Olá Senhor Dream
Eu não esperava estar tomando essa decisão, não esperava que essa fosse a saída, mas agora tudo parece nítido tornando assim uma opção impossível mais possível do que eu imaginava.
Pedi demissão da cafeteria fazendo Molly até derramar algumas lágrimas, ela disse que nunca havia trabalhado com alguém que fosse tão amiga, também sentirei sua falta. Pedi a ela que se caso visse Amy em qualquer lugar, não comentar da minha demissão e se for possível mentir para me encobrir, se Amy descobre o que estou indo fazer, não sei se ela me perdoaria ou se perdoaria a si mesma.
Entrando no Club avisto Ruby em uma das mesas, sentada com um cara branco de olhos azuis, usando um terno preto e cabelo ruivo, eles se levantam quando me avistam.
— Prazer em conhece-la senhorita Capitu. — O homem diz a mim e engulo seco.
Dou um sorriso de lado e aperto sua mão estendida.
— Esse é o Jack, é quem vai fazer sua introdução no Club. — Explica Ruby antes de nos sentarmos.
Jack coloca sobe a mesa alguns papeis, eu os pego e já noto de que se trata de um contrato. Eu o leio por inteiro, não vou mentir que dei uma lida completa e sim uma lida rasa e me chama a atenção uma pequena parte.
— Aqui diz que eu tenho que passar setenta por cento de todo o dinheiro que eu ganho, isso é... — Um absurdo.
— Capitu, no início vai parecer pouco, ou até mesmo não, mas é trabalhando que se ganha mais, confia em mim. — Pede Ruby.
Respiro fundo.
Penso novamente se essa é realmente minha única saída e se entre todas as circunstâncias eu devesse confiar em Ruby e seguir com esse novo emprego. Mas agora que já saí de meu emprego antigo não sei se tenho como voltara trás, eu deveria ter apenas pedido uma folga para resolver sobre isso, porra Capitu.
Confiando totalmente em minha amiga eu assino todos os papeis.
— Falta apenas esse. — Estende Jack outro papel. — É só uma segunda via.
Sem questionar assino os papeis, ele me entrega minha via e assim que terminamos, ele se vai deixando apenas Ruby, eu e meu nervosismo.
— Isso foi tão esquisito. — Afirmo a ela que sorri em reposta.
Ruby levanta e estende seus braços para cima e grita:
— Alice chegou vadias.
Charlotte, Grace e outras garotas saem do corredor e correm até mim. Tomo um leve susto, me levanto e abraço cada uma entre risadas de alegria por ser tão bem recebida, elas estão tão felizes e calorosas, nunca me senti tão bem assim.
— Ok, vamos começar as aulas. — Ruby diz séria puxando meu braço para o palco. Grace sobe primeiro e se posiciona no Pole. — Grace é a melhor de nós, eu posso sim mandar ver, mas ensinando sou sem paciência.
— Venha Capitu. —Grace me chama. Subo ao palco um pouco nervosa. — Pra começarmos você precisa entender que Pole Dance é algo que vai além da sexualização dada pelas pessoas, nos ajuda a ter mais domínio sobre nosso corpo. Eu quero que você se conheça enquanto tem as aulas e quando colocar em pratica.
— Ta e por onde começamos? Confesso que to muito nervosa. — Falo a ela passando as mãos uma na outra.
— Quero te dizer uma coisa. — Me puxa para mais perto e sussurra em meu ouvido: — Você tem até hoje meia noite pra desistir, não hesite se...
— Podemos começar logo? — Grita Ruby o que interrompe a fala de Grace.
Tento retomar o assunto com Grace, mas ela mostra que não está interessada mais, começo a pensar que posso estar me enfiando em uma furada e que esse ultimato de Grace pode ter algo sombrio por trás, porém não tenho escolha e só me resta continuar.
Mas sua expressão não sai de minha cabeça, era algo desesperado e objetivo... Foco, preciso de foco.
Grace primeiramente começa com alguns exercícios, faz algumas observações para uma boa performance e depois de terminamos toda essa fase preparatória, fomos para alguns movimentos. Grace deixa claro que a muito chão e que não será fácil, mas como viu que tenho muita facilidade e que sou flexível, ela já vai tentar ensinar alguns movimentos.
