🔹Capítulo 39🔹

Amanda Martins
🔹🔹🔹🔹

Os minutos e as horas, pareciam se arrastar. Tudo o que eu só conseguia pensar e fazer no momento, era chorar e me sentir culpar, por não ter escutado o David antes. Mesmo que não ficássemos juntos, era para ao menos eu o ter escutado, porque se eu tivesse feito isso, ele não teria tomado essa decisão arriscada e vindo até aqui, de barco.

Onde mais ele poderia estar?

O que será, que poderia ter acontecido?

Ele não poderia ter morrido. Eu não conseguiria viver com isso, se eu não pudesse o ver novamente. Nós tínhamos muito o que conversar; eu sei, um pouco atrasada, mas agora eu reconheço isso. Eu tinha que saber que ele estava bem; isso, mesmo que o me coração se despedaçasse depois, se ele decidir voltar com a sua ex. Eu iria superar, mas eu precisava saber se ele estava bem e iria conseguir seguir em frente.

O David era ainda muito jovem, ele ainda tinha toda uma vida pela frente. Ele ainda tinha que fazer muitas outras pessoas sorrirem e colocar apelidos idiotas, sendo extremamente fofos ao mesmo tempo. O seu jeito galanteador fazia sucesso; o que seria da mulherada sem ele? (Eu morreria de ciúmes? provavelmente, mas, e daí, ele pelo menos poderia estar por aqui.) E os tubas? Quem iria recompor a equipe tão bem, quanto ele? Ninguém. Não tinha outro. Todos nós precisávamos dele; eu, sua família, seus amigos e a sua ex.

O meu coração se despedaça mais um pouco e eu não consigo arrancar essa dor imensa que havia se instalado no meu peito. A minha mãe já havia batido na porta várias vezes, me chamando para poder abri-la e me acalmar de alguma forma, mas no momento, eu não queria ouvir ninguém que não fosse para ter alguma notícia do David. Fora isso, eu queria sentir as minhas dores, sozinha.

Contudo, logo escuto a voz esbravejante da Larissa.

- BORA!!!! ABRI LOGO A PORCARIA DESSA PORTA AMANDA! Me desculpe dona Fátima, mas eu preciso falar com ela assim. - A minha amiga louca sussurra no final, se desculpando com a minha mãe. - ESCUTA AQUI, AMANDA MARTINS! EU NÃO VOU DEIXAR VOCÊ SE DESFINHAR MAIS UMA VEZ, PRESA, DENTRO DE UM QUARTO. ABRA LOGO ESSA PORTA, SE NÃO QUISER QUE EU A ARROMBE AGORA MESMO!

- V-ocê... você não teria coragem. - Me ergo rapidamente da cama e olho diretamente para a minha porta.

- AH! SE TENHO!!! AGORA ARRISQUE, PARA VOCÊ VER. - Ela esbraveja novamente comigo, mas logo, a minha mãe se pronuncia com ela.

- Porque não tenta a janela, minha flor? Acho que você consegue pulá-la. Você é alta e jovem. - A minha mãe dá ideia e eu fico abismada com aquilo.

- É sério isso? - Grito, lhe mostrando que eu estava ouvindo tudo. - Eu não posso agora nem ter nenhum momento em paz? - Esbravejo abrindo a porta de uma vez e voltando para a minha cama.

Os meus olhos estavam inchados e os meus cabelos, todos emaranhados. Notei-os, quando passei pela o espelho que ficava do lado da minha cabeceira. Que ótimo, elas vão falar dele.

- O que é isso??? Quando você falou que era a gata borralheira da Cinderela, eu pensei que era verdade. Que estado deplorável, Amanda!! - A Larissa fala, assim que entra no meu quarto. E eu, só consigo revirar os olhos para ela.

- Ah! Muito obrigada, Larissa!!! Mas não foi você, quem acabou de descobrir que o amor da sua vida está desaparecido e que a culpa pode ser sua. - Gelo, ao ter percebido que a minha mãe estava no quarto e que ela acabou de escutar tudo, o que eu havia dito sobre David.

Por Deus!!

