🔹Capítulo 18🔹
David Collins
🔹🔹🔹🔹
Nem acredito que eu a havia convencido a entrar nessa comigo. Jurava, que ela iria gritar comigo e dizer que não era mulher de se envolver com alguém daquele jeito. Mas como sempre, a Amanda sempre vinha me surpreendendo. E aquela chupada no meu dedo? Impossível não ter pensado nela chupando o meu pau, com aquela sua boca maravilhosa. Irresistível. Esse deveria ser o seu sobrenome. Essa mulher havia aparecido para tirar totalmente o meu juízo.
Ver que ela também não queria se feito de chacota, caso eu me interessasse por mais alguém, me fez ver que ela também não era a favor de traição ou algo do tipo; mesmo que a gente não tivesse nada sério e não precisasse aclamar por isso. O que me recorda, que eu sempre sentir esse lado verdadeiro na Amanda. Ela não era de meias palavras, ela sempre falava a verdade; mesmo que as vezes titubeasse no que fosse dizer. O que era bem fofo, ver ela ficar nervosa, para falar alguma coisa.
Sento-me em dos sofás do boliche e aguardo a chegada dos meninos. Eles já haviam dito que estavam bem aqui na entrada. O Antônio não havia entendido nada antes, sobre eu querer vir para cá no começo, mas ao lhe apresentar a uma amiga da Amanda, que apareceu logo depois de sairmos do quartinho de limpeza, o mesmo ficou mais interessado.
Chamamos as três; a Melanie, Amanda e a sua amiga, Larissa; o que eu descobrir logo depois, que ela a tinha quase como uma irmã, elas haviam crescido juntas desde de pequenas. E como a mesma, já havia combinado de passar a noite com a Amanda, acabou entrando na mesma vibe da festa e iria com a gente; porém, caso não a chamássemos, eu sabia que o Antônio com certeza iria a convidar, vi o seu interesse desde o princípio.
Por mim, tudo bem. Só espero que ele a respeite, pois eu não queria arranjar nenhum problema com a Amanda; principalmente agora, que ela havia aceitado ficar saindo comigo numa boa. Zero compromisso, mas muito sexo envolvido.
Não me juguem por isso, eu não estou usando a Amanda, também a quero na minha vida, como havia falado antes, gosto da sua companhia e de ter o seu jeito espontâneo de ser ao meu lado; ela era verdadeira no que falava e eu gostava disso. Porém, eu ainda não estava preparado para ter todo esse lance de namoro ou de responsabilidades, que um relacionamento deve ter. Um só, já foi o bastante para mim.
Logo, eu tento parar de pensar nessas besteiras e me concentrar no agora, na beleza do sorriso que a Amanda me lançava, ao olhar na minha direção e me ver a encarando. Ela ficava tão tímida, que mordia os lábios, tentando disfarçar o embaraço que ela sentia ao me ver demostrando interesse nela. Ela com certeza era muito diferente das garotas que eu havia conhecido aqui.
Assim, me tirando dos meus pensamentos libertinos, ao ficar analisando o rosto da Amanda, a sua amiga se aproxima de mim e senta do meu lado, dando um chega pra lá e trombando no meu ombro.
- Uôh, queridíssimo tuba! Escuta aqui, essa mulher que você está encarando, é a minha melhor amiga... está me ouvindo? Se você ousar brincar com o coração dela ou fazer ela sofrer, sou eu quem vou virar a predadora aqui e atacar você. Estamos entendidos? - Ela me encara com o cenho franzido e com cara de poucos amigos. Com certeza ela estava querendo me intimidar com aquilo.
Admirável a sua atitude, devo confessar. Mas assim como ela, eu também não queria fazê-la sofrer; pois como eu bem sabia, era terrível sofrer por alguém. Logo, eu estava sendo bem verdadeiro com ela. E entendendo a sua preocupação, eu a tranquilizo.
- Não se preocupe. O meu interesse pela a Amanda, é verdadeiro. Não gosto de joguinhos. Sei o que quero e já deixei bem claro para ela, sobre o que eu sinto. - Dou uma piscadinha para a mesma e ela parece aceitar. - E como amiga/irmã, da garota que eu estou saindo, devo lhe advertir sobre o meu amigo, o Antônio. Ele parece ser mulherengo, mas tem o coração bom. Não precisa ser tão dura com ele.
