Capítulo Quarenta e Dois

Pedro Alves:

Bella recuperou sua compostura rapidamente, e ao observá-la, não pude deixar de notar o quanto ela tinha mudado. Aquela garota que antes carregava as sombras de um passado pesado agora parecia diferente, mais leve, como se finalmente estivesse deixando para trás os fantasmas que a assombravam. O brilho em seus olhos, a postura mais ereta, tudo nela indicava uma nova determinação.

Era como se ela tivesse finalmente compreendido que o passado, por mais doloroso que fosse, estava distante o suficiente para não mais controlá-la. Agora, o que importava era o futuro, um caminho que ela mesma estava começando a traçar, sem medo de se perder pelo caminho.

Eu admirei a força dela, aquela habilidade de olhar para frente com tanta coragem. Bella tinha superado mais do que qualquer um podia imaginar, e vê-la de pé, firme, pronta para enfrentar o que viesse, me enchia de orgulho.

Ela não era mais uma vítima do seu passado. Ela era alguém que escolhia seu próprio destino.

— Tudo bem, vamos sair. — Connor falou, verificando rapidamente a hora antes de pegar seus documentos. Ele parecia um pouco ansioso, mas havia uma confiança em seus movimentos que me fazia sorrir.

Depois de nos despedirmos de Bella e Samuel, saímos de casa em direção ao carro. Assim que descemos para o lado de fora, Connor entrelaçou os dedos nos meus, um gesto simples, mas que sempre me fazia sentir um calor reconfortante no peito. Era incrível como pequenos toques dele podiam acalmar qualquer agitação em mim.

O banquete seria pequeno, com poucas pessoas convidadas, mas ainda assim, eu sabia que esse evento era importante para ele. Não era apenas uma reunião de negócios, era a primeira vez que Connor apareceria publicamente desde que assumiu sua nova identidade e posição. Então, claro, ele queria estar impecável. E, sinceramente, ele estava deslumbrante. Sob o céu noturno, meu namorado parecia uma verdadeira joia, brilhando ainda mais com o terno preto perfeitamente ajustado. Aquele terno parecia ter sido feito para ele, cada linha e costura o destacando de uma maneira que tirava o fôlego.

Assim que chegamos, as pessoas começaram a notar nossa presença. Era impossível não sermos o centro das atenções. Não que eu me importasse; pelo contrário, eu estava orgulhoso de estar ao lado dele, especialmente nessa noite.

O organizador do evento, uma mulher de expressão amável, se aproximou com um sorriso caloroso.

— Connor, que maravilha vê-lo aqui. A união das nossas empresas promete um futuro brilhante para muitos artistas. — Ela disse, antes de se virar para mim com um brilho nos olhos. — E você deve ser a pessoa que roubou o coração do meu aluno mais talentoso.

Fiquei surpreso. Não sabia muito sobre quem Connor fazia negócios, então ser apresentado dessa forma foi inesperado.

— Sim, professora Marli. Obrigado por me convidar. — Connor respondeu com um sorriso genuíno. — E você, pretende ficar por aqui de vez?

— Sim, estou pensando em estabelecer uma base aqui. E, falando nisso, já considerou aceitar minha proposta de voltar ao design de joias? Tenho um amigo que adora os esboços que você fez na época e ficaria encantado em vê-lo de volta. — Ela disse, olhando para mim de relance e notando minha surpresa. — Ah, você não sabia desse talento oculto do Connor, não é?

— Na verdade, não. — Admiti, completamente sincero. Connor me lançou um olhar culpado, o rosto um pouco corado.

— Não falo muito sobre isso... — Connor começou, mexendo na gravata como se isso fosse aliviar a tensão. — A professora Marli sempre foi mais ativa no exterior. Aprendi design com ela enquanto estava na Europa, mas recentemente ela tem trabalhado mais com entretenimento e joias.

— E ele era o melhor aluno naquela época. Se decidir voltar, fará maravilhas novamente. — Marli sorriu com um brilho de orgulho nos olhos.

