Contos do amanhã
Dedicatória
Pela minha preciosa família, que me ajuda nas horas que mais preciso.
Pelos meus amigos fiéis, que mesmo com todos os meus defeitos, me escolheram para dividir as suas vidas.
Agradeço o pouco que tenho, pois o pouco, ao lado de vocês, se torna tudo..
Para aqueles que possuem o meu verdadeiro amor e admiração..
Senhor cactos.
Senhorita rosa espinhenta.
Senhor vingativo de coração mole.
E para a minha queridinha..
Senhorita raio de Sol..
Contos do amanhã
• Capítulo 1: O conto do corvo
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• Capítulo 2: O conto A verdadeira família
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• Capítulo 3: o conto a brisa da neve
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• Capítulo 4: o conto espelho da alma
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• Capítulo 5: poema sem tempo
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• Capítulo 6: poema caminhos para o amor
•
• Capítulo 7: poema lua brilhante
•
• Capítulo 8: o conto sentimento que nunca lhe contarei
•
• Capítulo 9: o conto amor
O conto do corvo
Era uma vez uma garotinha que não acreditava no amor, sua cidade era gelada, assim como seu coração. Ela caminhava pela neve de vagar, enquanto pensava ter nascido quebrada.
Ela via refletido no olhar dos outros, o quão fria e amarga era. E por isso odiava e olhava todos com indiferença.
Escondia secretamente seus pensamentos e desejos de encontrar o verdadeiro amor. Sempre que se pegava com tais pensamentos, se achava uma tola! Pois para um coração quebrado, tal sonho era impossível.
Ninguém nunca lhe interessava e isso a irritava cada vez mais ao longo que crescia. Matando a última gota de esperança, conheceu a agonia da solidão. A neve gelada era sua única companhia, junto com a dor tão bem conhecida.
Não importava o quanto ela tentasse, essa escuridão não ia embora, a garotinha então decidiu acolhe-la, e se tornaram íntimas.
Enquanto caminhava pela neve, ouviu o som do vento, e a linda voz de um corvo. Ela virou seu rosto até a pequena árvore seca, e o viu. Seus olhos se encontraram, e ali, ela finalmente sorriu pela primeira vez.
Ele voou e ela o seguiu, correu com um sorriso. Naquele momento a garotinha se esqueceu, de sua fiel companheira. Por dias ela o seguiu, e com o tempo ele se aproximou.
O coração da garotinha finalmente estava quente, estava tão quente que sentiu que podia derreter a neve a sua volta. Ao lado dele, suas bochechas doíam, pois nem mesmo em um segundo ao seu lado, ela conseguia parar de sorrir.
Ela se esqueceu de si, e simplesmente o seguiu! Nunca havia experimentado a felicidade, e pela primeira vez, não mais se sentiu quebrada.
"Somos amigos!"
Pensava ela de forma inocente, e por isso o seguiu para longe, para dentro da floresta gelada e morta.
A garotinha queria estar ao lado dele, queria fazê-lo sorrir também, ver a felicidade em seus olhos.
Mas algo estava errado! Às vezes ele se afastava, e a irritava. Ela queria fazer o mesmo, e lhe dava as costas..
Mas seu coração doía e a mandava voltar, e a pobre garotinha sempre voltava.
A voz dele na escuridão gelada, sempre aquecia seu coração. E mesmo com as lágrimas ao adormecer, pela manhã sempre voltará a sorrir.
Certa vez ao acordar ele não estava lá! A garotinha o procurou e se perdeu, se perdeu por um tempo..
Ela encontrou seu caminho de volta, mas desejou ter permanecido perdida!
Ela o viu, na mesma árvore da primeira vez, agora não mais sozinho! Mas ao lado de outro corvo!
Ela sorriu feliz por ver a felicidade em seus olhos.
Mas ao vê-los se abraçarem, seu coração doeu como nunca antes! Ela sentiu seu coração se despedaçar, e aquela dor agonizante, a fez chorar!
Ela percebeu que se importava mais do que pensará. E foi ali que ela percebeu..
