🔹 Capítulo 17 🔹

Amanda Martins
🔹🔹🔹🔹

Pois é! A noite já estava agitada desde que cheguei. O Charles tentou se esconder de mim, quando cheguei, mas foi em vão. Ele me pediu desculpas, por não comparecer na piscina ontem a noite, para fiscalizar se eu estava cumprindo realmente a aposta que havíamos feito e disse que não tinha como recusar. "Como poderia? ir a uma festa dos tubas, era como está no paraíso dos homens mais lindos da face da terra." Disse ele.

Eu rir do seu exagero, mas também não tinha como eu o culpar por isso; até porque, no fim, a noite também havia sido maravilhosa para mim. Sorrio, me sentindo vermelha pelo o que eu havia feito e, o meu novo amigo, percebeu.

- Meu Deus!!! Não me diga que você transou com ele? - O Charles esbugalha os olhos e tenta não gritar isso aos quatro ventos da terra.

A Melanie aproveita para se juntar a nós nesse momento e a festa estava feita. Os dois começam a deduzir o que havia acontecido na noite de ontem, me sentindo mais vermelha que um tomate, eu nem consigo falar alguma coisa. Só faço rir e revirar os olhos para aqueles dois.

- Nem vem, vocês dois foram uns grandes fuleiros, que me deixaram sozinha. - Bebo um pouco da minha Coca-Cola diet e eles zoam de mim, me dizendo que a minha noite havia sido bem mais do que aproveitada.

- E você, Melanie? Como foi sair como o Benício? Soube que sairão para algum restaurante, foi isso? - tento mudar de assunto e focar em alguma outra coisa. A mesma parece ficar vermelha e dizer que foi maravilhoso. Ele havia a tratado de uma forma encantadora.

- Ele... ele foi perfeito. - Ela parece sonhadora ao relatar. - Conversamos por hora; ele realmente parecia interessado em me conhecer. Em nenhum momento tentou avançar ou alguma coisa do tipo. Ele foi bem respeitador comigo. Um perfeito cavalheiro. - Ela sorri de canto a canto e fico feliz por ela.

Contudo, uma certa pessoinha aparece atrás dela.

- Quem seria, esse perfeito cavalheiro? - O Adam pergunta, tentando se enturmar ainda mais com a gente.

Todavia, para ser bem sincera com vocês, ele nunca havia sido de querer criar muitas amizades com os seus funcionários; na verdade, ele sempre foi muito profissional com a gente. Porém, desde que a Melanie havia aparecido e se tornado a nossa mais nova funcionária, que ele vinha frequentando ainda mais o boliche e querendo saber mais como a gente estava.

Será que havia um certo tipo de interesse dele com a Melanie? Lembro-me bem, do dia que eles se conheceram. O olhar entre os dois, era nítido; mas a Melanie sempre teve um olhar maior para o Benício, talvez não tivesse percebido o interesse do nosso chefe para ela.

A mesma parece ficar desconfortável com a situação e fica envergonhada de falar alguma coisa. Logo, eu me prontifico em lhe ajudar.

- O Charles, Adam. Ele disse que iria dobrar o seu turno de amanhã, para eu folgar. - Pisco um olhinho para ele e o mesmo; digo, o meu amigo; fica com uma cara de palerma.

Ele não esperava por essa. Talvez eu tivesse sendo mal demais com ele, mas eu merecia, após ele ter me deixado sozinha na piscina. Ninguém precisaria saber que no fim, eu havia me saído muito bem com a sua escapatória. Segredo esse, que eu levarei para o túmulo comigo. A Melanie parece ficar em choque com a minha alternativa, mas concorda.

- É verdade, o Charles tá sendo incrível em fazer isso. Um verdadeiro cavalheiro. - Ela sorri, balançando a cabeça freneticamente e eu caio na risada. O Charles nem conseguia disfarçar o seu descontentamento.