Logo, a mesma olha para onde o Antônio nos observava, no barzinho do boliche e joga a cabeça para trás, revirando os olhos.
- Arh!!! Não sei não. Ele é do tipo de homem que a gente sabe que não pode se aproximar. Pois, quando a gente menos espera, ele já te devorou. - Ela gargalha um pouco de si mesma e toma uma dose do seu drinque, parecendo pensativa. - Você é um cara bacana, David. Espero que eu não venha me arrepender, sobre pensar desse jeito. - Ela dá uma tapinha de leve no meu ombro e se levanta novamente, indo até a pista de boliche, onde jogava uma breve partida com algumas pessoas.
As horas se arrastavam, mas logo, a minha pequena Esmeralda iria largar. Já estava farto daquele boliche e de não a tê-la perto de mim. Queria sair dali e beijá-la o quanto eu quisesse. O fogo e o desejo por ela me queimavam, a cada vez que eu a encarava e a via me lançar um daqueles seus olhares mortais. Ela sabia como me provocar.
O Benício se aproximava do balcão e tentava ficar puxando assunto com a Melanie. Ele parecia interessado nela, mas notei, que não tanto, quanto sempre demostrou ter para com uma das suas outras amigas, a Madison. Foi uma surpresa para ele e para nós, descobrir que agora ela estava trabalhando por ali. Nada contra isso, mas sim, por ela sempre demostrar um padrão alto na vida financeira. Sei que isso também não é problema para o Benício, até porque ele veio do básico também. Sei que ele sabe o valor de cada conquista e isso, eu admirava nele. Espero que ele e a Melanie, possam se dar bem. Ela para ser uma pessoa legal.
Assim, ficando impaciente e cansado de ser o padre casamenteiro, eu me aproximo do balcão também.
- E então... será que a minha ratinha já pode sair da sua toca e brincar com o seu lindo Jerry, aqui? - Indago com um sorriso brincalhão no rosto e com a voz cheia de más intenções.
A mesma semicerra os olhos e me encara com as mãos na cintura, parecendo toda cheia de marra e pose. Linda de qualquer jeito. Essa mulher sempre me instigava a lhe provocar. Acho que era mais uma busca infinita minha, em querer lhe descontar o dia que me fez de bobo e se fingiu ser corcunda. Eu não havia ficado chateado, mas era divertido tentar lhe irritar toda vez.
- Olha só, sua ratinha é uma ova! Esmeralda, Tom... eu até aguento, mas se vim com essa de ratinha mais uma vez, eu mostro bem o que os meus dentes podem fazer. - Ela cochicha perto de mim e sinto um calafrio me percorrer, ao pensar no meu amigão lá em baixo. Logo, involuntariamente eu o aperto de leve, tentando protegê-lo.
- Ok, entendi o seu recado. Nada de ratinha. - Sorrio meio que com medo do que mais ela possa fazer.
"Você está sendo bem um bunda mole, dessa vez David." Me recrimino, mas sei bem do limite que uma mulher tem e do que ela pode fazer. As minhas irmãs, é quem digam. Passei por uns maus e bocados com elas. Logo, ela parece satisfeita e me responde.
- Pois bem, já devo largar em 25min. Só estou terminando de fechar o caixa e passar a planilha para a nuvem. - Ela se volta para o computador e parece sentir um pesar, por me fazer esperar. - Me desculpe por isso.
Eu tento tirar por menos e aceitar que eu já esperava por isso, quando a chamei sair.
- Pelo o quê? Por me repreender... ou por me fazer ter medo dos seus dentinhos? - Faço barulhinho de rato e ela me dá uma tapinha no ar.
- Bobo. Você sabe pelo o quê. - Ela me olhar meio cabisbaixa e eu assinto, sabendo bem o que era.
- Não precisa se desculpar. Eu não me importo. Eu sei que terei você embaixo de mim mais tarde. - Provoco-a mais uma vez ela fica embasbacada, incrédula com o meu alto ego. - Tô zoando; ou não. Enfim, foi bom ficar ali, olhando a via alheia dos outros. Deu para pôr em prática, o que você me falou outro dia... "olhar as coisas ao meu redor, com mais atenção". Casei duas pessoas, nesse meio tempo; inclusive, a sua amiga. O Antônio está bem interessado nela. - Me apoio no balcão, com um dos meus cotovelos nele e olho para o meu amigo, que cochichava alguma coisa para amiga dela na pista do boliche.