Fiquei impressionado, mas ao mesmo tempo, podia ver que Connor tinha tempo e talento para retomar essa parte de sua vida. Era algo que, claramente, o professor dele acreditava que ele deveria continuar.

— Vou pensar sobre isso. — Connor respondeu, finalmente relaxando um pouco. — Talvez peça sua orientação quando voltar a praticar.

Apertei a mão dele suavemente, e antes que ele pudesse se culpar por não ter me contado isso antes, murmurei:

— Sei que você vai arrasar. Seus designs vão brilhar tanto quanto você.

Beijei sua bochecha, e ele sorriu, embora suas bochechas ficassem ligeiramente vermelhas.

— Para de me tratar como se eu fosse perfeito. — Ele disse, a voz suave, mas com aquele tom familiar de quem está adorando ser elogiado.

— Você é a perfeição. — Retruquei sem pensar duas vezes. — Ainda mais sendo o pai do meu filho... e o meu futuro esposo.

— Oh, não quero atrapalhar vocês dois. — Marli riu, claramente se divertindo com a nossa troca de palavras. — Aproveitem a noite. Parabéns pelo bebê! — E com isso, ela se afastou, deixando-nos sozinhos.

Connor ficou por um momento em silêncio, parecendo absorver tudo. Quando ele me olhou, eu soube que era o momento certo. Do meu bolso, tirei uma pequena caixa com as alianças.

— Connor, — comecei, ficando de frente para ele, olhando em seus olhos. — Juntos somos mais felizes. Ao seu lado, sou completo. Você traz tranquilidade, paz e energia positiva para minha vida. Meu coração bate mais forte porque o seu bate por mim. Existe confiança, amor, respeito entre nós. E por isso, eu quero te fazer a pergunta mais importante: você aceita casar comigo? Aceita viver ao meu lado por toda a eternidade? — Minha voz estava carregada de emoção. — Aceita compartilhar seus dias e reservar o melhor de sua existência para nós? Meu amor, você aceita casar comigo?

As lágrimas nos olhos de Connor começaram a brilhar sob a luz suave do salão. Ele respirou fundo, parecendo processar tudo.

— Sim. É claro que sim! Eu te amo demais, Pedro. E vou te honrar todos os dias da minha vida. — Ele disse, a voz embargada, mas cheia de convicção. Peguei sua mão e coloquei a aliança em seu dedo, e logo depois ele me puxou para um beijo delicado, selando nosso compromisso.

Por um momento, nada mais existia além de nós dois. O salão, os convidados, tudo desapareceu, e só havia nós. Nosso pequeno mundo de amor.

Depois de um tempo, Connor, ainda sorrindo com os olhos brilhantes, limpou as lágrimas e disse:

— Acho que devemos voltar ao evento. Tenho alguns convidados para atender.

Eu sorri, ajustando o terno dele com carinho.

— Claro. Vamos. — Apertei sua mão, e caminhamos pelo salão, conversando com alguns dos outros presentes, mas sempre trocando olhares e sorrisos cúmplices.

Enquanto andávamos, admirando nossas alianças discretamente, tudo o que eu queria era puxá-lo de volta para mim, dizer o quanto o amava, e talvez sair dali para comemorarmos em particular. Mas havia tantas pessoas ao nosso redor, e eu sabia que não era o momento para isso. Mesmo assim, só o fato de segurar sua mão e estar ao seu lado era o suficiente para fingir que os outros não existiam.

Eu o observava, admirando como Connor interagia com cada convidado, sempre tão gracioso e atencioso. Em vários momentos, coloquei minha mão em seu ombro, como qualquer outro casal faria em uma demonstração de carinho.

Alguns novos artistas se aproximaram com cuidado, ansiosos para conhecer o homem que estava oferecendo oportunidades para o futuro deles. E Connor, com seu sorriso gentil e seu jeito envolvente, captava cada detalhe da conversa, enquanto alguns seguiam pelo salão, tentando conquistar um espaço ao lado dele. Eu ri baixinho, percebendo que, em algum momento, me tornara um pouco mais... calmo em relação a essas coisas. Sempre fui orgulhoso, mas agora estava disposto a aceitar essas aproximações, mesmo com as segundas intenções claras de alguns.

