XXIII

"A história de um Weapon sagrada é difícil de acreditar e entender, muitas acham que é uma lenda ou algo inventado por pessoas que querem dar esperança a outras, em parte ela se tornou isso para o Reino dos Supremos dando a qualquer um a esperança que mesmo que se sacrificarem podem voltar mais fortes e poderosos do que antes, poucas vezes acontecem e hoje em dia não há nenhum indicio sobre isso. Não é algo que aconteceu por sua própria vontade, desejo ou força e sim somente do misto, unicamente e genuinamente por ele, ele precisa ter a força de vontade, ou melhor, algo que realmente o prenda no mundo real que não o faça desistir e quando ele aceita ficar ao invés de morrer ele volta mais forte, modelado, renovado e poderoso;

Como eu sei? Simples, quando eu era apenas uma das que estava sendo treinada fui atingida propositalmente por uma daquelas que achava que era minha colega, lembro que na época ele ficou louco por conta de meu ferimento e chorava todas as noites pedindo para eu não ir embora, não desistir, lutar pela vida. E eu fiquei, por ele eu fiquei, nossa relação era mais que uma simples amizade, uma simples conexão, nos amávamos e um protegia o outro a qualquer custo. Eu voltei por amor a ele e como que instantaneamente minha ferida foi curada, meus poderes duplicaram e juntos nós nos tornamos os melhores de todo o Reino recebendo assim o posto de supremos. Porém, não muito tempo depois, assim como você, nós descobrimos a traição e também a historia por trás das aberrações decidindo assim nos tornar rebeldes e virar as costas para viver juntos das aberrações e protegê-las, eles – o reino – jurou nos deixar em paz, mas não foi bem assim...

Quando saímos pelo portão principal, em um momento de distração fomos alvos de tiros, como eu disse estávamos distraídos achando que estávamos livres e quando ele notou me jogou para um canto e acabou sendo o alvo certeiro de todo o ato de violência, foi bobeira achar que eles nos deixariam viver, que aceitariam nossa traição, que nos deixariam fugir. Como suas ultimas palavras ele me mandou fugir, me esconder, nunca mais aparecer, me mandou ser forte e aguentar dali para frente. Não pude me despedir devido a eles já estarem vindo para esconder seu corpo, apenas acompanhei a certa distancia aquele que jurei amar ser levado como um traidor e sumir para sempre.

Eu deixei de usar meus poderes, afinal perdi minha conexão e aquele em quem confiava, já eles usaram nossa historia como meio de incentivar e iludir a todos, usavam como uma forma mecânica quando na verdade deveria haver sentimento se não nada acontecia, eles colocaram uma novo real em nosso lugar alegando que sua weapon morreu lutando corajosamente, o povo amou, e idolatra suas historias mal sabendo que os reais assassinos são eles, que são marionetes.

Eu ainda continuo sendo uma sagrada weapon, porém de nada útil sou se não tenho o meu real para me empunhar, da nada útil sou se perdi meu real e verdadeiro amo. Jovem Jeongguk há muito mais do que uma simples conexão, você precisa reconhecer, respeitar e prezar seu parceiro sendo ele masculino ou feminino, há muito mais do que serem uma dupla disposto a lutar juntos é você entender o limite do seu parceiro, sua força é mais que lutar e ser reconhecido.

Como eu disse a força tem que vir dela, a vontade e também o desejo só vai depender de qual forte é o sentimento que ela ter por alguém, se ela quer ficar ao lado desse alguém ou sucumbir ao escuro e dormir eternamente, mas pelo que vejo e observo tenho a certeza que vocês são fortes juntos e ela ficará pois o sentimento de vocês um pelo outro é mais que forte."

Agradeci pela explicação e também pela historia contada, eu estava de mãos atadas com ela, poderia ficar ao lado de Solji eternamente, mas tinha que vir dela a decisão final e eu torcia para que ficasse ao meu lado.

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