A BANDA (pt2)
PARTE II DO CAPÍTULO.
Assim que Alexei Bernard chegou na universidade sentiu seu coração acelerar um pouco. Aquela estrutura era enorme. Um prédio largo e de alguns andares. Os tijolos avermelhados eram a faixada, e o teto era realmente muito bonito. Uma estrutura antiga. Tinha cruzes no teto. Ele lembrou que era uma faculdade católica, provavelmente era alguma estrutura religiosa antes de virar uma instituição acadêmica.
Ele deve que andar um pouco por um campo de grama verde. Os alunos estavam espalhados, alguns em grupos outros mais solitários. Ele pegou o celular no bolso e aumentou o volume da música que tocada em seu fone: Vivaldi-spring 1 (Max Richter remastered)
Era normal ficar nervoso no primeiro dia. Ele precisava fazer tanta coisa. Aprender a andar naquele lugar enorme, mas não sair andando para tudo quanto é lado até descobrir cada centímetro do local como se sua vida dependesse disso; conhecer pessoas, mas não se empolgar de mais com ela a ponto de de repente estar falando com todo mundo, indo pra festas e se embebedando. Estudar muito, mas não a ponto de ficar virando noites e noites como se não precisasse dormir. Ficar alerta durante as aulas, mas não alerta de mais.
Ele chegou mais perto do prédio e começou a subir a escadaria. Ele estava ouvindo música no volume máximo é isso estava fazendo seu coração acelerar ainda mais.
Quais meus limites? Pensou
Enquanto subia estava muito distraído observando o local e ouvindo a música ensurdecedora. Ele levou um esbarram com um garoto ruivo que devia as escadarias muito apreciado. No choque do ombro o garoto ruivo quase deixou a mochila cair, um fone de Alexei caiu e ele pode ouvir o outro rapaz pedir desculpa antes de voltar a correr. Alexei murmulhos um "tranquilo" qundo o garoto já estava bem longe.
Arrumando sua mochila no próprio ombro, Alexei observou o arredores e seus olhos passaram por uma imagem que lhe chamou atenção. Na ponta da espaçada ele teve impressão de ter visto algo familiar.
Duas semanas atrás
Alexei não conhecia música que a banda estava tocando ali. O local era aconchegante e a banda que tocava era boa, mas a família Bernard estava sentada o mais longe o possível do palco, pois estavam todos com a cabeça doendo devido ao estresse da mudança.
Alexei não estava nos melhores dias dele. Estava cabisbaixo, tentando insistentemente fingir que estava bem para seus pais não ficarem ainda mais preocupados. E toda essa mentira estava o deixando cada vez mais estressado.
Eles já haviam feito o pedido e estavam apenas aguardando. Seus pais estavam conversando alguns problemas com a entrega de alguns móveis, enquanto Alexei e Nathan estavam brincando de jogo da velha no guardanapo. Eles não podiam usar celulares na mesa. Já era o décimo jogo e Nathan já estavam voltando a ficar entediado.
Alexei já estava cansado daquele jogo também, ele perdeu a última rodada e se levantou da mesa bagunçando o cabelo do irmão.
— Vou ao banheiro. Depois podemos brincar... sei lá. De forca. — sorriu amarelo e o irmão assentiu começando a rasgar pedaços minúsculos do guardanapo.
Alexei não foi ao banheiro. Ele só precisava de um tempo sozinho, então foi para uma outra parte do local, e se sentiu em frente ao balcão. Quando um garfou foi até ele, ele apenas o dispensou. Não estava ali para beber.
Ali era bem próximo ao palco. A música estava bem mais alta, mas ele realmente não se importava. A ambientação estava um pouco mais escura, sendo iluminada mais por algumas lampas mais quentes que ficavam sobre as mesas e no palco.
A música acabou. Alexei se perguntou qual deveria ser o nome. Tinha um estilo que ele gostava bastante.
Ele respirou fundo e deixou todo o ar sair de seus pulmões. Cabeça doendo e cansaço. Ele olhou para o palco. O baixista tocou um gole de cerveja e entregou a garrafa ao vocalista que pareceu que também bebeu.
Axel revirou os olhos e os apertou tentando dispersar seu sono.
Do I Wanna Know? (Live at the BBC) - HOZIER Arctic Monkeys
Música da Mídia
— Ei cara. — o garçom terminou de servir a bebida de um cara barbudo que estava o lado de Alexei e o encarou.
— Só uma Coca-Cola. — o homem assentiu com a cabeça e colocou um pano sobre o ombro.
Sua cabeça estava doendo um pouco e ele estava de sentindo tão exausto e para baixo. Apoiou os cotovelos no balcão e cobriu o rosto com as mãos coçando os olhos com certa força. Quando olhou em direção ao palco percebeu a banda já havia voltado a tocar. Uma música que ele conhecia e gostava.
A primeira pessoa que lhe chamou atenção foi o vocalista. Claro, era o que mais se destacava. Cantava muito bem. Alexei gostava daquela voz. O timbre rouco lhe trazia boa sensações e combinava com a música. As palavras cantadas lentamente. Ele tocava e cantava. Algumas pessoas achavam isso bem difícil.
Alexei quase sorriu. Ele se virou a cabreira para ficar mais de costas para o balão e poder olhar melhor o show.
