Chapter Thirty-Two: Sound Of Someday

- Seu anjo está no céu - Crowley se apressou a dizer.

- O que Castiel está fazendo lá? - Rowena perguntou.

- Sua amiga levou ele ,- Crowley olhou  para o livro de sóslaio - Aliás pelo o que eu ouvi dizer, a coisa tá feia lá .

- Ah que ótimo - Charlie bufou- Não tem outro anjo não? Por que esse aí já pode ser considerado morto, acreditem.

- Não - Disse Dean- Vamos resgata-lo, vamos atrás dele ou não faremos essa loucura nem que nos matem!- Esbravejou.

- A questão é como Dean.- Sam disse com as sobrancelhas levantadas.

- Daremos um jeito.- Ele esfregou os olhos como o indicador e o polegar- Não vamos abandonar ele, Castiel é da família!

O plano estava pronto e seria executado naquela manhã, ele não conseguira dormir, passara a madrugada inteira acordado e bem, ele via o sol nascer por entre a névoa fria daquela manhã solitária e umidecida pela fina garoa que cobria a cidade, ele nem sabia onde estava na verdade. Ainda estava no Kansas? Bom a paisagem não parecia muito mais se estivesse talvez ele ficasse mais calmo.

- Dean - Três batidas na porta despertaram o loiro.- Já está na hora.

Ele engoliu seco, sabia o que estava por vir e o que mais temia era matar a morena, se ele morresse pouco importava, ela que o preocupava, ela que fazia os músculos dele se contraírem apenas com um olhar, fazia a pele arrepiar e o coração acelerar, Nathalie fazia os pulmões dele não funcionarem com perfeição então talvez se ela morrer, ele não sobreviva.

Ele vestiu uma blusa cinza, suas calças surradas, suas botas sujas e a jaqueta de couro, ele ficou de pé imaginando o que viria mas seus pensamentos sempre o levava para o lado negativo. A morte de Nathalie Portman.

- E ai? Acharam ela?- Ele esfregou as mãos uma na outra e depois soprou as mesmas.

- Achamos. - Charlie disse.

- Eu achei - Ketch apareceu com um computador.

- O que esse miserável tá fazendo aqui?!- Perguntou Crowley.

- Para que tudo isso Fergus?- A ruiva piscou os olhos para Ketch que sorriu devolta.

- Não importa.- Ela disse.

- Onde ela está?


- Boa sorte esquilo - Disse o demônio tirando a mão do ombro dele ao se teletransportar com o loiro até a Inglaterra.

- Tá bom, obrigado - Dean empunhou a arma de prata e sentiu um arrepiou na pele, a Inglaterra ainda era mais fria que a América, pelo menos naquela manhã.- Vamos lá Nathalie - Ele fixou os olhos nas ruínas de um castelo medieval e se perguntou o que ela fazia ali.

Ele entrou tudo que via era pedras, teias de aranha e mais teia de aranha, a umidade lá dentro era densa o que fez Dean respirar com mais dificuldade ou talvez fosse apenas a ansiedade de ver a mulher amada, aquela que ele não via a mais ou menos uma semana.

Dean engoliu seco quando ouviu pedras caírem, trancou o maxilar e fixou mais os olhos procurando desesperadamente a mulher que ele tanto desejava.

- Dean? - A voz suave que fazia tanta falta ecoou pelo enorme lugar vazia

Ele se virou e viu ela, Nathalie, que parecia estar esperando por ele pois vestia um vestido branco com um tecido fino, seus cabelos caiam como cascatas sobre os ombros nus em contraste com a pele extremamente clara. O loiro por um momento cogitou que aquela fosse realmente Nathalie, a morena da voz aveludada e suave, dos olhos castanho escuros e cheios de verdade e doçura.

- Sentiu saudades? - Não tinha malicia naquela voz, aquela meiga e suave voz pela qual Dean era apaixonado, completamente louco e apaixonado.

- Nath...- Foi a única coisa que o loiro conseguiu pronunciar olhando para ela.

- Você veio me machucar? Dean? - Ela perguntou quando deslizou os olhos até a mão do mesmo, ainda empunhando a arma.

- Eu...- Ela caminhou devagar em direção a ele que engoliu seco com cada passo que ela dava para mais perto dele.

- Tudo bem Dean - Ela sorriu- Eu perdoo você - Ela segurou o punho do loiro e guiou sua mão até a testa encostando na mesma o cano da pistola, Dean tremeu junto com o seu coração quando os olhos dela lacrimejaram - Faça o que tiver de fazer Dean e eu não vou condenar você, eu prometo, eu te perdoo.

