🔹Capítulo 41🔹
Amanda Martins
🔹🔹🔹🔹
O David havia praticamente me quebrado ao meio; mas receber os cuidados dele e toda a atenção, para com as minhas necessidades, eu me quebrava em mil vezes mais. Não estou reclamando, eu realmente amo o amor que a gente faz. Ele me faz sentir prazeres inimagináveis; prazeres esses, que eu nunca pensei que fosse conseguir sentir sem ter o meu "superoca" na mão.
O que esse assunto, foi uma outra polêmica entre mim e ele, quando o mesmo, o encontrou. E eu não mentir para ele, quando lhe disse que só o usava, pensando nele; mas, desde que reatamos, que eu nem o havia mais usado. E a ideia de usar o meu "superoca" com ele, me surgiu, através de um livro que eu havia lido. A personagem dizia que havia sentido um prazer inédito e até então, inatingido. O que não me deixou passar despercebido, sem ter uma curiosidade a mais nesse assunto. E com o David, eu era capaz de fazer qualquer coisa. Logo, eu lhe sugerir o que me veio a mente. No entanto, quando isso iria acontecer, eu não saberia dizer; porém, o mesmo havia me garantido que seria em breve.
Contudo, hoje estávamos aqui, na casa de praia que o seu pai, o Sr. Collins, havia alugado; o que eu diria que não era bem uma casa, não é? E sim, uma mansão. Ela era um verdadeiro paraíso. Eu já havia passado várias outras vezes por aqui e babado nela. Eu sempre a achei linda. E agora, poder entrar nela e ver, como ela era por dentro, era um sonho realizado.
"Nossa!!!" Eu estava realmente impressionada. Ela era ainda mais linda, do que imaginei. Não sei se eram as luzes de natal que haviam sido postas nas árvores e nos coqueiros, cruzando todo o jardim e a piscina, ou a beleza natural dela. Pois tudo estava muito lindo. A senhora Katarina havia me chamado, para ajudar ela e as meninas com a decoração da área externa, porém, como a minha mãe estava atolada de comidas para fazer, eu decidir ficar com ela. Passando a tarde cozinhando. Não só ela, mas a mãe do Fabrício também havia cozinhado. Havíamos preparado um verdadeiro banquete Cearense.
Eu, o pai e a minha mãe, entramos com as comidas, e Erick também, juntamente com a sua recente esposa, Cris. Eles haviam chegado hoje à tarde, da lua de Mel deles. Disseram que não perderiam esse encontro por nada. Assim, todos estavam aqui. Os avós do David, as tias, sobrinhos e sobrinhas, amigos/família da Cris e a cia toda que nos rodeava. A Larissa com certeza veio, juntamente com os seus pais. Não iriamos deixa-los de fora. Logo, a festa toda já estava sendo feita. Porém, o David não havia me falado que os seus grandes amigos tubas, haviam vido.
— O quê? — Me aproximo deles. — Antônio? Benício? Não creio que vocês estão aqui... — Digo incrédula e abraçando eles.
— O que foi, pequena Jerry... você achou que nós não viríamos atrás desse cabeça dura, depois do acidente? — O Antônio diz, após termos nos afastado do abraço. — Ele quase nos matou de susto. As vezes ele acha que é o super-homem ou o um Tritão, o imbatível rei dos mares. — Ele diz zombeteiro e revirando os olhos. — Nem sempre é assim, meu amigo. — O mesmo aperta o ombro do David e logo, os mesmo estavam sorrindo.
— Você esquece que para sermos imbatíveis, temos que está juntos, não é? — O Benício também entra na onda e sorrir. — Somos os tubas, porra!!! — Eles se abraçam e parecem entrar em alguma comemoração de equipe.
E nesse momento, a minha amiga chega.
— Qual é dessa testosterona toda, hein? — A Lari me acompanha, olhando para eles incrédula. Porém, ela atenuou o seu tom de deboche, para com o Antônio. E o mesmo, percebeu.
Logo, ele se separa lentamente do abraço dos meninos e vem, na direção da minha amiga. Deixando-a ligeiramente desconcertada.
— Olá, Larissa Sanches... Surpresa em me ver? — Ele indaga, a quase um palmo do seu rosto. Ele estava bem perto.
Jesus!!! Esse dois estavam bem piores que eu e o David. Precisavam urgentemente transar. A tensão era palpável, entre eles. E, a minha amiga, sem sentindo perturbada com aquela aproximação toda, se pronuncia, querendo se fazer de indiferente.
— Nem um pouco. Você sempre foi inconveniente, não é? — Ela o desafia, sem baixar a guarda. Porém, o mesmo não deixa barato.
— Ah, é? Mas o inconveniente aqui, foi quem te fez grita de prazer, não é? E você gostou. Gozou e me chamou de várias outras coisas, que nem vou citar aqui. — Ele fala próximo dela, mas eu ainda consigo escutar.
