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Claquete 1,2,3... ação.

PERSONAGENS DESSA CENA:

ESCRITORA (Juliana Paiva) / INSPIRAÇÃO (Deborah Secco) / CONSCIÊNCIA (Vitória Strada) / DRÁCULA (Marcos Pitombo) REI ARTUR (Rômulo Estrela) / MERLIM (Werner Schünemann) CRIATIVIDADE (Mel Maia) / SHERLOCK HOLMES (Mateus Solano)

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Personagens convidados:

CININHO (Larissa Manoela)

PETER PAN (Nicolas Prattes)

CAPITÃO GANCHO (Carmo Dalla Vacchia)

Estamos na biblioteca, é aqui onde tudo acontece e o impossível é apenas uma palavra.

CENA XIX

Do alto alguém te observa.

DRÁCULA ESTÁ SENTADO EM UM DOS SOFÁS, NA MÃO ESQUERDA SEGURA UMA TAÇA COM UM LÍQUIDO VERMELHO, NA DIREITA UM LIVRO INTITULADO "DRÁCULA DA TRANSILVÂNIA" / NÃO HÁ NINGUEM ALÉM DO CONDE NO GRANDE SALÃO.

DRÁCULA - Tenho que concordar que esse dia foi engraçado! / Sua risada é descontraída/ Parece que estou lendo o meu próprio diário, isso é Ilário. / mais risadas ecoam pelo salão da biblioteca.

UM PÓ DE COR AZUL INTENSO BRILHANTE CAI SOBRE A PÁGINA QUE DRÁCULA ESTÁ LENDO/ O CONDE OLHA PARA CIMA A PROCURA DE ALGO OU ALGUÉM QUE POSSA TER SUJADO AS PÁGINAS DA SUA HISTÓRIA.

DRÁCULA - Que estranho de onde veio esse pó azul? / Analisa o pó com mais atenção / É igual ao pó que o Sherlock encontrou quando procurava a agenda. Isso não pode estar acontecendo de novo. / reclama para si mesmo / Quem está aqui? Responda ou descobrira do que sou capaz. Artur, se for você, cara...

REI ARTUR - Se for eu, o quê, conde? /diz ao passar por uma porta da biblioteca / Do que você está falando? / Encara o homem a sua frente.

DRÁCULA - Pensei que você tinha jogado esse pó brilhante no meu livro e...

REI ARTUR - Porque eu perderia tempo sujando um livro, eu teria jogado em você, e acabei de chegar, está ficando biruta, morcegão? / Responde com um sorriso brincalhão.

DRÁCULA - Cala a boca, vai procurar uma guerra pra lutar e me... / Sua fala é interrompida quando mais pó brilhante cai do teto, Artur e Drácula se olham / Não é você, quem é? / Pergunta enquanto olha para o teto procurando a fonte daquele pó estranhamente azul brilhante.

REI ARTUR - Esse é o mesmo pó que estava ontem nos quartos, não é? Vamos precisar do Holmes aqui. Cadê todo mundo? / Diz enquanto olha para o conde e ao mesmo tempo para a taça de líquido vermelho nas mãos do vampiro / Não acredito que você os transformou em suco morcegão!

O CONDE REVIRA OS OLHOS ANTES DE RESPONDER A PIADA QUE AO SEU VER ERA RIDÍCULA.

DRÁCULA - Isso aqui é drink de frutas vermelhas, idiota. O único sangue que eu beberia aqui era o seu, mas deve ter um gosto amargo de inveja, dispenso. / rir de sua conclusão enquanto Artur o encara nos olhos esperando uma resposta seria para a sua pergunta. / Não, eu não sei onde estão todos, a biblioteca está silenciosa a horas.

REI ARTUR - Precisamos encontrá-los.

DRÁCULA - Jura? Você concluiu isso sozinho ou precisou da ajuda desse seu cérebro de ervilha? / A pergunta parece seria o que fez o rei respirar fundo.

