Episódio 6
POV El Diablo
Estou no andar 6 no bar bebendo uma vodka pensando na merda que a gente tá prestes a fazer, invadir o Arkham
—e aí fogoso, tudo certo?—a Alerquina pula pra trás do balcão e bota a mão no ombro do atendente—pode sair querida eu sirvo eles agora—ela pisca para a atendente que deixa o bar
—você é sempre maluquinha assim?—pergunto
—sim, e você é sempre caladão assim?
—prefiro ficar na minha
—você e o Tigrinho de Bronze ali—ela olha pra ele que está numa mesa sozinho bebendo—conversou com ele?—ela fala servindo bebida num copo para ela
—não
—bom depois eu converso com ele, vocês dois deviam conversar, vocês tem coisas incomum—ela toma um gole de sua bebida
—tipo o que?
—vocês dois são caladões há, há
—muito engraçado
—eu sou engraçada há, há, então fogoso como conseguiu esses poderes?
—eu nasci com eles
—legal
—mas não é—ela me olha—quanto mais eu envelheço mais o poder aumenta, já perdi o controle por causa disso—lembro da tragédia que me aconteceu e uma lágrima escorre pelo meu rosto
—quem foi?
—o que?—volto minha atenção a Arlequina
—quem você matou
—foi a minha família...quando eu era o rei de todas a gangues de Gotham ninguém me dizia não, exceto a minha mulher, um dia a gente discutiu por que ela encontrou dinheiro e uma arma dentro de casa, ela nunca gostou dessas coisas, na discussão eu me descontrolei e... Acabei botando fogo na nossa casa e acabei......assassinando eles.... Minha mulher...meus filhos...morreram por minha culpa...por culpa desses poderes—uma lágrima desce pelo meu rosto—depois disso me dediquei aos meus negócios e hoje, não ligo se morro ou vivo
—nossa...que barra
—é...uma barra
—pois é...a gente é bonito por fora mas feios por dentro, menos ele—ela indica o Tubarão Rei que está sentado numa mesa conversando com a nevasca—ele é feio por fora também—dou um sorriso
—eu vou continuar bebendo aqui e ficar na minha por enquanto
—ok, eu vou procurar o pistolinha—ela se retira e sai pela porta do bar
POV Pistoleiro
Estou no meu quarto olhando os arquivos do Arkham e as plantas dele, olho para a foto da minha pequena Zoe que está ao lado da minha máscara, ambas estão em cima da escrivaninha, sinto muita falta dela
—toc, toc—ouço batidas na porta
—entra
A porta se abre e quem entra é a doida da alerquina
—e aí pistolinha, que tá fazendo?—ela larga seu bastão na minha cama e se senta na mesma
—estou elaborando um plano para nossa invasão ao Arkham
—uuuu estou anima com a nossa excursão, vai ser uma loucura há, há
—está ansiosa por causa da aventura ou porque vai ver o seu Sr.C?
—os dois talvez—ela sorri para mim, ela olha em direção a escrivaninha—é sua filha?
—o que?
—a menininha da foto, é sua filha?
—ah sim, ela é
—qual o nome dela?
—é Zoe
—nome bonito
—obrigado
—ela sabe que você é um assassino de aluguel?
—sabe, no dia que ela soube pela mãe dela a primeira coisa que ela me disse foi que me ama independente do que eu faça
—por que entrou nesta vida Floyd?