A mesma, olha para onde eu estava olhando e confirma, a insistência do Antônio.
- Estou vendo..., mas não era bem isso que eu havia falado. - Ela sorrir, parecendo incrédula comigo. - Você não existe, sabia disso. - Ela me encara por um tempo e eu me vejo perdido no seu olhar.
Um gruído é feito do nosso lado e noto que um cara de terno, havia entrado na parte de atendimento das meninas.
- Amanda. Melanie... Tudo bem por aqui? - O mesmo olha para elas e deve pensar, que eu e o Benício as estavam incomodando. Provavelmente, ele deve ser o chefe delas.
Por um instante, fiquei incomodado pelo jeito que ele chegou e toco nos ombros delas, como se quisesse nos intimidar e mostrar que estava a cima de nós; por outro, devo admitir, que um lado meu ficou feliz, por saber que se a Amanda fosse assediada ou tivesse algum problema aqui no boliche, alguém se oporia a lhe defender.
Logo, as meninas o tranquilizaram e disseram que éramos amigos. O mesmo se apresentou como Adam e disse que só estava fazendo o trabalho dele, ao notar o nosso interesse em permanecer no balcão. E confirmando as minhas suspeitas, ele era o chefe delas. Contudo, o seu cenho parecia se franzir para o Benício, ao ver o sorriso largo que ele demostrava para com a Melanie. Hum, interessante, alguma coisa tinha ali.
Sem mais delongas, o mesmo se despediu e liberou as meninas, ao saber que elas ainda iriam sair, quando largassem. Perguntou aonde seria e as meninas falaram; o que achei estranho, a sua intromissão. Mas como não queria causar problemas para elas, fiquei na minha.
Logo, o Charles, também se achegou em nós e nos dividimos para ir a casa noturna do Antônio. Como eu estava de moto, a Amanda iria comigo e a Melanie, Larissa e o Charles, iriam no carro com o Benício; ele ainda não havia bebido. O Antônio estava de moto, mas jurou que não havia bebido o bastante para causar alguma tragédia a si mesmo ou a alguém; havia tomado só umas duas doses de uísque. E como na boate dele tinha funcionários que trabalhavam para ele, sabia que lá, poderia beber mais e depois eles levarem a sua moto para casa.
Assim, todos nós demos partidas nos nossos automóveis e no direcionamos para a casa noturna do Antônio; o que considerávamos nossa também, dos tubas, já que sempre vivíamos lá, quando saímos para se divertir.
- Pode segurar forte em mim, beizinho! Não vou deixar você cair. - Sorrio para ela, ao lhe olhar pelo retrovisor e ver ela encostando o seu queixo em mim, descansando o a sua cabeça no meu ombro e laçando a minha cintura.
Era uma sensação nova e boa, ter alguém entregando a sua vida a mim, ao subir na minha moto e confiar que eu não iria lhe causar nenhum dano, ao fazer aquilo. E por incrível que pareça, eu nunca havia deixado nenhuma mulher subir na minha garupa. Isso, até a Amanda aparecer. Ela parecia serena e entregue pelo cansaço do seu corpo. Fazendo carinho na sua mão, eu dou partida na minha moto.
🔹🔹🔹🔹
Quem mais quer subir em uma garupa???? hahaha 😆👅🏍️🏍️
Com um David desse, fica díficil, hein?
Sortuda essa Amanda. O que acham?🔥😏😏😏
E a treta do Adam e o Benício se encarando... Ui!! Porque será que o Adam quis saber aonde as meninas iriam? Estão sentindo o cheirinho.... kkkk Não digo é nada. 🫣👁️👁️🤐😶🌫️
Querem saber mais sobre essa noite ou posso pular os eventos? kkk 😅🌚
A Larissa deu um belo de um chega para lá no David, hein? E o Antônio, será que vence essa batalha e fica com a amiga de infância da Amandinha? ( ela bem que disse que queria um Tuba hihi)🔥😎🦈
Até mais meus Lermores do meu coração! hehe❤️
me dêem estrelinha..⭐ que eu posto mais um hj. Kkk.. 🍪
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