"Ele foi o primeiro por quem me apaixonei!"
Suas lágrimas caíram ainda mais, e sem perceber correu até eles!
A garotinha tentou falar para ele, mas ele, só ouvia seus gritos! E perceberá que sua nova companheira estava assustada.
Então simplesmente se foi, como a brisa do vento.
A pobre garotinha caiu de joelhos, e ficou sozinha na neve. Ela não compreendia de fato aqueles sentimentos. Mas sentia vividamente, uma lâmina em seu peito!
Aquela dor era tão agonizante, que a garotinha pensou não aguentar. Pensou que aquilo duraria para sempre! Pois um amor verdadeiro, não se esquece..
A garotinha não tinha forças e permaneceu na neve, permaneceu a espera dele!
Que nunca voltou!
A garotinha sentia dor, saudade, dor e amor. Dor e ódio, saudade e amor..
Ela sabia que ele não voltaria, mas perder aquela última gota de esperança também lhe doía.
Ela chorou mais uma vez, desta vez com raiva e se levantou. Caminhou pela neve como antes.
Seguiu pelo alto do penhasco, e com aquela última visão fechou seus olhos. Sentiu o vento gelado e cortante sobre seu rosto. O som do vento parecia tentar impedi-la.
Com os olhos fechados ela se virou, e caiu!
A garotinha estava livre!
P. S. Às vezes quando amamos alguém, essa dor e esse sentimento são tão fortes, que parecem nunca desaparecer. Mas para seguir em frente, rumo ao novo. É quase como, pular do penhasco!
O conto a verdadeira família
Era uma vez uma garotinha que tinha dois irmãos. Mesmo ao lado deles, se sentia sozinha. Escondida em seu quarto escuro, chorava junto a sua fiel companheira, a solidão!
Toda aquela escuridão se tornava cada vez mais agonizante. Ela não enxergava uma saída, tudo o que sentia, era só isso, dor.
Ela não demonstrava para eles, mas se sentia incompreendida. Sentia que eles não se importavam!
Do lado de fora buscou por alguém, alguém que a compreendesse, a enxergasse. A garotinha queria se sentir amada. Sentir que alguém se importava. Queria sentir amor, o calor de um abraço.
A garotinha conseguiu, depois de muito fracassar, ela finalmente conseguiu.
Mas ela não sabia amar! Fazia mais do que deveria, se importava mais do que deveria. Não havia equilíbrio, no dar, e receber.
A garotinha era insegura, medrosa, ainda era apenas uma criança. Suas escolhas, e as dele, os afastaram para bem longe!
A garotinha era íntima dá agonia, dá solidão. Mas esses sentimentos, eram muito diferentes, dá agonia do coração partido! Aquilo doerá muito mais.
A garotinha sentiu por meses, seu coração despedaçado. Se sentia triste, sozinha, com dor.
A pobre criança esperou por ele..
Mas ele nunca voltou!
A garotinha se deu conta, que sequer sua amizade era importante para ele, a amizade que ela lhe oferecerá.
Mais uma vez se sentiu sozinha. Seus olhos, seus pensamentos, a enganavam! A garotinha não enxergava o verdadeiro amor que a rodeava!
Seus irmãos, sempre estavam com ela! Sempre ao seu lado, se preocupando e cuidando!
Seus pensamentos traidores, a faziam se sentir sozinha, mas ela nunca esteve sozinha! Eles sempre estavam lá, a garotinha apenas, não enxergava!
P. S. Nossos olhos, nossos pensamentos, nosso coração, são mentirosos! Às vezes não percebemos o verdadeiro amor, bem na nossa frente.
Nos agarramos aos desentendimentos, e não percebemos, as pequenas coisas, que realmente importam!
Como um remédio dado pelo seu irmão. Um bolo feito pela sua irmã, no dia em que está doente! Um simples sorriso. O prazer de sua companhia.
Quem realmente está ao seu lado, em todas as horas?
O conto a brisa da neve
Era uma vez um reino gelado, havia uma princesa, a mais nova das três irmãs. Ela amava a neve, sempre lhe aguardava sentada perto da janela. Ela encarava o jardim e desejava que sua amada retornasse logo.
