Dionysus!

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Narrador on

      Assim que ouviu aquelas palavras, Jin voltou a beija-la. Suas mãos brincavam com seus cabelos e sua língua dançava colada na dela. Ana era tudo que ele desejava e ainda assim conseguia o surpreender.

       Arrepiou-se ao sentir as delicadas mãos dela adentrarem sorrateiramente por debaixo de sua camisa que já estava toda desalinhada, resultado do vigoroso contato entre ambos os corpos.

— Acho que ninguém vai notar se eu te marcar aqui certo?! - Ela pergunta cravando suas unhas nas costas do mesmo. Lentamente movendo os dedos da nuca para a bunda. Isso provou um uma sensação completamente  nova em Jin que sentiu seu membro pulsar quase que instantaneamente.

        Prontamente ele começa a se livrar das roupas dela. De maneira prática e totalmente desajeitada, arrancando sua blusa que já estava aberta.

— Jin pelo amor de Deus! - Ana Exclama quando o mais velho ajoelha-se a sua frente e puxa a calça social que usava, a deixando apenas com suas peças íntimas.

— Hum vinho? Bela cor pra essa calcinha minúscula. - Diz ele sorrindo.

      Assim que se põe de pé trada de se livrar de suas próprias peças ficando nu e pronto para ela.

     Jin volta a beijar e explorar o pescoço de Ana. Enquanto suas mãos trabalham para se livrarem do sutiã, sua atenção fica totalmente em sua boca. Ali ele suga a língua de Ana e batalha por cada espaço que encontra.
Quando finalmente abre a peça a joga em qualquer canto e sem pudor usa sua língua para marcar cada centímetro de pele que encontra no caminho que percorre entre a boca e os seios dela.
Quando chega lá se dedica aos mamilos rijos de tanto prazer. Mordisca, chupa, lambe o da esquerda e depois intercala com o da direita. Ana vai se amparando na mesa atrás de si. Sentia sua intimidade contrair e formigar. Gemia baixinho numa tentativa inútil de se controlar. Jin num movimento rápido deslizou a calcinha por suas pernas e sem aviso algum enfiou a cabeça bem no meio delas. Ana que já escorria de tão excitada, agora estava ofegante e de pernas trêmulas.

— Deixa eu te ouvir gemer meu nome amor. - Pede erguendo sua olha. Assim Ana pode ver claramente quando ele sorriu e lambeu o líquido presente em seus lábios. Como não conseguia formar nenhuma frase descente ela apenas concordou. Abruptamente, Jin a  virou de bruços, fazendo com que se deitasse na mesa. Ainda ajoelhado ele enfiou a língua em sua intimidade. Enquanto tentava ir mais fundo que conseguia, brincava com os dedos em seu clitóris. Movimentos circulares da lateral para o centro dele, o estimulando cada vez mais.

— Jin... Ahh... Meu amor eu... Humm porra! ‐ Ela geme e sem aviso ele  desliza seus longos dedos para dentro de Ana. — Oh céu... Cacete. - Ana estava quase lá quando ele os retira sem aviso a virando novamente.

— Chupa meu bem. - Ele Ordena a oferecendo os dedos lambuzados.

       Com um sorriso safado, Ana alcança sua mão e a puxa para si enfiando os dedos dele na boca. Sugou seu próprio líquido sem tirar os olhos do seu homem. Os soltou fazendo um estalo obsceno  demais que o fez sorrir lascivo.

— Me deixe retribuir. - Ela ia se levantando mais Jin não permite.

— Na hora certa amor. - Ele diz acariciando sua bochecha rosada.

       Sem aviso algum ele a penetra. Ana estava muito molhada o que fez ele deslizar com muita facilidade.

— Porra Ana... Gostosa do caralho... hum. - Ele diz entre os dentes.  Com as mãos apoiadas na mesa e as pernas de Ana agarradas em sua cintura, Jin mete com força. Ondulado o quadril sem dó alguma. Várias e várias vezes seguidas, se dedicando. Construindo o orgamos de ambos. Ana por sua vez mordia os mamilos dele cada vez mais forte e conseguia sentir seu pau contrair dentro de si sempre que fazia isso.