REI ARTUR - Vamos nos separar. / Comenta ignorando o comentário do conde/ é melhor para poder encontrá-los, e para a minha saúde mental que está implorando por distância de você, sanguessuga. / A resposta do rei, faz o conde dá um sorriso com o apelido que ganhou, mais um para a sua coleção. / No final nos encontramos aqui no salão! / Antes de ir à procura de outras vidas na biblioteca o rei se vira e pergunta com curiosidade e estranheza. / Por acaso, você estava lendo o seu próprio livro?

DRÁCULA - Estava conferindo os fatos. / um sorriso estampa a face do vampiro / Estão todos corretos.

REI ARTUR - Você é estranho, e não é o fato de ser um vampiro, é só estranho mesmo. / Conclui.

DRÁCULA - Um estranho bem lindo, meu amigo. / Responde rapidamente / Cuidado com seu pescocinho, majestade, posso acidentalmente confundi-lo com um drink de frutas vermelhas. / Solta uma risada alta ao concluir o seu pensamento em voz alta, enquanto, Artur balança o pescoço incrédulo com o comentário, o rei resolve sair a procura de seus amigos, deixando para traz um vampiro com um sorriso zombeteiro e caninos afiados.

ENQUANTO ISSO ALGUÉM OS OBSERVA COM UM SORRISO TRAVESSO NOS LÁBIOS.

CONSCIÊNCIA - Inspiração, pare de chorar, não é o fim do mundo. / Tenta consolar a amiga.

CRIATIVIDADE - Eu ainda não entendi os motivos dessas lágrimas?

CONSCIÊNCIA - É que a história da Jessie chegou ao fim e a Inspiração está com saudades da história, mas ela mesmo já disse que vai ter uma continuação, a história de um ângulo diferente, pelo olhar das mães-bruxas, mas ela não se conforma.

CRIATIVIDADE - Mas toda história precisa de um fim, ou você queria uma história sem fim igual a lenda daquele personagem que esqueci o nome... / Pensa um pouco antes de concluir o seu comentário. / Aquele lá, que contou uma história sem fim para um rei, que estava igualzinho a você, inspiração, queria uma história longa e sem fim!

INSPIRAÇÃO - Vocês não entendem, eu acho que a Jessie, se foi muito nova! / Volta a chorar.

CONSCIÊNCIA - Até parece que ela morreu! (com uma voz doce e calma se dirige a amiga mergulhada em lagrimas.) / E não foi não, foi no tempo certo, nem muito longa para não cansar e nem muito curta para que os leitores encontrassem algo que ficou sem explicação.

CRIATIVIDADE - Sim, e pelo que me lembro Inspiração, foi você que disse, que alguns fatos, ficaram sem explicação de propósito para serem explicados no livro de Callyo e Magallyo, então para de drama, embora seja impossível para você, já que você é a rainha do drama.

INSPIRAÇÃO - Estou aqui sofrendo com um término e vocês não sabem me consolar, que tipo de amigas são vocês? / Pergunta usando todo o seu drama de sempre.

CONSCIÊNCIA - Infelizmente para nós e felizmente para você somos as únicas que te aguenta! / Rebate com elegância fazendo a amiga reagir.

INSPIRAÇÃO - Quanta maldade no coração de vocês! / Faz um biquinho de quem está profundamente magoada.

CRIATIVIDADE - Mudando de assunto, esse jardim é lindo, ainda não tinha vindo aqui! / Fala enquanto olha a sua volta.

CONSCIÊNCIA - É que sempre passamos direto para a cozinha, Criatividade. Peço desculpas por não a ter trazido aqui antes.

CRIATIVIDADE - Relaxa, Consciência, esse lugar é tão lindo, parece mágico!

INSPIRAÇÃO - Serviu de inspiração para que, eu criasse o jardim de Solluádria. É um pouco diferente, falta um castelo de vidros, mas ainda sim, é um lugar belo e relaxante.

DRÁCULA - Aí estão vocês! Estávamos procurando vocês pela biblioteca inteira. / Se aproxima das amigas, ofegante, parece cansado de tanto andar.

CRIATIVIDADE - Vocês?! Mas você está sozinho, conde!