Ela fica paralisada e me encarando, sem saber muito bem o que dizer. E eu, rapidamente saio da cama e vou até ela para tentar me explicar.

- Mãe! Escuta... eu, eu não sei bem como isso aconteceu, está bem? Os meus sentimentos pelo David, a gente, nós; eu e ele já nos conhecíamos antes, entende? Nós dois discutimos naquele dia e... e; por Deus! Eu já nem sei mais o que pensar. - Me exalto, me afastando dela e descobrindo que nem eu mesma sabia explicar. - Eu não sei se a culpa foi minha... Talvez tenha sido, eu não sei! Se eu não tivesse fugido naquele dia e lhe escutado antes, talvez ele não tivesse vindo para cá de barco e estado na situação que está. - Sento na minha cama e começo a chorar novamente. A minha mãe e a Larissa, vêm para o meu lado e eu, explano os meus pensamentos para elas. - Ele não pode ter morrido... Não o David. Não agora e não, dessa forma.

As duas logo me abraçam e parecem entender o meu verdadeiro dilema; pois o desespero e a culpa me corroíam. Não tinha como eu não está naquele estado, sem o amar e me sentir responsável por tudo aquilo que estava acontecendo. As lágrimas embaçam novamente a minha visão e me vejo perdida, mais uma vez. Porém, a Larissa é quem se pronuncia primeiro.

- Olha, escuta! Eu entendo o motivo de você está assim, mas você saber que coisas quase nunca acontecem do jeito que a gente quer. E você ficar aqui, agindo desse jeito, se acabando de chorar e se destruindo, não vai fazê-lo aparecer e nem diminuir a sua culpa; não que você tenha, está bem? - Ela diz, parecendo ser a única pessoa racional naquele momento. - Então o que acha de tomar um banho e tirar esse cheiro de.... Hum!! Você sabe! - Ela olha para minha mãe e depois para mim, tentando disfarçar.

- Ah!! Claro... E-u, eu vou tomar um banho. - Digo já enxugando as minhas lágrimas e me direcionando para o banheiro. Acho que a Larissa quis se referir ao meu cheiro deplorável, de bebida alcoólica.

Logo, tentando recuperar um pouco da minha dignidade, eu visto uma calça folgada de algodão e uma camiseta branca, de ficar em casa, por conseguinte, ao banho. E mesmo que a contragosto, eu ainda penteio os cabelos para trás e o deixo secar naturalmente. Não estava com ânimo para nada.

Contudo, assim que saio do banheiro, a Larissa entra no meu quarto novamente, só que agora desesperada e gritando por mim sem bater na minha porta.

- Mandinha!! Mandinha!!!! V-ocê... você não vai acreditar. - Ela fala quase que esbaforida e tentando recuperar o fôlego.

- O quê?? - Paro o que estava fazendo e vou até ela. O meu coração se acelera e fico com medo, do que eu possa ouvir adiante.

- Estão falando que os pescadores da vila ao lado, resgataram um homem ontem a noite, no alta mar... O mesmo ainda está delirando e chamando por alguém. - Ela segura nas minhas mãos e nós duas, ficamos nos encarando por um tempo.

- Você acha que ele.... - Libero os meus pensamentos e sinto toda a adrenalina passar pelo corpo.

A Larissa balança a cabeça e diz.
- Não custa tentar, não é? Vá que seja ele... - Ela me olha de forma compadecida e logo, nós duas saímos do quarto, indo em direção a multidão que falava sobre o tal o ocorrido.

A outra vila de pescadores, era praticamente há uns 2km da nossa. Logo, pegamos uma bicicleta e partimos nós duas em direção a ela.

- Amanda!!!! Me espera!!! Eu não tenho mais o mesmo pique de antes. - A Lari grita, tentando me acompanhar pela estreita estrada de pedras.

Contudo, eu não poderia perder mais tempo. Esse tal homem resgatado, tinha uma grande chance de ser o David. Logo, eu precisava encontra-lo. Pedalei o mais rápido que eu pude e assim que cheguei na outra vila, eu desci rapidamente da bike e sai perguntando a qualquer um, onde se encontrava esse sucinto homem, que milagrosamente havia sido salvo por eles.

