Capítulo 21

OIEEEEEE!!!!

Comoo vocês estão ????

Todo mundo animado para o fim de ano ???

Beeem antes de iniciar o capítulo eu quero contar uma novidade e fazer um pedido a vocês 🙈

Agora a nossa patroa tem um IG 😁

Siiim! A Lyra tem um IG e eu tenho ctz que ela ia amar conversar com vocês ❤️❤️❤️

Sigam lá!!

@_ly.lyra

Ahhhh eu e Becca surtamos um pouquinho para escrever esse capítulo.....é ciúmes que chama ? Hahahaha

Esse Azriel mexe muito com o nosso emocional...pela mãe 🙈

Me lembrem de brigar com ele da próxima vez 😂😂

Ummm beijo e boa leitura ❤️❤️❤️

*

Azriel

Acabei saindo às pressas da casa de Rhys, não dei tchau, não avisei a ninguém, eu simplesmente sai voando. Não sabia onde planejava ir, mas minhas asas me levaram para "casa", uma cabana no alto de uma montanha, onde sempre ia para refletir e pensar. 

Me sentei sobre a neve e olhei as estrelas:

-Por que eu saí? Por que me incomodou tanto vê-la com Lucien?

Eu não queria que outra pessoa a tivesse consolado, claro que estou feliz em ver que ele conseguiu ajudá-la, mas eu queria estar lá, eu queria ter sido a pessoa a conversar com ela.

Depois de muito tempo sentado sem conseguir respostas, eu decidi voltar. No meio do caminho eu decidi que iria ao Rita's para beber e me distrair, mas nem me dei o trabalho de convidar Cass ou a Mor. 

Apenas fui.

Esse lugar ficava diferente sem eles e suas provocações e brincadeiras, mas eu não queria dar explicações a ninguém nesse momento.

Estava tão distraído em meus pensamentos que me assustei quando ouvi uma voz me chamar.

- Oi Az, quanto tempo... 

Olhei na direção da voz e vi que era a Aisla, uma velha amiga, fazia um tempo que não nos víamos.

-Aisla, quanto tempo mesmo, como está?

-Eu estou bem, mas você...-ela parou de falar e olhou em volta- acho que não, nunca é um bom sinal quando te vejo sozinho.

Não era uma das minhas amizades mais próximas, mas mesmo assim ela me conhecia.

-Eu preferi ficar sozinho hoje -disse.

-Bom, porque não fazemos igual aos velhos tempos, vamos a algum lugar e você me diz o que está acontecendo. -ela estendeu a mão.

Eu estava pensando em dizer não, mas então a cena de Lucien dando um beijo na Lyra veio a minha mente. As sombras começaram a se agitar e me esconder, talvez eu precisasse mesmo de uma distração. 

Virei o resto da bebida que tinha em meu copo, e segurei sua mão.

Fomos a onde costumávamos ir antigamente, uma casa debaixo de uma montanha, onde não morava ninguém a anos. Achamos esse lugar em uma de nossas voltas e acabamos arrumando ele para usarmos, juntos ou separados, e para qualquer fim.

Sentamos no pequeno sofá que tinha na sala, Aisla me fez várias perguntas, mas não estava pronto para contar de Lyra, então eu desviava como podia e respondia sempre o básico.

-Tá bom! -ela levantou- Chega! Já percebi que não vai me contar o que realmente está acontecendo.

Eu não respondi só a encarei.

-Típico Azriel, sempre por trás das sombras. - ela brinca e eu dou um meio sorriso.

-Já que é assim - ela senta no meu colo- posso te distrair um pouco, se quiser....

Eu não tinha resposta para aquilo, não sabia o que eu queria e muito menos o que não queria. Só coloquei uma mão em suas pernas à mostra naquele curto vestido azul, e lhe fiz uma carícia com o polegar.