DRÁCULA - É que eu e o coroa nos separamos para poder encontrar vocês mais rápido, precisamos do Holmes, imediatamente. / Diz assustando as amigas que estão alheias ao que está acontecendo.

DRÁCULA CONTA O QUE ACONTECEU PARA SUAS AMIGAS/ CORTA PARA O REI ANDANDO PELO CORREDOR DE EXPOSIÇÕES ARTÍSTICAS/ O DETETIVE ESCUTA ALGUNS BARULHOS E SE APROXIMA PARA RECONHECER A VOZ.

SHERLOCK HOLMES - Majestade, você precisa de alguma ajuda? / Pergunta com cara de quem não está entendendo nada, um pouco surpreso, enquanto segura uma pequena estátua de uma deusa egípcia.

REI ARTUR - Estava procurando por você, Sherlock. / Os dois se encaram por alguns segundos. O rei conta os detalhes do que aconteceu para o detetive que ouve atentamente os detalhes compartilhados pelo rei.

SHERLOCK HOLMES - Isso é um mistério fantástico, Artur. Temos que descobrir o que está acontecendo nessa biblioteca.

REI ARTUR - Não entendo nada de investigação, mas se precisar lutar uma guerra pode falar comigo. / Olha para um lado e depois para o outro, procurando algo. / Por acaso você viu Merlim? Não o vejo desde o café da manhã.

SHERLOCK HOLMES - Vi ele pegando uns livros e disse alguma coisa sobre uma expedição, não sei ao certo do que se trata, mas ele estava um pouco empolgado, na verdade exageradamente empolgado. / Responde enquanto devolve a pequena estatua da deusa Athena na prateleira de vidro onde encontrou.

REI ARTUR - O que esse mago vai aprontar agora! / Pensa em voz alta / Depois vejo o que ele está fazendo, você precisa vir comigo para o salão da biblioteca, o morcegão está lhe procurando também, espero que ele tenha encontrado mais alguém. / Seus olhos observam o lugar em que estão. / Que sala bonita, cheia de obras de artes, é um lugar fascinante.

SHERLOCK HOLMES - Quando fiquei sabendo desse pequeno museu, quis vir conhecer pessoalmente, são tantas artes, esculturas, tudo lindo e majestoso. / Se mostra encantado com a sua pequena descoberta.

EM OUTRO LUGAR DA BIBLIOTECA TEMOS UM MAGO CERCADO POR LIVROS/ ELE ESTÁ PROCURANDO ALGO INCANSAVELMENTE / O MAGO SE ENCONTRA EM UMA SALA DE PAREDES AMARELADAS, UMA MESA DE ESCRITÓRIO DE MADEIRA ENVERNIZADA EM TONS MARRONS, COM VÁRIAS GAVETAS PERTECENTE AO SÉCULO 19 ORIGEM INGLESA, NO CENTRO DA SALA, UM TAPETE COM BORDADOS DA MESMA EPÓCA/ ALGUNS QUADROS ENFEITANTO AS PAREDES / VÁRIAS PRATELEIRAS COM ALGUNS LIVROS, ESCRITURAS ANTIGAS, PERGAMINHOS E MAPAS EM BAÚS E ESPALHADOS PELA PEQUENA SALA.

MERLIM - Isso é incrível! Um mapa que podemos seguir para encontrar a cidade perdida, como a Inspiração me pediu, ela vai gostar de saber que a expedição vai acontecer. / Senta-se relaxado e realizado pela sua descoberta, depois de tanto pesquisar precisava de um pouco de descanso. / Ser cúmplice é muito difícil. / Pensou consigo mesmo.

NO SALÃO A ESCRITORA ESTÁ PARADA OBSERVANDO O GRANDE VAZIO QUE ABRAÇA A BIBLIOTECA.

Onde está todo mundo? Essa biblioteca nunca fica calma assim, parecem que saíram de férias. / Rir da própria piada. / Melhor me sentar um pouco, aproveitar esse momento único de paz.

