prólogo

Fanfic traduzida para a Semana de Drama do projeto dezdrarry, que vai de Hoje 01/12 até 06/12!

Capa perfeita feita pela psychocover!!

E betagem feita pela missugarpurple

Olhem todas as fanfics postadas e dêem uma força para as autoras 😊
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Prólogo

Em seu caminho para fora do vestiário, Draco parou em frente a um espelho para uma verificação final em sua aparência. Mesmo que seu cabelo ficasse bagunçado em minutos e suas vestes fossem desarrumadas pelo vento, ele sempre gostou de estar em seu melhor antes de entrar em campo, afinal, ele era o capitão, ele deveria ter uma aparência adequada, ser invejável, respeitado e estar no controle.

Ele correu os dedos pelos fios de seu cabelo, não que tivesse necessidade, certificando-se de que cada mecha loira prateada estivesse perfeitamente no lugar, caindo exatamente em torno de suas feições. Os equipamentos de proteção feitos em couro brilhavam, as vestes verdes roçavam em seu corpo, se adequando às suas curvas, ele segurava sua Supernova 10 com orgulho.

"Muito bom", seu reflexo dizia com aprovação. Draco sorriu levemente em resposta, se virando para chamar seus companheiros de equipe.

Eles se reuniram na porta rapidamente. Em vez de dar qualquer tipo de discurso estimulante, ele simplesmente olhou cada um nos olhos lentamente, com expectativa, sabendo que isso teria um efeito muito maior do que qualquer palavra que pudesse reproduzir. Então, com o horário se aproximando, ele se virou e os conduziu com confiança para o campo.

Pela primeira vez desde seu terceiro ano, o primeiro jogo da temporada foi Sonserina contra a Grifinória. Ao contrário de seu terceiro ano, eles iriam jogar como programado. Sem hipogrifos perversos, sem clima péssimo, sem a necessidade de manipular nada, embora sempre fosse divertido manipular o jogo. Este seria o jogo que daria o destino de toda a temporada, para ambas as equipes. E ele estava determinado, pela primeira vez, a fazer a Sonserina sair por cima.

Do outro lado do campo veio o time rival, extravagante em suas vestes vermelhas brilhantes. Harry Potter liderou o caminho, seu cabelo não precisava de nenhuma ajuda do vento para cair desordenadamente em torno de seu rosto. No centro do campo, eles se enfrentaram, encarando um ao outro.

Draco achava que era uma resposta estranhamente automática se envolver nessas competições de encarar com Potter, a cicatriz em forma de raio sobre o olho do outro garoto parecia atrair o olhar de Draco, para desafiá-lo olhos nos olhos, tanto quanto se desafiavam verbalmente.

- Desta vez você perde Potter.

Ele sibilou enquanto os dois trocavam um aperto de mão.

Os olhos verdes se estreitaram.

- Você quer dizer do jeito que eu perdi todas as outras vezes que jogamos? Oh, espere, foi você.

Ele encolheu os ombros.

- A sorte de todos tem que acabar algum dia. Hoje vai ser a sua.

A resposta de Harry foi interrompida por Madame Hooch, que estava chamando os dois times para o velho discurso sobre jogar limpo. Momentos depois ela apitou, e quatorze jogadores deram o pontapé inicial e dispararam para o ar.

Era uma manhã brilhante de novembro, nítida e fria, mas clara, com apenas algumas pequenas nuvens brancas para estragar o mar de azul que era o céu. Enquanto Draco subia, ele sentiu como se pudesse ver tudo, até os confins da terra sobre as árvores sem folhas.

Seu futuro se apresentou diante dele, como o horizonte. Era seu último ano, seu último ano para se divertir um pouco antes de seu futuro chegar, quando ele veria aonde o prestígio e as responsabilidades de ser um Malfoy o levariam.

Também era sua última chance de vencer Harry Potter. Um balaço passou zunindo, tirando-o abruptamente de seu devaneio, e ele se amaldiçoou por deixar passar alguns momentos preciosos para procurar o pomo.