O que estava acontecendo afinal? Por que ela estava fazendo aquilo? O demônio permitiria que aquilo acontecesse? O peito de Dean ardeu imensamente, seus pulmões pararam por alguns segundos, ele sabia o que era certa a fazer... ele só não faria.

No mesmo instante Dean abaixou a arma e puxou Nathalie para si, assim colando seus lábios. Ele a beijou sedentamente, como ele amava aquela lábios macios e quentes, como ele sentia falta daquele corpo pequeno envolta dos seus braços, era quase como um pedaço dele que estava voltando, era sua paz em meio todo aquele caos.

Eles pararam de se beijar e Dean acariciou o rosto da pequena a sua frente, sua pele macia, seu cheiro doce, Deus como ele sentia falta daquela mulher e daqueles braços envolta do pescoço dele, como fazia falta aquelas unhas em sua nuca, entregando todo aquele desejo.

- Eu amo você - Ele disse com os olhos vermelhos e agora molhados - Preciso de você, consegue entender isso?


Sugestão de música: Jensen Ackles- Sound Of Someday.

Por algum motivo, por alguma droga de motivo eu voltei ao comando do meu corpo. Eu não sabia onde estava e por que estava mas estava. Estava acordada e não mais submersa dentro do meu próprio corpo, eu sentia, sentia tudo e a coisa que eu mais senti foi as mãos grandes e pesadas dele contra a minha pele, sua respiração quente no meu pescoço que fazia a minha pele arrepiar, eu sentia Dean e eu não queria deixar de senti-lo nunca mais por que eu precisava dele. Ele precisava de mim também e eu garanto isso.

Ele voltou a colar nossos lábios com menos intensidade dessa vez, eu sentia o cheiro dele, eu sentia o coração dele pulsar junto ao meu peito, eu não sabia o que estava acontecendo mais a única coisa que eu conseguia pensar era no homem com os lábios colados aos meus.

Dean deitou meu corpo no chão com cuidado para não me machucar, eu não posso fingir que não me incomodou aquelas pedras todas mas quem se importa? Dean Winchester estava comigo, e eu queria que fosse assim para sempre.

Dean deitou-se ao meu lado com metade do corpo sobre o meu, com nossa bocas ainda juntas em sincronia, como eu pude perder tanto tempo sem ele, sem seu calor, eu agora poderia parar e pensar em Sam e como eu estava sendo cruel com ele mas qualquer coisa que viesse a minha mente se dissipava e virava Dean.

Ele desconectou nossos lábios e então deslizou os seus pelo meu pescoço, segurando com a mão esquerda minha nuca e sua mão direita deslizando pela minha perna. Deus, aquilo era incrível demais por que todos os meus pelos eriçaram e meus pulmões falharam agora com frequência. Meu coração era um medíocre que parecia que iria saltar da caixa torácica de tão forte que batia.

Dean parou de me beijar e apenas me encarou como se pedisse permissão, mas ele não disse nada, não abriu a boca, ele pediu para mim com os olhos e com os olhos eu concedi. Ele devagar tirou meu vestido, um vestido branco com um tecido fino quase transparente  então e eu me vi nua, despida, totalmente sem nada e não me senti incomodada com o olhar dele sobre mim, na verdade quanto mais ele me olhava mais eu me sentia bonita.

Ele deslizou a mão por toda a extensão do meu corpo, parecia apenas apreciar o que tocava, seus olhos estava tranquilos e suaves como nunca, seu rosto tinha uma expressão calma o que me fazia ficar curiosa sobre o que ele pensava.

Sua mão capturou um dos meus seios, ele tocava com uma suavidade totalmente desconhecida ao meu ver, nem parecia Dean Winchester o sedento por sexo. Talvez não fosse sexo na verdade, Dean e eu estávamos fazendo amor. Essa era a única palavra que definia meus sentimentos por ele.

Seus lábios beijaram meu rosto, meus lábios, meu pescoço, meu colo e então meus seios. Eu agarrei sua nuca com toda minha força pois aquele choque térmico dos seus lábios em minha pele fria foi uma sensação indescritível, chupando devagar como uma criança curiosa, eu não evitei gemer, não é vergonhoso dizer por que Dean era maravilhoso demais para não se entregar densamente.

