Ardente.

🔞
Narrador on..

        Jin estava cheio de dúvidas, medos e  a saudade  de Ana que ele insistia em não assumir que sentia também não ajudavam em nada. Contou segundos, minutos e horas para fazer uma chamada com ela e mesmo assim não teve coragem de faze-lo.

        Já irritado descontou toda a sua insatisfação e frustração no vinho que mantinha em sua adega. Quando percebeu que isso não daria certo, enfiou-se e um banho longo.

        O voo delas estava se arrastando e na visão de Ana era ainda pior. Sentia-se estranha. Parecia que parte dela havia ficado para trás. Respirou profundamente várias vezes e agradeceu aos céus quando finalmente entraram em casa. Entraram em  casa, se atiraram no sofá e ali ficaram por alguns minutos.

— Bom e agora? - Lili questiona.

— Agora minha irmã, nós  batalhamos  para voltarmos o quanto antes. - Responde Ana sorrindo. — Quem sabe eu não abra um restaurante lá. - Finaliza se levantando e indo para seu quarto.

         Ana entra e se tranca. Larga tudo em cima de sua cama e inquieta verifica se Jin havia ligado. Olha a tela do aparelho constatando que não havia nada ali. Se irritou e o largou ali mesmo. Tomou um banho para tirar o que ela chama de cheiro de viagem.
Quando voltou apenas enrolada em uma toalha percebeu o aparelho tocar. Assim que percebe se tratar de Jin ela aceita a chamada de vídeo. Não se importava se estava ou não vestida adequadamente.

              CHAMADA DE VÍDEO...

— Fiquei esperando você me ligar por horas. Woaaa! Como pode aparecer assim? - Jin de repente para de falar e observa Ana de cima a baixo.

— Andou bebendo Jinnie? - Pergunta estranhando a voz arrastada.

Não muito, mais isso realmente importa- Pergunta se sentindo magoado.

— Chegamos agora a pouco. Não te liguei por que precisava de um banho.

— Tem certeza que é  isso? - Jin sentia-se estranho e amedrontado.

— Tenho. Além do mais, você também poderia ter me ligado. - Ana rebate esperando uma resposta plausível.

— Que merda. Eu sinto sua falta. - Ele diz se recostando na cabeceira da cama. - Sinto falta da sua pele. - Ana percebe que sua voz está mais profunda que o normal. — Do seu gosto. Da sua boquinha linda.

Também sinto sua falta Jinnie.

Tira essa toalha e me deixa te ver. - Ele pede e cega de desejo Ana obedece. Jin vestia apenas uma bermuda. O fato de estar sem camisa só deixava Ana mais atrevida e com tesão. Assim que ela deixa a toalha cair ele morde os lábios. — Gostosa. -  Diz levando a destra para seu membro o apertando ainda por cima do pano.

Por que não fica mais a vontade? - Ana questiona o observando atentamente.

Quer mesmo fazer isso? - Jin pergunta com um sorriso malicioso crescendo no rosto. A resposta dela foi levar seu indicador a boca, lambe-lo para depois usa-lo para pressionar seu clitóris. Gemia arrastado enquanto mantinha movimentos circulares. — Porra Ana. Você não está pra brincadeiras.

Tira logo essa bermuda. Eu quero te ver. - Pede manhosa. Jin puxa as peças deixando seu membro saltar para fora dando a Ana uma visão monumental. Ela saliva com a cena. — Vamos brincar. ‐ Ela diz ao deslizar facilmente seus dedos para dentro de si. — Imagina minha boquinha fazendo um estrago em você.... humm.... assim... você dentro de mim.

Ana.... humm... caralho. - A mão dele desliza com facilidade por toda a sua extensão devido ao pré gozo. Estava quase chegando ao seu limite. Admitia pra si mesmo que ver Ana estocar a si mesma estava sendo uma delícia. Com a outra mão ela brincava com o clitóris sem parar. Ambas as mãos trabalhando para construir seu próprio prazer.
As palavras sujas que ela preferia fazia tudo ficar melhor e assim ambos gozaram juntos.
  
Somos dois loucos. -Jin finalmente fala ainda ofegante.

E qual o problema nisso?

Nenhum eu acho. - Responde usando a peça íntima para se limpar. — Isso foi incrível. Preferia pessoalmente, mais isso foi incrível. - Ele diz agora se cobrindo com o lenço.