Os mesmos, me indicaram a casa da senhora Maria. E eu, sem ao menos ser convidada para entrar, eu invadir a sua casa e escacarei a sua porta, adentrando na sua sala e me deparando com um homem todo enrolado no sofá, apenas com a sua cabeça para fora.

E lá estava ele, o meu David. Todo sereno, mas com um semblante totalmente abatido e sem vida. E com o menor dos pensamentos de que ele ainda pudesse estar morto ou, quase morrendo, o meu corpo cai de joelhos no chão e se debruça sobre ele, chamando pelo seu nome.

- David, por favor! Fala comigo, vai? Me diz que você está bem e que não vai me deixar... - Choro, acariciando o seu rosto e tocando no seu peito, para ver se ele ainda estava vivo e respirando.

O mesmo, parece desperta e levemente sorrir, no meio todos aqueles calafrios que ele parecia estar sentindo. O meu coração dá um sobressalto e eu arregá-lo os olhos, olhando diretamente para ele. O que foi isso?

- Acho que só falta o beijo da minha bela adormecida, para eu poder acordar, não? - Ele abre levemente os olhos e o vejo tremer os lábios, tentando fazer um biquinho.

- David! Não se brinca com isso... - Dou uma leve tapinha no seu braço e o mesmo choraminga, dizendo sentir dor. - Me desculpe, eu só.... - Tento colocar em ordem os meus pensamentos. - Eu fiquei desesperada David. Você deixou todos nós apreensivos. - Olho para trás e vejo a Larissa bem na entrada da porta. A dona Maria também estava lá, mas nada disse. Ela parecia estar feliz, por finalmente ter encontrado alguém para esclarecer melhor as suas coisas.

- Pelo menos eu conseguir chamar a sua atenção, não é? - Ele ainda tentar brincar, mesmo depois de todo o perigo que havia passado.

- David! Não se brinca com isso, sabia? - Reclamo com ele e vejo a Larissa se aproximando da gente.

- Hum... Ele já me parece bem melhor, por já estar fazendo piadinhas você, não acha? - Ela olha de mim para ele e sorrir, com as mãos ainda apoiadas nos joelhos. - Acho que vou voltar para vila e avisar a todos, sobre o seu paradeiro. Até a sua mãe, juntamente com o seu pai, veio para cá, sabia? - Ela olha de rabo de olho para ele e se despede da gente, dizendo que logo mais, voltará com a tropa inteira para cá.

Assim, ela nos deixa a sós e conversa com a dona Maria, lhe explicando tudo e lhe agradecendo, por todos os cuidados para com ele. Ela diz o quanto a família dele ficará grata e, se ela não se importaria dela trazer os seus pais até aqui. A mesma diz que sim e que não ver problema algum, em vir mais alguém para a sua casa.

Logo, eu e o David ficamos finalmente sozinhos e elas duas saíram da casa. O David então, parece me olhar com um pouco mais atenção e notar a minha mais nova mudança.

- Gostei do novo corte de cabelo. - Ele o alisa e sinto alguns dos seus dedos gelados, tocarem o meu rosto. Logo, eu os seguro e os esquento nas minhas mãos. Ele deve ter passado por uns maus e um bocado.

- Obrigada... estava afim de mudar um pouco. - Sorri, sem saber se tocava no assunto do seu acidente ou não. Contudo, eu ainda permaneço esquentando as suas mãos.

- Só espero que não tenha decidido mudar tanto com isso... eu gostava da minha antiga Amanda. - Ele diz, espirrando logo em seguida, por causa do frio.

- Olha... Eu não sei não, David. Talvez algumas coisas, tenham que ter sido realmente mudadas. - Abaixo a minha cabeça, não querendo ter que ser muito dura com ele naquele momento.

- Você tem razão, algumas coisas tinham que ser mudadas. E eu vim exatamente para isso. - Ele tenta se ajustar melhor no sofá e se erguer, para me falar alguma coisa; mas parece ainda está sem forças.