Então ela me beijou, não era um beijo romântico ou doce, era mais malicioso. Acabei atravessando nós dois para a cama, e recordamos dos nossos encontros de antigamente. Eu passei um bom tempo sem pensar em nada, o que eu realmente estava precisando, mas quando caí ao seu lado e ela se aconchegou e dormiu, fiquei sozinho de novo e os pensamentos voltaram novamente.

*

No dia seguinte, quando acordei pela manhã, Aisla já havia partido. Não me assustei, ou ao menos, me incomodei...as coisas eram assim conosco. Não tínhamos um compromisso, simplesmente nós víamos quando sentimos vontade.

Eu me levantei e vesti o restante das minhas roupas. Decidi voltar para casa da cidade e agir como se nada tivesse acontecido. Como se não os tivesse visto. Caso Lyra decidisse conversar comigo sobre o que causara toda aquela tristeza...eu estaria lá para ouvi-la. 

Atravessei até a casa dos ventos. Tomei um banho e vesti outras roupas. Bem lá no fundo, eu tinha uma sensação de que não queria lembranças da noite anterior, ou, não queria lembrar dos sentimentos que aquele dia despertou em mim. 

Quando cheguei até a casa, todos já estavam à mesa. Cassian, Morrigan, Rhys e Lyra. Seus olhares voltaram-se a mim assim que pisei na sala de jantar.

– Acordou tarde hoje irmão? - provocou Cassian.

Eu o encarei e dei um meio sorriso.

– Desculpem o atraso, eu...

– Cassian disse que não dormiu em casa...- Mor interrompeu- Está tudo bem ? 

Caminhei até a mesa e tomei um lugar ao lado de Cass. Eu o encarei repreendendo por ter contado que não havia dormido em casa. Cass, muito provavelmente sabia onde eu estava e com quem estava. 

– Sim. - respondi a feérica - Está tudo bem. 

– Algum problema da corte que precisou resolver? - ela perguntou novamente. 

Cassian e Rhysand me encararam. Os dois exalando aquele ar convencido e ansioso pela minha resposta. 

– Fique tranquila...não há nada que precise se preocupar. Estou bem. 

Morrigan assentiu e voltou a dar atenção ao doce que comia. 

Meu olhar passou para Lyra que estava sentada ao seu lado e em silêncio. 

Os olhos castanhos encontraram os meus e Lyra abriu um sorriso e em seguida com cumprimento com a cabeça.

– Bom dia, Lyra. 

– Bom dia - respondeu alegremente.

Eu não consegui esconder que fiquei feliz ao vê-la bem. 

Ela estava sorrindo, com uns daqueles sorrisos sinceros e alegres que costumava a dar. E era assim que gostava de vê-la. 

Eu iria conversar mais, perguntaria se estava tudo bem. Mas notei a concentração de todos em nossa conversa. O olhar aguçado de Cassian...eu não tive trabalho para pensar o que se passava naquela cabeça perversa. 

Teria que lidar com as piadinhas e provocações mais tarde. 

– Onde está Feyre ? - uma tentativa de fazer com todos voltassem sua atenção a si mesmos.

– Saiu com Elain. - Rhysand respondeu - Avisou que não voltaria tão cedo.

Quando terminamos o café, pedi licença a todos e me retirei da sala. Iria para a biblioteca. Passaria o dia lendo os relatórios de guerra, eu não tinha nenhum trabalho importante, mas mesmo assim decidi passar o dia trabalhando e buscando respostas. Rainhas humanas, illyrianos revoltados, proteção das fronteiras. Qualquer coisa, qualquer uma dessas opções me assustavam menos que tentar me entender.

Acessar essa parte sombria…

Estava quase chegando na biblioteca quando sou parado por uma

voz:

- Az, espera! -eu reconheci, era Lyra.

Então eu parei e me voltei á ela: 

-Lyra, precisa de algo? -ela continuou em minha direção.

Quando se aproximou ela me olhou e deu um sorriso.

-Eu queria saber se está ocupado para dar uma volta - ela desfez o sorriso - eu queria conversar um pouco sobre o que me fez sair chorando ontem no meio do jantar... mas se tiver ocupado... 