— Jin... Assim... Mais forte. - Ela pede e ele usa mais força. Indo mais e mais rápido. Jin sentiu as paredes de Ana o apertarem e seu corpo convulcionar. Sua respiração alterar completamente. Sabia que ela havia chegado ao ápice e continuou se enterrando nela para aumentar seu prazer. Sentiu a fisgada no seu baixo ventre o avisando que o seu estava chegando também.

— Vem amor. Hora de retribuir. - Diz se retirando de dentro dela. Ana abriu um sorriso malicioso quando entendeu o que ele queria e se ajoelhou abocanhando seu membro sem pensar duas vezes. — Que boca gostosa. Porra!
 
        Ana começou a chupar com voracidade. Enfiou tudo na boca e usou a língua pra aumentar o prazer que causava nele. Usou as mãos para incentiva-lo a investir contra seu rosto e assim ele começou a estocar. Uma, duas, três, quatro medidas e ele jorra seu líquido. Agarrado nos cabelos dela, ele deixa todo o prazer acumulado extravasar e Ana bebe tudo, até a última gota. Cansados e inebriados, eles se deitam no sofá e ali ficam tentando se recuperar.

— E é  por isso que você não está disponível pra ninguém além de mim.

        O comentário dele a faz sorrir.

— Mesmo que não tivéssemos feito isso agora eu não estaria disponível. Eu não funcionou assim.

— O quer dizer? - Jin agora acariciava os cabelos da amada.

— O que quero dizer é  que você me arruinou Seokjin. Desde que me beijou pela primeira vez. Roubou minha alma e meu coração. Nem que eu quisesse eu conseguiria me envolver com outro homem.

       Ana disse isso olhando profundamente nos olhos de Jin. Este sorriu e tomou seus lábios mais uma vez. Eram agora um casal.

      Nos dias que se seguiram ambos se mantiveram ocupados. Na quarta feira Jin fez questão de cumprir sua promessa e levou Ana para escolher seu uniforme de trabalho e auxilia-lo com os do restante da equipe.

— Vai demorar muito Ana? Sabe eu sou um astro ocupado. Não tenho o dia todo. - Ele ia dizendo até ve-la sair do provador.

— Aí para de reclamar. - Ana passou por ele e parou diante do espelho. — É  esse. - Ana vestia um jaleco azul indigo acinturado de mangas curtas de zíper na frente. A calça no mesmo tom. Discreto, porém muito mais prático que anterior. — Menino diz alguma coisa.

— Está... Perfeita. - Ele diz sorrindo na sequência. — Vamos levar esse e  todos os  daquele modelo no mesmo tom por favor. - Diz a vendedora sem tirar os olhos da namorada. — É  errado eu querer arrancar essa roupa na base do dente do seu corpo?  - Pergunta bem rente ao ouvido de Ana para que só ela conseguisse ouvir.

— Errado não, mais se alguém te ouvir aí meu bem você vai ter que me arrumar seguranças particulares. Não quero apanhar de ninguém.

— Relaxa! As armys vão te amar. Agora vamos que ainda falta muitos detalhes.

— Exagerado! Já temos o cardápio pronto e todo o resto. Só faltava os uniformes e claro os fornecedores. Precisamos confirmar se receberemos tudo a tempo.

        Ambos conversavam de uma forma muito natural e isso chamou a atenção da vendedora que sorria e tentava disfarçar. Finalmente ela apresentou  a conta aos dois, explicou que todos os modelos encomendados seriam entregues ainda no mesmo dia e que caso fosse necessário poderiam ser trocados.  Jin fez o pagamento.

— Vamos meu bem? - Diz oferecendo o braço a Ana que apesar de surpresa o segura sorrindo. — Agradeço a gentileza e espero que possamos ter uma longa parceria de negócios. - Finalizou agradecendo a pessoa a sua frente.