- David, não! Você tem que descansar. - Tento o ajudar e o impedir de se esforçar novamente.

- Não! Eu quero falar! O meu maior medo, enquanto eu estava nadando em alto-mar, era de não conseguir chegar aqui a tempo e falar com você. Eu não vou mais adiar... - Ele me olha intensamente e eu fico paralisada com as suas palavras. E seja o que Deus quiser.

Eu assinto para ele e espero que ele prossiga. Logo, ele segura nas minhas mãos e as trazem para perto dele, deixando-as quase que perto da sua boca, para poder falar.

- Eu a amo, Amanda. Eu realmente gosto de você. Talvez desde o primeiro dia que eu te conheci, que eu já tenha percebido isso. - Ele sorrir, mesmo sentindo que o seu queixo já estava tremendo por causa do frio. - E talvez, por eu já ter percebido isso, que eu já tenha te tratado com indiferença no começo... não querendo que a nossa relação evoluísse. - Ele, parece parar um pouco para pensar e continua. - As nossas brincadeiras, as nossas disputas e até embates, foram o que me fizeram perceber que você era diferente. Não, diferente de um jeito ruim, mas sim, de jeito que me fazia lembrar de quem eu realmente era e, que eu não precisava usar barreiras nenhuma para estar com você... Você não era o meu passado e nem fazia parte de nenhuma merda, pelo qual eu já havia passado. Você era você; sendo você, na sua forma mais pura de ser. - Ele me olha intensamente e lágrimas, começam a brotar dos meus olhos.

Aquelas eram as palavras mais lindas, que alguém já podia ter me dito. O meu corpo todo, se desmanchava por ele. O meu coração era dele, a minha boca era dele e até os meus pensamentos, eram deles; mas a grande pergunta era, será que ele também era todo meu? Eis, a minha grande questão.

- E a Sheila... Onde ela fica nessa história toda? - Enxugo algumas lágrimas e ainda tento manter um pouco da minha cabeça no lugar. "Mais razão do que coração, Amanda!". Mentalizou comigo mesma e continuo. - Até onde eu sei, vocês dois não se resolveram completamente, não é? Você já a pediu até em casamento, David, há anos atrás. Como você quer que eu acredite nisso tudo? - Digo, já prevendo todo o desfecho da nossa história.

- O quê? Casamento? De onde você tirou isso... - O David me questiona, parecendo não estar entendendo nada do que eu estava falando.

- A Sheila. - Digo logo de uma vez. - Ela mesma quem me falou que vocês tiveram um desentendimento no passado e, que só haviam postergado o casamento, por causa de uma briga boba entre vocês. E que nisso tudo, eu só estava sendo uma distração para você. - Eu juro que não queria estar fazendo papel de coitadinha, mas o David estava praticamente me obrigando, ao ter que relatar isso.

- Amanda! Eu juro... Eu nunca a pedir em casamento. - Ele tenta se levantar novamente e eu o paro, para ele ter que se esforçar mais uma vez.

- David! Tudo bem, vamos deixar isso para lá... Despois a gente conversa, quando você melhorar. - Tento o acalmar, mesmo que o meu coração estivesse em um turbilhão de emoções.

- Porra nenhuma, de deixar isso para lá! Aquela infeliz praticamente estragou a minha vida e ela não vai fazer isso de novo. - Ele grita enfurecido, tirando forças, de não sei mais aonde ele havia conseguido tirar. - Eu não vou mentir Amanda, eu realmente já gostei da Sheila e achei que a amasse. Ela foi por um grande tempo, a mulher da minha vida. - Ouvir isso doía demais, mas o deixei prosseguir. - Mas você entende que a partir do momento que essa outra pessoa começa a te usar, te trair e a se vangloriar, com a sua própria derrota, não existe mais nenhum amor envolvido ou, nunca existiu? - Ele me pergunta e eu não o consigo responder. - Pois foi exatamente isso que ela fez comigo. O amor que pensei sentir por ela, só me destruiu. Me tornou uma pessoa incessível e sem escrúpulo, com os sentimentos de outras mulheres... E isso tudo, só foi até você aparecer.