-Não! - eu balancei a cabeça - Quer dizer, não ia fazer nada de importante agora. Se quiser podemos passear um pouquinho por Velaris e conversamos.

Lyra assentiu.

– Seria perfeito! 

Eu estendi minha mão a ela e a fêmea não hesitou em aceitar.

Eu e Lyra seguimos por Velaris. Em silêncio. Eu esperaria por ela ter a coragem e se sentir bem para começar a contar. Eu a observava discretamente e com atenção. Me preocupava a ideia de que algum gatilho a levasse para aquela sensação da última noite. Então, apenas a vi olhar para lojas e cumprimentar alguns feéricos que passeavam pelas ruas. 

– Ontem de noite...- ela começou - eu consegui me lembrar de Nymeria. E eu fiquei extremamente feliz. Não foram poucas memórias que reencontrei, foram muitas, muitas Az. Agora eu já me sinto melhor, pois tenho histórias para contar.

Eu apenas a olhei e a encontrei sorrindo de novo.

– Eu fico muito feliz e aliviado por saber disso! 

Foram as únicas palavras que encontrei no momento. 

– Obrigada, mas... Infelizmente elas vieram todas juntas, as minhas lembranças boas e as ruins também. Aquelas  me machucaram um pouco...- Lyra desviou seu olhar do meu e fitou o chão de paralelepípedos - e foram essas que fizeram com que eu tivesse aquela reação. Queria pedir desculpas, eu não devia ter saído daquele jeito. Acho que devo ter deixado todos vocês bem preocupados.

– Não se desculpe, você não teve culpa. Não estava se sentindo bem e todos nós entendemos. Na verdade, eu acredito que todos iríamos esperar e depois iríamos procurá-la para saber como estava.

Ela ficou em silêncio por mais alguns instantes, e eu só a observei andar e olhar a cidade à sua volta. 

-Aceita um sorvete? -eu perguntei. Só queria aproveitar esse momento também.

-Claro. -Ela me lançou um sorriso.

Então fomos a uma sorveteria no centro de Velaris, e sentamos em uma das mesas para comer.

-Você.... -eu não tinha certeza se era o certo a dizer, talvez ela precisasse de alguém pra ouvir- gostaria de me contar, qual lembrança te fez se retirar da mesa?

Ela parou de tomar o sorvete e me encarou nos olhos, senti sobre mim o peso do olhar que ela me lançou. 

Parecia o olhar da Mor, como se estivesse tentando ver a verdade sobre mim, analisando se deveria dizer qualquer coisa. Então finalmente respondeu:

-Eu queria te contar, mas não sei bem por onde começar, pode ser uma história longa...

-Temos tempo. Comece do início. -Eu interrompi.

Ela respirou firme e começou: 

-Bom, nessa noite, quando Nymeria começou a rir no meio da apresentação, eu a levei até o banheiro. E no meio do caminho eu observei um macho. 

Um macho? Ela nunca nos disse que tinha um namorado ou parceiro... Meus pensamentos se perderam por um segundo, mas logo voltaram.

-Ele era lindo, não posso negar, eu me apaixonei pelo sorriso que ele me lançou, fiquei toda envergonhada. 

Ela parou um pouco para comer e respirar, parecia que estava revivendo a cena.

-Ele veio na minha direção  perguntando se estava acompanhada e se oferecendo para pagar bebidas para mim e Nymeria. 

"Eu gostei dele logo de cara, era muito simpático e parecia ser bondoso e honesto. Se apresentou à minha mãe e pediu permissão para me retirar para uma dança. Ele foi super educado, um tremendo cavalheiro." 

-Então, por que parece ter ficado tão perturbada com a lembrança? - a pergunta saiu rápido.

Algo mudou na sua voz, no seu olhar, ela arrumou a postura antes de dizer qualquer coisa. 

-Talvez eu estivesse me enganado sobre ele. -ela pensou um pouco- Eu me deixei levar pela emoção e acabei me dando mal.

