Luxuria.

Aviso 🔞

JIN ON..

       Me despeço de Ana ainda na porta de seu apartamento. Cruzo o corredor sentindo meu corpo formirgar. Entro no meu fechando a porta lentamente atrás de mim. Finalmente tinha um encontro depois de tantos anos. Afasto qualquer pensamento que possa me levar a Nari ou ao medo latente de ser abandonado novamente.

        Assim que chego ao quarto deixo meu corpo cair sobre a cama. Apoio as mãos atrás de minha cabeça e começo a sorrir feito um adolescente tolo. Repasso mentalmente nosso beijo e a forma como ela me prensou contra aquela porta. Visualizo suas mãos passeando por meu abdômen, subindo até se enterrarem em meus cabelos. Merda! Estou ficando excitado. A expectativa  do que pode acontecer durante esse jantar toma conta do meu ser. Sinto um calor absurdo, preciso de um alívio. Sento-me apoiando as costas na cabeceira da cama. De olhos fechados vou imaginando Ana ali comigo. Me livro de minha calça e sinto meu membro latejar, ainda preso dentro da cueca.  Volto a imaginar o que aquela boquinha seria capaz de fazer comigo. Sem me conter me livro da peça cinza e começo a me masturbar. Imagino o calor dos dedos dela em minha pele umedecida pelo pré gozo.  Meu rosto entre aqueles seios fartos. Minha boca entre suas pernas a fazendo gemer meu nome e se contorcer. Começo um vai e vem lento e cheio de malícia, nem tento conter meus próprios gemidos, apenas me deixo levar pelo momento. Imagino Ana de quatro e me dando um acesso perfeito. Começo a suar e sinto aquela fisgada bem característica em meu baixo ventre. Chamo por ela entre meus gemidos e gozo me imaginando enterrado nela.

      Ofegante, me levanto e tomo um banho relaxando totalmente. Quando sai ainda me sentia lascivo, mais precisava segurar a onda. Me seco enrolando enrolando toalha na cintura caminhando com calma até meu closet. Busco roupas confortáveis e discretas. Resolvo vestir uma calça jeans clara, camisa preta de mangas longas, um boné e uma máscara. Preciso  ir até o mercado e não estou afim de ser reconhecido. Hoje não vou leva-la a lugar nenhum. Quero ela só para mim então vou cozinhar. Me dirijo ao Hall de entrada ajeitando meus tênis na entrada. Antes de sair saco meu celular  e envio uma mensagem para ela.

" Espero que não tenha esquecido do nosso jantar." 16:05 p.m.

"Não mesmo. Aliás, o que devo vestir? Preciso me organizar e não trouxe tanta coisa assim." 16:06 p.m.

"Vista aquilo que lhe deixar confortável. De preferência que seja fácil de tirar 😎"16:10 p.m.

" Safado. Seokjin eu não fazia ideia que você escondia esse lado debaixo dessa carinha de santo." 16:11 p.m.

" A culpa é sua, mais se preferir posso ser o certinho." - 16:13 p.m.

" Minha culpa? "16:15 p.m.

" Tenho que ir marrenta. Te pego as 20 horas." 16:17 p.m.

" Estou te esperando convencido. Não ouse se atrasar. " 16:20 p.m.

        Largo o aparelho em cima do balcão e ainda sorrindo com a autoridade dela e volto ao quarto em busca das chaves do carro. Acabo as encontrando em cima do criado mudo. Volto a sala e quando pego o celular novamente noto três chamadas perdidas de um número desconhecido. Ignoro o fato e me apresso em finalizar as compras.

       Levo cerca de 45 minutos para achar tudo que precisava para preparar o jantar. Volto ao meu apartamento e começo a cozinhar. Preparo o Mandu,  depois o burgogui noodle e deixo a carne marinada no molho de soja  para o final.  Deixo tudo pronto e vou tomar mais um banho para tira o cheiro de comida. Visto uma calça social preta e uma camisa azul marinho. Me olho no espelho ajeitando os cabelos e fechando os botões da mesma um por um. Volto a sala e ajeito a mesa para dois. Faço questão de deixar as velas prontas para acende-las na hora certa.

       As 19:59 estou parado na porta que fica exatamente  de frente a minha e bato na mesma. Escuto  o barulho característico que salto faz quando bate  no chão. Meu coração dispara quando ela abre a mesma.

— Uau..... você.... uau. - Devi estar com cara de bobo a julgar pelo jeito como ela me olha.

— Vai ficar aí parado me devorando com os olhos? - O sarcasmo dela me chama de volta a realidade.

— De maneira nenhuma. - Lhe ofereço o braço e ela os entrelaça. — Devo dizer que a senhorita está quase a minha altura. Linda de fato. - Brinco a conduzindo para meu apartamento.
Assim que ela entra na minha frente consigo ver que seu vertido lhe deixa com as costas nuas. Morto os lábios com a visão a minha frente.

