejo de gritar.

— Fica em pé Alícia! — Ela abriu os olhos e fez o que eu ordenei.

Eu sabia que ela tinha sentido o orgasmo chegar e se rendeu aos sentidos. Assim que ela ficou de pé em cima da cama, levei minha boca até sua intimidade toda molhada e suguei seu clitóris lentamente. Introduzi dois dedos e ela gemeu. Acelerei os movimentos sincronizando a língua e os dedos e ela gozou na minha boca. Senti meu pau pulsar de desejo e puxei ela pra cama. Me coloquei entre suas pernas e beijei sua boca.

— Quero você Nego. Quero você dentro de mim agora!

— Seu desejo é uma ordem!

Olhando em seus olhos, me enterrei nela com vontade. Alícia arfou e eu mantive a velocidade das estocadas porém com uma força maior do que eu mesmo esperava. Seu quadril se remexia e me deixava mais louco. Apertei seu seio e abaixei meu rosto chegando até seu pescoço, lambi sua pele sentindo seu sabor penetrar a minha alma. Alícia me enlouquece e saber que ela tem consciência disso e faz de tudo para me provocar me deixa mais apegado a ela. Aumentei a velocidade das investidas e as pernas dela se entrelaçaram em minha cintura e ela movia o quadril junto comigo.

Nosso olhar estava conectado, não conseguimos desviar nem por um segundo. Meu coração acelerado, minha respiração ofegante, aproximei meu rosto do dela e a beijei enquanto gozava. Nossos corpos colados, e o seu perfume me invadindo, só me deram a certeza de que eu estava não só apaixonado, mas era amor e eu não queria perder aquilo!

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Contém 3160 palavras 🦋
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Oi gente.
Tô sumida, eu sei. Mas tô tentando...kkkk
Espero que gostem desse capítulo.

Preparem os corações, fortes emoções estão por vir!!❤️

Obs: O Cemitério citado no capítulo existe mesmo na cidade de São José dos Campos.

Beijos!❤️🦋

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