🔹Capítulo 22🔹

David Collins
🔹🔹🔹🔹

Talvez tudo estivesse acontecendo muito rápido, mas eu gostava de ter a companhia da Amanda. Está indo para a sua casa, para simplesmente ficar com ela, era algo que eu jamais pensei que fosse fazer; mas, também, nada com a Amanda estava sendo como eu pensava. Logo, eu decidir seguir o fluxo dos meus sentimentos. Se eu estivesse com vontade de fazer algo, eu simplesmente iria fazer e seguir realmente o que eu estava sentindo.

Assim, como a briga com Willian havia me resultado com um pequeno machucado na boca e a Amanda, por estar meio que assada, por causa do sexo selvagem que havíamos feito na noite anterior, só me restava curtir a sua companhia. Talvez lhe conhecer um pouco mais, não seja tão ruim assim; isso não significava que estivéssemos evoluindo para um relacionamento mais sério, eu só queria saber mais sobre a pessoa que eu estava saindo.

Logo, assim que chegamos, vejo que o apartamento da Amanda era bem pequenininho, só comportava um quarto, um banheiro e uma sala emendada com a cozinha. Não era de todo mal assim, combinava perfeitamente com ela; única e sem grandes elaborações. Pela sala, havia várias fotos que ela havia tirado na rua e que agora, estavam sendo reveladas em um varal improvisado na parede. O meu olhar percorre por algumas delas e vejo, que ela tinha muito talento.

— Uau! Você é realmente boa nisso. — Coloco as minhas mãos para trás e admiro cada uma das suas fotografias. — Você tem certeza que está profissão certa, literatura inglesa? Não é isso... — Busco o seu olhar para confirmar. A Amanda estava parada, deixando-me familiarizar melhor com a sua casa.

— Sim... Sou formada em Biblioteconomia e agora, estudante de literatura inglesa. — Ela coloca a sua bolsa de lado em cima da mesa e vem até mim, com os braços cruzados e com o seu jeito sensual de andar. — Sou apaixonada por livros. E foi o William Shakespeare, o maior escritor e dramaturgo do mundo, que me fez se apaixonar pela fotografia. De acordo com ele, "o mundo inteiro é um palco". Nada mais justo, do que registrar todas essas apresentações. — Ela sorrir toda sonhadora e eu assinto, impressionado com todo o seu talento e admiração pela arte.

E voltando os meus olhos, para as fotografias que estavam ali penduras na sala, eu noto que uma delas em especifico, retratava o meu rosto. Eu não sabia que ela havia tirado uma foto minha um pouco antes da competição. Eu estava tão em choque e absorto com a sua presença naquele dia, que nem havia percebido.

Logo, eu me viro para ela, querendo ver a sua reação, ao saber que eu tinha visto uma fotografia minha pro ali. Quando eu me viro para ela, noto que a mesma, estava vermelha que nem um tomate e fechando com força, os seus dois olhos. Coço a minha garganta, fazendo um barulho com ela, tentando chamar a sua atenção e ela, abre lentamente um dos seus olhos.

— Hum... eu sinto muito. Foi inevitável. — Ela morde os lábios nervosa e ainda tenta se explicar. — É que o meu dedo já fica tão no automático na máquina e você me olhou de um jeito tão... — Ela fica reflexiva, mas depois desisti. — Enfim, foi um clique muito rápido, não deu muito para controlar. Se quiser, eu posso jogar fora, se você não gostou...

Ela tem se esquivar, mas eu logo a corto.

— Eu te olhei como? — Indago mais uma vez, querendo saber dos seus pensamentos. Me aproximo dela, na intenção de igualar os nossos olhos e a mesma, umedece os lábios, atraindo a minha atenção.

— David... — Ela tenta desviar mais uma vez da minha pergunta e eu insisto.

— Por favor... eu preciso saber. — Acaricio o seu rosto e a trago para perto mim, roçando os nossos narizes e aproximando as nossas bocas.

Ela parece refletir um pouco e ser transferida, para aquele momento novamente. Um suspiro escapa da sua boca e sinto o seu corpo relaxar juntamente ao meu.

— Você parecia um predador. Tão faminto e insaciável. Não tive muita escolha, ao não ser ficar paralisada com o seu olhar. — Desço as minhas mãos para a sua bunda e dou uma pequena apertada nela, sentindo toda a intensidade das suas palavras. A mesma geme nos meus lábios e inclina o seu pescoço para trás, me dando mais espaço para eu explorar o seu corpo. — Não me parecia ser tão ruim assim, ser a presa de alguém.

— De alguém não, "MINHA" presa. — Me apreso em lhe corrigir e morder a parte interna do seu pescoço, não aceitando que pudesse ser uma outra pessoa no meu lugar.