AO FUNDO PODE SE OUVIR SONS DE PASSOS SE APROXIMANDO / FOCAR NA ESCADA DO SUBSOLO/ O GRUPO DE QUATRO PESSOAS VEM SUBINDO OS DEGRAUS RAPIDAMENTE UM ATRÁS DO OUTRO.

O momento de paz não durou muito. / Pensou consigo novamente. / Aí estão alguns de vocês, onde estavam? Cadê o restante dos convidados, Consciência?

CONSCIÊNCIA - Estávamos no jardim consolando a Inspiração que estava se desmanchando em lágrimas pelo fim da Jessie, Drácula nos achou e os outros não faço a mínima ideia de onde estão. / A explicação da Consciência faz a Inspiração reagir rapidamente para se defender.

INSPIRAÇÃO - Pare de debochar do sofrimento alheio, Consciência. Eu estou sofrendo e você deveria ser uma boa amiga e ouvinte.

CONSCIÊNCIA - Você disse que a história vai ter uma continuação, não precisa sofrer por isso, ciclos se encerram para que outros se iniciem, para de drama.

Vejo que estavam ocupadas. / Disse em resposta a pequena faísca de briga entre a sua inspiração e a sua consciência.

INSPIRAÇÃO - Você também gosta de debochar, né? Você deveria defender a sua inspiração. / Reclama.

CONSCIÊNCIA - Temos assuntos mais importantes agora, Inspiração. (Voltando a sua atenção para a Escritora) / Escritora o dono do pó azul voltou, Drácula disse que sujaram o livro dele enquanto estava lendo, mas não encontrou ninguém quando procurou o culpado. Rei Artur testemunhou o ocorrido e cada um foi procurar a gente, e claro o Holmes. / faz um breve relato do que está acontecendo na biblioteca.

Como assim o dono do pó azul? Então tem mais alguém aqui? Não consigo sentir, isso não me parece coisa boa. / Pensa um pouco antes de prosseguir. / Não pode ser mais uma personagem minha, que brincadeira é essa? Quem vem agora, Callyo e Magallyo? Estou perdendo o controle da biblioteca.

INSPIRAÇÃO - Você perdeu o controle quando a Consciência teve a ideia de tirar férias. / Rebate rapidamente sem filtro.

Já vai recomeçar com as piadas sem graça, Inspiração? / lança seu mais olhar sério, que não surte efeito algum.

INSPIRAÇÃO - Minhas piadas são muito engraçadas, não finja que não sabe disso.

SALÃO DA BIBLIOTECA / CLIMA DE MISTÉRIO ENTRE OS CONVIDADOS / ARTUR E SHERLOCK SE JUNTAM AO GRUPO.

REI ARTUR - Alguém sabe onde raios, Merlim se perdeu? / Pergunta enquanto olha para os lados a procura do mágico.

MERLIM - Estava lendo alguns livros para as minhas pesquisas rei Artur, desculpe não ter avisado antes. / Responde o mago que se teletransportou no momento em que o rei falava dele.

REI ARTUR - Você está literalmente coberto por livros meu amigo. / Diz o rei, ao observar o mago carregando vários livros consigo/ O que está pesquisando?

MERLIM - Um projeto secreto, prometo falar dele depois.

REI ARTUR - Não vá sumir com as estrelas como da última vez. / O rei comenta ao se lembrar do dia em que a noite ficou sem suas luzes, dando uma leve risada.

MERLIM - Não se preocupe, não é um feitiço de desaparecimento, é mais um feitiço de achar coisas perdidas. / Se explica, enquanto segura uma risada.

REI ARTUR - Só tome cuidado com o que você vai tentar encontrar.

MERLIM - Pode deixar, está tudo sob controle. Mas o que está acontecendo, tínhamos uma reunião? / Sua pergunta tem curiosidade e preocupação/ Desculpe eu devo ter esquecido.

CRIATIVIDADE - Não, não Merlim, temos outro mistério. O dono do pó azul brilhante voltou. / Sua resposta é uma tentativa clara de tranquilizar o mago de um possível esquecimento.