— Vamos começar hoje com o Hook, mais especificamente o Hook fechado. — Começa Grace. — Capitu coloque sua mão direita aqui em cima e a mão esquerda em baixo na altura do umbigo. — Faço o que ela me pede. — Ok, agora vou mostrar o passo completo e você depois tenta. — Saio do Pole e ela se posiciona. — Com a perna de dentro nós fechamos no bastão, e quando jogarmos o corpo para dar impulso traremos a perna esquerda para fechar com a perna direita. — Em seguida ela mostra como faz. — Agora quero te ver Capitu.
Com sua ajuda consigo, depois de fracassar algumas vezes, consigo fazer e me sinto vitoriosa, tudo bem que não foi perfeito, mas é um passo para a perfeição.
Ficamos horas e horas treinando até pararmos para descasar. As garotas vão embora e sobra apenas, Charlotte, Ruby, Grace e eu. Nos sentamos em cima do palco, bebendo bastante água e recuperando o folego.
— Meu corpo inteiro está destruído. — Reclamo me deitando e logo levantando.
— É melhor guardar energia para hoje à noite. — Afirma Charlotte. — Vocês já contaram a Capitu?
— Contar sobre o que? — Pergunto.
— Agora vamos ter que conter né. — Ruby diz nervosa.
— Ai gente, uma hora ela ia saber dã. — Charlotte afirma dando um leve empurrão em Ruby.
Olho para Grace que não está com uma face muito boa.
— Não é nada de mais ta Capitu. — Começa Grace. — É só que ninguém chega no Club e vai direto pro strippteaser, a um grande chão. Você tem um corpo bonito, determinação, talvez não demore muito para ser uma das favoritas, mas vai ter que lutar como qualquer uma.
— Então meio que você tem que oferecer algo a mais aos homens. — Charlotte continua e inclino a cabeça já imaginando do que elas estão tentando me dizer.
— Não é nada de prostituição, — começa Ruby — você tem que fazer coisas particulares com esses caras, mostrar a eles o que eles querem ver e dar umas sentadas de vez em quando, mas não precisa ter a penetração, só aquela rebolada pra grana valer muito a pena. — Conclui Ruby.
— Seu contrato pode ser cancelado até meia noite. — Grace esclarece.
— Grace... — Ruby tenta intervir, mas Grace continua.
— Se achar que não quer mais seguir essa escolha, pule fora. — Termina Grace.
— O que Grace quer dizer é que, relaxe, não se preocupe, saia fora depois de um ano e fica tudo na paz. — Esclarece Ruby.
Respiro fundo e penso em como as coisas estão e em como não posso nem se quer voltar e dizer a Amy que menti e ainda perdi meu emprego na cafeteria.
— Já era de se imaginar, não sou tão burra assim. — Falo em tom de brincadeira e todas rimos baixo. — Mas não tenho outra opção, não posso voltar atrás. — Afirmo. — Só me mostrem como fazer, seduzir eu até sei, mas não como eu vi vocês fazendo.
Ruby se levanta rapidamente contente e vem até mim se sentando em meu colo.
— Olha garota, cuidado para não se apaixonar. — Pede com um tom de brincadeira nos fazendo ri.
TRÊS MESES DEPOIS
— Hoje você começa no Pole Dance do canto e se continuar nesse ritmo, será a favorita. — Grace diz a mim antes de subir ao palco.
Nos abraçamos e logo me dirijo a mais nova etapa de minha vida.
Nos últimos meses tive de aprender a conviver com meu novo emprego, minha primeira noite não foi uma das melhores, o meu primeiro cara não foi o melhor cliente, mas consegui contornar a situação.
Tive várias aulas com Grace, me emprenhei para crescer em pouco tempo, trabalhei bastante para conseguir pagar algumas dívidas e com quase dois meses já tinha uma boa quantia de dinheiro e de brinde melhorei minha postura. No início Amy achou estranho, me fazia perguntas, mas quando eu chegava com comida e pagava as contas, ela foi parando de reclamar.