A mesma geme nos meus braços e naquele momento, eu não estava mais nem me importando com a minha boca. "Foda-se!"

— David!! A gente não pode... — Ela ainda tenta por algum limite entre nós.

Agora éramos braços, pernas e bocas, enroscadas umas nas outras. Éramos uma mistura de desejo, paixão e tesão. Não tínhamos como negar.

— Não precisamos transar, mas podemos dar prazer um ao outro. — Ela assente, entendendo o que eu quis dizer e logo, eu pergunto. — Quarto?

— A única porta a direita. — Ela pula nos meus braços e eu a ergo, nos direcionando até lá.

No momento, eu não tenho como analisar muitas coisas, apenas, onde se localizava a cama. Assim, mesmo que no escuro, eu a encontro no centro e colo a Amanda sobre ela. Imediatamente eu começo a tirar a minha blusa jeans dos braços e em seguida, a que estava por baixo dela. E a Amanda, adianta, acendendo um dos seus abajures. Ótimo! Agora estava melhor para lhe olhar. Ela sorri maliciosamente eu entendo o seu recado. Ela queria gozar; isso sim e muito; e eu também.

Logo, pensando em uma estratégia rápida, eu retiro a sua calça e puxo o seu corpo para a beirada, querendo sentir o seu gosto. Eu não poderia introduzir nada nela, mas poderia lhe masturbar. A minha boca estava fodida mesmo, contudo, nada mais justo, do que lhe dá um pouquinho de mel do prazer da Amandinha. Assim, eu a trago para perto e me ajoelho, ficando de cara a beleza mais linda que já vi.

A Amanda era toda lisinha; nenhum pelo, do jeito que eu gostava. As americanas sempre deixavam um montinho de pelos na parte de cima, mas encontrar uma assim, era uma maravilha. Eu me esbaldava. Logo, eu não perco tempo. Acaricio as partes internas das suas pernas e me lambuzo na sua feminilidade. Trabalho a minha língua e os movimentos que eu faço com os meus dedos.

Um oral, não era apenas umas linguadas e pronto, tínhamos que interpretar bem as reações do corpo um do outro. Ele fala, se mexe e se contorce, quando estamos fazendo a coisa certa. Precisamos identificar quando precisamos ir mais rápido ou mais lento. Tudo é questão de análise e satisfação. Se ela geme e sente prazer comigo, exatamente com aquilo que eu estou fazendo, eu me sinto o cara mais foderástico do mundo. Então sim, eu sinto prazer com o orgasmo da minha parceira.

E era exatamente isso, que eu estava querendo proporcionar a Amanda. E com os movimentos certeiros, eu a consigo levar ao ápice. A mulher maravilhosa a minha frente, se contorcia e se movimentava em direção a minha boca. As suas mãos estavam no meu cabelo e a outra na cama, enquanto apertava os lençóis abaixo de si. Era uma loucura lhe ver daquele jeito. Meus olhos brilhavam com tamanha exibição. E talvez o William Shakespeare, tivesse razão; o mundo inteiro era uma exibição. E a Amanda, era um palco maravilhoso de se assistir, o seu orgasmo era espetacular. Ficaria viciado em lhe ver todos os dias.

Assim, com o sorriso mais bobo do mundo, eu me ergo, para encontrar os seus olhos inebriados. O seu gosto ainda estava espalhado por todo o meu rosto, mas eu pouco me importava, era o antígeno que eu precisava para curar todo e qualquer machucado no meu corpo. Logo, com as pernas ainda bambas, ela as apoia na minha cintura e trás o meu corpo para junto do seu.

— Voc-ê... você é simplesmente louco. — Ela fala ofegante e com o rosto ainda coroado. — A sua boca ainda estava machucada, David. — Ela olha com mais atenção para os meus lábios e passa os seus dedos por ele. — Você não precisava fazer isso. — Ela sente um pouco de pesar no momento, mas eu logo o trato de espantar.

— Eu não me importo, era exatamente disso que eu precisava. — Beijo os seus lábios e esfrego o meu pau no seu corpo, que ainda estava dentro da minha calça. Eu precisava me liberar.

E entre um folego e outro, a Amanda se pronuncia.

— Você está bem grande, hein? Não quer uma ajudinha por aqui, não? — Ela brinca comigo, enquanto enfia uma das suas mãos por dentro da minha calça e aperta a cabeça do meu dolorido parceiro.

— Não precisa, resolvo isso rapidinho no banheiro. — Gemo com o toque da sua mão e penso que eu não seria nada justo, quanto a lhe pressionar sobre isso; ela ainda estava dolorida.