- Pois bem. Admirável a sua gentileza, Charles. - O Adam parece relaxar com as mãos no bolso e de leve, aperta um dos ombros da Melanie. - E você, não vai tirar a sua folga da semana, não?

A Melanie parece ficar tensa com o seu toque e engole seco. Ui, o clima parece ter ficado bem mexido por aqui. Ela olha para a sua mão, que estava no seu ombro e ergue o olhar, encontrando os seus olhos e demorando por ali. Ela lambe os lábios e assente vagorosamente para ele.

- Sim. Só não sabia se já teria esse direito. - Ela se remexe na cadeira, mas não desgruda o seu olhar do dele. Bem curioso. Ele sorri lindamente para ela e acaricia o seu rosto. UAU!

- É claro que sim. Todos aqui têm... E você precisa ir cuidar do seu irmão. - Ela parece ficar surpresa, mas assente, lhe agradecendo.

Com certeza não fui eu, que lhe contei sobre isso.

Ele se despede da gente e se vai, antes de olhar mais uma vez para a Melanie. Ela parece ficar confusa, mas deixa para me perguntar depois. O Charles se vai e eu, juntamente com a Melanie, assumimos os nossos postos no balcão. E o Charles, só disse que iria deixar essa passar, porque no fim, ele também havia conseguiu o seu passe livre para o paraíso dos tubas. Justo. Ele iria tomar um banho e se arrumar para ir a essa tal boate que os tubas tinham como casa. O que descobrir depois com a Melanie, que era o Antônio que tinha algumas ações dessa boate e meio, que administrava ela também.

Ok. Pensar que o David estaria lá e que um monte de garotas iria estar dançando encima dele, não me fazia ficar tão feliz assim. Por mais que a minha preciosa, estivesse se recuperando e eu já conseguisse andar direito, depois de muitas bolsas de gelo nela, era difícil esquecer o quanto foi bom recebe-lo dentro de mim.

Se controle, Amanda.

Foi só uma vez.

Acabou.

Para de monopolizá-lo.

Respiro fundo e tento atender todas as demandas que estavam acontecendo no Destroyed. Mesmo com a ajuda da Melanie, eu parecia estar mais lenta. Compreensível, já que minha cabeça estava em outro lugar. Merda! Eu sabia que iria me iludir fácil com David, quando eu me envolvesse com ele. Por isso e outros motivos, que eu não queria ter ido tão longe com ele. Pego mais uma remessa de sapatos para botar lá no DML e quando me ergo, para levá-los, eu me esbarro em alguém.

Uau, nossa! Esse é bem forte.

Tento equilibrar o meu corpo para não cair e sinto umas mãos fortes, me agarrarem. Espera aí! Eu reconheço essa pegada. Gelo com aquela possibilidade e ergo o meu olhar.

David.

Por Deus! Ele não podia estar ainda mais gato.

Que cheiro maravilhoso. E o seu sorriso. Por todos os Deus do mundo, que perfeição. Porque ele sorria desejo jeito para mim?

Me pergunto, notando que eu estava do mesmo jeito que ele; só que eu parecia uma boba, com os sapatos fedorentos nas minhas mãos. Pigarreio, tentando encontrar o meu controle emocional e o David, suaviza o aperto dos meus braços.

- E-u... hum... é... me desculpe. - Gaguejo mais do que tudo no mundo e bato na minha testa, sorrindo feito uma louca. Eu não sabia mais como agir na sua frente. E o mesmo, parecia ter notado isso. - Estou parecendo uma idiota, não é?

Ele parece sorri de mim e tira uma mecha do meu cabelo da frente.

- Olha, se toda garota idiota fosse tão linda, quanto você é... eu até poderia dizer isso. - Ele umedece os lábios e se aproxima de mim. - Senti a sua falta, Tom. - Ele acaricia o meu pescoço e todo o meu corpo se arrepia. Porque eu sentia isso tudo com ele, hein?

Automaticamente eu também umedeço os meus lábios e me sinto tentada em lhe beijar. Contudo, quando eu estava preste a fazer isso, eu esculto a Melanie me chamar.