Ele tinha um cabelo cheio de cachos grossos e que pareciam bem macios. Estava com algumas olheiras avermelhadas sob os olhos. Isso não o deixava feio. Na verdade, Alexei o achou bem bonito. Bem atraente. E a forma como cantava o deixava ainda mais chamativo. Alexei batucou o pé conforme o rotina da música. Ele teve uma pequena impressão de que os olhos do rapaz foram rapidamente em sua direção, e então na mesma hora Alexei desviou o olhar e percebeu que o Barman estava chegando com seu referi.
— Desculpe a Demora.
— Sem problema. Qual o nome dessa banda?
O garçom olhou em direção a banda rapidamente.
— Sweet Home Of The Troubled.
— Nome longo.
— Talvez as vezes abreviem para SHOTT?
Alexei sorriu e deu de ombros.
— Seria divertido. — o garçom riu. — Eles tocam sempre aqui?
— Não. Ele só estão substituindo a banda que não pode vir hoje.
Alexei torceu a boca em desagrado.
— Mas eles devem tocar por esses bares e próximos a faculdade. Eles estudam lá. Eu também sou de lá, por isso que sei. Já vi eles tocando em poucas festas em um bar ou outro, mas não são conhecidos. Eles não tem uma boa relação com o gerente daqui. Da última vez arrumaram encrenca.
— Hum... a música é boa.
— É. — o barman se afastou mal humorado
Quando Alexei voltou a olhar a banda, ainda tinha impressão que o guitarrista estava olhando pra si. Provavelmente só estava olhando para sua direção, mas nem deveria estar prestando atenção em alguém realmente. Mas Alexei sentiu-se sendo observado. Ele queria desviar o olhar mas um pensamento idiota lhe vejo a cabeça: se eu desviar e ele estiver me olhando vai achar que eu fiquei desconfortável com o olhar dele... e eu não deveria nem me importar com isso, então não posso desviar.
O guitarrista sorriu em sua direção enquanto cantava. E acenou com a cabeça. Alexei sentiu borboletas no estômago e virou a cabeça como se quisesse olhar para quem o guitarrista poderia estar sorrindo.
O barbudo? Há! Talvez se ele estivesse prestando atenção.
Os lábios de Alexei ficaram secos, e ele sentiu um arrepio subir pela sua espinha e chegar a sua nuca. Piscou algumas vezes tentando olhar para outras direções mas a vontade de chegar novamente a atenção do vocalista estava ali anda. Então ele checou. E ainda estava sendo encarado. E então Alexei sorriu como um idioma como quem diz "e aí? Tudo bem?". Ele se xingou por isso. Era tão idiota.
Se virou e tomou três grandes goles de coca sentindo seu cérebro congelar e a boca toda formigar por conta do gás. Os olhos lagrimejaram um pouco. Ele respirou
— Porra. — murmurou.
Ele não iria mais olhar para o palco. Estava com vergonha daquela vocalista. Ele se levantou e decidiu voltar para sua mesa sem olhar para trás.
Era aquele vocalista...
Tudo bem, fazia muito tempo que Alexei o vira, mas tinha quase certeza que era ele. Talvez não tanta certeza, mas quase certeza.
Ele olhava para uma garota muito bonita enquanto batia dos dedos em sua perna. Parecia bem íntimo, como um casal. Isso fez Alexei se sentir... ciumento. E na mesma hora que notou esse sentimento ele se xingou. Em primeiro lugar não havia motivo para se sentir assim, pois... não havia! Em segundo lugar, ele nem o conhecia. Em terceiro: era um homem.
Idiota. Panaca — xingou a si mesmo.
Um rapaz loiro, também bem bonito, parou de sorrir abruptamente e virou o rosto dos amigos com uma cara sem um pouco feliz. Ele pegou algo no bolso menor da mochila. Uma cartela de cigarros. Ele pegou um e acendeu. O vocalista lhe disse alguma coisa para o loiro com uma expressão fechada. A garota pareceu um pouco preocupada mas não falou nada.
Alexei decidiu seguir sua vida e entrar logo no prédio.
"Vocês tem certeza sobre amanhã?" Will perguntou lentamente olhando Ruby.
"Sobre amanhã?" Perguntou Ruby.
"Chamar novos integrantes."
"Isso não vai ajudar em nada." Disse Theo seco enquanto gesticulava preguiçosamente.
"Eu não acho. Vamos achar pessoas legais. Diferentes." Explicou sorrindo.
"O que vamos achar de tão novo afinal?" Disse com um olhar duvidoso.
"Num precisa ser inédito. Não precisa ser um guitarrista andando num monociclo." Riu.
"Se você fizesse isso teríamos mais sucesso". Will disse cutucando Theo com o braço o fazendo revirar os olhos entediado.
"Só algo pouco comum é bem legal." Acrescentou Ruby.
"Vai dar tudo errado. Você vai ver" disse Will voltando a colocar o cigarro na bolsa.
Se quiserem falar sobre a história no Twitter usem a tag: #SweetHomeOfTheTroubled assim eu poderei ver.
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Estão, vendo? Estou voltando a postar normalmente kkkkkkkk superamos um provam né?
O que acharam do capítulo de hoje?
Gostaram?
Como acham que vai ser o próximo?
O que acham do Alexei?
O que acham? Do Will?
Da ruby?
Do Theo?
COMO SEMPRE NOVA CAPA KKKKKKKK EU E KINH INDECISÃO
E na dúvida que eu fiquei sobre as fontes kkkkk:
Capítulo publicado em 25/09/2020
Notas da autora: GENTE GENTE, vocês viram que os e-mails do primeiro filho dos Estados Unidos é o príncipe de Gales vazaram e eles estão tendo um
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