Verônica

Danilo um menino lindo de  olhos castanhos me encantou, ele tinha 1,70 de altura, ele sempre foi muito comunicativo. Nós sempre  trocamos  olhares quando estávamos no ônibus, o percurso que fazíamos era de uns 80 km de distância do trabalho para a cidade, onde trabalhávamos.

Fazíamos esse percurso todos os dias. Danilo pegava o ônibus próximo de sua casa junto com outros funcionários, era assim todos os dias da semana das cinco às dezessete horas, quando chegávamos era beirando as dez em casa. Sempre foi uma rotina um tanto cansativa. Mas agora eu tinha mais o que fazer se era meu trabalho levá-los. Em dia qualquer, Danilo quase perdeu o coletivo, só percebi quando  alguns amigos dele,  começaram a gritar.

— Motorista calma aí, o Danilo está vindo.

Aguardo olhando para o retrovisor, um pouco impaciente, quando ele entrou no ônibus, o zíper e o botão da calça estavam abertos, a farda nas mãos deixando o peitoral bem definido amostra, ele segurava uma mochila em um dos braços, o volume nas calças me fez arrepiar, desejei conhecê-lo, afinal quem nunca ficou com água na boca para deflorar um novinho.

Ele entrou parou na minha frente, colocou a mochila em cima do motor do ônibus, me deu um aceno agradecendo por lhe esperar. Eu dei partida para seguirmos caminho, enquanto seus amigos o alertavam sobre sua calça aberta, ele aproveitou para vestir a farda, eu tentei disfarçar e não admirar aqueles bíceps, mais era impossível tirar os olhos dele.

A partir de então o admirava ainda mais. Ele me correspondia com seus olhares encantadores, ele sempre ficava à espreita, prestando a atenção em como eu me comportava. Era visível que ele  estava com os hormônios a flor da pele.

Depois de uns papos breve no ônibus, um dia ele chegou bem cedo na volta para casa, e pediu meu número, eu doida pra deflorar e dar muito prazer a um rapaz bem dotado como parecia, não demorei e a gente trocou os números, conversamos por semanas, eram conversas quentes e muito safadas. Finalmente marcamos de nós pegar, foi no dia de um evento no trabalho, enquanto todos estavam entretidos com a festa fomos para a parte de trás do ônibus, sem preocupação já que os coletivos especiais, só tem a porta da frente por onde entram e sai.

No ônibus com a porta trancada, ele me pegou pela cintura, passou a mão desenhando minhas curvas, apertou meus seios por cima da blusa, brincou com os bicos até deixá-los à vista no tecido de cetim da blusa vermelha de alças finas que eu usava naquela noite.

—Você, essas curvas, e sua boca, é uma perdição sabia? — ele falou com o nariz em meu pescoço. Desceu as mãos pela minha cintura por trás, e apertou minha bunda subindo pra cima e segurando forte, me abraçou, e deu um tapa forte na minha bunda, eu olhei pra ele doida pra beija-lo, mais eu queria que ele desse o primeiro passo.

Ele subiu as mãos sem tirá-las do meu corpo, sentir o pau dele encostado na minha buceta, estava duro de tesão, minha calcinha de renda preta molhou instantaneamente, ele segurou meus cachos por trás erguendo meu pescoço, e deu um forte chupão, ele queria marcar minha pele branca, no mesmo instante, além de me fazer arrepiar, ele subiu travando uma linha reta com a língua no meu pescoço, deu uma mordidinha em meu queixo, e enfiou a língua na minha boca, em um beijo urgente, e quente.

Eu gemi de prazer, fazendo ele tomar todo o meu espaço, ele subiu minha saia jeans, acariciou meu clitóris ainda sentindo o tecido fino da calcinha.

— Um, bem molhadinha do jeito que eu gosto. — Ele falou, sem tirar as mães do meu corpo.

— É assim que eu gosto. — falei apertando o pau dele por cima da calça jeans preta dele.

Ele subiu minha blusa livrando meus seios redondos e fartos, segurou os dois com as duas mãos, admirando primeiro, e depois colocou as auréolas na boca, sugando e me fazendo estremecer de tesão, eu segurei a cabeça dele para permanecer ali por muito tempo, ele sempre revezando entre os peitos me deixando louca a cada chupada que ele dava.

Eu tirei a camisa dele— se seu pau for melhor do que seu peitoral tirei a sorte grande hoje— elogiei, eu beijei o pescoço dele e segui em linha reta até me abaixar e abrir o zíper da calça dele, sentir o tecido fino da cueca box preta, e libertei o pênis dele, cor de chocolate e a cabeça rosada, eu fiz ele sentar no último banco do ônibus, e o chupei, fazendo movimentos urgentes, gemi enquanto sugava aquele membro duro, grosso, molhado, dava pra sentir as veias penianas pulsando na minha boca.

— Ah...Ah... Eu vou gozar— gemeu ele.

— Não antes de me foder com esse pauzão— respondi, enquanto sugava seu pênis, para logo em seguida fazê-lo deslizar da minha boca, para a minha boceta, me fazendo explodir de  prazeres, eu iniciei o movimento e ele continuou em seguida, os barulhos se misturavam aos nossos jeans presos em nossos corpos, nos fartamos de luxúria, nossos lábios foram um âmbar a mais para o nosso prazer.
"O novinho de pau gostoso, sabia foder" pensei. Eu apertei o pau dele com minha xota, e ele gemeu alto.

Algum tempo depois ele gozou, dentro de mim, eu deixei o colo dele, e ele se abaixou, e sugou tudo que eu pus pra fora da minha xana, ele me deixou limpa e satisfeita. Depois daquela transa louca no ônibus, sempre busco mais adrenalina nas minhas relações, afinal prazer nunca é demais.

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