- Amandinha!! Ah, ops! Sinto muito. - Ela volta rapidamente para o seu lugar, na parte da frente do mostruário e me deixa sem graça com o David.

- Hum... Ok. É... Que bom te ver. - Tento ser o mais cordial possível e por um limite entre mim e ele. Ele parece acha aquilo tudo bem estranho e eu, não discordo dele. Uma das suas sobrancelhas está arqueadas e ele me inspeciona dos pés à cabeça.

- Você está bem? Parece ter ficado estranha do nada. - Ele me olha atento e eu fico sem saber como agir.

- Eu... bem, e-u... Eu estou bem. Só estou sem saber o que falar com você, depois de... enfim, você sabe. - Demostro um sorriso sem exibir muitos os meus dentes e me sinto morta de vergonha.

Ok! Você está patética, Amanda.

Respiro fundo e tento não surtar de uma vez. É só ser você mesma, Amandinha. Me recomponho e olho na sua direção. Por Deus! Como foi que ele me escolheu, hein? Mordo os lábios e tento manter a paz dentro de mim mesma.

Ele parece notar o meu nervosismo e se aproxima mais uma vez de mim.

- O que acha de eu te ajudar com isso. - Ele pega os sapatos das minhas mãos e começa a caminhar para a parte de trás das prateleiras de sapatos. - É por aqui? - Ele pergunta e eu assinto, apontando para uma porta um pouco mais para o lado direito.

Ele levar as coisas que eu segurava até o local que eu indiquei e as deposita em uma bancada de metal, onde tinha alguns produtos de limpeza e sacolas. Ele levemente bate as palmas das mãos uma na outra e se vira para mim. Como se perguntasse se tinha mais alguma coisa para ele fazer.

- Olha, não precisa me ajudar com isso. Esse é meu trabalho. - Vejo o quanto ele não tinha nada haver com aquele ambiente em que estávamos e me pergunto, o por que dele está ali. Ele todo bonito, dentro de um deposito escuro e cheio de sapatos sujos. Bem nada haver.

Ele parece notar o meu desânimo e vem até mim.

- Qual é problema, hein? - Ele segura no meu rosto, com as suas duas mãos e acaricia a minha pele com suavidade. - Você não me parecia estar tão tensa assim, quando eu estava dentro de você? - Ele alisa com o polegar os meus lábios e eu meio que entreabro eles, sem ter muita nossa disso.

E vendo o seu olhar hipnotizado em mim, me sinto ainda mais corajosa em fazer algo impensado. Logo, eu abocanho o seu dedo e o chupo com os meus lábios, passando a língua ao redor dele e o deslizando suavemente para dentro e fora da minha boca. Nem sei bem, o porque eu fiz isso.

- Minha nossa senhora! Você quer me deixar louco, mulher. - Ele bate com tudo a porta do deposito de sapatos e me ergue nos braços, abrindo a minha perna e me depositando em cima da bancada.

A sua boca logo me invade e pede abertura para a sua língua se enroscar na minha. Assim, capturando os meus lábios e o puxando para si, me tomando como sua mais uma vez. As suas mãos passeiam pelo meu corpo e apertam em lugares, que ficam clamando ainda mais pelo seu toque. Logo, quando ele pensa em invadir a minha calça, para pode puxá-la para baixo, eu o detendo. Droga! Eu queria, mais...

- O que foi? Você não quer? - Ele me questiona confuso.

- Não... quer dizer, eu quero. - Eu tento ajeita o meu cabelo que estava na frente do rosto e me explico. - É só que... enfim, eu meio que estou assada de você. Digo, de ontem. A gente meio que..., eu sentei um pouco forte demais em você. Foi isso. - Digo logo de uma vez, sem ficar rodeando muito. Tento baixar meu olhar, mas logo o ergo, para ver a sua reação.