Também prefiro pessoalmente, mais acho que podemos simplesmente  fazer isso quando estivermos a ponto de explodir. — Ana continuava exposta para ele quase como se pretendesse prender eternamente sua atenção. — Eu preciso ir convencido. Amanhã volto a trabalhar e se quiser voltar a Coreia o mais rápido possível preciso mesmo me esforçar muito.

Quer voltar? - O coração de Jin se encheu de uma alegria difícil de descrever. — Vai voltar pra ?

Existem pessoas importantes demais por e quero ficar o mais próximo delas possível. - A resposta de Ana o deixou sem fala, percebendo isso ela apenas sorriu e se despediu. — Nos falamos amanhã?

Amanhã. Pode apostar.

                     Fim da chamada

 
         Depois desse dia o sexo por telefone virou algo corriqueiro entre eles. Sempre que a saudade estava apertando demais lá estavam os dois aplacando a mesma da única forma que podiam. Para Jin saber que ela estava fazendo de tudo para voltar a Seul era um alívio profundo. Quando Taehyung sugeriu que fossem ao Brasil, ele nem discutiu, apenas arrumou suas coisas e agradeceu Maia por ter conseguido  ajeitar a viagem em segredo. Foi um voo longo, agitado e cheio de ansiedade.

— Você  lembrou de pegar o endereço né ? - Jin  pergunta e é só nesse instante que Taehyung se da conta que havia esquecido completamente desse detalhe.

— Eu não.... - Somos interrompidos pelo  celular do mais novo que toca sem parar.

— Atende logo. - Jin pede impaciente.

                           Ligação...

— Noona que bom que ligou eu..

—  Você esqueceu completamente  de avisar que haviam pousado em segurança. Está querendo me mandar para o hospital?  Eu faço tudo isso e é  assim que você me paga? - A voz de Maia sai esganiçada.

— Calma Maia eu ia ligar..... agora. Você está ficando cada dia mais parecida com o Jimin. - Diz Taehyung rindo.

— Para de provocar ela. - Jin o repreende  rindo baixo.

— Desculpa, nós prometemos que seremos mais atenciosos. - Jin diz tomando o aparelho das mãos de Taehyung.

— Acho bom mesmo.

— Nós  precisamos...

— Eu sei muito bem por que iam ligar. Esqueceram o endereço do restaurante.

          Ambos ficaram  mudos e na sequência  escutaram Maia suspirar.

— Vou passar por mensagem. E eu achando que vocês me amavam. - Diz ela fazendo drama.

— Eu ouvi isso viu. - Jimin gritar ao fundo.

— Obrigada noona. - Agradecem em uníssom desligando logo na sequência.

— Problema resolvido, agora vamos. - Diz Taehyung ainda se sentindo mal por ter esquecido de avisar Maia.

          Ambos pararam na porta do estabelecimento, respirarem fundo e entraram

— Fizemos uma reserva para dois. - Taehyung  anuncia.

— Ana! Acho que estou vendo coisas. - Lili grita e logo em seguida sua amiga sai da cozinha.

— Mulher você está perdendo o juízo gritando assim.... Meu pai amado! - Ana corre na direção de Jin que se assusta no começo por não estar acostumado com esse tipo de demonstração de carinho em público. Ele fica vermelho quando ela lhe dá um selinho  singelo nos lábios. Logo se recompõe  e sorri devolvendo o carinho.

— Venham e sentem-se. - Ana diz já puxando Iin para a mesa. — Lili o cardápio. - Pede sorrindo — Imagino que estejam com fome e meu trabalho ainda não terminou, portanto preciso voltar a cozinha. - Ana diz soltando as mãos de Jin.

— Vá tranquila. Queremos muito experimentar sua comida. - Jin diz a soltando mesmo não.

          Estavam  prestes a pedir algo quando Ana entra no salão correndo.

— Vocês dois precisam se esconder agora. - Ela diz afoita.

— Por que? O que está acontecendo? - Perguntam  alarmados.

— O grupo..... olhem... - Ana estava sem fôlego e isso era visível. Lili então pega o celular.

— Puta que pariu. - Solta ela quando lê as mensagens.

— Não conheço essa expressão. - Taehyung  diz.

—As meninas do grupo, elas estão chegando aí. - Lili diz quase gritando.

— Como assim? Vocês tinham combinado? - Jin pergunta com os olhos arregalados.

—Ninguém falou nada. - Lili Responde.

— Elas decidiram fazer uma surpresa e passar esse fim de semana aqui em Florianópolis. - Ana revela.

— E onde raios vamos nos esconder? - Pergunta Taehyung.