Amy conseguiu um emprego em uma nova escola, meu irmão continua no serviço dele e minha irmãzinha conseguiu a tão esperada fantasia da Branca de Neve. A noite eu digo a Amy que estou fazendo hora extra e que são essas horas extras que nos dá uma quantia boa de dinheiro, me sinto péssima por mentir para minha amiga, porem no futuro ela irá entender.
Depois de três meses trabalhando duro e dando tudo de mim, finalmente posso subir de cargo e agora não quero ser apenas a garota que vive para comer e pagar suas dívidas, eu quero mais.
Todos esses dias eu amei a atenção recebida, não posso negar, parece que tudo foi feito para mim, um mundo do qual eu vivi a vida inteira procurando. Não é fácil, é difícil, as pessoas acham que é apenas subir em um palco e acabou, mas não, você tem que saber entreter o público, saber o que dar a eles, saber como ganha-los com um só olhar e claro, ter o cliente certo que pode lhe dar tudo que desejar com apenas um único sorriso.
O que eu não esperava, mas Ruby sim, é que o cabelo rosa é uma característica que chamou a atenção, as vezes o cliente nem sabe meu nome, mas assim que pergunta pela garota do cabelo rosa, todos assemelham. Eu decidi continuar com meu nome, sem apelidos ou nome artístico, pois essa sou eu e eu não quero me esconder em algum nome.
Subo no palco e respiro fundo, alguns de meus clientes já fidelizados estão a minha espera, os olhares de metade das pessoas estão exclusivamente em mim. Sorrio quando coloco minhas mãos no bastão, mordo o lábio inferior, olho para meu público e assim que entro no ritmo da música começo a mover meus quadris. Ando levemente pelo palco onde sorrisos satisfatórios me dão ainda mais ânimo para continuar.
Estou a usar um conjunto de lingerie que passa algumas tiras em meu corpo, são cintilantes, chamativas e completamente cravadas, foi a escolha perfeita para a primeira performance. O salto transparente, que lembra vidro é tudo para completar a performance.
Começo a fazer os movimentos, tentando ao máximo não errar. Com toda sensualidade que há dentro de mim, consigo tornar todo o momento o mais prazeroso para mim e claro, para quem me assiste. Sempre olhando para os clientes.
O que eu sei ainda é muito do básico, mas está me rendendo grandes olhares e quando menos percebi, dentro de minha lingerie já há bastante dólar. Faço mais movimentados aprendidos como o hook e volto a plateia para arrecadar ainda mais dinheiro. Ruby tem razão, nós somos tudo aqui em cima.
Desço as escadas lentamente para agora oferecer meus serviços particulares. Olho para Ruby que está no colo de um velho possivelmente rico e ela me olha com um olhar de aprovação, estou indo pelo caminho certo.
Um cara que estava sentado no bar apenas bebendo e me observando parece ser bem generoso quanto a dinheiro, vou andando lentamente a ele, provocando com o olhar, mas sou interrompida por uma voz familiar:
— Você nunca me ligou, talvez não queria minha companhia.
Olho para o lado e fico frente a frente com Dream e seu olhar sedutor. Sorrio surpresa por vê-lo em um terno sempre impecável, um relógio no pulso e a barba sempre bem feita.
— Olá senhor Dream. — Provoco passando a língua de leve em meus lábios.
— Vou ser obrigado a ter uma dança particular, seria possível? — Fala mansamente com voz firme.
Sorrio de lado.
Essa noite ele não será apenas o cara da cafeteria, ele será meu cliente e mesmo minha cabeça estando em uma confusão, não posso perder um cliente, por esse motivo pego em sua mão e o conduzo.
Noto o olhar de desapontamento do cara no balcão, quem sabe ele seja o próximo.
Primeiro passo no balcão e deixo o dinheiro com Layla, ela que recebe todo o dinheiro, faz as somas e depois distribui no final da noite o que realmente é de cada um. Ela não faz essa parte sozinha, mas durante esses dias tive mais afinidade com ela. Charlotte disse que eles começaram a fazer isso quando as garotas começaram a roubar o dinheiro que ganhavam, achei um tanto um absurdo, pois nós merecemos muito mais por todo nosso esforço.