Ele fica me encarando por bom um tempo e depois sorri, como se achasse graça do que eu falei.

- O quê? Você acha isso engraçado? - Olho para ele incrédula e sem está muito arretada com aquilo. Na verdade, era até engraçado de se ouvir a minha explicação.

Logo, estava eu e ele sorrindo, em meio a um monte de sapato fedido. Ok, ok, precisávamos urgentemente nos recompor e sair daqui. Assim, ele para de sorri um pouco e bagunça o cabelo, tentando ajeitá-lo.

- Você é realmente incrível, sabia disso? - Ela fala simplesmente isso para mim e fica apoiado com as suas mãos na cintura e com a sua calça desabotoada. Eu o encaro sem entender nada e ele continua. - Ok, confesso que o meu pau também está bem vermelho com as suas sentadas, mas não me arrependo de nada do que fizemos ontem. Pelo contrário, só quero ainda mais. Não paro de pensar em você.

Ele solta essa para mim e fico totalmente sem reação. Eu ouvi isso mesmo? Ele não para de pensar em mim e na transa da gente? "AI DEEUS!!! EU NÃO AGUENTO MUITAS DESSAS."

Ele fica lá, esperando pela minha resposta e eu só fico de boca aberta, sem saber bem o que dizer. Ok, eu também não havia parado de pensar nele; mas nem morta, eu iria dizer isso para ele; com certeza tinha muitas meninas que viviam lhe dizendo isso. Logo, eu tinha que pensar em algo mais inteligente ou desviar a sua atenção.

- Não quer uma pomadinha de assadura, não? Tenho umas para te indicar. O seu amigão deve precisar. - Ele ri da minha audácia e se aproxima novamente de mim.

- Olha quem falar, a Amadinha que nem consegue sentar mais uma vez nele... - Ele fala segurando o meu cabelo e aproximando a sua boca da minha; me tentando mais uma vez com a sua boca engenhosa.

- Ah é? Mas eu ainda preciso da minha vagina, se eu quiser ter mais um orgasmo na minha vida. - Digo despudoradamente e nem me reconheço. Ele me encara mais uma vez e completa.

- É verdade. Eu preciso dela novinha em folha, para te foder várias vezes e fazer você gozar. - Sinto a minha intimidade formigar e pareço esquecer totalmente a dor que eu sentia nela. Amandinha, se controle.

Logo, o ambiente parece ficar mais quente e começo a ficar sem ar lá dentro. E sem mais palavras, para serem ditas eu me recomponho, tentando ajeitar a minha blusa. O David também faz o mesmo e abotoa as suas calças. O colarinho da sua blusa jeans está troncha e eu me prontifico em ajeitar. O David me encara com atenção e me sinto tímida, diante do seu olhar.

- Pronto, está ajeitado. - Dou uma leve tapinha no seu peito e puxo a minha blusa para baixo. Ele ainda continua me encarando e por fim, parece decidir me perguntar alguma coisa.

- Quer ir comigo, para a comemoração do campeonato? - O seu olhar varre todo o meu rosto e eu fico em choque, com o seu pedido.

- Eu? Mas..., mas todo mundo vai está lá? - Indago como se aquilo tudo fosse uma loucura.

Contudo, ele não parece achar.

- E qual é o problema? Você tem medo de pessoas? - Ele se aproxima mais uma vez de mim, me segurando pela cintura e olhando bem no fundo dos meus olhos. - Não é um relacionamento sério, Amanda..., mas eu quero ter você na minha vida. Eu me sinto bem com você. Podemos manter o que temos agora, por um bom tempo... - Ele me olha ansioso e eu não sei o que lhe dizer sobre tudo aquilo.

Eu queria ter ele na minha vida, queria ter o que temos por mais tempo. Todo esse fogo, intimidade e confiança. As brincadeiras, era só mais um combustível para tudo o que sentíamos um pelo outro. Ele fazia eu me sentir desejada e atraente. Não seria como se eu estivesse em um relacionamento sério com ele, mais ainda sim, poderia ter ele por mais um tempo comigo. Porque eu não aceitaria?