        Quanto mais se aproximavam da inauguração, mais agitado ambos ficavam. Ana passava muito tempo na casa do namorado, mais ainda não moravam juntos. Com sua agenda cheia de compromissos, Jin deixou os últimos detalhes do restaurante nas mãos da namorada e do gerente que havia contratado por indicação do chefe Baek Jong Won.

        Jin fez questão de ter a amada aproveitando a festa que se desenrolaria  após a inauguração. Para tanto comprou um belo vestido combinando com sua própria roupa e pediu que duas staffs a ajudassem a se vestir depois que seu trabalho estivesse encerrado.

       Finalmente o dia chegou! Diversas celebridades, chefes de cozinha, modelos, empresários entre outros haviam sido convidadas e os três ambientes do imponente Dionysus estavam lotados. Os convidados começaram a pedir e de sua mesa Jin conseguia ver a namorada comandar sua cozinha sem perder o ritmo. Um após o outro, os pratos foram servidos e toda aquela insegurança que o dominava ia sumindo enquanto ouvia os muito elogios a comida servida e ao atendimento primoroso. As pessoas estavam fascinadas por conseguirem ver a ação acontecer dentro da cozinha e algumas queriam muito saber sobre Ana.

         Quase no fim do expediente  e prestes a começar o after party, os meninos se aproximaram de Jin.

— Cara o pub é  maravilhoso. - Hobi comentou dando tapinhas nas costas do irmão mais velho.

— Meu Deus a Ana se superou. Estava divino. - Comenta Namjoon.

— Minha amiga é  maravilhosa. ‐ Lili diz abraçada ao namorado.

— Amor relaxa os gêmeos estão bem. Meus pais são bem responsáveis. - Fala Jimin de braços cruzados e com cara de deboche.

— Eu sei. Ah me lembre que preciso dar um abraço na Ana também. Parabéns  meu amor. - Diz ela passando pelo marido e dando um forte abraço em Jin.

— Também posso dar os parabéns ao anfitrião? - Aquela voz fez o sangue de Jin gelar. Fazia anos que não a ouvia e na realidade esperava nunca mais ouvir. Ao se virarem, todos deram de cara com Nari.

— Quem é  essa? - Maia pergunta discretamente para o Marido.

— É  a vadia que abandonou o hyung anos atrás. - Jimin cospe as palavras e era nítido que estava com raiva. A mesma raiva que agora era visível na cara de todos os seis.

— Não posso lidar com isso agora. - A voz de Jin sai fraca. Bem nesse momento  ele viu quando uma das staffs voltou sorrindo. Nao perdeu tempo dirigiu-se a todos.

— O Dionysus é  a realização de um sonho antigo. Um sonho idealizado por um menino que começou do nada. Eu nunca fui excelente, porém aprendi que quando se sonha grande deve-se trabalhar duro para alcançar aquele sonho. No Bangtan eu conto com meus seis irmãos para me apoiarem, amarem e corrigirem quando necessário. - Diz apontando para os demais que o observavam atentamente. — Já aqui eu conto com alguém muito especial. Acho que muitos de vocês se perguntaram quem preparou os pratos maravilhosos que experimentaram hoje. Bom senhoras e senhores, quero lhes apresentar a mulher que está por trás de tudo isso. Ana por favor?! - Mesmo envergonhada ela caminhou com delicadeza e um grande "wow" podia ser ouvido por entre os convidados. Nari nem piscava, apenas observa  tudo atônita.
— E claro ela conta com a ajuda da nossa equipe maravilhosa. - Diz apontando para a grande cozinha. Ana sorriu ao ver a delicadeza e humildade com a qual ele agradece aos funcionários. — Ana eu espero que você cuide de mim e me apoie com amor. O mesmo amor que temos um pelo outro. - O silêncio momentâneo deu lugar a um falatório só. Ana o olhava admirada. Não tinha ideia que ele faria algo assim. 

— Jin o que está fazendo? - Questiona baixinho.

— Acho que vamos te arranjar alguns guarda costas. - Respondeu sorrindo.
   

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