Continuamos nosso percurso até uma das salas.
Adentramos a sala e o conduzo para o sofá. O lugar é iluminado com um vermelho intenso, o sofá é completamente largo com um Pole a uma distância razoável. Uma mesa de centro para pôr o dinheiro e as vezes pertences dos clientes, tocando uma música em som ambiente ao fundo para dar um clima mais sexy.
Dream se senta no sofá e já vou para minha posição no Pole.
— Eu sei que não vem sempre aqui. — Afirmo começando a dar tudo de mim em meus movimentos, ele me olha satisfeito e inclina um pouco o corpo para olhar mais de perto.
— Na verdade eu vim aqui algumas vezes, mas estava muito ocupado com o trabalho. — Explica e em seguida passa a língua entre os lábios.
— Trezentos dólares? — Pergunto apenas andando em círculos no Pole.
— Talvez mais. — Diz e me surpreendo, pois é raro receber mais que duzentos dólares.
Ele coloca as notas em cima da mesa e sorrio satisfeita.
— E o que te trouxe novamente ao Club? — Pergunto abrindo espacate.
— Uau. — Respira fundo logo em seguida. — Precisava de uma diversão.
— Boa escolha.
— Só não esperava encontrar a garota do cabelo rosa por aqui. — Fala roucamente e sorrio torto.
— Penso que sentiu minha falta. — Afirmo subindo na mesa e me aproximando dele. — Eu sei que era sua garçonete preferida. — Provoco.
Ficamos apenas nos olhando por alguns segundos. Seu olhar é tão intenso quanto o meu, meu corpo sabe que não está fazendo isso só pelo o trabalho, meu corpo está sentindo algo a mais e eu não o culpo por isso.
— Você não mentiu. — Sussurra quando meu rosto fica próximo ao seu.
— Bom, me fala sobre você, te via todo dia na cafeteria, mas só sei o que gosta de comer. — Peço descendo da mesa e sentando em seu colo.
Lentamente rebolo em seu colo e sinto sua ereção, ele passa a mão em minhas costas indo direto em minha bunda. Consigo sentir sua respiração ficando cada vez mais rápida e quando vejo que está a caminho do ápice, me levanto passando minha boca em sua bochecha e volto ao Pole em passos lentos, estamos só no começo.
— Eu... Eu me perdi... — Gagueja me fazendo rir baixo.
— Perguntei sobre você.
— Agora... Quer me conhecer? — Pergunta ainda ofegante.
Sorrio para ele passando minhas mãos em meu corpo e logo fazendo outro movimento no Pole.
— Só quero saber. — Respondo.
Ele está vidrado em cada fibra do meu corpo, consigo sentir seus olhos quentes fuzilarem meu amago.
De todos os caras durante esses meses que passaram por aqui, ele é o único que está tornando minha noite mais divertida, gostei de brincar com ele e principalmente senti que queria ir mais além do que meu trabalho permite.
— Sou um advogado e um grande investidor, tenho meus impérios. — Se gaba.
— Pra sua infelicidade não estou à procura de um homem rico para me bancar.
Ele ri baixo e sinto que ficou um pouco envergonhado, tipos como ele sempre acham que estamos dispostas a serem bancadas, mas eu quero me bancar, eu quero meu próprio império.
Termino mais uma dança e volto para seu colo para terminar meu serviço, com alguns truques que Grace me ensinou, agora chegaremos ao fim.
Volto a rebolar em seu colo, em movimentos mais rápidos, ele suspira e geme baixo, me viro e passo minha bunda sobre seu pênis várias vezes até ouvir o famoso som, ele chegou a seu limite, me viro a ele e nossos rostos ficam próximos novamente. Meu cérebro entrou em pane e meus lábios estavam bastante próximos dos seus, mas em vez de continuar sorrio e passo o dedo em sua boca, em seguida me levanto, pego o dinheiro que deixou em cima da mesa e vou em direção a porta, mas sou interrompida.