Ele segura firmemente nas minhas mãos novamente e as beija, demorando um pouco mais, com os seus lábios nos nós dos meus dedos. Eu o deixo fazer isso e me delicio, com a sensação da sua boca na minha pele. E logo, ele continua.

- Olha... eu sei que errei com você. Sei que lutei contra o que eu sentia e agir muito mal, em relação a gente; mas eu estou disposto a mudar. Na verdade, eu já mudei... eu só espero que você aceite, em ainda ficar comigo. - Ele vira o meu pulso esquerdo para cima e complementa, ao ler a minha tatuagem. - "Encuentrame", não é? Você me encontrou e eu, a encontrei. O que mais podemos fazer? - Ele me direciona aquele seu olhar azul tempestuoso e eu, rapidamente me vejo perdida neles.

O que mais eu poderia fazer, se o inesperado amor, havia batido na minha porta? Depois de tantos livros e histórias de amor que eu havia lido, a minha finalmente parecia estar acontecendo; acredito que cada um, tem o seu devido tempo para acontecer. O amor era assim, imprevisível; não sabíamos quanto tempo ele iria durar e nem, se ele iria ser para a vida toda. O que sabíamos, era que tínhamos que aproveitar o máximo de tempo possível e vivê-lo. Logo, eu não iria perder mais o meu tempo de ser feliz com o David.

- Tem razão, o que mais podemos fazer... - Me jogo literalmente nos braços do David e o beijo de um jeito que ele jamais iria esquecer. Eu estava cheia de amor, esperança e tesão acumulado, tantas inseguranças que passei nesses últimos dias.

- O beijo da bela adormecida demorou demais, não? - Ele diz entre um suspiro e outro, mesmo, eu o devorando por inteiro. Ôh, Deus! Ele ainda estava se recuperando.

Tento me afastar imediatamente dele, mas ele não deixar.

- Nem pensar, minha pequena sereia... Eu sou o seu homem recém resgatado do mar, preciso dos seus cuidados. - Ele alisa a minha bunda e tentando se fazer de coitadinho para mim.

- Para um homem recém regatado do mar, você está bem abusadinho, hein, seu David Collins? - Semicerro os olhos para ele e continuo. - E quem dá um beijo na bela adormecida é um príncipe encantado, e não, ao contrário. - Relembro, o erro que ele cometeu na história.

- Que seja, portanto que a sua boca esteja na minha. - Ele ainda faz força para me beijar e eu sedo, não resistindo a ele.

No entanto, eu não me demoro muito, sei que o David ainda estava se recuperando e precisava se cuidar. Ele poderia ser um tuba, mas ainda não era um ser indestrutível. E eu só tinha de agradecer, por ele ainda estar vivo, mesmo despois de ter passado por todo o perigo em alto-mar. Sorrio para ele e continuo fazendo carinho no seu cabelo, enquanto esperávamos finalmente os seus pais chegarem.

🔹🔹🔹🔹

Olá! Cheeeegueiii! Tardei, mas não falhei! Kkk..😅😁😍❤️👐🏼✨
O capítulo foi grande e por isso, eu tive que me dedicar um pouco mais nele.(me desculpem, se vcs encontraram alguns erros de português.. 🙈 eu nem sequer dei uma relida para postar. Foi pa-pum! Kk..)👀🫣

E esse reencontro, hein? Meninas, eu quase enfartei! 🫀🥹❤️ O David foi simplesmente perfeito... Acho que ele se superou, em botar os seus sentimentos para fora.. (Acho que foi muita água que ele engoliu kkk ...) Enfim, finalmente o nosso casalzinho está junto novamente, não é?😚🥰

Quase no fim... Ainda teremos mais uns 3 capitulos. Família reunida, festa de natal e a volta para os EUA.
Querem saber como ficaram os Tutubas, Melanie, Larissa, Charles e o Adam? Então não me abandonem ainda. Hihi 😌🤪👐🏼

Deixou pra vcs, uma fotinha da nossa Amandinha, com o novo visual. Gostaram? Hihi😏

Um beijos pra vcs! E até mais! 😘😘

Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top