— Na cozinha Oras! Ninguém entra lá além de nós duas. - Lili sugere.

— Rápido, rápido, rápido. - Ana começa a nos empurrar em direção a cozinha.

—Aí mal chegamos e já arrumamos confusão. - Jin reclama.

— Pelo menos você vai ficar grudado em mim. - Ana fala rindo e lhe dando um beijinho que o desmontou no mesmo instante.

         Mal entraram na cozinha e já ouviram a algazarra vindo do salão.
Para os dois era engraçado ouvir ora ou outra seus nomes  serem pronunciados de maneira fofa e carregada de sotaque. Curioso para ouvir a conversa Jin se aproxima perigosamente do sala9

— A comida estava deliciosa. Ana tem uma mão incrível. - Escuta uma dizer.

— O que você está fazendo Hyung? - Tae questiona.

— Quero ouvir. - Diz sem dar muita atenção para ele.

— E você la vai entender o que elas estão falando?

— Então vem aqui e traduz o que você entender. - Puxa o mais novo pelo bravo.

—  Elas vão nos descobrir e daí a gente se dá mal. - Ele reclama mais não podia negar que está tão curioso quanto.

          No salão as meninas falaram alegre e pelo decorrer das coisas estavam satisfeitas com a refeição.

—Ah! Para que vocês não viram aquele gostoso do Tae. Não viram a foto que ele postou? - Uma das meninas diz e Tae traduz já rindo e ficando mais interessado.

—Eu só queria um bom livro, a sombra de uma árvore e o Nam a tiracolo. - Diz a outra e até isso ele conseguiu traduzir.

—Eu vi as fotos do Jin. Ah queria ver aquele abdômen um pouquinho mais. - A outra fala e quando Tae traduz o mais velho acaba rindo um pouco mais alto.

—Vocês não estavam sozinhas? - Pergunta uma delas.

— E-estamos com dois funcionários na cozinha ainda. - Vejo Ana responder e quando Taehyung traduz, uma ideia surge na cabeça de Jin.

— Que droga Hyung.... eu disse que era uma péssima ideia. E agora?

— Ali. Parece um vestiário. - Diz o puxando para outro cômodo. — Tome, vista isso.

       Tinham uniformes e mascaras naquela sala.

— Isso não vai dar certo, elas são armys vão nos reconhecer. - Tae insiste, mais era a única saída.

         Se vestiram e posicionaram na cozinha. Bem a tempo pois logo veem Ana entrar com as demais para mostrar o lugar. Lili contém o riso enquanto Ana nos apresenta.

—  Meninas esses são Tim e Tony. - Tae olha tentando não rir. — Eles ainda não falam nossa língua.

— Uau amiga um restaurante coreano com funcionários coreanos? E parece que são gostosos. - Uma das meninas fala. Ana desconversa e guia a todas de volta ao salão.

        Não muito tempo depois elas se despedem.

— Então suas amigas nos acham gostosos? - Jin pergunta.

— Elas não são as únicas. -  Ana fala e começo a rir.

— Queremos levar vocês em casa. - Tae diz e as meninas concordam.

— Estão entregues. - Jin fala.

— Por que não entram. Assim tomamos um vinho e conversamos um pouco. - Lili sugere e os dois empolgados aceitam.

— Bem vindos a nossa casa. - Ana diz já puxando Jin para dentro. — Bom temos cerveja, vinho e posso fazer uma caipirinha. - Ana diz.

— Eu não vou beber,  tenho que dirigir. - Jin Responde.

— Água pra você então. Lili por que não mostra a parte superior da casa para o Tae? - Ana sugere tentando ficar a sós  com Jin.

        Os dois mal desaparecem no topo da escada e Jin larga o copo de água de lado. Iniciando um beijo afoite e cheio de desejo. A língua de ambos brincam, ima massageando a outra os empurrando para o precipício. Uma de suas mãos segura a nuca de Ana tentando aprofundar ainda mais aquele contato enquanto a outra aperta sua cintura. Ana sente o peso do corpo de Jin sobre o seu e o macio do sofá embaixo de si. Suas mãos o apertam cheio de desejo. Ofegante, ele encerra o beijo mordendo seu lábio.

— Achei que não ia conseguir mais fazer isso. Ah Ana senti tanta saudades.

— Eu não vou a lugar nenhum a não ser de encontro a você.

        A resposta dela deixa o coração de Jin transbordando de pura felicidade. Ali estava ele diante de uma nova chance.... um novo amor?

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