Todo o reino exceto ela, odiavam a neve. A desprezavam, pois para eles, a neve tirava tudo o que tinham. Os campos morriam, as pessoas descuidadas congelavam. A neve era gananciosa!
O desejo da pequena princesa instigou a neve, que retornou mais cedo. A neve era orgulhosa, ela gostava de ser desejada, amada. A neve então, desejou a pobre princesa.
Ambas queriam uma a outra. A princesa, a desejava verdadeiramente. A neve, desejava sua atenção e sua beleza.
O rei decidiu dar um baile, para que todos se esquecessem da neve. A pobre princesa estava debruçada sobre o corrimão perto da escada. Ela observará a alegria de todos, e se sentia triste.
A neve estava sozinha do lado de fora, isso encheu seu coração de pesar. Querendo estar com sua amada, tomou coragem, e ouviu seu coração!
A princesa se virou, e abriu as grandes janelas. O vento estava furioso, zangado. Pois havia visto a tristeza da neve. O lugar foi tomado por um frio congelante. E todos encararam a princesa com desprezo!
Com um sorriso a princesa finalmente foi de encontro a sua amada. Ela parou, fechou seus olhos e sentiu a neve. Ela a amava. Sua brisa cortante era como um toque gentil sobre seu rosto!
A princesa então começou a dançar. Seu coração estava tão feliz, que a pobre princesa, pensou.
“Finalmente. Finalmente o meu final feliz!”
A princesa estava tão feliz, que continuou a dançar. E por mais fria que fosse a neve. Ela se sentiu quente! Sentiu seu coração completamente aquecido e cheio de amor.
A princesa girava e sorria.. Completamente feliz!
Sua amada a fazia se sentir viva. O amor que sentia, lhe dava coragem, e força para enfrentar tudo e todos.
Seu reino, seu próprio pai, suas irmãs. Nada mais importava, além de estar com sua amada.
A princesa girava e sorria..
Completamente feliz..
Caiu em seu último suspiro!
A neve acomodou seu corpo, que ainda sorria. E juntas, passaram a eternidade.
A princesa agora se tornará, a brisa da neve.
P. S. Quando amamos, nos esquecemos de nós. E não percebemos, que algo está nos machucando. A neve não amava a princesa! Amava ser amada! A princesa a amava tanto, que permaneceu ao seu lado, mesmo com a verdade já revelada!
A princesa tinha toda a força e coragem dentro de si, mas tinha medo de perder o amor. Tanto medo, que escolheu perder a si mesma!
O conto espelho da alma
Era uma vez uma garotinha medrosa, sempre com medo. Todas as noites, escondida no pequeno quarto escuro encarava o trinco que se mexia.
Alguém tentava entrar!
Mas por alguma razão, sua expressão era de curiosidade. Ela apenas encarou o trinco atenta.
Ao fazer isso naquela noite escura, foi como uma gota de luz. Uma gota de esperança. Ela desejava secretamente, que fosse o seu amado!
Os olhos da podre garotinha arderam. Pois tudo estava silencioso agora. Ela se ergueu do chão, e levou sua mão até o trinco. Lá fora, não havia nada, ninguém além da escuridão.
A garotinha medrosa olhou para os lados, e abaixou a cabeça sentindo a solidão. A garotinha medrosa não tinha medo do mundo. Mas sim dela mesma!
A garotinha tinha medo de amar, medo de confiar, e principalmente de se decepcionar.
A garotinha sempre viveu presa naquele pequeno quarto na torre. Ela não entendia a vida, as pessoas, seus próprios sentimentos. Por isso carregava tantos medos.
Bastava ela erguer sua mão, e abrir o trinco!
Mas a garotinha sempre teve medo, e por tanto sempre se manteve presa!
Ao finalmente abrir essa porta, ela sentiu a forte brisa do vento sobre seu rosto. Estava tão gelado, que doeu.
A garotinha ergueu sua cabeça, fechou seus olhos e sorrio!
