Espetáculo!
Narrador on..
Tanto Jin quanto Ana tentávamos esconder que no fundo estavam completamente felizes por finalmente estarem juntos. Os preparativos para a inauguração do Dionysus tomavam todo o tempo livre de ambos e com a convivência diária era inevitável discussões bobas.
— Seokjin pelo amor de Deus! Como quer que eu cozinha usando uma máscara tão desconfortável no rosto e esse uniforme mega brega aqui? - Ana entra no escritório irritada.
— Já expliquei que aqui é necessário o uso da máscara. Quanto ao uniforme... Você ficou uma gracinha e totalmente coberta.
Ana deu a volta na mesa ignorando completamente a presença de Jungkook que estava sentado de frente para o amigo e se reclinar sobre Jin apoiando uma mão de cada lado da cadeira na qual ele estava sentado.
— Eu vou usar a máscara por que sei que é necessário, mas, essa roupa quente e completamente sufocantes eu não uso nem que a vaca tussa em alemão. Entendeu? - O rosto de Ana estava a centímetros do dele que a fitava com uma mistura de apreensão, surpresa e excitação em seu rosto.
— Ou usa usa ou trabalha sem roupa.
— Está me desafiando Kim Seokjin? - Ana agora estava praticamente em cima dele que só fazia sorrir. — Muito bem! Se quer assim.
Ana se afasta três passos da cadeira e começa a se despir ali mesmo.
— O que está fazendo? - Jin olha de sobressalto de Ana para Jungkook que nada dizia mais que mantinha o olhar fixo na mulher sua frente. — Ficou louca foi? Não percebeu que temos visitas?
— Troque o uniforme por algo menor ridículo e eu paro. Tenho certeza que Jungkook não vai se importar de me ver apenas com roupas íntimas.
— Eu ia...
— Não se atreva a responder isso moleque. Tá bom. Você venceu. Vou ver algo menos quente.
— Eu quero estar presente no momento da escolha. - Ana exige enquanto veste sua camisa novamente.
— Combinado. ‐ Jin responde a contragosto e Ana lhe dá um selinho, saindo da sala cantarolando na sequência.
— Sua namorada é uma mulher e tanto. Foquei impressionado. - Jungkook comenta rindo.
— Não namoramos.
— Vocês se beijam, transam, brigam como um casal que está junto a 20 anos, estão empreendendo juntos e ainda assim não namoram? Nossa muito moderno esse, "seja lá o que for" de vocês.
— Você veio fazer o que mesmo aqui?
— Só estou dizendo que está estampado na cara dos dois o amor que sentem um pelo outro e vou ser sincero com você hyung, você está diante de uma mulher única, especial. Tá com medo do que?
Jin continuava o encarando com os olhos semicerrados e os braços cruzados.
— Aí tá bom. Não está mais aqui quem falou. Eu vim aqui pra falarmos da despedida de solteiro do Tae.
— O que tem ela?
— O que tem? Bom, por onde começo... Ah sim! O cabeça oca quer fazer uma festa só para os dois.
— Eu não vejo nada de mais nisso.
— Nossa achei que você fosse mais esperto. O amor te afetou legal. - Jungkook diz rindo.
— Minha paciência está desse tamanho. - O mais velho fala enquanto junta o seu dedo indicador ao polegar.
— Parei. Se fizermos uma festa só não poderá ter o que normalmente uma despedida de solteiro tem. E no fundo ele quer fazer junto por que ouviu a Maia e a Ana falando que levariam a Lili numa boate de striptease.
— Ah Ana não vai a lugar mesmo. Se ela quiser ver bunda de fora é só pedir.
— Eu realmente não precisava saber disso. Enfim, Hobi hyung se ofereceu para organizar tudo para ambos e me pediu para ver com você se podíamos usar o Dionysus. Claro depois da inauguração.
— Sem problemas. Vamos abrir dentro de duas semanas. Podemos fazer a festa no final de semana seguinte.
— Em três semanas então? Vai ser perfeito. - O mais novo diz levantando-se.
— Falando na inauguração, estou realmente assustado. Gostaria de estar tão confiante quanto Ana está. - Jin começa a falar e a caminhar ao lado do amigo.
— Vai se sair bem. O lugar está lindo e você tem uma mulher incrível ao seu lado.
— É... Ela é. ‐ Jin sabia que não podia mais negar aquilo.