—escolhas erradas
—pelo jeito que você fala dela dá pra se dizer que você é um paizão
—antes de eu ser preso, eu visitava ela um dia sim e outro não, a mãe dela não ligava pra isso, eu sempre estava com a Zoe e ela sempre estava alegre...a última vez que a vi foi quando o morcego me prendeu, ela viu o próprio pai sendo preso—fico triste ao lembrar da cena—e infelizmente eu não passo mudar o que já fiz—de repente a Alerquina me abraça, eu sou pego de surpresa e fico sem reação
—ai machão tu me fez chora e agora? Como fica a minha maquiagem?—eu dou uma rizada e retribuo o abraço
—obrigado Arlequina—saio de seu abraço—você parece ser um boa amiga
—eu sei—ela sorri—vou deixar você elaborar o seu plano, agora e eu vou pro meu quarto para ter meu sono de beleza
—ok—ela se levanta e pega seu bastão de beisebol, abre a porta e antes de fecha-lá ela me olha e diz:
—até mais pistolinha—ela pisca para mim e vai embora
Ela talvez seja uma boa amiga, lembrar da minha filha me trouxe lembranças boas, bom agora eu vou me preparar para dormir por que amanhã a noite a nossa operação começa
POV Tigre de Bronze
Gosto de ficar sozinho no meu canto e não sou muito de falar, e não gosto de me apegar as pessoas, as últimas pessoas que fui próximo morreram, meus pais e irmão, me lembro do dia, um ladrão invadiu nossa casa para nos roubar meu pai tentou impedir mas o ladrão atirou nele que morreu na hora, minha mãe e meu irmão foram ver o que estava acontecendo mas foram recebidos com tiros na cabeça, eu ouvi os barulhos do meu quarto e quando u fui ver o que estava acontecendo me deparei com meus pais e irmão caídos mortos sangrando com o ladrão ao lado de seus corpos, naquele momento uma raiva tomou conta de mim ao ver o ladrão, fui rápido o suficiente e peguei uma faca de cozinha e esfaqueei o ladrão sem parar e continuei mesmo com a confirmação que ele estava morto fiquei com a faca na mão e sangue respingado por todo meu corpo até a polícia aparecer, isso tudo ocorreu quando eu tinha 10 anos
Conforme crescia fui aprendendo táticas de lutas de vários tipos, viajei mundo a fora aprendendo várias técnicas mas infelizmente acabei aqui, realizando uma missão contra a minha vontade por que se não uma bomba explode a minha cabeça, pois é que vida de merda né
Vejo o El Diablo que estava bebendo no balcão do bar vindo em minha direção, ele se senta na cadeira a minha frente
—eai cara, tudo certo?—aceno com a cabeça—não gosta muito de falar né, entendo também sou assim
—não é o que parece—ele dá um sorriso
—pois é hoje eu resolvi falar com as pessoas, devia tentar—ele bebe sua bebida do copo
—por que veio aqui?
—pra falar a verdade não sei há, há, mas conta aí sobre você o que faz da vida?
—mato pessoas e roubo coisas pra quem pagar mais
—hmmm
—e você?
—eu era o rei da maioria das gangues de Gotham City mas graças ao morcego perdi meu poder
—o morcego também me botou na prisão
—pois é, uma coisa que temos em comum né
—é o que parece—vejo o Capitão Bumerangue dando em cima de uma atendente no bar e ela claramente está incomodada com isso, a expressão em seu rosto é claramente um pedido de socorro, eu mato pessoas mas nunca matei uma mulher ou criança e o Bumerangue está claramente bêbado, consigo escutar o que eles falam
—então gatinha, vamos comigo lá pro meu quarto pra nós termos a nossa festa particular?
—não obrigada—quando ela vai sair o Bumerangue a segura pelo braço
—ahh qual é eu sei que você quer—ele se aproxima e cheira os cabelos dela mesmo ela tentando se afastar, então numa rapidez ela dá um chute no estômago dele que a larga imediatamente mas ele foi rápido em segura-lá novamente desta vez claramente a machucando com a força que a agarrou
—me larga está me machucando!!
—CALA A BOCA SUA VADIA VOU TE ENSINAR A....
—VAI ENSINAR A ELA O QUE!?—grito de longe o interrompendo e faço todos no me olharem
—iiihhh deixa eu sair daqui antes que a confusão comece—El Diablo diz logo antes de beber um último gole de sua bebida—fui—ele se retira do bar eu nem dou muita atenção
—fica na tua aí Tigrinho e deixa que eu me entenda com essa vadia falou!?—o bosta do Bumerangue volta a falar
—pelo que eu vejo esta mulher não quer conversar com você seu merda—me aproximo de onde eles estão—deixa a moça ir
—ou o que?
—ou eu quebro todos os dentes que tem
—ha, há, duvido—ele volta a provocar a moça mas eu o seguro em seu braço
—eu disse pra deixar ela ir
—tira suas mãos de mim seu merda—ele tenta me acertar um soco mas eu bloqueio e revido dando um soco em seu queixo e outro em seu peito eu o pego e o jogo em cima de uma mesa
Ele se levanta mas quase não para em pé devido a tanta bebida que tomou
—ahhhhh—ele vem correndo em minha direção mas eu só dou um passo para o lado e ele bate com tudo no balcão do bar—seu filho da puta!!
Ele tenta me dar mais um soco mas eu desvio e dou dois socos em seu rosto e dou um chute giratório em sua barriga e ele cai no chão inconsciente
—acho melhor vocês levarem ele para o quarto dele—falo para os homens que estavam bebendo junto dele mais cedo, vou até a mulher que ele atacou—você está bem?
—estou, obrigada
—disponha—saio pela porta do bar e vou em direção ao meu quarto, chega de confusão por hoje
Assim que entro no meu quarto tranco a porta, retiro meu uniforme tomo um banho e vou direto para a minha cama e durmo, somente de cueca boxe
[...]
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