Pois aquela brisa, por mais cortante que fosse, era reconfortante!
Ela abriu seus olhos, e encarou o céu. Era noite, mas estava azul como o dia. A garotinha gostou da sensação que a brisa causava em seus cabelos, a sensação era boa.
Então finalmente a garotinha viu a lua. Estava tão brilhante e cheia.
A garotinha sorriu! Pois aquela lua sempre lhe foi acolhedora.
“Talvez você, seja o amor da minha vida”
Disse a garotinha enquanto sorria para a lua.
“Pois desde pequena, você sempre estava lá, e sempre me fez sorrir!”
P. S. Nossos traumas e medos nos segam. Às vezes escolhemos um caminho, sem notar que esse medo fez a escolha por nós. E por mais que sofremos por achar ser tarde de mais para mudar.
Lembre-se! Nunca é tarde! O futuro é amanhã, e no amanhã, podemos dar as mãos a coragem enterrada bem lá no fundo.
Tudo o que precisa fazer, é finalmente, abrir o trinco! E toda a liberdade que deseja, estará lá te esperando.
Poema sem tempo
Amor é razão?
Sempre acreditei que o mundo
Era regido por sentimentos
Mas ao meu ver agora
O mundo é como uma linha
Razão e emoção
Não se pode ter equilíbrio sem ambos
Ao meu ver do passado
Sempre vi o amor
Como nos livros, como nas minhas histórias
Se sincero, verdadeiro
Não importa as diferenças, as pequenas discussões
Em uma briga ou afastamento, não há possibilidades de se conectar com outro
Porque o sentimento é real
Mesmo afastados ou separados, se preocupa com a outra pessoa
Ainda ama
Ao meu ver no presente
Minha ideia do passado era uma tolice
Cada indivíduo é único, com sua visão própria do mundo, com suas escolhas
O amor é fascinante e complexo
Felicidade e dor ao extremo
Sinto-me um tanto desiludida, com minha visão do amor no momento presente
Não posso negar, de estar sentindo um pingo de raiva está noite
Não pelo passado, não pelo amor em si
Mas pelos meus próprios questionamentos
Pela minha visão do mundo agora
Sinto-me um tanto triste
Em perder a visão do passado
Ela parecia pura
A visão real de agora
Me entristece
Pois a razão se coloca em primeiro lugar
Poema caminhos para o amor
Diferentes direções, diferentes amores.
Ahh o que seria o amor?
Dor?
Contemplação?
O que é o amor?
Sou ignorante em tão assunto. Mas a curiosidade é sagaz.
Descobrir cada aspecto, sentimento. Cada parte.
Ahh o amor é como o corpo do amante. Se deve desejar, deixar ser tomada. E explorar cada centímetro, para se tornar, completamente familiar.
Desejo, amor.
Ódio, afeto.
Raiva, perdão.
Amor, Coragem!
Não tenham medo do amor! Não o julguem por uma decepção. O amor é sincero, o humano covarde!
Não tenham medo das palavras. Diga tudo o que quer. Diga tudo o que não quer!
Confesse, desista! Sinceridade e coragem, andam juntas de mãos dadas.
Qual sua escolha?
Poema lua brilhante
Onde está a minha amada lua?
A minha tão desejada lua
Sinto falta do seu brilho
Anseio por ela
Ahh só mais uma noite bastaria
E ela me faria esquecer de tudo
Seu doce néctar afogaria a minha alma
Seu corpo pálido, com o meu dourado
Só mais uma noite
Só mais um amanhecer
Dois amantes
Pela última vez.
O conto sentimento que nunca lhe contarei
Já faz tanto tempo, que não nos falamos. Já faz tantos dias, que não consigo, parar de pensar em você!
Nem me lembro direito do que aconteceu.. Só sei que em algum momento, nos perdemos!
E simplesmente se distanciou. Não queria falar nada, ou mandar msg, á essa hora da noite, mas..
Isso ainda me corrói por dentro, me perturba, a cada minuto do dia.
Eu não consigo parar de pensar em você, porque..