O apanhador da Grifinória havia se posicionado no meio-campo, e Draco foi pairar por perto, para estar igualmente posicionado para mergulhar em direção da maldita bolinha, onde quer que ela aparecesse.

- Obtenha seu próprio ponto de busca!

Harry gritou com ele, acima do barulho da multidão.

- Não, eu gosto daqui.

Draco respondeu preguiçosamente, apertando os olhos um pouco contra o sol enquanto examinava o campo.

- Qual é o problema? Preocupado com o quão mais rápida minha Supernova 10 é do que sua antiga Firebolt?

- Minha Firebolt voa muito bem, obrigado.

Draco lançou um rápido olhar para o outro garoto e ficou satisfeito ao ver os dentes do Grifinório cerrarem em resposta à sua indagação. Ele decidiu pressionar seu adversário e puxou sua vassoura em um mergulho glorioso. Harry, pensando que ele tinha visto algo, correu atrás.

O solo ficou cada vez maior e, em um momento de controle perfeito, Draco puxou sua vassoura com segundos de sobra. Então ele se virou para rir de seu desafiante, que ficou alguns centímetros para trás.

- O que você estava dizendo, retardado?

Em vez de retribuir a brincadeira, entretanto, o grifinório repentinamente sacudiu sua vassoura para frente e girou a cabeça para trás; Draco viu o porquê. O pomo foi localizado.

A corrida começou para valer, com cada apanhador se esforçando para encurtar o jogo e declarar vitória. Enquanto a goles, balaços e companheiros de equipe voavam ao redor deles, eles ziguezagueavam pelo campo em busca da pequena bola alada. Por duas vezes, os dois perderam a esfera dourada no brilho do baixo sol de novembro, mas um deles de cada vez viu o objeto em poucos instantes e a perseguição continuou.

Todo o foco de Draco se dirigiu ao pequeno objeto dourado, ele mal percebeu o que estava ao seu redor enquanto o perseguia sob as arquibancadas e depois dentro e ao redor dos aros do gol. Ele podia sentir Harry à sua esquerda, sabia que aquele borrão vermelho estava tão desesperado para se provar dominante quanto Draco.

Estava a poucos metros deles... mais perto... mais perto... eles se esquivaram de um balaço repentino, giraram em volta dos aros de novo e... droga! Ele ficou fora de seu alcance.

Em um momento de desespero furioso, Draco repentinamente puxou sua vassoura para a direita enquanto o pomo se virava à sua frente, e em vez de persegui-lo, ele desviou com força na tentativa de enfrentá-lo de frente.

A bolinha atingiu a palma da mão de Draco com tanta força que ele quase a deixou cair. Ele olhou para sua mão por um momento congelado em choque. Era verdade? Ele estava realmente vendo aquelas pequenas asas batendo contra o aperto de seu punho? Sim!

Demorou apenas um milésimo de segundo para processar a verdade, assim que passou o choque, ele se moveu para esfregá-lo, um gesto que ele queria fazer há seis longos anos.

Ele se virou para olhar para trás, ver a expressão atordoada do Grifinório valeu a pena por todos os anos em que ele usou um rosto semelhante.

- Perdeu alguma coisa?

Ele se gabou, acenando com o pomo no ar. A surpresa atordoada se transformou em fúria, e Draco se deleitou em seu momento de triunfo, então o rosto de Harry se torceu inesperadamente em uma expressão de medo.

Medo?

- Tenha cuidado!

O garoto gritou assim que Draco sentiu sua nuca se chocar com algo duro. A dor reverberou por seu crânio e desceu por sua espinha, o pomo escorregou de seus dedos.

E a última coisa que viu, antes que a escuridão o vencesse, foi Harry Potter estendendo a mão para agarrá-lo enquanto ele caía.

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Nos vemos mais tarde!

E leiam as outras fics das autoras do dezdrarry

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