A REUNIÃO COMEÇA/ TODOS ESTÃO FOCADOS EM DESCOBRIR O QUE ESTÁ ACONTECENDO ENQUANTO PEQUENOS OLHOS OS OBSERVAM.

Devo ter deixado a porta da minha mente aberta, não é possível que alguém conseguiu achar a biblioteca e, o pior conseguiu entrar aqui, o que eu deixei passar?

DRÁCULA - Não se culpe, Escritora, vamos descobrir o que está acontecendo aqui e eu prometo não sair do seu lado, estou aqui e vou cuidar de todas vocês. / Diz com todo o seu charme, fazendo o rei reagir rapidamente, não dando tempo para a Escritora responder ao Vampiro.

REI ARTUR - Cuidar dela? Eu afiei a Excalibur hoje, presinhas, melhor ficar esperto. / Seu olhar encara o conde.

DRÁCULA - Antes você disfarçava os ciúmes bem melhor, Artur. Só estou afirmando que estou aqui para cuidar de todos, até de você. / Responde como se não soubesse os motivos do rei ficar tão irritado. Um sorriso desenha os lábios do conde, um sorriso que se parece mais com um convite para uma briga.

REI ARTUR - Não preciso do seu heroísmo, Drácula. / Retruca indignado com o sorriso insistente do conde. Mas tenta manter a calma.

DRÁCULA - Obrigado por achar que eu tenho algum heroísmo, algumas pessoas não concordariam com você. / Responde como se tivesse sido elogiado.

SHERLOCK HOLMES - Temos um invasor e vocês estão disputando a mão da Escritora? Ora, ora até parecem duas crianças e não, um rei e, um conde, tenham modos cavalheiros. / O detetive intervém, antes que uma guerra aconteça de fato/ A prioridade é encontrar o invasor, vocês podem ter essa briga outra hora, cresçam, precisamos unir forças e por fim nesse mistério.

CONSCIÊNCIA - Holmes está certo, querem parar de brigar pela escritora, daqui a pouco vou ter que dividi-la ao meio para ver se vocês ficam satisfeitos. / Comenta indignada com a situação que presenciou. A Escritora reage incrédula pelo que acabou de ouvir.

Consciência, que história de divisão é essa? Vai me cortar ao meio? Fique longe da Excalibur, está me ouvindo? / Sua reação parece verdadeira diante de todos os presentes.

CONSCIÊNCIA - Não se preocupe, eu estava apenas fazendo drama, para ver se esses dois param de brigar, é toda hora isso, estão sempre dando um jeito de brigar por você, vamos fazer um torneio de jogos o vencedor leva a dama. / A Consciência parece estressada com todo o ocorrido.

INSPIRAÇÃO - Ual! Você realmente está passando muito tempo comigo, Consciência, eu amei a ideia do torneio, só acho que podemos mudar o prêmio, a Escritora não parece querer concordar. / Responde com toda a sua naturalidade, o que não passa despercebido pela Escritora.

Vocês podem por favor focar no problema real! Tem alguém aqui além de nós, precisamos descobrir quem é! / Comenta passando as mãos pelos cabelos compridos tingidos de loiro.

CRIATIVIDADE -Seria uma boa ideia nos separar e cobrir mais áreas da biblioteca?

INSPIRAÇÃO - Holmes está fazendo discípulos, parecem pai e filha.

CRIATIVIDADE - Investigação é uma área muito interessante, deveria tentar Inspiração. / Diz admirada e empolgada com o tema.

NO ALTO DA BIBLIOTECA UM SER PEQUENINO OS OBSERVA / SE DIVERTE COM O QUE VÊ.

CININHO - Será que vão me achar? / pensa consigo mesmo / Essa caçada vai ser divertida, como vão achar sem saber o que procuram ou, com o que se parece. / Com a mão direita sopra mais um pouco de pó azul.

O PÓ CAI SOBRE TODOS, OS ASSUSTANDO / OLHAM ENTRE SI, E DEPOIS OLHAM PARA O TETO DA BIBLIOTECA, MAS NÃO CONSEGUEM VER NADA.