Você mudou tudo dentro de mim! Minha vida, minhas atitudes, meus sentimentos..
E aqueles breves momentos que passamos juntos, foram gravados em meu coração. Eu senti por você, algumas coisas que jamais, achei que sentiria na vida.
E confesso que mesmo depois de muito tempo, é algo que ainda me machuca!
Que me modifica mesmo sem perceber. Sei que provavelmente, você nunca irá saber disso! Nunca lhe enviarei essa mensagem!
Ou você apenas irá ignora-la! E eu serei.. Só mais um contado, esquecido em sua agenda.
Só queria que soubesse, que ainda te amo, e isso dói!
Dói porque não posso te ter por perto, toda hora que desejo.
Aconteceram muitas que provavelmente nunca irão acontecer com mais ninguém.
Coisas que só confiava a você! Sentimentos que eu nunca senti por ninguém!
E até os que eu já havia sentido, com você, a intensidade se tornou maior. Maior do que qualquer coisa, que eu pensei ser possível!
E hoje estamos aqui.. Frente a frente, como dois estranhos!
Sem coragem para trocar uma única palavra com o outro. Realmente me dói te ver assim.
Você ainda é a pessoa mais admirável que eu já conheci, em toda a minha vida! E a única pessoa, que sonhei em ter um futuro!
Mas a gente sabe que isso é impossível!
Mesmo que seja meu desejo. Eu sinto muito, por tudo o que aconteceu!
Agora.. Pode voltar a me ignorar!
Porque.. Enquanto esse sentimento não acabar, toda vez que eu me lembrar, me lembrar de você.. Vai me dar vontade de chorar!
Mas essa dor, essas lágrimas.. me ajudaram a te esquecer!
E um dia, finalmente, estarei livre para sempre..
O conto Amor
Quando o sábio escreveu que o amor tudo suportava, duvidei pelo que via e ouvia. Pelas desilusões e fracassos.
Assim eu compreendia.. O amor é apenas fantasia, coisa criada pela velha mitologia!
Mas a vida permitiu que minha visão mudasse!
Tudo começou, quando algo despertou! Por um longo tempo, se manteve escondido, bem lá no fundo de meu coração. Quando dei por mim.. Já estava apaixonada!
Meus olhos brilhavam, meu coração palpitava, meus pensamentos o procuravam, e todos eles denunciavam de maneira explicitada, ele será, seu namorado!
O tempo foi passando, as coisas se enrolando e com uma força tamanha a paixão se transformando.
Uma guerra estava iniciando, entre desejo e razão que brigavam constantemente pelo controle do coração!
Não bastava as lutas em nós, agora as normas como um inimigo feroz, se apresentavam como um algoz.
Disposta a dissipar e impedir o nobre sentimento de continuar, usou como instrumento a força do argumento, que assim dizia..
Não tem o nosso consentimento, pois está claro no regulamento!
Proibido está, este sentimento!
Forte era a oposição, tinha como missão acabar com aquela relação! E o nome dessa oposição era..
Medos
Traumas
Inseguranças
Orgulho
Dúvidas
Arrogância
Tais oposições, sempre se apresentavam! De forma extremamente velada, tão sutil, que por muitas vezes, invisíveis.
Pressionados, ameaçados, não se sentiram intimidados!
Pois no final, a gente se entende, e se ama intensamente!
Então cheguei a conclusão! O sábio tinha razão!
O amor não é uma fantasia da mitologia! Encontrei a resposta com ele!
Meu companheiro de todo dia, o amor da minha vida! Meu conselheiro nos dias ruins, meu melhor amigo, em todas as circunstâncias!
O homem que me apoia, consola. Que me crítica de forma construtiva! Que me admira, assim como eu a ele! Que me ama!
Alguém que também, assim como todos nós, possuía medos, inseguranças e traumas.
E ainda assim, pelo sentimento que cultivava.. Foi corajoso!
Não teve vergonha de demonstrar seus sentimentos. Não teve medo, de unir nossos caminhos!
Não teve medo de me amar..
Espero que tenham apreciado. Até a próxima!
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