Capítulo 2: Adaptação

Já faz mais ou menos meia hora que desembarquei, o vôo foi tranquilo não houve nenhuma turbulência e nem imprevisto! Mas em compensação a minha cabeça estava um turbilhão de emoções, estou feliz por ver meus sonhos tomando forma, mas também com medo de não conseguir da conta de tudo que está por vim, e já estou com saudades de todo mundo e olha que mal cheguei aqui.

Olho a minha volta e vejo todas as caixas e malas na sala, e penso na preguiça que me deu de arrumar tudo isso! Mas mentalmente dou graças a Deus por minha tia ter deixado o apartamento mobilhado, assim é menos uma preocupação para mim. Vou até uma das caixas e tiro algumas garrafas, encho de água e coloco na geladeira para gelar, ao abrir o armário percebo que está vazio e me faz lembrar que preciso ir ao supermercado. Me lembro que tem um aqui a duas ruas, como o tempo está meio chuvoso pego o guarda chuva, o casaco por está fazendo frio e a carteira.

Entrei no elevador e apertei o botão para descer, foi quando apareceu uma garoto no corredor.

Xxxx: por favor segura o elevador!

Foi ai que eu apertei para ele parar, o garoto entrou e logo após atrás dele uma garota também.

Xxxx: obrigado por ter esperado, foi gentileza sua- o garoto falou e eu apertei o botão novamente para descer.

Eu: não há de que.

Xxxx: estamos com bastante presa, a propósito sou a Blair e esse é meu irmão Nate- foi a vez da garota falar.

Eu: eu me chamo Lívia, mas pode me chamar de Livy! É um prazer conhecer vocês.

Nate: o prazer é nosso.

O elevador abriu e saímos dele seguindo em direção a porta, e logo após cada um seguiu o seu caminho, armei a sombrinha e fui caminhando a passos largos até o supermercado. Por isso não demorou para chegar, ao entrar escutei o sino da porta fazer barulho anunciando minha chegada.

Peguei o carinho andando de corredor em corredor, colocando as coisas essências e claro algumas besteiras também, não sou de ferro.

Atendente: só isso?- me pergunta mastigando um chiclete.

Eu: sim.

Paguei e foi aí que me dei conta de que tinha sacolas demais, não iria conseguir chegar inteira no apartamento, sem contar na chuva que havia aumentado. Mas como sou uma pessoa de fé, segurei todas dividindo as sacolas nas duas mãos e tentando equilibrar o guarda-chuva, no final estava me molhando mais do que o esperado e lá estava eu na rua cantando:

"Segura nas mãos de Deus, segura nas mãos de Deus, segura nas mãos de Deus e vai! Não temas o perigo e nem olhe para trás, segura nas mãos de Deus e vai......"

Blair: ei quer uma carona?- perguntou a garota de mais cedo dentro de um carro.

Eu: não quero incomodar.

Nate: incômodo algum, se não fosse você não teríamos pegado esse carro ainda hoje na oficina, teríamos perdido a hora, então nada mais justo do quer te levar para casa.

Blair: sem contar que também moramos lá.

Eu: vocês me convenceram, e estou realmente precisando de ajuda.

O Nate desceu do carro e colocou as sacolas no porta malas, e após eu entrar ele deu partida no carro.

Blair: não sei por que, mas tenho a impressão de já ter te visto antes.

Eu: provavelmente viu, já estive naquele prédio para visitar a minha tia, e a partir de hoje vou morar lá.

Blair: que notícia boa, então iremos no ver mais vezes.

Depois de um tempo o Nate estacionou o carro e ele e a irmã me ajudou com as sacolas.

Eu: obrigada de verdade por terem me ajudado hoje, mas não precisava trazer as sacolas até o apartamento, eu dava conta.

Nate: que nada! Uma mão lava a outra, e as duas juntas lavam os pés- ele falou mais depois olhou para mim cismado, como se tivesse falado algo errado- desculpe pelo comentário, minha vó fala muito isso para mim.

Blair: na verdade para nós dois.

Eu: não precisam se preocupar, a minha avó também é assim! Por falar nela, preciso entrar, ela deve está esperando minha ligação.

Blair: sem problema, tenha uma boa noite.

Eu: para vocês também- os dois responderam juntos "obrigado" e foram para seu respectivo apartamento.

Fechei a porta do meu e peguei o celular ligando para minha vó logo em seguida.

: querida, achei que não fosse ligar mais.

Eu: desculpa vó, cheguei já pensando no tanto de coisas que tenho para arrumar, e fui ao supermercado fazer compras.

: tudo bem, mas chegou bem né? Já jantou?

Eu: cheguei bem sim, acredita que com essa correria não tive nem tempo de comer?

: acredito totalmente, do jeito que tem a cabeça avoada vai virar um graveto aí sem mim, o que será sua vida sem mim?

Eu: chata lhe garanto isso rsrsrs.

: continua a mesma palhacinha de sempre, preciso desligar estão batendo na porta, se cuide!

: tá bom vó, se cuide também! Beijos.

Desliguei o celular e fui para cozinha preparar algo para comer, tirei as coisas das sacolas e guardei apenas as coisas perecíveis, como as que tinham que ir para a geladeira, e o resto coloquei no balcão para guardar depois. Pensei no que iria fazer para comer então decidi fazer quarenta, depois de algum tempo estava pronto junto com a linguiça, liguei a televisão em um canal qualquer e sentei no sofá com um prato recheado, e um copo de café na mão.

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Olá meus queridos ❤ vocês estão bem? Me contem aqui nos comentários, vou adorar saber!

Está mais um capítulo recheado de carinho para vocês, então não se esqueçam de votar🌟 e de comentar também, ler o que vocês têm a dizer me motiva e me deixa muito feliz❤❤

Beijinhos e um abraço bem apertado, fiquem todos com Deus 😘

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