INSPIRAÇÃO - Mas o que está acontecendo aqui? / Continua a olhar para o teto a procura de algo ou alguém.

SHERLOCK HOLMES - É o que vamos descobrir! Mas primeiramente temos que saber o que é esse pó azul! / Holmes pega um pouco com o indicador direito e leva ao nariz. / Tem cheiro de campo, a textura é macia, parece um simples glitter, pode ser maquiagem.

DRÁCULA - Esqueceu de guardar a maquiagem, Artur? / Comenta em tom de brincadeira.

REI ARTUR - Você é tão bobo da corte, presinhas. / Lança risadas forçadas ao conde, que retribui com um sorriso divertido e debochado.

SHERLOCK HOLMES - O invasor gosta de maquiagem, isso não é muito, precisamos de mais, só não me passa na cabeça o que seria esse mais. / O detetive parece reflexivo.

CRIATIVIDADE- Se veio do alto, o invasor sabe escalar? / Pergunta a aprendiz do detetive.

SHERLOCK HOLMES - Muito bem observado, Criatividade. / Parabeniza a sua nova pupila.

Sinto alguém nos observando. / Diz sentindo medo do que possa ser, ou, o que pode acontecer com a biblioteca.

ARTUR SE APROXIMA DA ESCRITORA E LHE ABRAÇA / DRÁCULA O OBSERVA COM OLHAR DE POUCOS AMIGOS.

DRÁCULA - Se aproveitando da situação para abraçar damas indefesas, você é muito baixo, coroa! Eu teria um pouco mais de decência. / Reclama da conduta do rei, aparentemente o rei atiçou ainda mais os ciúmes do conde.

CONSCIÊNCIA - Vamos encontrar o invasor antes que o conde engasgue com os ciúmes da Escritora. / Consciência fala indo em direção a qualquer porta da biblioteca que possa está aberta.

MAS A CONSCIÊNCIA É PARALISADA POR UMA MAGIA DESCONHECIDA E SEU VESTIDO É TROCADO MAGICAMENTE / DE UM VESTIDO BRANCO SIMPLES SE TORNA UM VESTIDO VERDE ELEGANTE BORDADO COM ESMERALDAS, COM UM LEVE TOQUE DE SENSUALIDADE, UM DECOTE NÃO MUITO PROFUNDO DESENHA O BUSTO DA CONSCIÊNCIA / SEU PESCOÇO É DECORADO COM UM SIMPLES COLAR DE OURO, COM UM ÚNICO DETALHE MARCANTE DE UMA PEDRA DE ESMERALDA ENVOLVIDA POR UMA FOLHA DE OURO COMO PINGENTE / UMA MAQUIAGEM LEVE COM A SOMBRA AZUL BRILHANTE QUE DESTACA SEU BELO ROSTO / A MAQUIAGEM TEM COMO COMPLEMENTO UM BATOM VERMELHO ESCARLATE TINGINDO SEUS LÁBIOS.

CONSCIÊNCIA - Quem fez isso? / Pergunta assustada com a mágica troca de figurino. / Merlim?!

MERLIM - Não fui eu, Consciência. / diz surpreso com o que acaba de presenciar.

INSPIRAÇÃO - Você está deslumbrante, Consciência, isso foi assustador, mas deslumbrante. / seus olhos brilham de admiração, mas é possível notar o susto que levou com a cena diante dos seus olhos.

CONSCIÊNCIA - Deslumbrante?! Acabei de ser envolvida por uma magia de moda, ou sei lá o que, e você me diz que estou deslumbrante, seu vocabulário é limitado, ou talvez tenha perdido a consciência de vez! / afirma, quase em um grito. Olha para Merlim e como se pedisse por socorro. / Você pode reverter isso?

MERLIM - Posso tentar, mas não posso lhe dar a certeza de sucesso. / Merlim levanta levemente a varinha mágica esculpida com escrituras em latim, a sacode no ar, em seguida aponta para a Consciência, mas nada acontece. / Não posso, me desculpe.

Continua...

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