— A minha boca não está machuca ou assada, David! — Ela sorrir, ao ver o quanto eu estava perdendo totalmente o meu controle, com o seu toque lá em baixo.

— Ok, ok! Eu me rendo. — Esbravejo logo de uma vez. Eu sabia que não iria aguentar muito.

Logo, eu abaixo as minhas calças e a Amanda, vem até mim, se ajoelhando e segurando com maestria no meu grande mastro.

— Isso, querida! Mas desse jeito eu não vou aguenta muito, sabia?! — Seguro o pré-gozo no meu pau e tento controlar o meu prazer. Porra!! Eu estava parecendo um adolescente na puberdade.

Contudo, pelo visto, o fogo que eu havia acendido nela um pouco antes, só havia lhe atiçado ainda mais e feito com que ela viesse me estigar ainda mais. Pois, quando os lábios macios da Amanda tocaram o meu pau, ele imediatamente pulsou e eu tive que encontrar todo o meu autocontrole, ao ver aqueles olhos castanhos me encarando, enquanto chupava o meu membro com todo esplendo do mundo. Maravilhosa!

Vendo que o meu fim não estava muito longe, eu agarro um emaranhado de cabelo dela nas minhas mãos e a guio, demostrando o quanto eu estava perto. Em outra situação, eu teria metido tudo dentro da boca da mulher que eu estava fodendo e feito ela se engasgar com o meu membro pulsante, demonstrando todo o meu poder para ela; mas com a Amanda, de uma certa forma, eu não queria aquilo, queria que ela sentisse todo meu orgasmo, mas de uma forma prazerosa e até eletrizante. Se ela quisesse engolir, ótimo, se não, tudo bem. Eu não iria forçar.

Logo, quando o meu prazer veio, eu segurei firme do seu cabelo, mas não a forcei a me engolir, deixei que ela decidisse. Mas para o meu total delírio, a mesma investiu ainda mais e fez uma sucção maravilhosa, parecia uma espremedor de laranja, sugando tudo que havia dentro de mim. Um urro de prazer sai da minha garganta e eu me vejo, quase querendo fraquejar os joelhos. Puta merda! Que mulher era essa...

Me seguro do jeito que dava e deixo o prazer se esvair de mim. E quando olho para baixo, vejo a Amandinha fechando a os lábios e engolindo todo o líquido que estava dentro da sua boca, enquanto ainda enxugava o canto dos lábios com a língua, demonstrando o quanto estava feliz com o seu trabalho.

E que trabalho!

Se não enfiar o pau com força na boca de uma mulher todas as vezes, fosse tão prazeroso assim, eu nunca teria feito isso antes. Ou, talvez, só com a Amandinha fosse diferente assim. Não sei. E também não queria ficar com essas paranoias agora, sobre o quanto era diferente com ela ou não. Iria curtir cada momento que tínhamos atualmente e pronto. O que viesse depois, eu pensaria quando chegasse a hora. E seria bem capaz, que nem demorasse tanto tempo assim, para enjoarmos um do outro. Logo, eu a ergo e dou um sorriso satisfeito para ela.

— Você é incrivelmente perfeita. — Acaricio a sua bochecha avermelhada e beijo os seus lábios. — Um banho, não? — Ela assente e nós dois partimos para a única porta ao lado quarto dela.

Como iria caber nós dois ali, eu não sabia, mas gostei de ver uma das suas calcinhas penduradas no box e os cheiros que os seus produtos de higiene tinham. Com certeza eu iria adorar ensaboar aquele seu corpo delicioso e ficar com seu cheiro impregnado em mim. Doce, afrodisíaco e sensual. Perfeitamente inebriantes.  

🔹🔹🔹🔹
Ulala, hein?! kkkk Que fuego! Nem com a boca cortada, esse David se acalma. Logo se ver, de onde veio. kkkk 🤭😆🔥👀

E a Amandinha, hein? Que pudor oq? kkk abocanhou tudo e deixo o David de pernas bambas kkk Adorei. Isso mesmo! Mostre que nós mulheres, também sabemos deixar os homens totalmente loucos. hahahaha👅🤪🥒

E agora... Será que o David está com razão e logo, vai enjoar da Amandinha? 😶‍🌫️🥴

Quem nunca deixo uma calcinha no box e esqueceu de tirar antes da visita chegar?🫢🤣 kkk.. No caso da Amadinha, não tinha problema kk o David já era íntimo. kk até demais hein?! 😏💦

Fui, meus amorecos!!! Tentarei escrever mais...  estou meio lenta.🤡🌚 Desculpa.  Hihi 😬

Contudo, eu creio que agora eu vou dar uma adiantada; partiu BRASILLL!!!!!? Vcs querem?
😁🌴✈️

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