Os olhos de Lyra ficaram sombrios. Eu soube naquele momento. O macho fez algo grave. E muito grave. Ela sentia terror ao lembrar dele...

Minha cabeça passou a ser uma confusão só. Ordenei que as sombras permanecessem quietas. Não queria que ela soubesse o que eu sentia...eu estava com raiva e preocupado pelo o que pudesse ouvir a seguir. Eu pedi em silêncio ao caldeirão que não fosse o que eu temia. 

Não poderia ser aquilo...

Lyra limpou a garganta

– No início ele era incrível. Era bondoso e carinhoso. Me tratava como uma verdadeira rainha. Ele era de uma família rica. Então vivia me mimando com presentes caros. Eu não me sentia muito bem com isso. Eu dizia isso sempre, mas mesmo assim ele continuava. Nós ficamos um ano juntos, ou mais, não me lembro muito bem. - Lyra olhou para a cidade - Então depois de um tempo, tudo ficou estranho. Ele ficou estranho. Não era mais carinhoso, e quase não ficava comigo. "Uma vez nós...Eu, minha mãe e Nymeria , fomos contratadas para tocar em uma festa de gala. E eu não sabia...jamais pude imaginar que o encontraria lá... E com outra fêmea. Quando ele me viu a soltou imediatamente, mas eu já tinha visto mais do que o necessário."

" Eu saí correndo e naquele dia perdemos um trabalho, porque eu não conseguia tocar e não tinha cabeça para nada. Depois de dois dias ele me procurou...e quando eu questionei - ela me encarou com os olhos marejados -, ele simplesmente mudou de assunto e disse várias coisas bonitas e que me amava, que foi um tolo e estava arrependido. Eu o amava demais, me importava com ele, e eu o queria...e muito. Então perdoei. "

" Como você deve imaginar aquela não foi a única. Tiveram várias outras e eu sempre perdoava. Eu não entendia o que estava acontecendo. Era tudo muito confuso. Ou eu apenas não queria enxergar o que estava bem diante de mim. 

Nymeria me alertou diversas vezes. Minha mãe também, mas mesmo assim...eu voltava para ele."

"Hoje, percebo o quanto ele era horrível, mas na época ele me fazia acreditar que ele era perfeito pra mim, mas eu nunca era perfeita pra ele.

Quando eu percebi o que estava acontecendo, eu notei que a parceria jamais iria acontecer. Então resolvi romper." 

Mais terror naquele lindo rosto.

– Acho que esse foi um dos piores e mais assustadores dias da minha vida. 

— E foi nesse dia que ele tentou levá-la para cama à força? 

O ódio e tristeza fizeram com que meu coração se partisse ao ver o rosto surpreso de Lyra. 

— Uhum - ela respondeu baixinho.- No dia, eu marquei para nos encontrarmos em casa. Minha mãe havia saído. E eu havia marcado com Nymera de me encontrar em casa uma hora depois, eu planejava que a conversa fosse rápida. Eu sabia que ele não gostava de mim o bastante para insistir que eu ficasse. E então quando ele chegou, eu contei tudo a ele. Ele se descontrolou e partiu para cima de mim. Eu fiquei assustada e paralisada, porque nunca imaginei que tal coisa poderia acontecer. Quando eu me dei conta de tudo que estava acontecendo eu comecei a lutar, eu consegui derrubá-lo ao chão e então bati nele com a primeira coisa que vi em minha frente, joguei quase todos os pratos e vasos de minha casa nele. Nymeria chegou e bateu mais um pouco nele e o colocou para fora. "

“ Demorou muito tempo para eu entender que tudo o que aconteceu não foi culpa minha. O que doía não era o fato de eu ter sido enganada por tanto tempo. Mas sim o fato de eu me culpar por aquilo que tinha acontecido e por não ter percebido antes. No dia que eu entendi que não era culpada por tudo que havia acontecido, foi libertador...e o sofrimento e a culpa que eu sentia foram embora. Uns dias depois eu fui capturada em minha casa. Eu então nunca mais deixei de lutar pela minha proteção...e essas cicatrizes que eu tenho são provas disso."