— Eu quero mais, você quer mais. — Ele afirma me fazendo virar e o ver em pé um pouco brilhoso pelo seu suor.
— Quando me mostrar que é mais que um monte de dinheiro, talvez eu possa te ligar. — Pisco para ele o fazendo sorrir de lado.
Saio da sala voltando ao Club.
Depois de alguns clientes e de mais danças, é hora de tirar os trinta por cento do que ganhei no dia. Entro na fila junto com as garotas e alguns minutos depois é chegada minha vez.
— Hey Lay, quanto por hoje? — Pergunto a ela alegre, mesmo sabendo que pelo todo o tempo que fiquei, é pouco para meu trabalho.
Minha meta é dividir o palco com Ruby, não tirara-la e sim estar junto dela, para que consiga ainda mais dinheiro dos caras mais ricos da cidade.
— Eu preciso que você venha comigo. — Anuncia séria o que assusta.
Layla é baixa, cabelo liso totalmente preto, obviamente pinta e retoca sempre. Ela sempre está usando a roupa que a mandam vestir, uma blusa e calça preta, bota também de mesma cor e rabo de cavalo, lábios finos e uma voz doce e sútil e quando pede totalmente séria e com uma voz mais grossa, me assusto, assim como todas as meninas atrás de mim.
Ela me leva para uma pequena sala cinza com apenas uma cadeira no meio, o que me assusta ainda mais, pois já fui avisada para que serve essa sala. Aqui são interrogadas todas as garotas que são pegas roubando do Club o que me preocupa já que não fiz nada.
— Caralho Layla, eu não fiz nada, juro! — Exclamo a ela. Ela fecha a porta e depois olha para mim sorrido. — Que porra está acontecendo? — Pergunto confusa pela sua reação.
— Me desculpa, foi me pedido para fazer isso. — Explica gesticulando. — Olha, o cara chamado Dream, te deixou dez mil dólares pela dança particular. — Fala animada.
— Pera, que? — Pergunto indignada.
Juro que as notas em sua mesa não chegavam a ser mais que quinhentos dólares.
— Dez mil dólares Capitu e tem mais.
— Existe mais?
— Ele é amigo do dono então você não vai precisar dar setenta por cento pro Club, é todo e exclusivo seu! — Exclama sorrindo e eu continuo tentando raciocinar tudo que está acontecendo.
— Eu achei que essa noite retiraria apenas duzentos e trinta e cinco dólares. — Falo bem especifica mostrando com as mãos. — E você está me dizendo que vou sair com dez mil...
— Dez mil e duzentos e trinta dólares. — Completa. — Capitu, você não pode dizer a ninguém, diga ás pessoas que veio aqui por engano, que era só uma suspeita, inventa algo. O dinheiro já está dentro da sua bolsa, eu coloquei lá para você. — Ela retira de dentro do bolso algumas notas e estende a mim. — Aqui está seus duzentos e trinta dólares.
Pego o dinheiro da sua mão boquiaberta.
— Por que todo esse sigilo? — Pergunto incrédula.
— Esse tal de Dream pediu e também é para te proteger. Para ser mais exata, você não quer ser roubada, não é?
— Eu não acredito que ele fez isso.
Parece que mesmo eu dizendo a ele que não estou interessada em seu dinheiro, Dream não resistiu de deixar claro que é rico. Mas a quem estou enganando? São dez mil dólares, por que diabos estou reclamando?
— Você vai acreditar quando abrir sua bolsa e ver dez mil dólares em dinheiro vivo dentro de sua bolsa.
!_!_!_!_!
Demorei, mas eu servi sim KKSKSK Capitulo bem grandinho pra compensar, espero que gostem skksks me sentindo uma pervetidah ksksksk deixando claro que em 2007 o pole era ainda visto com muita sexualização pelas pessoas, hoje em dia é mais comum você ver pessoas tendo aulas e falando sobre o tabu. O Pole Dance é um esporte, ajuda na postura e nos músculos, um dia eu quero fazer sim e não é fácil como muitos acham. Capitu ainda tem muito chão para alcançar a perfeição no Pole Dance.
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