— Pedro, só vamos ficar mais algum tempo. — Connor disse, parando por um momento e me encarando com um sorriso travesso. — Já até sei como podemos comemorar depois.

Sorri de volta, sabendo exatamente o que ele queria dizer.

— Ah, eu já imagino... — respondi, e ele riu.

Ficamos mais alguns minutos no salão antes de nos despedirmos dos outros convidados. A decisão foi unânime: iríamos direto para um hotel ali perto.

E, enquanto caminhávamos para fora do salão, eu sabia que aquela noite seria inesquecível, não apenas pelo banquete, mas pelo novo passo que havíamos dado em nossa jornada juntos.

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Quando chegamos à porta do quarto, deixei Connor entrar primeiro, observando cada movimento dele com uma mistura de desejo e admiração. Assim que a porta se fechou atrás de mim, eu o puxei suavemente para a parede, o corpo dele contra o meu, o calor de nossos corpos misturando-se em um arrepio gostoso que percorreu minha espinha.

— Não sabe o quanto eu esperei por isso... — murmurei, com a voz rouca, o desejo ficando mais evidente.

Ele sorriu, aquele sorriso que sempre me derretia, e antes que eu pudesse pensar em mais alguma coisa, nossos lábios se encontraram, intensos, urgentes. O beijo começou suave, mas rapidamente se transformou em algo mais, mais profundo, mais intenso. Minha mão percorreu o corpo dele, sentindo a textura suave do terno contra meus dedos, antes de deslizar até sua cintura.

Nosso beijo se tornou uma dança, guiada pelo desejo e pela proximidade. Fomos nos movendo lentamente, de costas para a parede, nossos corpos ainda colados, e cada passo parecia uma provocação, uma promessa do que estava por vir.

Chegamos ao banheiro, e ali nossos beijos se tornaram mais desesperados, como se o tempo estivesse parado e tudo o que importava fosse o toque, o calor e a urgência de estarmos juntos. Minhas mãos deslizavam pela pele dele, sentindo os músculos se contraírem sob meu toque.

— Eu te amo tanto... — sussurrei, quase sem fôlego, enquanto começávamos a tirar as roupas, cada peça caindo no chão como uma liberação, uma barreira a menos entre nós.

Beijei seu pescoço. Descendo até seus mamilos e os lambeu e dando leves mordidas. Ele se deitou em cima de mim enquanto nós estávamos beijando. Passei a mão por seu corpo. Cheguei para cima da cama e ele abaixou chupando meu pênis, que me levou à loucura.

Depois que meu chupou bastante, ficou de quatro em cima da cama, então comecei a dedar seu rabo e caiu de boca. Connor gemia de tesão, levantei e comecei a bater o pau na porta da sua bunda. Esfregava a cabeça do meu pênis, começando a forçar para entrar. Meu noivo começou a gemer alto.

Comecei a bombar forte e estocava no fundo, fazendo com que ele gemesse alto. Ficamos na posição de frango assado. Enfiava tudo de uma vez, dei um beijo em seus lábios. Enquanto nos beijávamos ele rebolava e comecei a meter forte.

— Deita na cama e fica de lado. — Falei finalmente liberando todo o tesão que existia em meu corpo.

— Sim, meu querido — Connor falou e beijou meus lábios delicadamente.

Se deitou de lado e vim por trás e enfiei novamente dentro dele. Nessa posição ficamos grudadinhos um no outro. Beijava sua nuca e Connor batendo uma punheta. Então parei e o apertei forte e gemi alto e gozou tudo em sua bunda. Então ele gozou que ficou em toda sua barriga e peito. Ambos estávamos ofegantes, esperamos alguns minutos e recomecei a provocar o mesmo que sorriu.

— Nem uma pausa? — Connor falou e o beijei em seus lábios.

— Temos muito que aproveitar essa noite para comemorar intimamente — falei maliciosamente.

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Gostaram?

Até a próxima 😘

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