Contudo, eu tenho que intervir.
— Lari!! Os seus pais. — Sorrio para eles e vejo a minha amiga vermelha, ao se afastar do Antônio. Ela estava morrendo de raiva dele. Esses dois são puro fogo. Se um não ceder, vai ser sempre assim.
Logo, os pais da Amanda cumprimentam os meninos e eu, os apresento, dizendo que já os conhecemos lá dos EUA. Eles ficam surpresos, mas feliz, por ver que a sua menina está crescendo internacionalmente e não está sozinha. A Lari fica embaraçada e decide se afastar, dizendo que vai beber alguma coisa, para poder se resfriar. O Antônio, também sai e vai logo em seguida atrás dela. Nem para disfarçar. Porém, eu sabia que esses dois tinham que conversar, antes que se atacassem de uma vez.
Assim, eu aproveito para falar com o Benício, querendo saber notícias da Melanie, do Adam e do Chales, mas o mesmo tira por menos e diz que não tem falado muito com eles. Eu desconfio que não, mas insisto, indo para um outro lado.
— E a Madison... Você conseguiu o que queria? — Pergunto, querendo não parecer tão arisca a respeito dela.
Ele parece meio desconcertado com a minha pergunta, olhando para o nada e pensando, no que iria me falar. Porém, a razão parece ter lhe feito enxergar melhor as coisas e finalmente, afirmar aquilo que eu já sabia.
— É, vocês tinham razão... A Madison nunca me olhou, com um verdadeiro interesse. Eu sempre fui um bichinho nas suas mãos. — Ele verbaliza aquilo, como se estivesse realmente decepcionado com ela. — Embora eu tivesse dinheiro o suficiente para bancar a mim e a ela, eu nunca seria o bastante, por eu não fazer parte de uma família rica. — Ele funga o nariz, como se estivesse se controlando. — Mas eu já cair na real. Eu nunca fui um verdadeiro candidato para ela.
Logo, eu me compadeço da sua situação. Eu havia vivido algo parecido com o Willian, o traste do filho do governador, a alguns anos atrás. Ou seja, ele era rico e bem fora da minha realidade. Achei que ele havia se interessado por mim e gostava da minha pessoa, porém, eu não havia passado de uma triste aposta para ele. Fui humilhada e desprezada; sendo motivo de várias chacotas dos outros.
Foi difícil me restabelecer.
Talvez a minha resistência com o David, também tenha partido disso. Eu lhe contei sobre o ele e o mesmo, ficou com vontade de ir atrás dele na mesma hora, para poder lhe fazer pagar, pelo o que havia me feito passar. Eu tirei a aquela ideia da sua cabeça, dizendo que também não iria atrás da sua ex., para tirar satisfação com ela, se ele não fizesse isso. Logo, decidimos deixar o nosso passado para trás e vivermos o agora. Não valia a pena remoer aquilo que já havia se passado. Assim, se por acaso, eles viessem a retornar, nós com certeza o embateríamos; mas não era o caso no momento. Desta forma, eu entendia o que o Benício estava passando.
— Olha, Beni! Nem sempre as coisas que parecem ser corretas para a gente, é o que realmente são. Ela pode não ter te valorizado por isso, mas quem saiu perdendo nessa história toda, foi ela. — Toco no seu ombro, querendo lhe dar apoio. — Não vai ser o dinheiro e nem a linhagem da gente, que vai dizer o nosso valor. A pessoa certa, sempre vai olhar para quem você realmente é... — Digo sendo verdadeiramente sincera.
— Igualmente, eu olho para a minha pequena sereia. — O David me dá um beijo no pescoço e enlaça, um lado da minha cintura, demostrando carinho. Porém, ele logo retornar para o seu amigo, para poder lhe apoiar. — E estamos aqui, irmão. Você sabe que eu e o Antônio, nunca olhamos para isso. Você sempre foi como uma família para a gente. Sempre estaremos com você.
O Benício ergue o seu copo e brinda com o David, balançando um pouco da sua bebida.
— Cuidado para não ficar bebo, hein, rapaz? A cachaça daqui, é bem mais forte do que a que nós tomamos por lá. Lembra daquele dia que eu levei uma? — Eles sorriem e eu fico sem entender nada.
— Do quê vocês estão falando? — Pergunto, achando graça da conversar deles.
Logo, o David me explica, dizendo que uma vez havia levado uma garrafa de cachaça daqui do Ceará, que o Fabrício o havia dado, para tomar juntamente com os meninos. Eles nem haviam passado da quarta dose e já estavam bebo. Diz ele, que o mesmo, havia sido o único a aguentar toda a garrafa. Eu desconfio, mas deixo ele se gabar.
Assim, ficamos conversando, até que finalmente chegou a hora da ceia. Todos fomos para a mesa, menos a Larissa e o Antônio, que ainda não haviam aparecido. Alguns ficaram se entreolhando, duvidosos, mas, também não falaram nada. E para tirar aquele desconforto da mesa, a minha cunhada, a Stella, escolhe esse momento para se pronunciar.