Ele... esse desgraçado tentou abusar dela. Minhas sombras se descontrolaram um pouco. Eu o faria pagar por todo mal que ele fez!

-Sinto muito...-eu disse a ela- eu queria mesmo poder mudar o que aconteceu .

-Eu não... -Ela sorriu, talvez da minha cara de surpresa- tudo o que vivi me tornou forte. Às vezes eu desejava que isso nunca tivesse ocorrido, mas hoje eu percebo que sou mais forte por isso.

Desgraçado.

Maldito

Eram as únicas coisas que conseguia pensar.

– Tudo o que Kael fez...não sei. Ele me fez prometer que nenhum macho me trocaria novamente daquela maneira. Não sem eu lutar antes. Essas cicatrizes que eu tenho...eu nunca deixei barato... Sempre defendia. Mas tinha vezes que eu não conseguia, eles eram  muitos.

Eu não pude controlar, não consegui segurar mais. As sombras despertaram e agitavam-se agressivamente em minha volta. Eu sentia os sifões controlando todo o poder que existia em mim.

Eu fervia de ódio. 

Como na reunião dos grão senhores. Se eu colocasse minhas mãos em Beron ou no outro macho desgraçado...

A lembrança do olhar assustado de Morrigan quando me viu partindo para cima de Eris naquele dia veio em minha memória. Eu consegui recuperar um pouco da consciência e encontrei Lyra com o mesmo olhar assustado. O mesmo medo...a mesma insegurança. Eu causei a mesma sensação em Lyra, o mesmo desconforto. 

Lyra engoliu seco e piscou algumas vezes.

– Azriel...- ela chamou com a voz trêmula -  Az !

Precisei de muito esforço, mas consegui controlar todos os instintos dentro de mim. As sombras aquietaram-se. E os sifões adormeceram novamente.

- Sinto muito! Não quis assustá-la - Pedi, e torci para que me desculpasse. - Espero que me perdoe!

Lyra sorriu sutilmente.

– Não tem o que perdoar, não se preocupe. Acho que eu no seu lugar ficaria com raiva também...se ouvisse uma história como a que te contei.

– Raiva? 

Ela assentiu.

– Sim ! Foi o que sentiu não foi?! 

Eu a encarei.

– E também ficou com medo de ter me assustado - ela disse hesitante.

Foi como se ela traduzisse tudo o que eu sentia. Não consegui evitar a desconfiança.

– Lyra...- comecei - você...

– Lyra?! 

Uma fêmea que não conhecia me interrompeu. Cabelos castanhos como os de Lyra. Mechas longas e trançadas. Pele marrom-dourada e olhos rosados. Olhos que encaravam Lyra assustados. 

Lyra encarou a fêmea. Seu rosto era confuso e um pouco perdido. 

– Lyra! - a fêmea falou novamente - Eu não acredito que te encontrei! 

Ela ameaçou se aproximar da mesa. Lyra, assim como na outra noite, segurou minha mão, estava assustada, percebi. 

– O que quer com ela ? - Falei - E quem é você ?

A fêmea me encarou. Os olhos me fitaram como se analisassem e avaliasse cada parte minha. A fêmea sorriu . Como se aprovasse algo.

– Desculpe minha falta de modos! - ela levou a mão ao coração e olhou para Lyra e fez uma reverência -  Sou Kiera! - ela olhou orgulhosa para Lyra - Sou amiga e faço parte do clã de sua mãe, Lyra! Sua verdadeira mãe. 

Lyra começou a tremer de desespero em minhas mãos. 

- Estamos à sua procura à anos! Sou sua imediata e fui designada a encontrá-la e…

– Diga o que quer com ela e diga agora! - foi minha vez de interromper.

Continua...

*

Escrito por Becca e Ju ❤️

Gostaram do capítulo???

Desejamos a um lindo Natal a todos vocês!!! Aproveitem muito ❤️❤️

Fiquem bem e até a próxima ❤️ ❤️








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