De longe ambos observam Ana testar as receitas e comandar sua cozinha.
O salão principal do Dionysus tinha uma parede inteira de vidro o que permitia que os clientes que estivessem usufruindo do ambiente pudessem ver claramente o que acontecia na cozinha.
Ao todo, Dionysus contava com duas cozinhas e Ana as comandava com maestria. Jin fez questão que ela escolhesse a dedo cada um do seu comandados. Ao todo cada andar possuía 30 funcionários. 12 em cada cozinha e o restante servindo nos salões. O Ambiente superior abrigava um pub típico inglês, no térreo funcionava um café cuja as grandes portas francesas davam para o lindo jardim de inverno milimetricamente construído para exaltar suas belas plantas. Estas que foram escolhidos a dedo com a ajuda de Namjoon que amou fazer parte do projeto. E entre os dois ambientes descritos ficava o imponente salão principal.
Jin sorria lindamente ao ver Ana dançando com as panelas em mãos. Enquanto a observam o telefone de Jin começa começa tocar.
— Hyung... Não vai atender?
— Isso já está me incomodando. Troquei de número duas vezes já. Acho que vazaram meu número.
— Sasaengs?
— Talvez. - O mais velho respondeu sem dar muita atenção. Voltou a olhar para Ana.
— Quer um conselho? - Jungkook quebra o silêncio.
— Chora...
— Não deixe ela escapar. Seu medo é infundado. Ela te ama é nítido e você a ama também. O que mais falta? - O mais novo começa a ir embora. — Pense isso.
Ana acredita que tudo fica melhor com música e que cozinha duas vezes melhor quando escuta as que ama. Estava tão distraída que não percebeu a aproximação de Jin. Cortava alguns legumes alheia ao que acontecia ao seu redor.
Jin passou as mãos em volta de sua cintura e a beijou no ombro.
— Amo ver você assim sabia? - Diz roçando o nariz em seu pescoço.
— Vou acabar perdendo um dedo se você continuar fazendo isso. Para menino! Estamos no trabalho. Alguém pode nos ver.
— Deixe que vejam. Eu não tenho nada a esconder. E pra ser bem honesto, quero mais é que saibam que você não está disponível. - O rapaz responde a virando para si.
— Não estou? - Ana sabe muito bem como provocar e irritar Jin.
Como não recebeu nenhuma resposta dele, Ana apenas lhe dá um selinho nos lábios e se solta de seu abraço voltando a dançar pela cozinha.
Ana queria ir além e sabia que ambos estavam praticamente sozinhos devido ao horário. Então quando uma de suas músicas favoritas começa a tocar, ela decide ir além.
🎶 "Fuckin' Robitussin
I don't know why this shit got me lazy right now, yeah
Can't do Percocets or Molly
I'm turnin' one, tryna live it up here right, right, right
Baby, you can
Ride it, ooh, yeah
Bring it over to my place
And you be like
"Baby, who cares?"
But I know you care
Bring it over to my place
You don't know what you did, did to me
Your body lightweight speaks to me
I don't know what you did, did to me
Your body lightweight speaks to me"
🎶
Enquanto rebola vai abrindo lentamente os botões da camisa cor de vinho que vestia.
— Aí cacete! - Jin Exclama passando as mãos nos cabelos enquanto ela roça e fricciona a bunda em seu membro.
— Vai meu amor... Me mostra por que não estou disponível para ninguém.
Ana não precisou dizer mais nada. Sentiu seus pés serem tirados do chão.
— Yeah! Seu doido. - Grita ela rindo presa nos ombros largos do homem que sobe as escadas apressadamente.
Assim que passa pela porta do escritório ele a tranca e coloca Ana no chão. Não deu tempo para que ela continuasse a reclamar ou comentasse qualquer coisa. A beijou profundente.
Prensada contra a porta, ela estremece quando Jin finda o beijo morde do seu lábio.
— Me deixa ser o dono de todos os seus beijos? - Ele pergunta a fitando. — Diz que quer ser minha namorada. Diz...
— Só se você me deixar ser a dona de todos os seus sorrisos lindos.
— Ana minha vida não faz sentindo sem você. Quando vai perceber que você já é a dona disso tudo?
— Quando vai perceber que sempre fui sua desde o dia um?!
Para ambos já não importava mais rótulos ou se algum dia se machucaram. Juntos tudo fazia sentido.
Até as coisas que não tinham sentido algum.
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