— Família!! Eu e o Fabrício, temos algo novo para contar a vocês. — Ela se ergue, juntamente com o seu marido; que exibi um sorriso de ponta a ponta, olhando todo bobo para a sua esposa; e, estonteantemente, ela continua com o seu pequeno discurso. — Só temos a dizer, que mais um peixinho está a caminho... — Ela ergue a taça, em anunciação e alisa a barriga, fazendo todos perceberem do que se tratava.
Logo, todos comemoram e gritam, a parabenizando. É a maior euforia. A família do David, era sensacional. Tudo para eles, era motivo de grande comemoração. Eram muito efusivos; e eu adorava. A união era nítida, entre eles.
— É, sogrão! Mais um neto, para os seus longos fios brancos. — Escuto o Fabrício tirar sarro com o pai do David e me assusto, ao ver a mesma sobrancelha enrugada, que o seu filho faz. E, quando eu penso que ele vai rebater, escuto mais alguém falar.
— Também, você e a Stella parecem dois coelhos no cio. Era de se esperar! — O Luke, marido da Mel, é quem se pronuncia dessa vez. Todos caem na risada, até, que uma pessoinha se pronuncia.
— Porque a tia Stella e o tio Fabrício, são dois coelhos, mamãe? — A pequena dos olhos cor de mel, que estava ao lado da tia do David, a Karina, é quem pergunta. Ela parecia ter apenas uns 6 aninhos de idade. Pequena demais para esse assunto.
Logo, a sua própria mãe, se apressa em lhe responder, tentando desviar o assunto.
— Não é nada demais, filha! Eles são estão brincando, dizendo quais animais eles mais gostam. — A mãe tenta desviar o assunto e a mesma, insiste.
— Então eu também sou um coelho, mamãe! Eu amo coelhos. Eles são muito fofinhos. Você me dá um, mamãe? Eu quero um coelho. — A pequena pula, tentando imitar um. A mãe parece se desesperar e tenta acalmá-la.
— Está bem! Está bem, filha! Depois a gente ver isso, ok? — A menina parece se conformar, mas todos já estavam rindo dessa situação. Até os próprios pais.
E nesse momento, a Larissa e o Antônio, decidem aparecer. A minha amiga, parecia estar um desmantelo só. Quem lhe conhecia, sabia que ela não tinha aqueles lábios tão vermelhos e inchados daquela forma; e o seu cabelo, todo emaranhado, com quase todas as suas tranças desmanchadas. O Antônio, posso nem dizer, ele estava com o seu topete todo solto e caindo praticamente sobre os olhos. E ele, sempre teve o cabelo impecável. Não era jus da sua aparência.
— Pelo visto, não é só a sua irmã e o seu cunhado, que são dois coelhos no cio! Esses dois com certeza estavam transando. — Digo no ouvido do David e o mesmo, assente, com um sorriso cafajeste nos lábios.
— E agora só falta a gente, dá uma escapadinha e entrar no time dos coelhos também, não acha? — Ele morde os lábios, sussurrando no meu ouvido e introduzindo uma das suas mãos, por debaixo do meu vestido.
— David! — O repreendo baixinho, quando a minha garganta seca e sinto as minhas partes intimas se contraírem, quando o seu dedo toca na minha intimidade. Eu estava mais do que quente. E naquele momento, eu estava pensando seriamente em topar a sua ideia maluca. Porém, alguém da mesa se levanta e se pronuncia, ao me chamar.
— Amandinha, minha querida! Cadê a sua câmera? Estamos todos na mesa, seria um ótimo momento para uma foto, não acha? — A rainha da festa, a senhora Katarina Ribeiro Collins, é quem me chama.
Logo, eu me prontifico em lhe atender. Eu sempre andava com a minha câmera. E eu me sentiria imensamente feliz, em registrar esse momento. Sendo assim, eu me levanto para a ponta da mesa e todos se juntam atrás de mim, se preparando para foto. Eu tinha a honra, de ter entrado para uma das famílias mais maravilhosas que eu tive a chance de conhecer, aquele momento era único para mim.
— E todos gritam???
FIM.
🔹🔹🔹🔹
Aii, meu coração! 🥹🥹🥹❤️
Oq vai ser de nós, sem a família Collins? 🙈✨🤧
Alguém mais gostou desse último capítulo? Não poderia ser diferente, não é? Sem os tubas, sem o fogo e algazarra da família, e a provocação com o chefe da família! Kkk tadinho do Dylan 😂😂 (quem mandou ser ciumento kkk)
Querem o epílogo? Querem saber como os outros personagens irão ficar? Corre lá.. que já já posto vídeozinho tbm! 😁❤️👐🏼👐🏼👐🏼✨
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