Policromia
Nos rios do corpo
Que passam como a pele,
Sinto o poder dele
Sua magia no azulado.
Quando me mexo, te sinto,
Uma energia por mim
-Preciso disso até o fim-
Como o ar que respiro.
Na banheira, sou e me tornei
Na minha vida como fogo;
A água ardente tem seu brilho
Como um rubi, eu serei,
Sua cor me enche inteiro
Seu calor corre pelas veias.
Aqui estou, preso como em teias
Sem destino, sem gosto, sem cheiro.
Me puxe como o chão
Ao redor de mim
No escuro, digo sim
Ao seu carinho e perdão.
Quero estar em sua companhia
Não o toco, mas o sinto
Me volte a realidade, não minto
Me envolva no calor em porfia.
Suas e minhas asas
Sopram na luz do luar
Nas raios amarelos a voar
Nos céus azuis, tu cessas.
Volte e me cubra logo
Pois caí e quero voltar
Sou gelo agora, venha me amar
Me ensine, venha comigo.
Quero ter esse verde
Mas a vida se esvai de mim,
Ser como os outros, e você perde
O encanto, a tristeza impera.
És o branco e sem vida
Por que és como ditas?
Para quê tanta frieza?
No fim nada se dá
Das cores e fantasias
Que alguém criar,
Ou tudo surgirá.
Que venha força e amor
No ser e no imutável
Caminho que se deu
Até chegar algo melhor.
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