Ele parou e eu senti falta, Dean tirou a jaqueta e a colocou por baixo mim junto com o meu vestido assim improvisando uma cama, não que eu me importasse mas se ele queria para mim tudo bem, minha mente estava transtornada demais para pensar em qualquer coisa que não fosse Dean e meu corpo. Depois ele tirou a camisa e seu peito ficou ali exposto para mim, Dean era todo meu e naquela momento eu poderia fazer o que quisesse com ele, Dean era tão meu quanto eu era dele e eu estava disposta a demonstrar isso.

Ele deslizou os lábios pela minha barriga e em seguida desceu para o meu sexo, assim beijando aquela área com calma, depois deslizando a língua por toda minha extensão com calma e bem devagar. Eu agarrei seus cabelos sentindo meu sexo pulsar e latejar, meu corpo pedia por ele, e eu? Eu cederia meu corpo completamente.

Dean desbotoou o cinto da calça e então logo tirou a mesma exibindo sua boxer preta, eu não podia acreditar que aquilo realmente estava acontecendo, era irreal demais para acreditar, mas se estava acontecendo quem sou eu para questionar? Dean abriu minhas pernas e ficou entre elas, assim seguindo para me beijar inclinando seu corpo sobre o meu, beijar meus lábios e eu entendi por que, para que eu não prestasse tanta atenção e não sentisse dor.

Ele tirou o seu membro de dentro da calça e o encostou em mim, ele apenas deslizou no meu sexo mais eu mesmo assim finquei minhas unhas nele, que sorriu, aquele sorriso era lindo demais, maravilhoso demais e durante aquele sorriso eu mordi seu lábio inferior e ele imitou meu gesto.

- Você fez isso antes?- Ele perguntou, minha voz falhou como todo o meu corpo então eu apenas fiz que não com a cabeça - Se doer, você pode me contar tudo bem?- Eu fiz um gesto positivo.

Dean segurou a minha coluna me fazendo ficar inclinada, então deslizou a mão pelo meu quadril apertando o mesmo ele voltou a me beijar. Ele se posicionou direito e foi colocando devagar dentro de mim, eu tive uma vontade imensa de gritar mas não o fiz, meus olhos encheram e eu não evitei que uma lágrima solitária deslizasse pelo meu rosto.

- O que? - Ele saiu de dentro de mim rápido - Eu falei pra você avisar...- Eu não disse nada, apenas o puxei de volta para mim e meus lábios, eu não pude negar que ele fazia falta.

Ele tentou de novo e se manteve quieto, o que fez meu corpo se adaptar com o novo volume dentro de mim, enquanto isso, Dean ficou apenas me beijando, lentamente, me distraindo até que meu corpo se acostumasse. Ele brincou com meu corpo, brincou com meus lábios, com os meus cabelos e seios, até decidir se mexer novamente.

Dean fazia um vai e vem lento e que me fez gemer baixo, fez minhas mãos apertarem seu cabelo, ele fez meu sexo contrair e minhas pernas quererem se fechar em torno do corpo dele, mais ele envoltou minhas pernas ao redor da sua cintura, colocou  vez com mais força, o que me fez soltar algo mais parecido com um grito do que com um gemido, meu corpo todo reagia a ele de uma forma maravilhosa, nossos corpos suados, o peito acelerado, a respiração quente e pesada, eu tenho que admitir, Dean Winchester era bom de cama. Bom? Dean era maravilhoso.

Ele me fez ir do céu ao inferno, quando agarrou o meu cabelo e juntou nossos lábios com sede, minhas unhas foram parar em suas costas que por sua vez estavam sangrando em cortes finos e retos, a dor ainda era persistente, porém suportável, mas independente de tudo o prazer era ainda mais forte.

Meus cabelos estavam suados quando eu senti algo quente escorrer por dentro de mim e Dean se retirou, deixando um grande vazio, meus cabelos umedecidos pelo suor e seu corpo quente, Dean exalava sexo e agora eu entendo por que as garotas morriam por ele, mas comigo... Eu sei que foi diferente por que eu sei que ele me ama.

Dean trocou de posição comigo ficando por baixo de mim, meu corpo continha uma eletricidade viciante, algo que percorreu por todo ele e arrepiou a espinha, algo totalmente indescritível mas que fez meu coração bater não tão rápido mas com mais força, meus pulmões acelerarem e meu corpo relaxar pedindo um tempo.

Deitei sobre o peito dele que me enlvolveu em um abraço, eu sabia que era questão de minutos para começamos de novo então eu precisava descansar rápido. Eu queria mais uma pouco de Dean.

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