"Porque você sabe que se machucaria mais uma vez". O meu cérebro me alerta. Sim, eu sabia disso. Mas que culpa eu tinha, se eu também o desejava tremendamente. A sensação de formigamento e a vibração lá em baixo, a cada vez que ele se aproximava de mim, era algo que eu pensei que tivesse perdido a muito tempo. Era bom sentir isso novamente. Eu poderia aprender a deixar o coração longe disso tudo.

Só sexo e prazer. Nada mais.

Ele parece ter esperado uma eternidade, antes de eu lhe responder alguma coisa. Pois ele realmente parecia nervoso. Logo, eu ergo o meu rosto e lhe encaro, tentando decifrar o seu semblante e a sua verdadeira vontade. Lindo demais para perder essa oportunidade.

- Está bem. Podemos manter isso. Mas eu ainda tenho uma condição. - Ele me encara curioso e decido falar logo de uma vez. - Qualquer sinal de interesse por uma outra pessoa, podermos avisar um ao outro e acabar com isso de uma vez. Não quero ser feita de chacota ou nada do tipo. - Eu lhe encaro séria e não queria passar tudo o que eu passei com o meu ex novamente.

Ele parece me entender e assente.

- Fechado, então temos um acordo. - Ele enlaça a minha cintura e me olha com aquela sua cara de safado. - Agora você é totalmente e exclusividade minha, Amandinha. Nenhum homem vai te tocar ou te dá prazer como eu. Dê adeus, ao seu brinquedinho de borracha. Ele morde os meus lábios e invade a minha boca mais uma vez.

Deixo-o pensar assim e me permito ser levada mais uma vez pelo seu beijo. Logo, sabendo que não poderíamos avançar mais do que aquilo naquela noite, eu digo que ainda teria que terminar o meu expediente. Ele disse que não seria um problema me esperar, pois, ele já aguardava por aquela situação. Eu ergo uma sobrancelha questionadora para ele, mas o mesmo, disfarça.

Logo, eu deixo essa passar, pois eu precisava urgentemente voltar para o meu trabalho; eu já havia escapado tempo demais das minhas obrigações. Assim, eu passo pela porta e ele me dá uma tapinha na bunda.

- Agora foi o Jerry, que pegou a ratinha. - Ele se ilude fácil e sabe que vai ter volta.

- É o que veremos, querido David Tuba. - Dou uma piscadinha para ele e rebolo ainda mais a minha bunda.

Não sei porque eu me sentia tão poderosa naquele momento. Dou uma olhadinha de relance para ele e o pego, encarando a minha bunda, enquanto se encostava na parede do lado de fora do DML. O seu olhar perverso me dizia tudo. Olho para as suas calças e vejo um enorme volume se formando por ali.

- Vou aguarda mais um pouquinho por aqui, antes de sair para pista. - Ele aperta o seu amigão lá em baixo e eu sorrio igual uma hiena, internamente, é claro. Eu assinto para ele e parto, rumo a bancada de sapatos que a Melanie estava. Ela já devia estar que nem louca, lá sozinha.

🔹🔹🔹🔹
Ui, ui, ui! Hahaha alguém se queimou ai? 😆🫣🔥🔥 Que fogo esses dois.😅 Não pensei que a Amandinha iria aceitar essa! E vcs? E a audácia dela... Por Deus, até fiquei impressionada kkk.. imagine a cara do David nessa hora. 🙈👅👄

E a Adam... Vcs sentiram o interesse dele? Vocês são time Adam ou Benício?😆😁 Façam as suas apostas.

Esse capítulo foi grandinho, hein?

Alguém quer algum rosto para o Charles? 😄 (Fiquei com peninha dele, na aposta onde a Amandinha descontou nele..)

Enfim! Partiu próximo capítulo daqui a 2 dias. Kkk.. na minha folga.❤️😚

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