—Vamos jantar aqui? Fez tudo isso sozinho? - Pergunta enquanto fecho a porta e aceno positivamente com a cabeça. — Estou impressionada. - Diz observando a mesa bem posta.

      Vou me aproximando cada vez mais até quase estar com meu peito  colado em suas costas. Seu perfume me invade deixando tudo mais sensual.

— Você está uma delícia com esse vestido. - Digo segurando sua cintura puxando seu quadril de encontro ao meu.

— Pediu para ser algo fácil de tirar. Acho que você gostou. - Responde ondulado o quadril e esfregando a bunda em mim.

— Se continuarmos a fazer isso a comida vai esfriar.  - Digo tentando ser racional.

— Deixe que esfrie. - Responde virando-se de frente para mim passando suas mãos por trás da minha nuca. — Me faz logo de sobremesa. - Diz contra minha orelha. Não preciso de mais nada. Dou impulso e ela entrelaça suas pernas em minha cintura. Ataco seus lábios e minha língua briga por espaço com a dela. Não demora muito para acharmos um ritmo bom para os dois. Enquanto caminho para o quarto vou tateando com uma das mãos a lateral do corpo dela em busca daquele minúsculo zíper, sem sucesso. Assim que a coloco no chão uso a força para arrancar  o vestido dela.

— Deus! A Lili vai me matar. Peguei esse vestido emprestado dela. - Diz rindo entre beijos.

— Dane-se depois o Tae da outro pra ela. - Respondo puxando as alças com mais força. Não demora muito para eu ter a visão daqueles seios perfeitos.
— Calcinha vermelha e minúscula? Ana assim você me mata. - Digo agarrando a bunda dela, trazendo seu corpo para junto do meu. Volto a explorar sua boca descendo pelo pescoço, trilhando um caminho delicioso de mordidas e beijos até chegar em seus seios. Me farto com o esquerdo enquanto brinco com o da direita. Meus dedos fazem dele meu parque particular. Ana geme e arfa em meus braços me deixando muito duro. Suas mãos abrem minha calça e me livram daquela prisão puxando todos os panos juntos. Sorri ao ver minha ereção saltar. Não perde tempo e logo sinto seus dedos o segurarem com um certa força. Vou abrindo minha camisa rapidamente arrancando alguns botões no processo enquanto ela se ajoelha e me abocanha.

— Porra Ana! Ahh... assim. - Minha voz sai mais grave e rouca que o normal. Precisava me controlar. Já faz tanto tempo que não tenho uma mulher e o simples toque dela faz minhas veias saltarem. Ana me chupa com vontade se esforçando para me ter por inteiro dentro de si. Ondulo o quadril para ir mais fundo e ela geme. Ela lambe tudo que encontra pelo caminho e sem aguentar mais aquela tortura a jogo na cama. Ana esboça um sorriso safado quando me vê vestir a camisinha. Rasgo aquele pequeno fio que ela usava e subo beijando sua perna lentamente. Quando chego na coxa a viro na cama.

— Erga o quadril. - Mando e como ela demora a obedecer lhe dou um tapa naquela bundinha gostosa.

— Aí Jin seu safado. - Ela começa a reclamar quando a coloco na posição que desejava. — Hummm.... isso... está bom demais. - Geme quando enfio meu rosto entre suas pernas sugando seu ponto sensível  sa sequência. Vou usando minha língua de maneira precisa e tentando controlar o quadril dela.

— Assim  abertinha pra mim. - Digo engatinhado e  me deitando em cima dela. Suas costas colado no meu peito. Seguro seus cabelos e exploro sua nuca.  Me enterro nela com força. Vou preenchendo  todo o espaço que encontro.  — Você é  uma delícia. Apertada. Úmida. - Digo puxando seus cabelos enquanto gememos em coro. Deslizo com facilidade a cada estocada que dou. Ana está tão ofegante quanto eu. Estamos quase no limite.

— Me deixa sentar em você. - Pede manhosa. Me ajeito na cama e na sequência aquela mulher espetacular já está se encaixando em mim. Vai me envolvendo por  inteiro e começa a quicar de maneira ágil. Ela rebola ondulando  o quadril e me permitindo ir mais fundo. Seguro sua cintura e a ajudo com os movimentos. Deslizo uma de minhas mãos e começo a masturba-la entrando no seu ritmo. Ela explora meu pescoço e com as mãos brinca com meus mamilos. Sinto minhas veias saltarem e meus músculos contraírem. Sinto suas paredes me apertarem e seu corpo inteiro convulcionar.  A deito com cuidado na cama e retiro o preservativo dando um no na ponta e o deixando no criado mudo. Me aconchego nela enquanto nossos corpos demonstram o quão prazer foi esse momento.

— Ana eu amei a sobremesa. Nunca provei nada melhor em toda a minha vida.

-m— Nem eu meu amor.

       A abraço forte trazendo seu corpo para cima do meu. Deposito um singelo beijo em sua testa. Podíamos ficar assim obra sempre. Pela primeira vez sinto um reconhecimento. Parece que pertenço a ela e ela a mim.

Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top